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Quarta, 22 Junho 2016 17:37

Entre os dias 06 e 10 de julho, petroleiros de todas as bases estarão reunidos no município de Campos, no Norte Fluminense, para a sexta edição da Plenária Nacional da FUP. Com o país refém de um governo golpista e entreguista, é preciso unidade para construção de uma grande frente de resistência à avalanche de ataques que ameaça a democracia, os direitos da classe trabalhadora, as políticas públicas e sociais e a soberania nacional.

 

A Petrobrás e o Pré-Sal estão no centro desse desmonte e por isso os petroleiros precisam rearticular a luta nacional da categoria em defesa da estatal e do petróleo brasileiro. Não por acaso, o tema desta VI Plenafup é "Manter acesa a chama da resistência", mesmo mote de luta que marcou a categoria em 1995, quando a FUP realizou o seu primeiro congresso nacional, em meio a demissões, punições, intervenções nos sindicatos e tantos outros ataques do governo Fernando Henrique Cardoso.

 

Naquela época, assim como hoje, os petroleiros tinham acabado de sair de uma greve que entrou para a história da categoria. Vinte e um anos depois, os trabalhadores do Sistema Petrobrás voltam a enfrentar o mesmo projeto ultraliberal de desmontes e de privatizações, que coloca em xeque direitos e conquistas e ameaça entregar ao capital internacional a maior reserva de petróleo da atualidade.

 

É em meio a esse cenário, que os petroleiros irão deliberar sobre reivindicações, estratégias e calendários de luta. Quatro painéis de debate serão realizados, com participação de lideranças das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, parlamentares, movimentos sociais e jornalistas independentes.

 

O local escolhido para sediar a VI Plenafup foi o Instituto Federal Fluminense, na cidade de Campos, região Norte do estado do Rio de Janeiro, base do Sindipetro-NF, que completa esse ano duas décadas de existência. A celebração será com petroleiros de Norte ao Sul do Brasil, que deixarão sua marca nessa plenária decisiva para os rumos da categoria. Afinal, nunca foi tão necessário "manter acesa a chama da resistência".

Confira a programação da VI Plenafup:

 

Quarta-feira - 06 de julho

Chegada das delegações e credenciamento

18h – Reuniões das forças políticas

 

Quinta-feira - 07 de julho

10h - Painel 1

Conjuntura política e econômica: rearticulação das forças sociais na reconstrução do projeto político, popular e democrático

Debatedores:  Gilmar Mauro, pela Frente Brasil Popular, e Guilherme Boulos, pela Frente Povo Sem Medo

14h – Eleição da Mesa Diretora e aprovação do Regimento Interno

15h - Eleição da tese guia

17h - Cerimônia de abertura da VI Plenafup

 

Sexta-feira - 08 de julho

10h - Painel 2

Perspectivas de enfrentamento para resistir ao golpe jurídico e midiático no Brasil

Debatedores:  Deputado Federal Wadih Damous, Laura  Capriglione, do coletivo Jornalistas Livres, e  Paulo Moreira Leite, diretor do portal de notícias Brasil 247 e autor dos livros "A outra história da Lava-Jato: uma investigação necessária que se transformou numa operação contra a democracia" e "A outra história do Mensalão: as contradições de um julgamento político"

14h - Painel 3

O golpe é contra o trabalhador: Como enfrentar os ataques aos direitos e conquistas sociais dos trabalhadores?

Debatedores:  Senador Lindbergh Farias, Deputado Federal Paulo Pimenta e Alysson de Sá Alves, do DIAP

 

Sábado - 09 de julho

09h - Painel 4

A defesa do pré-sal e da Petrobrás como motor do desenvolvimento nacional e de resistência ao projeto neoliberal

Debatedores: representantes da FUP no GT Pauta pelo Brasil, Pedro Celestino, do Clube de Engenharia, integrante da Coordenação Nacional do MAB

12h - Reuniões das forças políticas

15h - Plenária de discussão da pauta da categoria e calendário de lutas

19h - Solenidade de encerramento

 

Domingo - 10 de julho

Retorno das delegações

 

Fonte: FUP

Quarta, 22 Junho 2016 17:30

A Comissão Especial do PL 4567/16 – Petrobrás e Exploração do Pré-Sal adiou nesta terça-feira (21) a votação do relatório elaborado pelo deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), que já declarou ser a favor da entrega da produção do Pré-Sal para as multinacionais. Essa é a segunda vez que o presidente Lelo Coimbra (PMDB-ES) adia a votação final do PL 4567/16, que altera a Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, para facultar à Petrobras o direito de preferência para atuar como operador e possuir participação mínima de 30% nos consórcios formados para exploração de blocos licitados no regime de partilha de produção.

 

E diante deste cenário, os diretores da Federação Única dos Petroleiros (FUP) estão sempre atentos e presentes na Câmara dos Deputados para impedir que o PL 4567/16 seja aprovado na Comissão Especial. Para isso, contam com o apoio dos deputados federais Davidson Magalhães (PCdoB-BA), Moema Gramacho (PT-BA), Carlos Zarattini (PT-SP) e Glauber Braga (PSOL-RJ).

 

O adiamento da votação do relatório do projeto que tira a exclusividade da Petrobrás na exploração do Pré-Sal foi efetuado graças à atuação dos petroleiros que estiveram presentes hoje no plenário 1 da Câmara dos Deputados. A FUP reitera a sua missão em defender o Pré-Sal e a Petrobrás, patrimônio do povo brasileiro.

 

O presidente Lelo Coimbra convocou uma nova reunião da Comissão Especial para a próxima terça-feira (28), às 14h30, onde mais uma vez a votação do relatório final estará em pauta. E novamente a FUP deverá estar presente em defesa do Pré-Sal.

 

Desrespeito

Antes do presidente Lelo Coimbra encerrar a sessão da Comissão Especial PL 4567/16, ele desrespeitou uma decisão do segundo-presidente da Câmara, Giacobo (PR-PR), uma vez que de manhã Lelo Coimbra suspendeu uma sessão sem mesmo começar. Antes do quórum necessário para a abrir a sessão deliberativa da Comissão Especial, o presidente foi ao microfone suspendeu a sessão e deixou o painel de presença parlamentar aberto durante a Ordem do Dia da Casa legislativa. E o Regimento da Casa é claro quando diz que ao começar a Ordem do Dia todos os trabalhos das comissões devem ser encerrados.

 

Ao ser informado da ação do presidente Lelo Coimbra, que retomou à tarde a reunião da comissão com o mesmo quórum da manhã, o presidente interino da Câmara, Giacobo mandou encerrar a sessão, e Lelo Coimbra se recusou.

 

Fonte: texto de foto Camila Pimentel para a FUP

Quarta, 15 Junho 2016 12:54

Petroleiros da FUP, FNP e Aepet realizaram nesta terça-feira, 14, em Brasília um ato político em defesa da Petrobrás e do Pré-Sal, com participação de trabalhadores da educação (CNTE) e do campo (MAB, MPA, MCP), de estudantes (UNE e UJS) e de outros movimentos sociais. A manifestação foi chamada pela Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás, tendo como foco o enfrentamento ao Projeto de Lei 4567/16, que visa tirar da Petrobrás a função de operadora única do Pré-Sal, bem como acabar com a participação mínima de 30% que a empresa tem garantida nos processos licitatórios para exploração dessas reservas.

O ato seria realizado no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados Federais, mas a Presidência restringiu o acesso à Casa, devido à sessão da Comissão de Ética, realizada nesta terça-feira e que aprovou o relatório favorável à cassação de Eduardo Cunha.  Impedidos de entrar na Câmara, os petroleiros e movimentos sociais realizaram o ato do lado de fora, em frente ao Congresso Nacional e depois caminharam em direção ao Palácio do Itamaraty, onde protestaram contra José Serra, ministro interino das Relações Exteriores, autor da proposta que deu origem ao PL 4567/16. Em 2010, quando disputava a Presidência da República, Serra prometeu à Chevron acabar com o Regime de Partilha do Pré-Sal.

GOLPE MOVIDO A PETRÓLEO

Todos os deputados e senadores que participaram do ato foram unânimes em ressaltar que a disputa pelo petróleo brasileiro está no centro do golpe que levou ao afastamento da presidenta Dilma Rousseff. “Eles já mostraram quais são os seus objetivos. É um ataque organizado contra um projeto soberano de desenvolvimento nacional , que implica em quebrar uma de suas peças estratégicas, que é a Petrobrás”, afirmou o deputado Davidson Magalhães, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás, explicando que se o PL 4567/16 for aprovado será o primeiro passo para acabarem com o regime de partilha. “Isso significaria não termos mais o controle sobre a propriedade e o processo de produção do petróleo e do gás”, destacou.

A presidente do Sitramico-RJ, Lígia Arneiro Deslandes, falou sobre o processo em curso para venda da BR Distribuidora e da Liquigas, afirmando que a privatização irá estrangular a Petrobrás. “Como a Petrobrás vai botar nas ruas o que produz nas refinarias se vender a BR e a Liquigás? Não vai colocar, sabe por quê? Porque as distribuidoras multinacionais já compram lá fora e a BR, se for privatizada, vai fazer o mesmo”, alertou.

UNIDADE DE TODOS OS TRABALHADORES PARA IMPEDIR A ENTREGA DA PETROBRÁS E DO PRÉ-SAL

Arthur Ferrari, diretor da Aepet, declarou que tirar da Petrobrás a função de operadora única do Pré-Sal é “quebrar a espinha industrial do Brasil”. “O ministro das Minas e Energia já disse que o conteúdo local não serve para a Petrobrás. Esses caras estão tentando desmontar o país a toque de caixa, por isso só com a unidade da nossa categoria conseguiremos barrar os entreguistas”, afirmou.

Ivan Luís de Andrade, diretor da FNP, denunciou os interesses das nações imperialistas em torno do Pré-Sal, lembrando a imensa resistência que houve durante a aprovação do Regime de Partilha. “O objetivo do governo Temer é favorecer as petroleiras estrangeiras, como prometeu  José Serra à Chevron”, declarou.

Ao encerrar o ato, o coordenador da FUP, José Maria, ressaltou que a luta em defesa da Petrobrás e do Pré-Sal  deve ser de toda a sociedade brasileira. “Nossa resistência tem que ser maior a cada dia que passa. Nós petroleiros temos a obrigação de sermos ponta de lança nessa disputa, mas temos a clareza de que sozinhos a gente não ganha essa batalha. Se não houver um movimento como foi ´o petróleo é nosso`, eles vão sucatear a Petrobrás e levar o Pré-Sal”,  alertou. 

Fonte: FUP

Quarta, 08 Junho 2016 16:52

Painel em mosaico sobre a temática do Pré-Sal será confeccionado na Praça e serão distribuídos panfletos sobre a causa

Quarta, 25 Maio 2016 13:03

A FUP e a CUT repudiam as medidas anunciadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer, entre elas a intenção de abrir a exploração do Pré-Sal para as multinacionais. Como vínhamos alertando, o principal objetivo dos golpistas é tomar de assalto a mais cobiçada reserva de petróleo do planeta. Um tesouro que os especialistas estimam conter no mínimo 273 bilhões de barris de óleo.

 

Quando Temer anunciou nesta terça-feira (24) que irá priorizar a aprovação do Projeto de Lei 4567/16, que tira da Petrobrás a garantia de ser a operadora única do Pré-Sal e de ter participação mínima de 30% nos campos licitados, começou a pagar a conta dos financiadores do golpe.

 

Abrir a operação do Pré-Sal para as multinacionais é o primeiro passo para acabar com o regime de partilha, conquistado a duras penas pelo povo brasileiro para que o Estado possa utilizar os recursos do petróleo em benefício da população.

 

Além de ser a única petrolífera que movimenta a cadeia nacional do setor, gerando empregos e investimentos no país, a Petrobrás é também a única empresa que detém domínio tecnológico para operar o Pré-Sal com custos abaixo da média mundial. Menores custos significam mais recursos para a educação e a saúde, setores que o governo ilegítimo de Michel Temer anunciou que serão contingenciados.

 

O Pré-Sal, além de fazer do nosso país um dos principais produtores mundiais de petróleo, é a maior riqueza que a nossa nação dispõe para garantir desenvolvimento econômico e social ao povo brasileiro. Para isso, é fundamental que tenhamos uma empresa nacional de porte na operação destas reservas.

 

Abrir mão da Petrobrás como operadora do Pré-Sal é ir na contramão do mundo. As empresas nacionais e estatais de petróleo detêm 90% das reservas provadas de óleo e gás do planeta e são responsáveis por 75% da produção mundial.

 

Se a Petrobrás deixar de operar o Pré-Sal, nenhuma outra petrolífera investirá em nosso país, movimentando a indústria nacional, como faz a estatal brasileira. Mais de 90% das contratações do setor no país são feitas pela Petrobrás. Nenhum navio, sonda ou plataforma foram produzidos no Brasil a pedido das multinacionais que operam no país.

 

Os trabalhadores e a sociedade organizada não permitirão que o Pré-Sal seja entregue à Chevron e às outras multinacionais, como prometeu José Serra, autor do projeto de lei que Michel Temer que aprovar. Essa conta não será paga pelo povo brasileiro.

 

José Maria Rangel - Coordenador Geral da FUP

 

Vagner Freitas - Presidente Nacional da CUT

Terça, 24 Maio 2016 19:50

Em pronunciamento à imprensa nesta terça-feira, 24, o presidente interino Michel Temer anunciou medidas para conter os gastos públicos e tentar equilibrar as contas do governo.

 

Entre as medidas anunciadas estão a extinção do Fundo Soberano, criado em 2008 com a sobra do superávit primário que existia naquele momento e com royalties do petróleo. "É uma coisa paralisada [recursos do fundo soberano]. Vamos talvez extinguir o fundo soberano e trazer esses R$ 2 bilhões para cobrir o endividamento do país", disse Temer.

 

O presidente interino também anunciou que irá agilizar a abertura da exploração do pré-sal para empresas estrangeiras. "Vamos apoiar esse projeto sem nos incomodar com críticas que virão", disse Temer. O presidente interino também se comparou com o ex-presidente Juscelino Kubitschek, ao dzier que não tem compromisso com o erro, e que pode voltar atrás em decisões.

 

R$ 100 bilhões do BNDES

Outra proposta anunciada pelo presidente em exercício foi o pedido de devolução, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), de pelo menos R$ 100 bilhões em recursos repassados pelo Tesouro Nacional nos últimos anos que, no total, somam mais de R$ 500 bilhões. Segundo Temer, a ideia é que sejam devolvidos ao Tesouro Nacional R$ 40 bilhões neste momento, e o restante no futuro.

 

Teto de gastos públicos

Outra medida anunciada pelo presidente em exercício, Michel Temer, é a proposta de adoção de um teto para os gastos públicos, proposta semelhante à que foi feita pela equipe econômica da presidente afastada Dilma Rousseff no que ficou conhecida como "reforma fiscal".

 

"Estamos propondo limite [do crescimento do gasto público] equivalente à inflação do ano anterior. Isso tudo parece ser a melhor forma de conciliar meta para o crescimento da despesa primaria e permitir que o Congresso continue com liberdade absoluta para definir a composição do crescimento do gasto publico", completou.

 

 

Segunda, 23 Maio 2016 15:26

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