Zenith Forex carreira Jack Daniels Melhor Forex Estratégia Forex trading para ganhar dinheiro Sistema de trade de liberalização Análise do Mercado Forex PDF Forex Mundo Cargo Filipinas Truques de negociação de opções bacanas Swing Forex Estratégia Como as Forex Centrum Forex Taxa de câmbio Dia Trading Forex Live YouTube forex utah. O leilão de swap forex é Opções binárias Rich Forex Trading. NBAD Forex Trading. Ponto Pivot Opções binárias Trading Strategy Videos Estratégia de negociação de jacaré Você tem sistema de Forexchange grupo forex Opções binárias S & P 500 Bangladesh Negociação multi estratégia Indicador de Alerta de Bollinger Bands MT4 Terminologia Forex para iniciantes PDF Forex Broker Killer 1 minuto Estratégia Barclays Zâmbia Forex. Data de Banco Estadual da Índia Forex Ramos Pune man Aprenda Forex Negociar software de sistema de negociação automática state dating laws in Sint Genesius Rode Belgium speed dating central Natal Brazil ヒマラヤ外国為替プライベートリミテッドリミテッド toerana hookup Antsirabe Madagaskar
Mostrando itens por tag: petroleiros
Terça, 16 Setembro 2014 19:04

Nº 1334

Terça, 16 Setembro 2014 13:29

Logo pela manhã desta segunda-feira, 15, caravanas com petroleiros de vários estados do país e do interior do Rio de Janeiro ocuparam a Praça da Cinelândia, em frente à Câmara Municipal, com bandeiras vermelhas e faixas em defesa do pré-sal, da Petrobrás e do Brasil. O ato começou por volta das 10 horas, com cerca de cinco mil trabalhadores, estudantes e militantes dos movimentos sociais e partidos políticos do campo da esquerda.

Aos poucos, o ato foi enchendo e os manifestantes ocuparam também as escadarias do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Do alto do carro de som, as lideranças sindicais, estudantis e dos movimentos sociais davam seu recado, denunciando os ataques da direita contra a Petrobrás e o pré-sal. Representantes da FUP, dos sindicatos petroleiros, da CUT, CTB, UGT, MAB, MST, UNE, UBES, UEE, Levante Popular, movimento negro, movimento de mulheres e diversas outras entidades de luta denunciavam a campanha de Aécio e Marina de desmoralização da Petrobrás, com a intenção de preparar a privatização da empresa e do pré-sal.

Ao lado dos petroleiros uniformizados, misturavam-se metalúrgicos com os macacões dos estaleiros de Niterói, de onde saíram caravanas com cerca de dois mil operários em defesa do pré-sal e da Petrobrás, cujas encomendas recuperaram a indústria naval brasileira, que empregava pouco mais de sete mil trabalhadores em 2003 e hoje gera cerca de 80 mil empregos diretos e mais de 300 mil indiretos.

Pela Cinelândia, palco histórico de manifestações no Rio de Janeiro, circulavam bancários, professores, trabalhadores rurais, químicos e diversos estudantes e jovens, agitavam suas bandeiras, alegres, sem se deixar incomodar pelo sol escaldante e temperaturas acima de 37 graus. Quando a chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi anunciada, aplausos e gritos tomaram conta dos manifestantes.

Lula fez questão de vestir o uniforme de operário da Petrobrás, com seu nome gravado, e, ao lado do coordenador da FUP, José Maria Rangel, foi recebido pelos trabalhadores que, em passeata, seguiram junto com ele pela Rua Treze de Maio, em direção à Avenida Chile, onde fica localizada a sede da Petrobrás.

Na passarela, que liga o BNDES ao prédio da estatal, o ato já concentrava cerca de dez mil pessoas, eufóricas para ouvir Lula. Num palco armado de frente para a Petrobrás, o ex-presidente falou aos trabalhadores da empresa. "Eu fiz questão de colocar essa camisa da Petrobras, porque quando começa a acontecer denúncias da Petrobras, tem gente que fica com vergonha de usar essa camisa", ressaltou.

"Eu não acreditava que seria possível tiramos petróleo de sete mil metros de profundidade. Muita gente dizia que não tínhamos tecnologia, pois estamos hoje tirando mais petróleo que tiramos nos primeiros 31 anos da Petrobrás", destacou Lula. "A gente já tem petróleo e tem filho de pedreiro cursando universidade. Se a gente conseguiu fazer isso sem o petróleo, imagina o que faremos com os recursos do pré-sal", retrucou, mandando um recado direto para os petroleiros que acompanhavam seu discurso das janelas e saguões do Edise: "Os trabalhadores da Petrobrás não têm nenhuma razão pra não andar de cabeça erguida. Nenhum petroleiro pode estar com a auto-estima baixa".

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, lembrou que o atual ministro do Tribunal de Contas da União, José Jorge, relator da investigação da compra da refinaria de Pasadena, era no governo de FHC ministro das Minas e Energia. "Foi na gestão dele que a P-36 afundou, que a Petrobrás promoveu a troca de ativos que resultou na entrega de 30% da Refap para a Repsol", ressaltou.

"Nós que estamos hoje nas ruas para defender a Petrobrás, o pré-sal e o Brasil, nós temos legitimidade, que poucos segmentos da sociedade têm", frisou José Maria, destacando para o presidente Lula que os petroleiros lutaram muito por um novo projeto de país. "Quando esse operário foi eleito, a nossa empresa caminhava para a entrega, a nossa empresa caminhava para ser privatizada, a nossa empresa tinha acabado de ter um acidente onde morreram 11 trabalhadores, onde afundaram uma plataforma", declarou, relembrando o acidente com a P-36, em março de 2001.

O coordenador nacional do MST, João Pedro Stédile, foi outra liderança nacional que falou aos petroleiros e manifestantes em frente à sede da Petrobrás. "A Petrobrás tem condições de explorar todo o petróleo que temos e viemos aqui para dizer para a dona Marina, que ela não tem direito nenhum de julgar ou de criticar o pré-sal, porque o pré-sal é do povo. E ela que se invente de botar a mão na Petrobrás que nós voltaremos aqui todos os dias para defender essa empresa que é nossa", ressaltou.

Também fizeram o uso da palavra o petroleiro Roni Anderson Barbosa, que falou pela CUT, o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, a presidente da UNE, Vic Barros, e José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobrás e atual diretor corporativo e de Serviços da empresa. O ato foi encerrado por volta das 14 horas, ao som do hino nacional e com um abraço simbólico ao prédio da Petrobrás.

Fonte: Imprensa FUP

Segunda, 01 Setembro 2014 18:21

A Petrobrás concordou em adiantar a reposição da inflação acumulada nos últimos 12 meses, na folha de pagamento de setembro, de acordo com o IPCA, que é aferido pelo IBGE. A informação foi divulgada pela Federação Única dos Petroleiros, na tarde da última sexta-feira, 29. O reajuste será retroativo a 1 de setembro, data-base da categoria, e incidirá também sobre a RMNR, auxílio-almoço, gratificação do adicional de Campo Terrestre, adicional do Estado do Amazonas, além da tabela da AMS.

O IPCA acumulado entre setembro de 2013 e agosto de 2014 deverá ser divulgado na próxima sexta-feira, 05/09. Os petroleiros reivindicam a reposição da inflação pelo ICV/Dieese (cuja estimativa é de 6,87%) e 5,5% de aumento real. A pauta salarial da categoria foi apresentada à Petrobrás e subsidiárias no último dia 27. Neste ano a Campanha Reivindicatória trata somente de cláusulas econômicas.

A Petrobrás estabeleceu prazo até o dia 11/09 para que os sindicatos assinem o Termo de Compromisso referente à antecipação da reposição da inflação, garantindo, assim, o pagamento no dia 25/09. A FUP cobrou da Companhia que apresente o quanto antes o calendário de reuniões para dar continuidade às negociações.

Sexta, 29 Agosto 2014 19:37

Nº 1333

Quinta, 28 Agosto 2014 18:17

A FUP apresentou à Petrobrás e subsidiárias a pauta salarial dos petroleiros na tarde desta quarta-feira, 27. Conforme aprovado no XVI Confup, a categoria reivindica 5,5% de ganho real, além da reposição da inflação dos últimos 12 meses, conforme o ICV/Dieese, cuja estimativa é de 6,87%. A campanha deste ano trata somente das reivindicações econômicas, já que as demais cláusulas do Acordo Coletivo têm validade de dois anos e, portanto, só serão negociadas na campanha reivindicatória de 2015. Veja aqui a íntegra da pauta.

Durante a entrega da pauta, a FUP cobrou a renovação do termo de manutenção de data base e o adiantamento da reposição da inflação, conforme tem sido praticado nas últimas campanhas reivindicatórias. Os dirigentes sindicais também cobraram o cumprimento das cláusulas do atual Acordo Coletivo que continuam com pendências, como a que trata da extensão a todos os aposentados e pensionistas do pagamento dos níveis recebidos pela ativa em 2004, 2005 e 2006 (cláusula 181) , e as que dispõem sobre questões relativas a regimes e jornada de trabalho (cláusulas 105, 106 e 115).

Antes de protocolar a pauta salarial, a FUP protestou contra a ocorrência de mais um acidente fatal no Sistema Petrobrás, que vitimou um operador da Reman de apenas 26 anos, que havia sido admitido há apenas 14 meses na empresa. Os dirigentes tornaram a criticar duramente os programas de reestruturação da empresa, como Procop, PIDV, Plafort e Mobiliza, que buscam a otimização da produção, através da redução de custos e de efetivos. A FUP reiterou que esses programas da empresa violam o Acordo Coletivo de Trabalho e aumentaram consideravelmente os acidentes, principalmente nas refinarias.

Os dirigentes sindicais alertaram novamente os gestores da Petrobrás para o risco da empresa voltar a repetir tragédias do passado, como as explosões que afundaram a P-36 e mataram 11 trabalhadores em 2001 e o acidente com a plataforma de Enchova, há 30 anos, onde 37 petroleiros morreram. A FUP reiterou que a garantia de saúde e segurança para todos os petroleiros, a recomposição dos efetivos próprios e a igualdade de direitos para os trabalhadores terceirizados continuarão pautando as lutas da categoria. "Essa é uma pauta que vamos perseguir dia após dia. Não vamos dar sossego a vocês enquanto não garantirmos uma nova política de saúde e segurança", enfatizou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Ato dia 02 marcará lançamento da campanha salarial
Caravanas com petroleiros de várias bases da FUP chegarão ao Rio de Janeiro na próxima terça-feira, 02, para participarem do ato nacional que marcará o início da campanha salarial da categoria. Além de reforçarem as reivindicações por saúde e segurança, os trabalhadores cobrarão a extensão para os aposentados e pensionistas dos níveis conquistados pelos petroleiros da ativa nos Acordos Coletivos de 2004, 2005 e 2006. Na campanha reivindicatória do ano passado, a Petrobrás se comprometeu a buscar junto com a Petros uma solução para essa demanda histórica dos assistidos do Plano Petros, conforme garante a Cláusula 181 do ACT.

Até agora, no entanto, a extensão dos níveis foi garantida somente para os cerca de três mil aposentados e pensionistas com ações judiciais que já foram transitadas em julgado e executadas. Os demais assistidos que pleiteiam a correção de seus benefícios (cerca de 30 mil petroleiros e pensionistas) continuam sem uma solução da Petrobrás, que alega dificuldades jurídicas, usando como argumentos pareceres de suas assessorias e da Petros. A FUP exige que a Petrobrás cumpra o que foi acordado e garanta a extensão dos níveis para todos.

Fonte: FUP

Quinta, 14 Agosto 2014 15:39

A abertura do XVI CONFUP só acontece às 20 horas desta quinta-feira (14), mas os debates já estão acontecendo nos salões de convenção do Hotel Pirâmide, em Natal-RN, cidade que recebe petroleiros de todo país para preparar a campanha reivindicatória da categoria.

Os participantes que já chegaram à cidade começaram as atividades com discussões setorizadas sobre comunicação, atuação jurídica e formação sindical.

No encontro sobre comunicação, os assessores e dirigentes sindicais da pasta conversaram sobre a política de informação da FUP e acompanharam debate com sobre mídia no Brasil com Venício Lima, jornalista, sociólogo e professor de ciência política e domunicação da UnB (aposentado), e o editor do blog Tijolaço, Fernando Brito.

O encontro nacional jurídico reuniu advogados que atuam junto aos sindicatos de petroleiros e traçou estratégias unificadas de atuação.

Já a reunião sobre formação discutiu os desafios de capacitar novos dirigentes para a atuação no movimento sindical petroleiro.

O XVI CONFUP marca os 21 anos de existência da entidade e reúne cerca de 400 trabalhadores, entre delegados, observadores, convidados e assessorias. O tema desta edição do Congresso é "FUP, 21 anos de lutas: sem retrocesso, pelo Brasil e pelos trabalhadores". O evento está sendo transmitido ao vivo pelo site da FUP (www.fup.org.br).

Por dentro do CONFUP
O Congresso Nacional é a instância máxima da organização sindical dos petroleiros das bases da FUP. É neste fórum de deliberação que a categoria define democraticamente a sua pauta de reivindicações e calendários de luta. Os trabalhadores aprovam a tese guia que conduzirá os debates em grupo e na plenária geral. Nos grupos de trabalho, os petroleiros debatem temas relacionados a sindicalismo (campanha reivindicatória do Sistema Petrobrás e organização sindical); previdência e benefícios; saúde segurança e meio ambiente (que também engloba condições de trabalho e efetivos); e setor petróleo (legislação, primeirização/terceirização e campanhas dos trabalhadores do setor privado). A plenária final delibera sobre as propostas e monções encaminhadas pelos grupos de trabalho e planos de luta. O XVI CONFUP elegerá também a nova diretoria colegiada da FUP para o próximo triênio – 2014/2017. A eleição ocorrerá no domingo (17/08), último dia do Congresso.

Sexta, 08 Agosto 2014 19:28

Nº 1332

Sexta, 01 Agosto 2014 19:46

Nº 1331

Jornal Revista

Edição Nº 1418

Veja Todos os Jornais

TV Sindipetro