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Terça, 02 Junho 2015 19:39

Nº 1351

Terça, 26 Maio 2015 13:01

Em 21 de maio, teve início o 2° Congresso Regional Unificado dos Petroleiros e Petroquímicos do Paraná e Santa Catarina, realizado pelo Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR/SC) e pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Petroquímicas do Estado do Paraná (Sindiquímica-PR).

Com o lema “Avançar na unidade e barrar o retrocesso”, os militantes destacaram na abertura do evento a importância de unificar o movimento na luta contra a retirada de direitos.

“Como o nosso acordo é o mesmo, é importante fazer a discussão de forma mais abrangente, envolvendo os petroquímicos e petroleiros, afinal as lutas são as mesmas – e a empresa também. Esse Congresso já é algo para amadurecermos a nossa união para que no futuro tenhamos uma unidade tanto física quanto ideológica”, salientou o diretor do Sindiquímica-PR, Gerson Luiz Castellano.

A mesa de abertura do Congresso contou com diversas entidades, entre elas a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a CUT Seção Paraná (CUT/PR), a Secretaria Operativa Estadual da Constituinte Exclusiva e Soberana (CES), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), e o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás.

Na cerimônia, foi destacada a luta contra os projetos impostos pelos governos que atacam a soberania do país e reduzem os direitos dos trabalhadores, entre eles, o Projeto de Lei (PL) 4.330/2004 e as Medidas Provisórias (MPs) 664 e 665. Também foi tratada a conjuntura nacional atual, com ampliação ofensiva da direita.

Objetivo
Em vista desse cenário, os trabalhadores do sistema Petrobrás, representados pela FUP, realizam anualmente a Plenária Nacional da entidade (Plenafup) para deliberar as campanhas e pautas de reivindicações, planos de luta e posicionamentos políticos da categoria.
Como preparação para a Plenafup, são realizados congressos regionais com a participação dos delegados das bases dos sindicatos. Todos com o mesmo objetivo: defender a Petrobrás como empresa estatal e contra os ataques da mídia hegemônica.

“A Petrobrás é muito mais do que um valor na bolsa, ela é um projeto de nação, foi essencial para ajudar o país a enfrentar momentos de crise, gerando empregos e recursos para o Brasil”, frisa Castellano.

Durante os dois dias de Congresso Regional, o acordo coletivo da Petrobrás foi debatido, com sugestões e adaptações do texto. “Foi muito produtivo, tiramos resoluções e cláusulas que vão ajudar bastante na nossa luta do acordo coletivo. A unidade desse grupo tende a fortalecer essa construção do acordo e mostrar o quanto nós estamos nivelados no entendimento do que precisa avançar na categoria”, afirma a secretária de formação do Sindipetro PR/SC, Anacélie de Assis Azevedo.

“Na minha visão, o Congresso foi muito importante para conseguir colocar vários pontos de vista sobre o acordo coletivo – que é de interesse de toda a categoria. O Congresso Unificado intensifica a unidade – todos trabalhando juntos para o mesmo objetivo”, declara a delegada do Sindipetro PR/SC Ellen Andrade do Amaral.

Os delegados presentes votaram as cláusulas que foram propostas ou na suspensão delas para compor o acordo que agora será levado para debate a nível nacional – na Plenafup. O objetivo era complementar e aperfeiçoar a redação de forma a não deixar brechas para a empresa agir de maneira que prejudique os trabalhadores.

Os participantes de ambas as entidades apresentaram suas propostas que foram votadas pelos delegados dos sindicatos.

Entre as propostas, foi sugerido que a empresa adquira alimentos da agricultura camponesa e familiar para melhorar a alimentação dos trabalhadores; fornaça auxílio-acompanhante até os 48 meses da criança em vez de apenas até o terceiro ano; e promoção por mérito – aplicando as regras do nível médio para o superior.

Foi sugerido que, quando houver transferência de um trabalhador ou trabalhadora que seja casado com outro empregado da empresa, que este também possa ser enviado para a mesma unidade – mesmo que não haja interesse da empresa.

A redação final – que contém essas e diversas outras propostas – será levada agora para a Plenária Nacional, onde também será debatida pelos delegados dos sindicatos pertencentes à FUP com o objetivo de chegar a um consenso entre todos os trabalhadores.

“O Congresso é muito importante para nós, porque, além de unir forças, nós também vamos com peso para a Plenária Nacional. Para o Sindiquímica-PR, o Congresso é muito válido para podermos lutar contra o capital e contra a empresa, e reivindicar melhores condições aos trabalhadores”, explica o coordenador administrativo do Sindiquímica-PR, Ademir Jacinto da Silva.

Apoio
Além de tratar dos interesses da própria categoria, os petroleiros e petroquímicos demonstraram seu apoio aos professores quanto ao massacre sofrido pelos servidores em 29 de abril.

Várias moções de repúdio e apoio foram lidas, mostrando a insatisfação dos trabalhadores perante os ataques das lideranças estaduais, em especial, ao regime antidemocrático do governador paranaense, Beto Richa.

Fonte: Sindiquímica-PR

Quinta, 21 Maio 2015 14:21

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina fez um resgate do material audiovisual nos arquivos da greve de 1995 e concluiu uma série de entrevistas com dirigentes sindicais da época, petroleiros que foram demitidos por causa da greve, trabalhadores da base que participaram do movimento e também com novos empregados da Petrobrás.

O material será editado e a exibição à categoria ocorre na próxima terça-feira, dia 26 de maio, às 19h00, na sede do Sindicato, em Curitiba (Rua Lamenha Lins, 2064, Rebouças), em uma noite de memória e comemoração da luta petroleira. Na oportunidade serão servidos queijos e vinhos aos participantes. Todos os petroleiros estão convidados.

Para participar, por favor, confirme sua presença no evento criado no Facebook (https://www.facebook.com/events/1438249386491923/) ou pelo telefone (41) 3332-4554, com Liliane ou Mariley.

O Sindipetro também vai organizar a exibição do material nas demais cidades com bases da Petrobras no Paraná e Santa Catarina. A agenda será divulgada em breve.

Segunda, 18 Maio 2015 14:09

Nº 1350

Terça, 12 Maio 2015 19:50

Se você tem algum arquivo da greve dos petroleiros de 1995, que tal compartilhar este material? O Sindipetro Paraná e Santa Catarina busca ampliar o seu acervo sobre a maior mobilização da história da categoria. Para isso, conta com a colaboração de todos que participaram daquele movimento e têm algum registro guardado. Podem ser fotos, vídeos e documentos, como os telegramas que a empresa enviava às casas dos petroleiros para intimidar pela volta ao trabalho.

Os materiais podem ser enviados ao e-mail imprensa@sindipetroprsc.org.br, mas acaso você não tenha em formato digital, entre em contato pelo telefone (41) 3332-4554. O Sindicato vai coletar os originais, copiá-los e devolvê-los. Palavra de petroleiro!

Além de ampliar o acervo da entidade, você vai contribuir com a preservação da história dos trabalhadores petroleiros. O material enviado fará parte da biblioteca multimídia do Sindicato e também pode ser exposto nos eventos comemorativos dos 20 anos da greve.

A greve de 1995
Há 20 anos, no dia 03 de maio de 1995, os petroleiros iniciavam a mais longa greve da história da categoria. Foram 32 dias de contestação e de resistência à truculência do PSDB e ao projeto ultraneoliberal que o partido implantou no Brasil, em conjunto com os setores empresariais e da mídia.

Os petroleiros tiveram que enfrentar até mesmo o Exército, que, a mando dos tucanos, invadiu várias refinarias da Petrobrás com tanques e tropas armadas. Centenas de trabalhadores foram arbitrariamente punidos, vários deles, demitidos.

Por mais de um mês, a categoria resistiu à violenta repressão comandada por Fernando Henrique Cardoso e às manipulações da imprensa.  A FUP e seus sindicatos foram submetidos a multas milionárias e tiveram seus bens penhorados.

Além de evitar a privatização da Petrobrás e de revelar a face autoritária do PSDB, a greve de maio de 1995 despertou um movimento nacional de solidariedade e de unidade classista. Várias categorias foram para às ruas defender a estatal, com um grito de guerra que se repetiu por todo o país: “Somos todos petroleiros!".

Quarta, 22 Abril 2015 15:17

Nº 1348

Quinta, 09 Abril 2015 17:49

Nº 1347

Terça, 31 Março 2015 14:05

Nº 1346

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Edição Nº 1418

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