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Sexta, 04 Novembro 2016 17:13

A CUT e demais centrais sindicais chamaram, para o próximo dia 11 de novembro, o “Dia Nacional de Greve”. A expectativa é de união de classe trabalhadora contra um governo que tem em sua gênese um golpe parlamentar que derrubou a presidenta eleita Dilma Rousseff.

 

Uma breve análise do cenário político nos últimos meses mostra que desde que Michel Temer (PMDB) sentou na cadeira da presidência, um alvo ficou evidente: os direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores.

 

Não faltam motivos, portanto, para que no próximo dia 11 de novembro a classe trabalhadora se una e cruze os braços diante de tantos ataques aos direitos conquistados pela categoria nas últimas décadas. Confira alguns:

 

PEC 241 - Aprovada no último dia 25 de outubro, a PEC 241, que no Senado será PEC 55/2016, prevê o congelamento em investimentos públicos para os próximos 20 anos. A medida irá interferir diretamente nas verbas destinadas à Saúde e Educação, já que os repasses de verbas serão reajustados apenas de acordo com a inflação. Durante os governos de Lula e Dilma, o reajuste era feito acima da inflação.

 

Pré-Sal - A aprovação do PL 4567/2016, altera o papel da Petrobrás na exploração do pré-sal. Além de não ser mais operadora única, também não terá direito ao mínimo de 30% da produção, conforme previa lei aprovada durante o governo Lula. Com o argumento de adequar a empresa a suas dívidas e abrir o mercado a novos investidores, a medida pode trazer estragos gigantescos a toda uma cadeia produtiva, prejudicar o desenvolvimento tecnológico e ainda fazer do país mero exportador de matéria-prima.

 

Reforma da Previdência - Uma das medidas anunciadas como prioridade por Temer, a Reforma da Previdência deve aumentar a idade mínima de aposentadoria para 65 anos e igualar a idade entre homens e mulheres e entre trabalhadores do campo e da cidade. Outra medida que pode prejudicar as aposentadas e aposentados, é que a proposta de Temer prevê a vinculação dos benefícios da previdência aos reajustes de salários mínimos.

 

Terceirização - O PL 4330, que foi aprovado na Câmara e tramita no Senado como PLC 30, prevê a terceirização da atividade-fim nas empresas. Se aprovado também pelos senadores, o projeto autoriza a precarização do trabalho e pode significar a extinção da CLT. Além disso, o contratante fica livre de responsabilidades quanto ao não cumprimento de leis trabalhistas.

 

Corrupção - Quando assumiu, Temer fez questão de discursar contra a corrupção. Porém, desde que assumiu, em maio deste ano, três ministros de seu governo foram afastados por suspeita de envolvimento em corrupção: Romero Jucá (Planejamento), Fabiano Silveira (Transparência, Fiscalização e Controle) e Henrique Alves (Turismo). Além disso, o presidente retirou o caráter de urgência da tramitação do pacote de medidas anti-corrupção, que foi elaborado pela equipe de Dilma Rousseff e enviado ao Congresso.

 

Fonte: CUT

Quinta, 03 Novembro 2016 18:18

Nº 1378

Segunda, 24 Outubro 2016 14:05

Nº 1377

Segunda, 24 Outubro 2016 13:42

Nº 1376

Quinta, 06 Outubro 2016 12:57
 
 
Em uma sessão longa e tumultuada, em que deputados da oposição vestiram casacos de petroleiros para defender o Pré-Sal e foram chamados de "ladrões" por parlamentares governistas, foi aprovado o projeto de lei que entrega o Pré-Sal a empresas estrangeiras. Apesar da derrota desta quarta-feira, o coordenador geral da FUP, Zé Maria afirma que a batalha continua.
 

Com a aprovação do PL 4567/16, o povo brasileiro sofreu um duro golpe nesta quarta-feira. O projeto entrega a operação do Pré-Sal às multinacionais e foi aprovado com 292 votos a favor e 101 contrários.

 

Além de um crime contra a soberania, o que aconteceu hoje em Brasília é o primeiro passo para acabar com o regime de partilha, que conquistamos a duras penas para que o Estado pudesse utilizar os recursos do petróleo em benefício da população. 

 

Entregar o Pré-Sal às multinacionais significará menos recursos para a saúde e a educação e o fim da política de conteúdo nacional, que gera empregos, renda e tecnologia para o nosso país. É a fatura do golpe, que foi articulado em comum acordo com os interesses dos setores empresariais e de mídia, que nunca admitiram que a exploração do Pré-Sal fosse uma prerrogativa do Estado brasileiro.    

 

Apesar da gravidade dos fatos desta quarta-feira, a FUP e seus sindicatos continuarão defendendo a soberania nacional e resistindo ao desmonte da Petrobrás e do regime de partilha.

 

Fonte: FUP

Segunda, 03 Outubro 2016 19:25

Com o fim do primeiro turno das eleições municipais, o Governo irá retomar com as pautas que tramitam no Congresso. Uma delas é o projeto de lei que flexibiliza as regras para exploração do Pré-Sal, retirando o direito da Petrobrás de ser a única operadora de todos os blocos de exploração do Pré-Sal.

 

O texto já passou pelo Senado e, provavelmente nesta semana, vai passar pelos deputados, reforçando a importância da luta e resistência de todos em defesa de nosso maior patrimônio.

 

Além de desejar entregar o nosso Pré-Sal, o presidente golpista Michel Temer quer a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional que estabelece um teto de gastos públicos. Para isso, encomendou ao Planalto uma campanha que tenta engendrar à população a importância do ajuste fiscal, utilizando a comparação entre as contas públicas e o orçamento de uma família que precisa enxugar os gastos.

 

Fonte: FUP

Terça, 13 Setembro 2016 19:06

A pressão da FUP e de seus sindicatos em Brasília contra o PL 4567/16 mais uma vez surtiu efeito. Fortalecidas pela presença em massa dos petroleiros nesta terça-feira, 13, na Câmara dos Deputados Federais, as lideranças dos partidos que fazem oposição ao governo Temer conseguiram adiar a votação do projeto para depois do primeiro turno das eleições municipais.

 

O adiamento da votação do PL 4567/16 foi garantido em reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), após os líderes da minoria - PT, PCdoB, PDT, PSOL - concordarem em retirar a obstrução da votação de algumas Medidas Provisórias.

 

“Essas MPs não retiram direitos dos trabalhadores, elas alocam recursos para as Olímpiadas, renegociam dívidas da agricultura familiar, enfim, foi uma importante vitória garantirmos o adiamento da votação. Vamos agora nos mobilizar para após as eleições continuarmos combatendo a entrega do patrimônio brasileiro, que o governo Michel Temer, com o apoio do PSDB, do DEM e de outros partidos de direita querem realizar”, explicou o líder do PT na Câmara, Afonso Florence.

 

Com isso, os petroleiros terão mais tempo para mobilizar a sociedade contra a entrega do petróleo às multinacionais. Uma luta que vem sendo travada pela FUP e seus sindicatos desde março do ano passado, quando o então senador José Serra (PSDB/SP) deu entrada no PLS 131, cumprindo promessa feita à Chevron, de que mudaria as regaras de exploração do Pré-Sal.

 

“Nossa luta para manter o pré-sal é a luta para manter a Petrobrás viva, atuante, firme, desenvolvendo o nosso país”, declara o coordenador da FUP, José Maria Rangel. Ele alerta para o desmonte da empresa, que já está acontecendo, com a venda das subsidiárias e a paralisação de várias atividades de perfuração e exploração petróleo nas áreas fora do Pré-Sal.

 

“Não tenho dúvidas em afirmar que sem o Pré-Sal, a Petrobrás acaba”, declara Zé Maria. “Vamos precisar de uma grande mobilização da nossa categoria e do apoio de toda a sociedade para impedir que o nosso petróleo seja entregue às multinacionais”. 

 

FUP

Segunda, 12 Setembro 2016 16:23

A semana em Brasília começa quente, com a votação da cassação de Eduardo Cunha nesta segunda e o PL 4567/16 na pauta do Plenário da Câmara.

Se aprovado, o projeto tira a Petrobrás da operação do Pré-Sal. Os petroleiros estão novamente em peso na capital federal para impedir que a maior riqueza do país seja entregue às multinacionais. 

"Ô deputado, tire sua mão. Quero o pré-sal pra saúde e educação", gritam os trabalhadores, em manifestação agora pela manhã, no aeroporto de Brasília, onde a FUP e seus sindicatos recepcionam os parlamentares com faixas e cartazes contra o PL 4567/16.

 

 

Fonte: FUP | fotos Lidyane Ponciano/CUT Nacional

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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