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Segunda, 04 Novembro 2013 18:46

A Petrobrás divulgou na sexta-feira, 01, os critérios que serão adotados em relação aos dias parados na greve de outubro (de 16 a 24). Como garantido pela FUP no fechamento da campanha reivindicatória, metade dos dias será abonado e o restante será compensado ou descontado, de acordo com a opção do trabalhador, sem a incidência de reflexos.

Para aqueles que optarem pela compensação dos dias, será garantida a proporção de, no máximo, um dia por mês.

Fonte: FUP

Quinta, 24 Outubro 2013 19:01

A greve dos petroleiros entra para a história como um movimento politizado de trabalhadores que trouxe o debate sobre a importância do petróleo para a soberania da nação à sociedade. Foi uma semana inteira de luta, que não acabou com a triste notícia da venda do campo de Libra, pelo contrário, a categoria continuou mobilizada por melhorias na proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e contra o PL 4330.

Para encerrar o movimento histórico, os petroleiros da Repar fizeram nesta quinta-feira (24) um ato simbólico. Marcharam do viaduto da Rodovia do Xisto até o Portão de Acesso PV-1 da Refinaria carregando uma enorme faixa que trazia a seguinte frase: “Não ao PL 4330 – Trabalhadores na luta em defesa dos direitos”.

A greve também fortaleceu os pleitos da categoria na campanha reivindicatória 2013, que trouxe uma série de avanços, como melhorias nos índices de reajuste salarial e nas cláusulas sociais. Além disso, pela primeira vez os petroleiros conseguiram que a Petrobrás adotasse uma política de proteção aos seus trabalhadores terceirizados ao se comprometer em exigir dos novos contratos um comprovante de caução ou outros tipos de garantia, de 1% a 5% do valor total do contrato, para cobertura de verbas trabalhistas e rescisórias.

Confira a proposta aprovada do ACT 2013/2015 aqui!

Quarta, 23 Outubro 2013 07:16

Após pressão da FUP e de seus sindicatos, exigindo que a Petrobrás e subsidiárias garantissem por escrito que não haverá retaliações contra os grevistas, a empresa apresentou na madrugada desta quarta-feira, 23, uma nova redação, se comprometendo a não punir os trabalhadores em greve. Por considerar que a proposta conquistada pela categoria na luta tem avanços significativos e atende às principais bandeiras desta campanha, a FUP e seus sindicatos indicam a sua aprovação e suspensão da greve. As assembléias começam nesta quarta-feira, 23.

A greve nacional realizada pelos petroleiros, com parada de produção em várias unidades, já entrou para a história do movimento sindical brasileiro e pautou na sociedade a importância do petróleo para a soberania da nação. Ao transformarem a greve no principal enfrentamento ao leilão de Libra, os petroleiros politizaram a campanha reivindicatória, assim como fizeram na greve de maio de 1995, que foi determinante para impedir a privatização da Petrobrás.

Agora em outubro de 2013, mais uma vez os petroleiros fazem história. A força da greve foi fundamental para fazer a empresa avançar na mesa de negociação e arrancar uma proposta com avanços significativos, inclusive o fundo garantidor para os trabalhadores terceirizados, uma conquista fundamental para fortalecer a luta da categoria contra o PL 4330. Antes da greve, a Petrobrás sequer tinha respondido aos principais pleitos dos petroleiros. Ao atenderem ao indicativo de greve da FUP, os trabalhadores alteraram completamente a correlação de forças com a empresa, fortalecendo as direções sindicais no processo de negociação.

Respaldada pela greve, a FUP rejeitou em mesa a segunda proposta da Petrobrás e buscou ao longo de toda esta terça-feira, 22, os avanços cobrados pelos trabalhadores. A terceira proposta, arrancada na mesa após mais de cinco horas de negociação, além das conquistas econômicas e sociais, garantiu o abono de metade dos dias parados e a compensação dos demais, sem reflexos para os trabalhadores.

O Conselho Deliberativo da FUP, no entanto, considerou ainda insuficiente, já que a Petrobrás não tinha amarrado por escrito o compromisso de que não haverá punições, aos trabalhadores que fizeram a greve. Esse ponto foi considerado essencial pelas direções sindicais para deliberarem pelo indicativo de aceitação. Por volta das 21h de terça-feira, 22, a FUP retornou à Petrobras e deu início a mais uma etapa da negociação, buscando a garantia da empresa de que não haverá punições aos petroleiros grevistas. Somente na madrugada desta quarta, 23, a empresa encaminhou uma nova redação, assumindo esse compromisso.

Principais avanços
O reajuste de 8,56% na RMNR, que significa um ganho real entre 1,82% e 2,33%, é um dos maiores conquistados pelas categorias em campanha. Antes da greve, o reajuste proposto pela Petrobrás era de 7,68%. O ganho real arrancado pelos petroleiros na luta é superior, por exemplo, ao dos metalúrgicos e ao dos bancários, mesmo após 20 dias de greve.

A proposta conquistada também garantiu avanços importantes para os aposentados e pensionistas, como o atendimento do pleito histórico da FUP de isonomia dos três níveis salariais recebidos pela ativa nos acordos de 2004, 2005 e 2006. Antes da greve, a proposta da Petrobrás era de remeter essa reivindicação para uma comissão se posicionar em 180 dias. A nova proposta garantiu o pagamento dos níveis para todos os aposentados e pensionistas com ações transitadas em julgado.

A greve foi também preponderante para sepultar de vez o famigerado GD, uma das heranças malditas da era FHC. A nova proposta atende a um pleito antigo do movimento sindical de avanço automático de Pleno para Sênior, nas carreiras de nível médio, nos mesmos moldes praticados para os trabalhadores Júnior. Na campanha passada, a FUP já havia conquistado o avanço automático de nível a cada 12, 18 e 24 meses. Soma-se a isso, a conquista de mais uma dobradinha, garantindo o retorno do extra-turno de todos os feriados nacionais laicos.

Além disso, a nova proposta avança no sentido de ampliar a igualdade de direitos entre os trabalhadores das subsidiárias e da holding. Após anos de cobrança da FUP, a Transpetro concordou, finalmente, em garantir a AMS para os aposentados e pensionistas, pleito que também será extensivo aos trabalhadores da Petrobrás Biocombustível.

Outra conquista importante, principalmente para os aposentados e pensionistas, é a reformulação do benefício farmácia, que passará a custear integralmente os medicamentos para todos os petroleiros, inclusive das subsidiárias. Em contrapartida, os beneficiários terão um desconto fixo mensal com valores entre R$ 2,36 e R$ 14,17, de acordo com a faixa de renda.

Terça, 22 Outubro 2013 11:32

A FUP e seus sindicatos orientam os trabalhadores do Sistema Petrobrás a intensificarem a greve em todas as bases. Apesar do leilão de Libra, a categoria segue mobilizada por avanços na campanha reivindicatória e contra o Projeto de Lei 4330, que escancara a terceirização para as atividades-fim e acaba com a responsabilidade solidária das empresas contratantes.

Em seu sexto dia de greve, os petroleiros seguem parados nesta terça-feira, 22, em todas as bases operacionais da do Sistema Petrobrás.

A proposta apresentada pela empresa na segunda, 21, ainda é incompleta e aquém do que reivindicam os trabalhadores e por isso foi rejeitada pela FUP na própria mesa de negociação. Nesta terça, às 10 horas, haverá mais uma reunião com a Petrobrás e às 15 horas os sindicatos da FUP reúnem-se para avaliar junto com a direção executiva da Federação o fortalecimento da greve e os próximos passos em relação à campanha reivindicatória.

Portanto, a greve dos petroleiros continua forte em todo o país, com mais adesões e participação dos trabalhadores terceirizados em diversas bases da FUP. A força da greve continua sendo o termômetro das negociações com a Petrobrás.

Acesse aqui a proposta apresentada pela Petrobrás na segunda-feira, 21.

QUADRO NACIONAL DA GREVE NAS BASES DA FUP

Plataformas e campos terrestres
Bacia de Campos: 42 plataformas.
Bahia: campos de produção terrestre de Miranga, Bálsamo, Araçás, Taquipe, Buracica, Candeias e  22 poços do Ativo Norte.
Rio Grande do Norte: 22 plataformas marítimas e campos terrestres de Alto do Rodrigues, Campo do Amaro, Riacho da Forquilha, Base 34 e Campo de Estreito.
No Espírito Santo: estação Fazenda Alegre, Fazenda Cedro e SM-8.

Refinarias
Estão parados os trabalhadores das refinarias de Duque de Caxias (Reduc/RJ), Manaus (Reman/AM), Paulínia (Replan/SP), Mauá (Recap/SP), Mataripe (Rlam/BA), Gabriel Passos (Regap/MG), Paraná (Repar), Alberto Pasqualine (Refap/RS), Abreu e Lima (Pernambuco), Potiguar Clara Camarão (RPCC/RN) além da SIX (usina de Xisto/PR) e da FAFEN (fábrica de fertilizantes/BA), Lubnor (fábrica de Fertilizantes do CE).

Transpetro
Na Transpetro, a greve atinge os terminais de Solimões (AM), Suape (PE), Jaboatão (PE), Madre de Deus (BA), Campos Elíseos (Duque de Caxias/RJ), Cabiúnas (Macaé/RJ), Guararema (SP), Guarulhos (SP), São Caetano (SP), Barueri (SP), São Francisco do Sul (SC), Itajaí (SC), Guaramirim (SC), Biguaçu (SC), Paranaguá (PR), Osório (RS), Canoas (RS) e Rio Grande (RS).

Gás, Biodiesel e Termoelétricas
Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC/ES);  malha do gás de São Paulo; usinas de Biodiesel da Bahia e de Montes Claros (MG); Termorio (Duque de Caxias), Termoeletrica Aureliano Chaves (MG) e Termoelétrica de Sepé Tiaraju (RS).

Fonte: Imprensa da FUP

Segunda, 21 Outubro 2013 17:06

A greve dos petroleiros entra no seu quinto dia nesta segunda-feira (21) com ainda mais força. A categoria segue mobilizada contra o leilão do campo de Libra, em repúdio ao Projeto de Lei das terceirizações (PL 4330) e por melhorias na proposta do Acordo Coletivo de Trabalho 2013/2015.

O leilão de Libra está previsto para a tarde de hoje e a espanhola RPSOL desistiu da licitação. Agora são apenas 10 empresas no páreo para arrematar as riquezas naturais que deveriam beneficiar o povo brasileiro, e não o mercado privado internacional.  

O Governo Federal convocou um efetivo de 1.100 homens do Exército e da Força Nacional para evitar que manifestantes atrapalhem o leilão, que acontece no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Conflitos foram registrados, com ao menos sete pessoas feridas. As forças armadas utilizam bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha para evitar que o hotel seja ocupado. Centenas de petroleiros e militantes dos movimentos sociais participam do protesto.

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina, assim como outros sindicatos de petroleiros, moveu ação civil pública junto a 11ª Vara Federal de Curitiba que busca a suspensão do leilão do campo de petróleo de Libra. A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta segunda-feira (21) que foram ajuizadas 24 ações pedindo o cancelamento da 1ª rodada de licitações da ANP no pré-sal, mas 18 delas já tiveram decisão desfavorável, seis ainda aguardam julgamento.   

Independente do resultado os petroleiros podem se considerar vitoriosos. “Conseguimos romper o silêncio e trouxemos à tona um grande debate sobre o destino das riquezas do país. Não é o começo, nem mesmo o fim de toda essa história, acontecendo o leilão ou não. Os petroleiros têm que se orgulhar de terem feito emergir esse debate na sociedade”, afirmou o presidente do Sindicato, Silvaney Bernardi.

Quadro da greve
Na Repar, em Araucária, o índice de adesão geral é de 75% e já há redução da carga de produção. O Sindicato segue com os piquetes em todos os portões da Refinaria e pela manhã de hoje houve protesto próximo ao principal acesso.

Na Usina do Xisto, em São Mateus do Sul, a adesão dos grupos de turno é de 100% e a produção é feita apenas por supervisores e coordenadores de turno. Em Paranaguá, no Tepar, o índice de adesão média é de 90%.

Em Santa Catarina, a greve já afeta o fornecimento de combustíveis. Alguns postos estão sem gasolina e óleo diesel e as distribuidoras adotaram práticas de racionamento. A adesão também gira em torno de 90% nos Terminais Transpetro de Biguaçu, Guaramirim, Itajaí e São Francisco do Sul.

Sexta, 18 Outubro 2013 19:16

De 90% a 100% dos trabalhadores de unidades operacionais participam do movimento

Quinta, 17 Outubro 2013 18:22

Categoria exige o imediato cancelamento do leilão do pré-sal e melhorias na proposta da empresa

Quarta, 16 Outubro 2013 21:14

Orientações sobre a greve por tempo indeterminado!

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Edição Nº 1418

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