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Sexta, 20 Abril 2018 14:45

Trabalhadores da Petrobras protestaram contra a tentativa de privatização de quatro refinarias, inclusive a Repar.  A maior batalha desta geração de petroleiros está apenas começando.

Segunda, 02 Outubro 2017 14:56

Em atos nesta terça (03), petroleiros denunciarão o sucateamento da empresa e saem em defesa das estatais e dos serviços públicos

Segunda, 05 Junho 2017 23:07

A FUP e seus sindicatos, junto com a CUT, a CTB e movimentos sociais, como o MST, MAB, MPA, Levante da Juventude, entre outros, realizam na quinta-feira, dia 08, um grande ato político, a partir das 07 horas, em frente à sede da Petrobrás, na Avenida Chile, no Centro do Rio de Janeiro. A mobilização será contra a privatização da empresa e pela saída imediata de Pedro Parente e de toda a sua diretoria. Estão sendo esperadas caravanas com petroleiros de vários estados do país.

Leia a convocatória do ato:

 

EM DEFESA DA PETROBRÁS, FORA PARENTE!

Mesmo com o governo Temer se desmantelando em meio a denúncias graves de corrupção, o desmonte da Petrobrás segue a pleno vapor. Se antes, os golpistas já não tinham legitimidade para venderem a preço vil os ativos da empresa, agora menos ainda. Por isso, os petroleiros exigem a saída imediata de Pedro Parente do comando da estatal e a anulação de todas as medidas de sua gestão. 

 

Para unificar forças nessa luta, a FUP e seus sindicatos filiados realizam um importante ato político nesta quinta-feira, 08 de junho, em frente à sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, contra a privatização da empresa. Convocamos os trabalhadores, estudantes, movimentos sociais, lideranças políticas e todas as frentes populares de luta para se somarem a essa mobilização em defesa da soberania nacional. Não vamos deixar que destruam a mais importante estatal brasileira.

 

PRIVATIZAÇÃO

Sob o comando de Pedro Parente, o patrimônio da Petrobrás está migrando aceleradamente para grupos privados, principalmente as multinacionais. Seus maiores concorrentes estão se apropriando dos nossos campos de petróleo e gás, das sondas de perfuração, das nossas empresas de distribuição de derivados, como a Liquigás e a BR, dos terminais e redes de gasodutos, como a NTS, responsável pelo escoamento de 70% do gás natural do país, além de usinas de biodiesel, petroquímicas, termoelétricas e já miram também nas nossas refinarias, que entraram na lista de privatização.

 

DESEMPREGO

Desde que assumiu a presidência da Petrobrás pelas mãos de um governo corrupto e golpista, Pedro Parente já cortou cerca de 55 mil postos de trabalho. Mais de 40 mil trabalhadores terceirizados foram demitidos e outros 13.270 empregados próprios deixaram a companhia, através de planos de desligamentos. Os setores que dependem diretamente dos investimentos da petrolífera brasileira, como a indústria naval e de equipamentos, também amargam demissões em massa. Só os estaleiros já demitiram mais de 50 mil trabalhadores diretos.

 

PERDA DE SOBERANIA

Uma das primeiras ações do Congresso Nacional, logo após a aprovação do golpe, foi mudar as regras de exploração do Pré-Sal, tirando da Petrobrás a função de operadora única e acabando com a sua participação mínima de 30% nos campos licitados. O objetivo era deixar o caminho livre para que as multinacionais se apoderem das maiores e mais promissoras reservas de petróleo da atualidade. Pedro Parente foi um árduo defensor dessas medidas.

 

Não é à toa, que o governo Temer já anunciou a realização de nove rodadas de leilão até 2019, começando este ano, com a entrega de oito grandes campos do Pré-Sal. Além disso, os golpistas praticamente dizimaram a política de conteúdo local, acabando com o protagonismo da indústria nacional na cadeia de óleo e gás. Mais uma ação que vai contra os interesses nacionais e que teve participação direta de Pedro Parente.

 

Seja nas ruas ou nos locais de trabalho, SÓ A LUTA NOS GARANTE!

 

08 de junho, a partir das 07 horas, junte-se a nós, neste grande ato contra a privatização da Petrobrás. Concentração em frente à sede da empresa, na Avenida Chile, no Rio de Janeiro

 

#ForaParente #PetrobrasNãoSeEntrega 

Sexta, 19 Maio 2017 17:54

Protestos acontecerão em todas as capitais e principais cidades do país. Petroleiros também reivindicam a anulação de todas as ações da gestão de Pedro Parente na Petrobrás.

Segunda, 09 Maio 2016 18:59

 

Petroleiros de todo o país realizam manifestações nesta terça-feira (10) em sintonia com as pautas das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo contra o retrocesso e a redução de direitos e conquistas sociais que vêm no rastro do golpe político-jurídico-midiático em curso no país.

 

Ainda na pauta das manifestações, os petroleiros reclamam do descumprimento de várias cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), como o benefício farmácia, por exemplo, e reivindicam a manutenção de lei da partilha de produção do Pré-Sal, na qual a Petrobrás detém o direito de participação mínima de 30% na exploração das reservas.

 

Os atos serão realizados na Repar, SIX, Tepar, Tefran, Tejaí, Teguaçu e Temirim, conforme os horários abaixo estabelecidos. Na refinaria de Araucária, o protesto será em conjunto com os trabalhadores da Fábrica de Fertilizantes (Fafen-PR).

 

Acaso as condições climáticas estejam desfavoráveis, as manifestações serão suspensas e realizadas em data futura a ser definida pela Direção do Sindicato.

 

Horários dos atos:

Repar: 07h30 e 15h30

SIX: 07h30

Tepar: 07h15

Tejaí: 08h30

Temirim: 09h30

Tefran: 12h15

Teguaçu: 13h30

Terça, 08 Março 2016 20:29

A violência da Polícia Militar do Rio de Janeiro contra os movimentos sociais e sindicais teve mais um capítulo nesta terça-feira, 08. Petroleiros foram covardemente agredidos pela PM, convocada pela Petrobrás, numa tentativa de criminalização de um ato pacífico, organizado pela FUP, sindicatos filiados, FNP e pelo Sindipetro RJ, contra a entrega dos campos de produção terrestre.

O ato acontecia pacificamente, em frente ao escritório da diretoria da Petrobrás, no Edifício Senado, no Centro da capital carioca,  quando a Polícia chegou ao local causando tumulto e agredindo os sindicalistas, que denunciavam a privatização do Sistema Petrobrás.  

O representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da empresa, Deyvid Bacelar, sofreu agressões físicas e só não foi levado preso devido à intervenção dos dirigentes sindicais e do coordenador da FUP, José Maria Rangel, que exigiram respeito com o conselheiro da empresa, ressaltando que “ali não tinha bandidos, só trabalhadores da Petrobrás”.   

Os petroleiros acusaram os gestores da empresa de financiarem a truculência da Polícia Militar contra atos e greves da categoria, em diversos estados, fornecendo comida e combustível para os policiais, que vêm atuando como segurança privada junto com a segurança patrimonial da Petrobrás, num claro desvio de seu papel de segurança pública.

 

Privatização

A manifestação desta terça-feira, 08,  teve início por volta das 08h, em protesto contra a privatização da Petrobrás e o enxugamento do quadro de trabalhadores, pautas principais da reunião da diretoria executiva, que acontecia no edifício Senado. 

Os petroleiros denunciaram a atual gestão da Petrobrás, capitaneada pelo presidente Aldemir Bendine e pela diretora de E&P, Solange Guedes, pelo desmonte da empresa. sobre o destino dos empregados que estão perdendo seus postos de trabalho, questionando os rumores de um novo PIDV nos mesmos moldes da década de 1990, no governo de FHC.

Para Deyvid Bacelar, os trabalhadores do Sistema Petrobrás precisam ficar atentos para as ameaças que rondam seus empregos e "reagir a tempo antes que o pior aconteça".

Ele ressaltou que as mobilizações em defesa dos trabalhadores, da Petrobrás e do Brasil serão intensificadas.

"Vamos denunciar, realizar inúmeras atividades diariamente em todos os estados em que a Petrobrás está presente", afirmou o conselheiro eleito.  "Não iremos parar até reverter essa situação que só traz prejuízos à sociedade brasileira. Essa grande empresa não pode ser privatizada", frisou Deyvid.

Participaram do ato os diretores da FUP, dos Sindipetros Bahia, Caxias, NF, RJ, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, do Ceará/Piauí e Sergipe/Alagoas.

Fonte: FUP

Quarta, 03 Fevereiro 2016 14:23

Mais de duzentos trabalhadores da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, protestaram na manhã desta quarta-feira (03) contra a falta de segurança e precarização da manutenção que causaram mais uma morte no Sistema Petrobrás.

O técnico de operação Cabral, que trabalhava na Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, faleceu na noite do dia 31 de janeiro, por volta das 22 horas, após cair dentro de um tanque de combustível aquecido à temperatura de 75º C. O teto do reservatório cedeu, quando o operador subiu para aferir o nível de armazenamento. O corpo só foi localizado no final da tarde de ontem (02), após o esvaziamento do tanque.

Segundo o Sindipetro Caxias, os gestores da Reduc sabiam que a estrutura estava bastante comprometida por causa da corrosão e nada fizeram para garantir a segurança dos trabalhadores. Em 2013, durante uma inspeção de equipamentos na refinaria, foi recomendada, inclusive, a troca do teto do tanque onde o operador morreu. Em 2014, o Ministério do Trabalho interditou vários desses reservatórios devido ao nível acentuado de corrosão nas escadas de acesso e nos tetos. Ou seja, o que aconteceu na Reduc foi muito mais do que um acidente grave de trabalho, foi um crime. O  Artigo 132 do Código Penal é claro: “expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente” é crime!

Para o secretário de saúde do Sindipetro Paraná e Santa Catarina, Luciano Zanetti, o clima na categoria está pesado. “O sentimento é de revolta porque nenhum acidente é fruto do acaso, mas sim uma construção social, uma cadeia de ações ou ausência delas que leva à tragédia. Neste caso da Reduc a falta de responsabilidade dos gestores com a segurança é ainda mais explícita porque já havia sido recomendada a manutenção há três anos, mas nada fizeram. A causa da morte está muito mais para um assassinato do que para um acidente de trabalho”, desabafou.

“Estamos muito preocupados com as condições de segurança na Repar e já vamos tratar da manutenção da refinaria em reunião ainda hoje com os gestores, sobretudo sobre a situação dos cerca de cem tanques de armazenamento”, complementou o diretor Alex Guilherme Jorge.

Ato na Reduc
A FUP e Sindipetro Caxias organizaram nesta manhã (03) um ato de repúdio ao acidente que levou à morte do trabalhador petroleiro Cabral. Esse foi o primeiro óbito do ano por acidente de trabalho.

Na entrada principal da REDUC, direção da FUP e do Sindipetro Caxias reuniram trabalhadores e chamaram atenção para a falta de segurança. Ao cobrar explicação, o coordenador da FUP, José Maria Rangel, disse que de nada adiantam os relatórios emitidos pela Petrobrás. Eles omitem a culpa da gestão e assim não há possibilidade de incriminá-los.

Comitê de SMS
Na terça-feira, antes do corpo do operador ser resgatado, o Comitê de SMS do Conselho de Administração da Petrobrás, que é coordenado pelo conselheiro eleito Deyvid Bacelar, esteve na refinaria para ouvir os trabalhadores e os gestores sobre o acidente. Vários relatos confirmaram as denúncias do sindicato sobre as condições precárias de segurança dos tanques, que, além do processo acentuado de corrosão, não têm iluminação adequada, pontilhão (passarela para acesso), corrimão e guarda-corpo.

O conselheiro solicitou à Reduc os relatórios da inspeção de equipamentos com recomendações para o tanque onde o operador caiu, bem como notas de manutenção que possivelmente tenham sido abertas, relatórios de inspeção de segurança do SMS, atas da CIPA, autos de infração do MTE, entre outras informações referentes ao tanque e demais reservatórios. Deyvid também cobrou da Gerência Executiva do Refino e do SMS Corporativo que seja proibido o acesso ao teto dos tanques da Reduc até que as estruturas metálicas sejam vistoriadas e identificadas as causas do acidente.

Quarta, 19 Agosto 2015 19:07

Trabalhadores e movimentos sociais saem em protesto na defesa da democracia e da liberdade, contra a direita e a favor dos direitos

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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