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Quarta, 03 Junho 2015 19:19

Depois de muita insistência por parte do Sindipetro PR e SC, no dia 02 de junho a diretora executiva, Solange Guedes, o novo gerente executivo, Joelson, ambos da Gerência de Exploração e Produção (E&P), e a gerente geral de SMS, Evely Forjaz Loureiro, receberam os diretores do Sindicato e o coordenador da FUP, Zé Maria.

Sob a escusa de “otimizar” estruturas, a diretora Solange alegou que a Petrobrás passa por um momento de busca de ativos e que há um esforço para atingir meta de produção de um milhão de barris por dia na área do pré-sal, atualmente a média é de 800 mil barris/dia, e que para cumprir esse objetivo precisa ampliar quadro de funcionários que atua na Bacia de Santos.

Reconhecendo que até o presente momento o processo de transferência de dezenas de funcionários da antiga UO-Sul foi mal conduzido, tanto Solange, quanto o gerente Joelcio se comprometeram a empregar, dentro das próximas três semanas, uma avaliação cuidadosa de cada funcionário que a princípio terá que ser mobilizado para outra unidade, amenizando os impactos dessa transferência. Também foi garantido que mesmo os funcionários que passem a atuar em outra base, que não a de Santos, também serão contemplados pelos benefícios referentes à mobilização.

 Vale ressaltar que os diretores do Sindipetro PR e SC, na pessoa de seu presidente, Mário Dal Zot, e do secretário geral, André Luís dos Santos, argumentaram a proposta de dilatar esse prazo até 2018, data que finda o contrato de locação do prédio, e que também deve apresentar outra conjuntura econômica à companhia, possivelmente de expansão de novos projetos, como na Bacia de Pelotas. Também criticaram com veemência a postura das gerências locais e exigiram que os assédios a que foram submetidos os/as trabalhadores/as da “UO-Sul” jamais se repita.

No final deste mês o gerente executivo deve se reunir com a força de trabalho da “UO-Sul”. Até lá, os trabalhadores devem avaliar o movimento, bem como delinear os principais pleitos que de fato amenizariam os significativos impactos dessa ríspida transferência. Nesse sentido, no dia 10 de junho, quarta-feira, ocorrerá nova Assembleia, na própria unidade.

Terça, 02 Junho 2015 19:39

Nº 1351

Segunda, 18 Maio 2015 14:09

Nº 1350

Quinta, 07 Maio 2015 20:14

A Campanha SOS UO-Sul segue com mobilizações e articulações políticas para evitar que a Unidade diminuía suas operações ou até mesmo seja extinta, conforme prevê o plano de desinvestimentos da Petrobrás

Nesta quarta-feira (06), um grupo de trabalhadores da Unidade de Operacional (UO-Sul) se reuniu com o prefeito de Itajaí, Jandir Bellini (PP), e pediu apoio e engajamento na campanha. O chefe do executivo municipal se demonstrou solidário à causa e afirmou que na próxima segunda-feira (11) vai encontrar-se com o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) e pedirá reforço na campanha.

A principal argumentação dos trabalhadores são os resultados da UO-Sul, que acumulou receita de R$ 5,93 bilhões em 2014, gera 142 empregos diretos e possui parcerias com universidades da região. Pesa ainda em favor da manutenção das atividades da UO-Sul o fato de ela ser a quinta unidade do país em volume de produção e a mais eficiente da Petrobrás.

Terça, 05 Maio 2015 20:34

No primeiro dia de greve, que garantiu um adiamento da “ambientação” em Santos, os trabalhadores da UO-Sul reuniram-se em assembleia e fizeram um balanço dos últimos acontecimentos. Analisaram os cenários mais prováveis e, a partir daí, decidiram pela manutenção da greve e a intensificação da Campanha em Defesa da UO-Sul. As próximas ações serão atos e visitas às lideranças e organizações sociais e empresariais da Região Sul.

Os petroleiros da UO-Sul manifestaram indignação quanto à forma truculenta com que a Companhia apresentou a decisão de desativar a unidade, sem o mínimo de cuidado e respeito, ignorando o enorme impacto na vida das pessoas envolvidas. Neste ponto, o Sindicato repassou os informes da reunião, que aconteceu na última quinta-feira (30), no Rio de Janeiro, com a Gerência Executiva e Gerência de Recursos Humanos do E&P, na qual os representantes da empresa reiteraram a injustificável ordem da Diretoria Executiva da Petrobrás em desativar a UO Sul.

O Sindicato foi representado pelos dirigentes Mário Dal Zot, Silvaney Bernardi e André Luiz dos Santos, que estavam acompanhados pelo coordenador da FUP, José Maria Rangel, e pelo conselheiro da Petrobras eleito como representantes dos trabalhadores, Deyvid Bacelar. As lideranças sindicais ficaram surpresos e indignados com a desativação da Unidade de Itajaí, que tem apresentado ótimos resultados, além do seu papel estratégico para Petrobrás e toda a Região Sul. Os argumentos da empresa foram desmontados um a um e ficou claro que a medida se trata de uma decisão política “para inglês ver”, uma vez que o custo de desativação da Unidade, que até recentemente recebia empregados, sairá mais caro que mantê-los no local atual.

Gerentes do E&P lavam as mãos e deixam evidente a fragilidade da decisão
O Gerente Executivo alegou que a ordem era da Diretoria Executiva e estava apenas cumprindo o determinado. Há uma contradição nisso, pois o próprio presidente da Petrobrás, Aldemir Bendine, declarou recentemente que ele e o atual diretor de Finanças e Relações com os Investidores estavam focados em resolver o problema financeiro da Petrobrás, como certificação do balanço da empresa, deixando a condução das áreas de negócios a cargo de cada direção executiva.

Uma coisa é certa, quem elaborou e propôs isto não contava com tanta resistência e acreditava que, ao anunciar que as operações em Santa Catarina seriam preservadas, não se queimaria com as lideranças da Região Sul, mesmo ciente de que “manter as operações” significa apenas uma pequena sobrevida à produção da Plataforma Cidade de Itajaí, locada nos Campos de Baúna e Piacaba, já em declínio natural de produção.

Prejuízos materiais e imateriais incalculáveis
Ao anunciar uma meia-verdade, escondeu o fato de que a equipe de trabalhadores voltados para a exploração, área responsável pela descoberta e desenvolvimento de novos campos de petróleo e gás, está sendo desmantelada. Em outras palavras, toda uma trajetória de muito trabalho e dedicação voltada para a região se perderá. O retorno disto passará a ser um sonho distante, dado o enorme custo de organização, de oportunidade e aprendizado necessários para se formar um time de profissionais altamente qualificados e focados no sul do país. Um prejuízo que se estenderá à formação de novos profissionais, como os que hoje têm a oportunidade de conviverem com essas pessoas e usufruírem de toda a estrutura ali instalada. Cite-se o curso de Engenharia de Petróleo da UDESC, um dos mais concorridos do Estado.

Agenda pela Manutenção da UO-Sul
Há uma grande expectativa que isto tudo se esclareça na reunião anunciada do Governador de Santa Catarina e Comitiva de Parlamentares com o presidente da Petrobrás. O Sindipetro PR e SC e a Federação Única dos Petroleiros, como representantes dos trabalhadores, pleiteiam participar desta atividade, como também buscam espaço na agenda da Diretora de E&P Solange Guedes, antes da mesa com a presidência da Petrobrás.

“Mesmo com a queda do preço do barril e incertezas políticas, o segmento submarino do setor petróleo seguirá em expansão no mundo nos próximos anos. A expectativa é de um crescimento superior a 11% ao ano entre 2015 e 2019, puxado por projetos na África, América do Norte e América Latina, onde o Brasil é o principal mercado. Juntas, essas regiões responderão por 75% dos investimentos em aquisições e melhorias no período”, conforme projeções da Infield Systems. Traduzindo em miúdos, mesmo com as dificuldades da atual conjuntura, é inevitável que as petroleiras e seus fornecedores continuem investindo na busca da implantação de soluções consideradas prioritárias. Neste cenário, é importante ter inserida a UO-Sul e a sua história de contribuições, inclusive com participação ativa no advento do pré-sal como realidade exploratória.


Quarta, 29 Abril 2015 19:56

Como forma de resistência ao plano de desinvestimentos da Petrobras que ameaça reduzir e até mesmo acabar com as atividades da Unidade Operacional Sul (UO-Sul), os trabalhadores decidiram em assembleia realizada nesta quarta-feira (29) deflagrar greve por tempo indeterminado a partir do dia 03 de maio.

O movimento deixa claro a discordância dos empregados da UO-Sul com a extinção da UO-Sul e a transferência do efetivo para outra unidade do sistema e que não serão cumpridos quaisquer atos administrativos adotados pela companhia, como, por exemplo, a convocação para ambientação na UO-BS como prévia de possível transferência.

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina já enviou o comunicado de greve à empresa e ao Ministério Público do Trabalho e reitera seu total apoio à luta em defesa da UO-Sul.

Quarta, 29 Abril 2015 19:53

Uma das consequências do plano de desinvestimentos da Petrobras, cujas cifras chegam aos US$ 13,7 bilhões, é a diminuição, ou até mesmo o encerramento, das atividades da Unidade Operacional Sul (UO-Sul), localizada no município de Itajaí-SC. De imediato, isso significa transformar a UO-Sul em um Ativo de Produção, o que representa uma drástica redução das competências e atividades da Petrobras na região Sul do país.

Uma Unidade Operacional faz pesquisas de exploração de novas áreas em busca de petróleo, desenvolve projetos para viabilizar a produção em novos poços, promove programas sociais e faz parcerias com universidades locais. Por outro lado, um Ativo de Produção tem sua atuação focada na operação dos campos de petróleo já existentes e as atividades são temporárias, uma vez que não há novos projetos. Também não desenvolve programas sociais e não firma convênios com universidade da região. Em suma, a diminuição da UO-Sul para um Ativo de Produção significaria sua extinção em médio prazo.

O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, foi questionado pelo deputado federal Décio Lima (PT-SC) sobre a UO-Sul durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. A resposta foi de que está sendo feito um “ajuste de gestão” e que as operações da UO-Sul passam a ser realizadas em Santos. Em uma clara tentativa de minimizar a desmobilização da UO-Sul, Bendine disse que existe uma “mudança administrativa que pode ser considerada até simbólica já que não representa redução das operações”.

No entanto, o “ajuste de gestão” é muito mais profundo do que afirma o presidente da empresa. Dos 142 empregados lotados em Santa Catarina, apenas 33 permanecerão em Itajaí para acompanhar a produção do campo de Baúna. Em um ano ou pouco mais, também devem ser transferidos, como já informou internamente a gestão da unidade, pois tudo será absorvido pela Unidade Operacional da Bacia de Santos - UO BS. Inclusive o embarque para a FPSO Cidade de Itajaí, a plataforma responsável pela produção de Baúna, será realizado através do município de Itanhaém-SP.

A única forma de a Petrobras continuar plenamente em Santa Catarina é através da manutenção da Unidade Operacional, autônoma e com seu corpo técnico preservado. Qualquer reestruturação significará o desmonte da exploração e produção Petrobras na região Sul. Cabe lembrar os resultados da UO-Sul, que acumulou receita de R$ 5,93 bilhões em 2014, gera 142 empregos diretos e possui parcerias com universidades da região. Pesa ainda em favor da manutenção das atividades da UO-Sul o fato de ela ser a quinta unidade do país em volume de produção e a mais eficiente da Petrobrás.

Terça, 28 Abril 2015 18:53

No dia 26 de fevereiro, a Diretoria Executiva da Petrobras aprovou a revisão do plano de desinvestimento para o biênio 2015 e 2016. O valor total é de US$ 13,7 bilhões, divididos entre as áreas de Exploração e Produção no Brasil e no exterior (30%), Abastecimento (30%) e Gás e Energia (40%).

Uma das consequências do plano da estatal petrolífera é a diminuição ou até mesmo o encerramento das atividades da Unidade Operacional Sul (UO-Sul), localizada no município de Itajaí-SC.

Tal medida causaria grande impacto no desenvolvimento econômico da região. A UO-Sul acumulou receita de R$ 5,93 bilhões em 2014 e apenas em Imposto Sobre Serviços (ISS) destinaria R$ 4,674 milhões ao município de Itajaí até 2022. A Unidade gera 142 empregos diretos e possui parcerias com universidades da região.

Pesa ainda em favor da manutenção das atividades da UO-Sul o fato dela ser a Unidade de Produção mais eficiente da Petrobrás, pois tem o melhor custo de extração e o melhor retorno operacional bruto da Companhia.

Para evitar a extinção da Unidade, o Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR e SC) tem feito audiências com parlamentares do estado a fim de constituir uma Frente Suprapartidária em Defesa da UO-Sul.

No início da tarde desta terça-feira (28), representantes do Sindipetro PR e SC participaram de Audiência Pública sobre o tema na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, em Florianópolis. Logo após, por volta das 15h30, realizaram um ato público em defesa da UO-Sul frente à Casa.

O Sindipetro PR e SC lançou a Campanha SOS UO-Sul e pressiona a empresa a reverter a decisão, bem como faz a articulação com entidades da sociedade civil e políticos para unir forças em defesa da Unidade.

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Edição Nº 1418

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