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Mostrando itens por tag: petroquímicos
Segunda, 06 Maio 2019 19:28

O Congresso objetivou a construção coletiva de uma nova estratégia diante de um cenário ameaçador.

Quinta, 14 Junho 2018 18:46

Assembleias para eleição de delegados será entre 15 e 20 de junho, mas participação de observadores será aberta.

Quarta, 13 Setembro 2017 20:47

Anúncio da privatização da Fafen-PR, feito pela direção golpista da Petrobrás na segunda-feira (11), motivou a manifestação das categorias co-irmãs.

Segunda, 11 Setembro 2017 15:18

 Pedro Parente anuncia privatização das fábricas de fertilizantes. Sindipetro PR e SC reafirma luta conjunta com os petroquímicos para barrar o desmonte da Petrobrás.

Terça, 24 Maio 2016 13:44

 

Nos dias 03 e 04 de junho acontece o 3º Congresso Regional Unificado dos Petroleiros e Petroquímicos do Paraná e Santa Catarina (12º Congresso Regional do Sindipetro PR e SC e 3º Congresso do Sindiquímica-PR), na sede do Sindicato, em Curitiba.

 

Durante o evento será construída a pauta de reivindicações que será levada para a VI Plenária Nacional da FUP, marcada para o período de 06 a 10 de julho, na cidade de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, de onde sairá a pauta nacional da categoria.

 

Os(as) delegados(as) ao 3º Congresso Regional foram eleitos em assembleias, mas mesmo quem não participou pode contribuir enviando suas reivindicações para o e-mail pauta.congresso@gmail.com. O prazo para encaminhar as sugestões de pauta vai até o próximo domingo (29). Cabe lembrar que neste ano serão discutidas apenas as cláusulas econômicas do ACT, pois as cláusulas sociais têm validade de dois anos. Também podem ser enviadas questões referentes às pendências do acordo vigente (cláusulas descumpridas pela Petrobrás).

 

:: Serviço

Envie suas sugestões para o ACT

E-mail: pauta.congresso@gmail.com

Prazo: 29 de maio (domingo)

Sexta, 29 Abril 2016 15:37

Petroleiros e petroquímicos da Repar e Fafen-PR fizeram ato unificado em solidariedade às vítimas do Massacre do Centro Cívico, que deixou mais de 200 trabalhadores em educação e servidores estaduais feridos

Domingo, 15 Novembro 2015 14:45

Cerca de 250 petroquímicos da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Araucária (PR) aprovaram por unanimidade os indicativos da FUP, suspenderam a greve e retornaram ao trabalho, após a Petrobrás formalizar a proposta de isonomia para os trabalhadores da unidade. A assembleia foi realizada nesta sexta-feira, após 13 dias de total paralisação.

 

A Fafen-PR tem um papel estratégico para o país, pois é a maior produtora do planeta de ARLA32 (catalisador para caminhões a diesel) e detém 40% da produção nacional de fertilizantes nitrogenados. A unidade foi privatizada em 1993 e só voltou a ser 100% Petrobrás, em junho de 2013, após uma longa e histórica luta dos trabalhadores. Apesar desta importante vitória, os petroquímicos de Araucária amargam até hoje direitos diferenciados em relação às demais FAFENs.

 

Durante toda a greve, os trabalhadores da unidade deram exemplo de organização e de combatividade, ao manterem completamente parada a produção. Os gestores da fábrica tentaram decretar a ilegalidade da greve, ao ponto do gerente geral da fábrica verbalizar em uma audiência na justiça que tem vergonha de trabalhar na Petrobrás. “Realizamos aqui uma disputa ideológica, afirmando para o restante da categoria que o está em jogo é a desintegração do Sistema Petrobrás, já que o setor de fertilizantes está na linha de corte para a privatização, assim como Gaspetro, a BR e outras subsidiárias”, declarou Gerson Castellano, coordenador geral do Sindiquímica- PR.

 

Fonte: FUP

Quarta, 11 Novembro 2015 18:34

Isonomia para todos os funcionários é um princípio que a Petrobrás deveria cumprir em todas as suas unidades, no entanto não é isso o que ocorre na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen-PR) em Araucária. Desde o início da greve da categoria, no último dia 1º, os gestores da unidade têm tratado seus trabalhadores de forma desigual.

 

A diferenciação começou já nos primeiros dias do movimento paredista, com os trabalhadores do turno das 15h de domingo (1º). Ao fim da jornada de 8 horas diárias, os gestores da empresa decidiram dispensar do trabalho apenas os empregados que fazem parte da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Petroquímicas no Estado do Paraná (Sindiquímica-PR), mantendo os demais funcionários dentro da unidade para evitar a parada.

 

“A gerência foi até o painel com uma carta nos dispensando [os três dirigentes sindicais] e dizendo que, se não saíssemos, iríamos sofrer punições da empresa. Argumentamos e colocamos que se nós saíssemos todos os 31 do grupo iriam sair também. Daí eles rasgaram a carta e nos deixaram lá dentro por 24h até entrar a contingência”, conta o diretor do Sindicato Ademir Jacinto da Silva.

 

Para os trabalhadores do grupo, o tratamento discriminatório aos dirigentes contribuiu para que eles se unissem ainda mais e parassem 100% da produção da unidade. “Isso mostra a força que os trabalhadores têm e que não vamos nos sujeitar a qualquer coisa que tentam nos impor”, frisa um petroquímico do grupo.

 

Mesmo com a parada da produção, a gerência continuou pressionando alguns trabalhadores a voltar às atividades em troca de horas-extras e tratamento privilegiado, como refeições melhores, entre outros.

 

Na manhã desta terça-feira (10), data em que é realizado o pagamento dos vales, a empresa confirmou novamente seu tratamento desigual e pagou apenas aqueles que furaram a greve e se mantiveram do lado da gerência.

 

No entanto, de acordo com a diretoria do Sindiquímica-PR, no período de greve – decisão soberana tomada pelos trabalhadores em Assembleia – o contrato de trabalho com toda a categoria é suspenso, sendo assim, não caberia o pagamento apenas aos trabalhadores que estão furando o movimento grevista.

 

“Legalmente temos o contrato suspenso durante o período de greve, então é um absurdo que a empresa pague só os que estão indo contra a decisão da categoria. Vamos analisar e tomar as medidas necessárias contra isso”, frisa o diretor do Sindicato Reginaldo Fernando Lopes da Silva.

 

NEGOCIAÇÕES

Ao ver a força nacional e a adesão maciça dos trabalhadores ao movimento grevista, no dia 9, pela primeira vez após o início da paralisação, a Petrobrás chamou a Federação Única dos Petroleiros (FUP) para dialogar e negociar a Pauta pelo Brasil, reivindicada pelos trabalhadores.

 

Após ignorar a pauta por quatro meses e empurrar a categoria para a greve nacional, a Petrobrás continuou resistente aos itens reivindicados pelos trabalhadores. Sem chegar a um acordo e depois de a empresa cancelar a reunião de ontem (10), a greve continua!

 

Fonte: Sindiquímica-PR

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