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Quinta, 09 Julho 2015 19:51

Categoria permaneceu firme nas galerias do Senado durante os dias 7 e 8 e contribuiu decisivamente para evitar a votação do projeto que pode retirar o controle do estado brasileiro sobre as áreas do pré-sal

Quarta, 08 Julho 2015 19:51

“A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”
Karl Marx

PAUTA POLÍTICA

DA EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

 

Iniciamos nossa pauta unificada de reivindicações com a apresentação da proposta dos trabalhadores em substituição ao Plano de Negócios e Gestão 2015-2019 da Petrobrás, ressaltando a importância dada pelos últimos governos em considerar a Petrobrás como um importante instrumento, com suas políticas de petróleo e gás no país, para fomentar o desenvolvimento, emprego e renda. Mesmo sujeita a pressões competitivas e suas peculiaridades de empresa controlada pelo governo, e lamentavelmente, com parte de seu capital em mãos privadas, a Petrobrás reforçou seu crescimento, sua rentabilidade e sua enorme responsabilidade social e ambiental.

Nesse mesmo período, vale ressaltar que os trabalhadores alcançaram conquistas e direitos, como a recomposição do efetivo, profundamente prejudicado em governos anteriores. Mesmo assim, é preciso avançar mais, no intuito de consolidar o papel central dos trabalhadores no desenvolvimento da Petrobrás, sendo eles os protagonistas desse processo.

Além disso, dada a importância dos investimentos da Petrobrás para o desenvolvimento nacional, entendemos que algumas premissas são importantes para balizar a elaboração desse novo plano de investimentos da empresa. Nosso país é marcado por um nível de desenvolvimento tardio e dependente. Acreditamos que, num governo nacionalista, toda sua governança deve ser indutora estratégica para um novo ciclo do desenvolvimento que altere essa defasagem. Neste sentido, as reservas petrolíferas descobertas pela empresa no pré-sal brasileiro, juntamente com as demais fontes energéticas do país, devem fomentar e potencializar a política de conteúdo local e suas cadeias produtivas, priorizando a geração de valor agregado aos seus produtos finais e superando as desigualdades regionais do país.

É com esses princípios, aprovados na V PLENAFUP, que encaminhamos abaixo nossa PAUTA POLÍTICA, ressaltando a importância de termos a Petrobrás como empresa integrada de energia e responsável pelo desenvolvimento da produção do pré-sal.

 

DAS PRELIMINARES

0. A FEDERAÇÃO ÚNICA DOS PETROLEIROS (FUP) e seus SINDICATOS só irão dar início as tratativas para a elaboração de um novo acordo coletivo de trabalho (ACT) após esgotadas todas as discussões do presente documento.

DA RECOMPOSIÇÂO DE EFETIVO E ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

DO PLANO DE INCENTIVO A DEMISSÃO VOLUNTÁRIA (PIDV)

1. A COMPANHIA se compromete a realizar, imediatamente, via concurso público, a recomposição dos desligamentos oriundos do PLANO DE INCENTIVO A DEMISSÃO VOLUNTÁRIA (PIDV), colocado em prática nos anos de 2014 e 2015, bem como respeitar a função exercida pelos trabalhadores desligados.

Parágrafo Único. O efetivo deverá ser recomposto seguindo o cronograma de desligamentos do próprio PIDV.

DA RECOMPOSIÇÃO DO EFETIVO

2. A COMPANHIA realizará, em conjunto à FUP e seus SINDICATOS, negociações necessárias para a recomposição dos seus quadros ainda no primeiro ano do atual plano de negócios e gestão, ou seja, até dezembro de 2015.

Parágrafo 1º. Caberá à FUP indicar uma entidade para o levantamento das informações, bem como fiscalizar o andamento do mesmo.

Parágrafo 2º. Após a avaliação e a ratificação do levantamento pela FUP e seus SINDICATOS, será elaborado um cronograma para o cumprimento da recomposição dos quadros.

Parágrafo 3º. A recomposição dos quadros, impreterivelmente, ocorrerá até dezembro de 2019.

Parágrafo 4º. Enquanto as negociações não forem concluídas a COMPANHIA se compromete a repor, respeitando a função exercida pelos trabalhadores desligados, seu quadro de funcionários em igual número ao das dispensas.

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

3. A COMPANHIA apresentará, imediatamente, para a FUP e seus SINDICATOS a composição da nova estrutura organizacional, já apresentada na reunião do CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO no dia 26/06/2015.

Parágrafo 1º. A COMPANHIA, passada a fase de apresentação, abrirá negociações com a FUP e seus SINDICATOS para a composição da nova estrutura organizacional.

Parágrafo 2º. A nova estrutura organizacional somente será implementada após a avaliação e ratificação pela FUP e seus SINDICATOS.

 

DA NOVA POLÍTICA DE SAÚDE MEIO AMBINETE E SEGURANÇA (SMS)

. A COMPANHIA criará, imediatamente, com a FUP e os SINDICATOS, um mecanismo de elaboração e implementação de uma nova política de SMS.

Parágrafo 1º. A COMPANHIA criará, em sua nova estrutura organizacional, um órgão responsável por SMS, com status de uma diretoria nos moldes da atual estrutura organizacional.

Parágrafo 2º. A COMPANHIA criará, imediatamente, um Comitê Gestor do órgão SMS, com a participação de representantes da FUP e seus SINDICATOS, com o objetivo de discutir questões relativas a um programa de SMS e de propor sugestões para o seu funcionamento.

Parágrafo 3º. O Comitê Gestor do órgão SMS será paritário e deliberativo, com membros indicados pela FUP e seus SINDICATOS e pela COMPANHIA.

 

DA MANUTENÇÃO DA PETROBRÁS DISTRIBUIDORA S/A.

5. A COMPANHIA se absterá de realizar qualquer abertura de capital de sua subsidiária Petrobrás Distribuidora S/A.

 

DA MANUTENÇÃO DOS INVESTIMENTOS NOS CAMPOS MADUROS

6. A COMPANHIA se compromete com a manutenção e/ou ampliação das atividades de exploração e produção nos campos maduros, terrestres e marítimos, no Brasil.

 

DAS INCORPORAÇÕES

7. A COMPANHIA procederá à incorporação integral de todas as suas unidades controladas e subsidiárias, passando suas atividades a serem exercidas pela controladora.

Parágrafo 1º. A COMPANHIA procederá com a incorporação integral e imediata, uma vez que já se encontra em estágio avançado, de sua controlada FABRICA DE FERTILIZANTES ARAUCARIA NITROGENADOS S.A. (FAFEN/PR - Araucária Nitrogenados), passando suas atividades a serem exercidas pela controladora.

Parágrafo 2º. A COMPANHIA apresentará à FUP e seus SINDICATOS, imediatamente, relatório contendo todas as informações referentes à atual situação de suas unidades controladas e subsidiárias, devendo constar neste relatório, detalhes sobre composição do quadro acionário, bem como os projetos de investimentos para essas unidades.

8. A COMPANHIA envidará esforços junto ao governo para a incorporação integral de sua subsidiária PETROBRÁS TRANSPORTE – TRANSPETRO S.A, devendo, ao final do processo, assumir suas atividades como controladora.

Parágrafo 1º. As tratativas citadas no caput terão início, ainda no primeiro ano do atual plano de negócios e gestão, ou seja, até dezembro de 2015.

Parágrafo 2º. A COMPANHIA irá apresentar à FUP e seus SINDICATOS um cronograma para a incorporação da TRANSPETRO S.A.

 

DA CONCLUSÃO DE OBRAS

9. A COMPANHIA se compromete a concluir, com plena realização do projeto em execução até março de 2014, a construção das seguintes unidades:

(a) Refinaria ABREU E LIMA (PE);

(b) Refinaria COMPLEXO PETROQUÍMICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (COMPERJ); e

(c) Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (FAFEN-MS).

Parágrafo único. A conclusão das obras citadas terão início, ainda no primeiro ano do atual plano de negócios e gestão, ou seja , até dezembro de 2015, tendo como prazo final dezembro de 2019.

 

DA RESPONSABILIDADE SOCIAL E O INCENTIVO DA ECONOMIA NACIONAL

10. A COMPANHIA manterá seus investimentos na indústria nacional de petróleo e gás, mediante o cumprimento das metas estipuladas pela AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS (ANP) para o conteúdo local.

Parágrafo único - A COMPANHIA adotará os níveis de investimentos, aplicados entre os anos de 2008 e 2013 - observando a variação dos valores em reais (R$) e atualizando-os pela variação inflacionária do período - em todas as suas demandas para a cadeia produtiva nacional da indústria do petróleo e gás, contratando suas plataformas, sondas, embarcações de apoio e etc. no país.

11. A COMPANHIA, diante de sua responsabilidade social, garantirá a plena disponibilidade das Unidades Termelétricas para atendimento das necessidades do mercado interno de fornecimento de energia elétrica.

 

DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS

12. A PETROBRÁS assumirá, publicamente, a sua plena condição e o seu interesse em permanecer como operadora única dos campos do pré-sal, conforme garante a lei 12.351/2010 (Lei da partilha).

13. A FEDERAÇÃO ÚNICA DOS PETROLEIROS (FUP) e seus SINDICATOS reforçam que não aceitarão qualquer retrocesso nos direitos adquiridos pelos trabalhadores ao longo dos últimos 12 (doze) anos.

Quarta, 08 Julho 2015 15:01

A primeira das 21 sessões de assembleia que o Sindipetro Paraná e Santa Catarina promove nos próximos dias aprovou por unanimidade todos os seis pontos de pauta propostos. Os petroleiros do Terminal Terrestre da Transpetro de Guaramirim (Temirim), em Santa Catarina, participaram em bom número da assembleia desta quarta-feira (08), realizada às 09h30, em frente à unidade.

 

De acordo com André Luís dos Santos, dirigente responsável pela regional sindical de Santa Catarina, houve debate e questionamentos, mas após as exposições sobre o delicado momento que a empresa atravessa, com planos de venda de ativos e cortes de investimentos, além de projetos que tentam alterar o modelo de partilha do pré-sal, “os petroleiros compreenderam a importância da pauta política e fizeram discursos engajados”.

 

Os pontos de pauta em debate nas assembleias são: debate e aprovação da pauta de reivindicações aprovada na 5ª Plenária Nacional da FUP; aprovação de assembleia em caráter permanente; aprovação de estado de greve; mobilizações e atos por setores que acontecem entre os dias 14 e 22 de julho, conforme agenda apresentada pela FUP; paralisação nacional de 24 horas em todo o sistema Petrobrás no dia 24 de julho; e discussão e deliberação sobre o desconto assistencial de 2% sobre o salário básico (mês de agosto 1% e setembro 1%), sendo 1% para abono dos funcionários do sindicato e 1% destinado à FUP para campanha nacional “Defender a Petrobrás é Defender o Brasil”.

 

As assembleias prosseguem até o dia 14 de julho, próxima terça-feira. Confira as datas, locais e horários das sessões no quadro abaixo:

 

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

Araucária/PR

Em frente à REPAR / Grupo 5

08/07/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 3 + Administrativo

09/07/2015

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 2

09/07/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 1

09/07/2015

23h00

 

Em frente à REPAR / Grupo 4

14/07/2015

15h00

Curitiba/PR

Sede do Sindipetro SEDE DO SINDIPETRO PR/SC EM CURITIBA/PR

R. LAMENHA LINS, 2064 - REPAR + Aposentados

10/07/2015

17h30

Biguaçu/SC

Em frente ao TEGUAÇÚ

08/07/2015

14h00

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

08/07/2015

09h30

Itajaí/SC

Em frente ao TEJAÍ

09/07/2015

07h20

No estacionamento do Ativo de Produção Sul

09/07/2015

14h00

Paranaguá/PR

REGIONAL DO SINDIPETRO EM PARANAGUÁ/PR

R. Odilon Mader, 480 – Estradinha

13/07/2015

18h00

Em frente ao TEPAR/ Administrativo

13/07/2015

07h00

Em frente ao TEPAR /Grupo de Turno

13/07/2015

08h00

São Francisco do Sul/SC

Em frente ao TEFRAN

10/07/2015

12h30

Em frente ao TEFRAN/Grupo de Turno

10/07/2015

15h15

São Mateus do Sul/PR

REGIONAL de SÃO MATEUS DO SUL/PR  SIX + Aposentados

14/07/2015

13h00

Em frente à SIX - Grupo 1

09/07/2015

07h00

Em frente à SIX - Grupo 5

09/07/2015

15h00

Em frente à SIX - Grupo 4

09/07/2015

23h00

Em frente à SIX - Grupo 3 + Administrativo

10/07/2015

07h00

Em frente à SIX - Grupo 2

14/07/2015

07h00

 

Quarta, 08 Julho 2015 13:42

O aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba, amanheceu com um ato de pressão sobre os parlamentares em trânsito para Brasília. O manifesto exige que a Lei da Partilha sobre os recursos do pré-sal não seja alterada (Lei 1235, instituída em 2010). Com ela, a Petrobras detém exclusividade na operação dos poços das reservas do pré-sal, entrando em cada contrato com um mínimo de 30% de participação.

Atividades aconteceram também em Belo Horizonte (MG), contra o Projeto de Lei do Senado (PLS) 131/2015, de autoria do deputado José Serra (PSDB). Este projeto tem dupla função: busca derrubar o dispositivo que garante o papel central da Petrobras na exploração das reservas do pré-sal. Ao lado disso, o projeto retoma o debate sobre o retorno ao projeto de concessão do petróleo, no qual a empresa contratada tem direito a ficar com todo o petróleo explorado.

A Petrobras, por sua vez, desenvolveu tecnologia para exploração do petróleo em águas profundas. E as reservas do pré-sal representam uma quantidade ainda não dimensionada ao todo. De acordo com Agência Internacional de Energia, 105 bilhões de barris ainda podem ser descobertos.

A pergunta então é: com quem ficará o direito de acessar todas essas reservas? Com quais empresas?

“A quebra da lei da partilha é um retrocesso muito negativo para o desenvolvimento do país. Em 2010, tivemos a mudança na lei de concessão (Lei 9748, de 1997), passando para a Lei na qual a Petrobras é a operadora exclusiva do pré-sal. Isso está contribuindo com o desenvolvimento do país, principalmente na indústria naval, o que gera uma ramificação de empregos muito grande dentro do Brasil”, analisa Anacélie Azevedo, diretora do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR/SC).

A dirigente petroleira elenca também que o motivo do protesto se deve ao fato de que a Petrobrás vive hoje um processo de paralisia apelidado de “desinvestimento” da ordem de 30% dos investimentos anteriores, de acordo com Anacélie. “Todos os corruptos têm que ser punidos, porém o Brasil não pode sofrer nenhum dano, o avanço de tecnologia tem que seguir”, comenta.

Os petroleiros denunciam que o atual cenário vem na contramão do crescimento da empresa desde 2002, quando o investimento nas áreas de exploração e produção saltava de 3,6 bilhões de dólares para 27,2 bilhões, em 2013, de acordo com informativo nacional da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

Oposição não aceita sequer o contrato de partilha

O modelo de partilha na exploração do pré-sal já havia sido uma conquista – pela metade – dos movimentos sociais e da sociedade, em 2009, quando a exigência inicial era pelo monopólio da Petrobras na exploração do petróleo e das reservas do pré-sal (Ouça a reportagem especial na Rádio Agência NP).

Agora, alterar o modelo de partilha e rebaixar ainda mais a participação do Estado no controle das reservas de petróleo é mais um item numa lista recente de retrocessos. A campanha o “Petróleo tem que ser nosso”, lançada em 2009, realizou cinco plenárias, reuniu movimentos populares e sindicais e teve papel importante de pautar o debate na sociedade e pressionar para que o pré-sal não ficasse em mãos das empresas petrolíferas internacionais.

A tentativa de alteração do regime de partilha é um dado de que há intolerância contra qualquer operativo nacional sobre os recursos do petróleo. “Não è à toa que outros dois Projetos de Lei do PSDB correm em paralelo na câmara dos deputados federais, visando acabar com o regime de partilha de produção do pré-sal (…) além de um Fundo Social Soberano para investimentos em saúde e educação”, descreve o informativo da FUP.

por Pedro Carrano
Terra Sem Males

Terça, 07 Julho 2015 18:44

Reunida em São Paulo nesta segunda-feira, 06, a direção da FUP discutiu a implementação do calendário de luta e das principais deliberações da 5ª Plenafup, realizada entre os dias 01 e 05 de julho, em Guararema, na Escola Nacional Florestan Fernandes. A Federação protocolou na Petrobrás nesta terça-feira, 07, a pauta política aprovada por unanimidade na Plenária e que tem por base as propostas já apresentadas pela FUP para o Plano de Negócios e Gestão 2015-2018, cujo objetivo é garantir a manutenção dos investimentos da empresa, para que continue atuando de forma integrada e sendo indutora do desenvolvimento nacional.

Diante da gravidade do atual quadro político e dos ataques contra a Petrobrás, os petroleiros que participaram da Plenafup aprovaram que a prioridade da categoria neste momento deve ser impedir a venda de ativos e os cortes de investimentos anunciados pela empresa, bem como barrar os projetos que visam alterar o modelo de partilha do pré-sal. A Plenária acolheu as pautas encaminhadas pelos congressos regionais e remeteu para discussão no Conselho Deliberativo da FUP, que será realizado em Brasília, na primeira semana de agosto, durante o retorno dos parlamentares após o recesso no Congresso Nacional. Nesta mesma semana, a CUT, a CTB e outras centrais sindicais realizarão uma grande manifestação contra o ajuste fiscal em frente ao Ministério da Fazenda.

Acesse aqui a Pauta Política Unificada protocolada na Petrobrás

Os petroleiros aprovaram também por unanimidade uma série de mobilizações, inclusive um indicativo de greve, para se contrapor ao plano de desinvestimentos em curso na Petrobrás e ao PLS 131, do senador José Serra (PSDB/SP), que ameaça alterar o modelo de exploração do pré-sal, retirando da Petrobrás a função de operadora única e acabando com a participação obrigatória da empresa em todos os campos exploratórios.

Plano de lutas e assembleias
Nesta terça-feira, 07, quando o PLS 131 estará novamente na pauta de votação do Senado, a FUP e seus sindicatos voltarão a se manifestar nos principais aeroportos do país, como fizeram na semana passada, para pressionar os parlamentares sobre a importância de manter a Petrobrás como operadora única do pré-sal. As mobilizações integram o calendário de lutas deliberado pela 5ª Plenafup, que aprovou o indicativo de greve nacional em defesa da Petrobrás e do Brasil.

A partir desta terça-feira, 07, e até o dia 17,a FUP e os sindicatos realizam assembléias para submeter aos petroleiros os indicativos de estado de assembléia permanente e estado de greve. Ainda nesta semana, os petroleiros se somarão às mobilizações dos trabalhadores da BR Distribuidora, subsidiária que está na eminência de ter parte de seu capital entregue ao mercado. Na próxima semana, entre os dias 14 e 22 de julho, os petroleiros iniciam uma série de mobilizações nas bases contra a venda de ativos e os cortes de investimentos, que já estão impactando os trabalhadores e o País.

No dia 24 de julho, data da próxima reunião do CA, a categoria realizará uma greve de 24 horas para deixar claro que não aceitará que a maior e mais estratégica empresa do país seja desmantelada, colocando em risco as conquistas dos últimos anos, o que já está gerando demissões em massa e a desestruturação da política de conteúdo nacional.
 
Calendário de Lutas Aprovado pela Plenafup
07 de julho – atos nos aeroportos
07,08, 09 de julho – mobilizações e assembleias nas bases da BR Distribuidora contra a abertura do capital da subsidiária
07 a 10 de julho – concentração de representações da FUP e de seus sindicatos em Brasília, contra o PLS 131 e em defesa do pré-sal
07 a 17 de julho – assembleias para deliberar sobre estado de assembleia permanente, estado de greve e contribuição assistencial de 2% da remuneração, dividido em duas parcelas, para subsidiar a campanha em defesa da Petrobrás e contra a entrega do pré-sal
14 a 23 de julho – atos em defesa da Petrobrás, por segmentos: dia 14 nas unidades do gás e energia e nas usinas de biodiesel; no dia 16, nos terminais da Transpetro; no dia 17 nas refinarias; no dia 21, nas bases do E&P e dia 22, nas unidades administrativas
24 de julho – greve de 24 horas
Primeira semana de agosto -  Conselho Deliberativo Ampliado, em Brasília
 
Fonte: FUP

Terça, 07 Julho 2015 13:20

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina realiza 21 sessões de assembleia entre os dias 08 e 14 de julho para debater uma extensa pauta com a categoria. Como primeiros pontos, o edital traz o debate e aprovação da pauta de reivindicações aprovada na 5ª Plenária Nacional da FUP, a aprovação de assembleia em caráter permanente e a aprovação de estado de greve.

Na sequência da pauta, entram em debate as mobilizações e atos por setores que acontecem entre os dias 14 e 22 de julho, conforme agenda apresentada pela FUP, e a paralisação nacional de 24 horas em todo o sistema Petrobrás no dia 24 de julho. O último ponto em discussão é a deliberação ao desconto assistencial de 2% sobre o salário básico (mês de agosto 1% e setembro 1%), sendo 1% para abono dos funcionários do sindicato e 1% destinado à FUP para campanha nacional “Defender a Petrobrás é Defender o Brasil”.

Confira as datas, horários e locais das sessões de assembleia na tabela abaixo:

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

Araucária/PR

Em frente à REPAR / Grupo 5

08/07/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 3 + Administrativo

09/07/2015

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 2

09/07/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 1

09/07/2015

23h00

*Em frente à REPAR / Grupo 4

14/07/2015

15h00

Curitiba/PR

Sede do Sindipetro SEDE DO SINDIPETRO PR/SC EM CURITIBA/PR

R. LAMENHA LINS, 2064 - REPAR + Aposentados

10/07/2015

17h30

Biguaçu/SC

Em frente ao TEGUAÇÚ

08/07/2015

14h00

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

08/07/2015

09h30

Itajaí/SC

Em frente ao TEJAÍ

09/07/2015

07h20

No estacionamento do Ativo de Produção Sul

09/07/2015

14h00

Paranaguá/PR

REGIONAL DO SINDIPETRO EM PARANAGUÁ/PR

R. Odilon Mader, 480 – Estradinha

13/07/2015

18h00

Em frente ao TEPAR/ Administrativo

13/07/2015

07h00

Em frente ao TEPAR /Grupo de Turno

13/07/2015

08h00

São Francisco do Sul/SC

Em frente ao TEFRAN

10/07/2015

12h30

Em frente ao TEFRAN/Grupo de Turno

10/07/2015

15h15

São Mateus do Sul/PR

REGIONAL de SÃO MATEUS DO SUL/PR  SIX + Aposentados

14/07/2015

13h00

Em frente à SIX - Grupo 1

09/07/2015

07h00

Em frente à SIX - Grupo 5

09/07/2015

15h00

Em frente à SIX - Grupo 4

09/07/2015

23h00

Em frente à SIX - Grupo 3 + Administrativo

10/07/2015

07h00

Em frente à SIX - Grupo 2

14/07/2015

07h00

 *Retificado em 07/07/2015

**O Edital de Convocação de Assembleia está disponível no ícone dos anexos abaixo.

Domingo, 05 Julho 2015 14:39

Os ataques que a Petrobras vem sofrendo na mídia, a necessidade da solidariedade de classe e unidade em defesa do pré-sal e da soberania nacional pautaram os discursos da mesa de abertura política da V Plenafup, que aconteceu nesta quarta, às 19h na sede da Escola Florestan Fernandes em Guararema, São Paulo com o tema "Defender a Petrobrás é defender o Brasil".

A mesa de abertura contou com as presenças da representante da Escola Nacional Florestan Fernandes e membro da direção nacional do MST, Rosana Fernandes; o diretor do Sindicato Unificado de São Paulo - Gustavo Marsaioli, presidente de honra do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti,Representante do Movimento dos Atingidos por Barragens, Luiz Delacosta, Via Campesina, Romário Ronceto, o Presidente da Confederação Nacional dos Metalurgicos - Paulão ; o Presidente da CUT - Wagner Freitas, pela Confederação dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) - Divanilton Pereira, representando a Federação ùnica dos Petroleiros na época da greve de 95, Humberto Carvalho, representando a CNRQ, Cibele Isidoro, o representante dos trabalhadores no CA da Petrobrás, Deyvid Bacelar, o coordenador da FUP, José Maria Ferreira Rangel.

Antes dos discursos, os militantes do MST e estudantes da escola fizeram uma mística emocionante com cânticos e danças empunhando bandeiras que remetiam a unidade dos trabalhadores do campo e da cidade. A representante da Escola Nacional Florestan Fernandes e membro da direção nacional do MST, Rosana Fernandes, agradeceu a categoria petroleira pelo legado que vão deixar na escola, através de reformas que eram urgentes e necessárias para a escola. Ao término da apresentação, o canto da Internacional Socialista uniu todas as vozes presentes na Plenária.
Também foi lida uma saudação do Deputado Federal do PCdo B, Davisson Magalhães, da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás.

O Presidente da CUT, Wagner Freitas, disse que veio na Plenária para lavar a alma. Se disse muito feliz em estar no MST e da parceria com a CUT." Temos que nos orgulhar pelo que fizemos no Brasil nos ultimos 12 anos, porque o mundo se orgulha disso. O que construímos sob ponto de vista de conscientização da classe trabalhadora e da repartição social nunca foi vista antes.

A respeito da defesa da Petrobrás e do pré-sal, Wagner Freitas disse que ela é fundamental. "A disputa pelo controle do petróleo e gas no mundo está em jogo com o projeto do José Serra. Está em jogo a nossa soberania nacional. Fazer greve pelo pré-sal não é greve é luta de classes" - afirmou.
O Coordenador da FUP, José Maria Rangel, foi o último a discursar. Zé Maria explicou qual a Petrobrás que a categoria tem que defender agora. " Quando falamos em defender a Petrobrás, falamos da Petrobrás que um operário ousou transformar em uma dasa maiores empresas de energia do mundo. Nós amamos essa empresa. Nossa camisa laranja, todos querem ter. Temos que ter orgulho de usá-la" - afirmou. Lembrou que o inimigo é perigoso, mas não suporta a força da categoria petroleira.

O resgate do papel da categoria precisa ser resgatado. "Temos companheiros que não se veem mais como operários, por conta de todos ganhos que a categoria obteve nos últimos governos.Nossa tarefa é mostrar que nosso DNA é de trabalhador! É preciso entender que nossa pauta é unica: a defesa da Petrobras e do Brasil ou entendemos isso ou deixaremos a Petrobras ser entregue sem luta" - disse. Prontamente o plenário respondeu: " - Jamais!"

Quinta, 11 Junho 2015 14:42

Evento acontece no dia 23/06, às 19h00, na Sede Regional do Sindipetro PR e SC, e serão servidos queijos e vinhos ao público. Sindicalizados podem retirar seus convites no Sindicato ou com os dirigentes.

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Edição Nº 1418

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