Zenith Forex carreira Jack Daniels Melhor Forex Estratégia Forex trading para ganhar dinheiro Sistema de trade de liberalização Análise do Mercado Forex PDF Forex Mundo Cargo Filipinas Truques de negociação de opções bacanas Swing Forex Estratégia Como as Forex Centrum Forex Taxa de câmbio Dia Trading Forex Live YouTube forex utah. O leilão de swap forex é Opções binárias Rich Forex Trading. NBAD Forex Trading. Ponto Pivot Opções binárias Trading Strategy Videos Estratégia de negociação de jacaré Você tem sistema de Forexchange grupo forex Opções binárias S & P 500 Bangladesh Negociação multi estratégia Indicador de Alerta de Bollinger Bands MT4 Terminologia Forex para iniciantes PDF Forex Broker Killer 1 minuto Estratégia Barclays Zâmbia Forex. Data de Banco Estadual da Índia Forex Ramos Pune man Aprenda Forex Negociar software de sistema de negociação automática state dating laws in Sint Genesius Rode Belgium speed dating central Natal Brazil ヒマラヤ外国為替プライベートリミテッドリミテッド toerana hookup Antsirabe Madagaskar
Mostrando itens por tag: privatização
Quinta, 04 Julho 2019 19:54

Nº 1418

Quinta, 04 Julho 2019 14:45

Dirigentes do Sindipetro Paraná e Santa Catarina fizeram na tarde desta quarta-feira (04), em Paranaguá, uma aula pública sobre a importância da Petrobrás e do petróleo para o Brasil.

 

A atividade aconteceu na Praça Fernando Amaro, região central da cidade, durante a mobilização dos professores da rede pública estadual que, assim como demais categorias de servidores do Paraná, estão em greve desde o dia 25 de junho.

 

A aula abordou temas como a Petrobrás e sua participação na economia do país, a aplicação de recursos do petróleo para os setores da educação e saúde públicas, a importância de manter a empresa como estatal e a luta contra a privatização, entre outros.

 

Esta foi mais uma ação do Sindicato na campanha permanente de defesa da Petrobrás na qual a prática tem sido ocupar todos os espaços possíveis para promover o debate e conquistar cada vez mais apoio nesta luta.   

Segunda, 01 Julho 2019 20:02

Impediram a participação de dirigente sindical em reunião com trabalhadores. Claro que tinha algo errado pairando no ar.

Segunda, 01 Julho 2019 14:52

 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina, juntamente com outros seis sindicatos de petroleiros (Bahia, Minas Gerais, Pernambuco/Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo), ingressou com Ação Popular na Justiça Federal com o objetivo de anular o acordo entre a Petrobrás e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para viabilizar a venda de oito das treze refinarias da estatal.

 

A ação é em resposta aos Fatos Relevantes disponibilizados na última semana, referentes aos Teasers de venda de ativos em refino e logística.

 

O escritório contratado pelos sindicatos para essa demanda jurídica da categoria foi a Advocacia Garcez, com sede Brasília-DF, com experiência em processos de defesa da soberania e do interesse público.

 

A Ação Popular foi instruída com parecer do renomado jurista Gilberto Bercovici, referência nacional e internacional em estudos sobre desenvolvimento econômico e soberania nacional.

 

Foi requerida ainda a disponibilização da Ata do Conselho de Administração da Petrobras que aprovou o ilegal parecer do CADE, a fim de que sejam indicados os conselheiros que votaram contra o interesse público para eventual responsabilização.

 

De acordo com nota do escritório, o trabalho agora será para viabilizar o despacho da liminar requisitada e espera-se uma decisão nos próximos dias.

 

Segundo o presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Dal Zot, “um dos caminhos que vamos insistir nesta luta contra o desmonte da Petrobrás é o jurídico, mas não podemos esquecer que a mobilização é a nossa principal ferramenta de combate”.   

Segunda, 01 Julho 2019 13:39

Petroleiros da Repar atrasaram a entrada do expediente em protesto contra a venda das refinarias da Petrobrás.

Sexta, 28 Junho 2019 22:13

A direção da Petrobrás iniciou nesta sexta-feira, 28, o processo de venda de oito das 13 refinarias. Segundo “teaser” anunciado ao mercado, a empresa pretende vender as unidades em duas etapas. Inicialmente, serão colocadas à venda as refinarias Presidente Getúlio Vargas (REPAR/Paraná), Alberto Pasqualini (REFAP/Rio Grande do Sul), Abreu e Lima (RNEST/Pernambuco) e Landulpho Alves (RLAM/Bahia).

 

A segunda etapa de vendas, que será anunciada até o final do ano, englobará as refinarias Isaac Sabbá (REMAN/Amazonas), Gabriel Passos (REGAP/Minas Gerais), a Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (LUBNOR/Ceará) e a Unidade de Processamento de Xisto (SIX/Paraná).

 

Como a FUP vem alertando, a privatização das refinarias vai colocar em risco a soberania energética do país e aumentar ainda mais os preços dos derivados de petróleo. As oito unidades que estão à venda representam metade da capacidade nacional de refino, ultrapassando 1 milhão de barris de petróleo por dia.

 

O que a gestão da Petrobrás está fazendo é favorecer as empresas estrangeiras, ao abrir mão de ativos que são economicamente estratégicos para a companhia e essenciais para a população, já que a missão principal da estatal é garantir o abastecimento nacional.

 

Além disso, quando uma estatal entrega ao mercado 61% do seu parque de refino, está colocando em risco a soberania do país, ao criar monopólios regionais privados que dominarão o mercado nacional de derivados. Com isso, os já elevados preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha tendem a disparar, já que estão completamente fora de controle do Estado brasileiro.

 

“Dizer que os preços dos derivados vão baixar com a venda das refinarias é mais uma fake news do governo. O Castello Branco (presidente da Petrobrás) mente quando usa esse tipo de argumento para defender sua política de esfacelamento da companhia”, esclarece o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

 

“A Petrobrás já está sendo gerida como uma empresa privada. Por isso, começou a praticar uma política de preços de derivados em sintonia com o mercado internacional. Nós estamos denunciando isso desde a gestão Pedro Parente. Quem comprar as nossas refinarias não vai vender derivados aqui no Brasil com preços abaixo do mercado internacional”, alerta José Maria, lembrando que no final de 2013, o preço médio do litro da gasolina era de R$ 2,98. Hoje, está acima de R$ 5,00.

 

“Esse modelo ultraliberal e privatista que Castello Branco e a equipe econômica do governo defendem nunca construiu nada no país, nunca descobriu uma reserva de petróleo, é um modelo predador das riquezas do povo brasileiro. Seria mais honesto se eles assumissem que querem vender a Petrobrás porque não suportam a ideia de uma empresa eficiente ser uma estatal e símbolo do sucesso do nosso povo”, afirmou o coordenador da FUP.

 

“Castello Branco e sua turma não irão destruir a maior empresa do país, fazendo feirões de refinarias, dutos, campos de petróleo, como se tivessem vendendo produtos em uma quitanda.  Se eles não conhecem a história de resistência da categoria, é bom se preparem para o embate”, alerta José Maria, anunciando que os petroleiros irão pro enfrentamento e não medirão esforços na luta para defender o Sistema Petrobrás e a soberania nacional.

 

[FUP]

Terça, 25 Junho 2019 16:32

Se as refinarias da Petrobras forem privatizadas, haverá uma elevação no custo de produção do diesel de 73,1%. “Esse aumento terá grande impacto no preço cobrado nos postos revendedores”, diz especialista.

Quarta, 19 Junho 2019 15:42

 

Em audiência pública realizada na segunda-feira, 17, representantes dos trabalhadores denunciaram o processo de desmonte das empresas estatais e a necessidade de envolvimento da população no combate à privatização do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios e Petrobrás e suas subsidiárias. Coordenada pelo deputado estadual Tadeu Veneri (PT), a audiência discutiu o papel das empresas públicas no desenvolvimento do país e na prestação de serviços à sociedade.

 

O secretário geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, relatou que os Correios estão em processo de desmonte, em que o número de trabalhadores foi reduzido de 118 mil, em 2011, para 103 mil, em 2019, e agências foram sendo fechadas em todo o pais. “O projeto é fechar mais de duas mil agências, substituir por quiosques e terceirizar os serviços”, afirmou. Ele destacou que a conta da privatização será paga pela população que irá ter serviços mais caros e menos eficientes.

 

O diretor da Federação Única dos Petroleiros (Fup) e do SindiPetro, no Rio Grande do sul, Dary Becker, explicou que o projeto de venda fatiada da Petrobras e subsidiárias levará a empresa ao esvaziamento paulatino até a extinção, para fazer do Brasil um país dependente das petroleiras internacionais. “O parque de refinarias da Petrobras atende hoje 98% da necessidade do país. Os combustíveis poderiam ser hoje muito mais baratos para a população, mas optou-se pelo preço de paridade das importações para que o capital internacional lucre cada vez mais”, disse.

 

Das vinte e cinco maiores empresas de petróleo do mundo, apenas seis são privadas, destacou Becker. E entre as cinco maiores, apenas uma é privada, comparou o representante dos trabalhadores, destacando que o Brasil, sob os governos Temer e Bolsonaro, estão na contramão da tendência internacional de manter sob o controle público setores estratégicos como o do petróleo.

 

A secretária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, Fernanda Lopes de Oliveira, destacou que o fim dos bancos públicos pode deixar milhões de brasileiros desassistidos. Sessenta por cento dos municípios brasileiros não dispõem de uma única agência bancária privada, expondo o modelo de concentração dos serviços nos grandes e lucrativos centros.

 

Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal respondem ainda por 50% do financiamento agrícola do país e 100% do crédito imobiliário. Além de concentrarem 62% dos recursos da poupança nacional, um quinhão altamente cobiçado pelos bancos privados, ressaltou.

 

O ex-governador e ex-senador Roberto Requião, do PMDB, disse que a venda das principais empresas brasileiras faz parte de uma guerra geopolítica internacional, envolvendo a China e seus adversários comerciais. “Se eles conseguirem controlar o petróleo e a produção agrícola, acabou o crescimento da China”, afirmou.

 

Para o senador, é preciso fortalecer a proposta do referendo revogatório para anular a queima do patrimônio público nacional. “O que já compraram e o que vão comprar as nossas empresas estão comprando mercadorias roubadas porque esses governos não têm legitimidade para vender o que pertence ao conjunto da população brasileira”, afirmou.

 

Além dos dirigentes sindicais das categorias de bancários, petroleiros, petroquímicos e trabalhadores dos Correios. Estiveram entre os participantes da audiência os deputados estaduais professor Lemos, Requião Filho e Arilson Chiorato, o secretário de Comunicação da CUT, Roni Barbosa, o secretário geral da CUT no Paraná, Marcio Kieller , e a diretora da Nova Central Sindical do Paraná, Rosicler Torquato, e o Coordenador do sindicato dos Petroquímicos do Paraná, Santiago Silva.

 

 

Fonte: Mandato do Deputado Tadeu Veneri

Jornal Revista

Edição Nº 1418

Veja Todos os Jornais

TV Sindipetro