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Terça, 25 Março 2014 18:04

Mais uma vez, a Petrobrás volta a ser palanque de disputas políticas em ano eleitoral. Foi assim no governo Lula, foi assim em 2010 e não seria diferente esse ano, quando as pesquisas eleitorais refletem o apoio popular ao governo Dilma. Tensionada, a oposição, em conluio com a velha mídia, mira na Petrobrás para tentar desmoralizar a gestão pública da maior empresa brasileira.

Os mesmos PSDB e DEM, que quando governaram o país fizeram de tudo para privatizar a Petrobrás, trazem de volta à cena política antigas denúncias sobre refinarias adquiridas pela empresa no exterior e tornam a atacar as que estão em fase final de construção no Brasil. Quem acompanha a nossa indústria de petróleo sabe da urgência de reestruturação do parque de refino da Petrobrás, que, durante o governo do PSDB/DEM, foi sucateado e estagnado, assim como os demais setores da empresa.

Quando exercia o papel de governista (dos anos 90 até 2002), a oposição demo-tucana quebrou o monopólio estatal da Petrobrás, escancarou a terceirização, privatizou alguns setores e unidades da empresa, reduziu drasticamente os efetivos próprios, estagnou investimentos em exploração, produção e refino e ainda tentou mudar o nome da Petrobrás para Petrobrax. Foi nessa época que a empresa protagonizou alguns dos  maiores acidentes ambientais do país e o afundamento da P-36.

São os mesmos neoliberais que insistem em atacar a gestão estatal que desde 2003 iniciou o processo que fará da Petrobrás uma empresa verdadeiramente pública e voltada para os interesses nacionais.

Vamos aos fatos: em 2002, a Petrobrás  valia R$ 30 bilhões, sua receita era de R$ 69,2 bilhões, o lucro líquido de R$ 8,1 bilhões e os investimentos não passavam de R$ 18,9 bilhões. Uma década depois, em 2012, o valor de mercado da Petrobrás passou a ser de R$ 260 bilhões, a receita subiu para R$ 281,3 bilhões, o lucro líquido para R$ 21,1 bilhão e os investimentos foram multiplicados para R$ 84,1 bilhão.

Antes do governo Lula, a Petrobrás contava em 2002 com um efetivo de 46 mil trabalhadores próprios, produzia 1 bilhão e 500 mil barris de petróleo por dia e tinha uma reserva provada de 11 bilhões de barris de óleo. Após o governo Lula, em 2012, a Petrobrás quase que dobrou o seu efetivo para 85 mil trabalhadores, passou a produzir 2 bilhões de barris de óleo por dia e aumentou a reserva provada para 15,7 bilhões de barris de petróleo.

Apesar da crise econômica internacional e da metralhadora giratória da mídia partidária da oposição, a Petrobrás descobriu uma nova fronteira petrolífera, passou a produzir no pré-sal e caminha a passos largos para se tornar uma das maiores gigantes de energia do planeta. Não aceitamos, portanto, que esse processo seja estancado por grupos políticos que no passado tentaram privatizar a empresa e hoje, fortalecidos por novos aliados, continuam com o mesmo propósito.

Se confirmados erros e irregularidades na gestão da Petrobrás, exigiremos que sejam devidamente apurados pelos órgãos de controle do Estado e pela Justiça. A FUP e seus sindicatos acompanharão de perto esse processo, cobrando transparência na investigação e responsabilização de qualquer desvio que possa ter ocorrido. No entanto, não permitiremos que sangrem a Petrobrás em um ringue de disputas políticas partidárias eleitorais, como querem os defensores da CPI. Reagiremos à altura contra qualquer retrocesso que possa ser imposto à maior empresa brasileira, alavanca do desenvolvimento do país.

DIREÇÃO COLEGIADA DA FUP

Segunda, 10 Março 2014 11:30

1323

Quinta, 27 Fevereiro 2014 20:20

1322

Quarta, 26 Fevereiro 2014 18:19

As assembleias para avaliação da proposta de regramento da PLR, cujas conquistas já valem para o exercício de 2013, já foram concluídas nas bases do Sindipetro Unificado do Estado de São Paulo, em Minas Gerais, Duque de Caxias e Paraná/Santa Catarina, com aprovação de mais de 75% dos trabalhadores. O Acordo foi assinado nesta terça-feira, 25. Em Pernambuco e Paraíba, a última assembleia foi realizada no final da tarde, consolidando a aprovação da proposta. O Acordo será assinado nesta quarta-feira, 26.

No Amazonas, Bahia e Espírito Santo, o regramento da PLR também está sendo aprovado pelos trabalhadores nas assembleias que prosseguem até sexta-feira, 28. No Rio Grande do Sul, a consulta começa na quinta-feira, 27, e segue até o dia 07 de março. No Ceará, Rio Grande do Norte e Norte Fluminense, as assembleias serão realizadas após o Carnaval.

Petrobrás atende cobrança da FUP e agenda reunião para discutir quitação da PLR 2013
Em resposta à cobrança da FUP, a Petrobrás agendou para quinta-feira, 27, pela manhã, reunião para apresentar os resultados do exercício de 2013 e seus efeitos na PLR, tomando como base as conquistas do regramento negociado com a Federação e seus sindicatos e que estão sendo aprovadas pela categoria (veja documento ao lado). A FUP cobrará que a empresa já agende a data para a quitação da PLR 2013.

Direção Colegiada da FUP

Quinta, 20 Fevereiro 2014 20:17

Os petroleiros do Paraná e Santa Catarina estão aprovando em assembleias a última proposta apresentada pela Petrobras para o regramento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Até agora já foram realizadas seis sessões de assembleia, com aprovação por ampla maioria em dois grupos da Repar, um da SIX, no Terminal de Itajaí e na UO-Sul. 

A empresa apresentou uma proposta com percentuais para o cálculo do montante, entre 4,5% a 7,25%, sobre o lucro líquido da companhia.

As sessões de assembleia prosseguem até segunda-feira (24), quando será divulgado o resultado final.

Assembleias restantes:

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

 

Em frente à REPAR / Grupo 3 + Administrativo

21/02/2014

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 1

24/02/2014

15h00

Curitiba/PR

SEDE DO SINDIPETRO PR/SC EM CURITIBA/PR

R. LAMENHA LINS, 2064 (Grupo 2)

21/02/2014

17h30

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

21/02/2014

09h30

Joinville/SC

REGIONAL DO SINDIPETRO EM JOINVILLE/SC

Rua Elly Soares nº 127, bairro Floresta

21/02/2014

19h00

Paranaguá/PR

REGIONAL DO SINDIPETRO EM PARANAGUÁ/PR

R. Odilon Mader, 480 – Estradinha

21/02/2014

17h30

Em frente do TEPAR

21/02/2014

07h00

São Francisco do Sul/SC

Em frente do TEFRAN

21/02/2014

12h30

Em frente ao TEFRAN/Grupo de Turno

21/02/2014

15h00

São Mateus do Sul/PR

REGIONAL DO SINDIPETRO EM SÃO MATEUS DO SUL/PR - Grupos 4 e 5

21/02/2014

17h30

 

Em frente da SIX - Grupo 3

21/02/2014

15h00

Em frente da SIX - Grupo 2 + Administrativo

24/02/2014

07h00

Terça, 18 Fevereiro 2014 20:05

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina realiza sessões de assembleia em todas suas bases de representação entre os dias 20 e 24 de fevereiro para debater e deliberar sobre a proposta final de regramento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), apresentada pela Petrobrás na segunda-feira (17/02).

O Conselho Deliberativo da FUP se reuniu nesta terça-feira (18), no Rio de Janeiro, para avaliar o teor da proposição e indicou a aceitação nas assembleias. Caso seja aprovada, o terá validade de cinco anos, com revalidação a cada dois.

A empresa apresentou uma proposta com percentuais para o cálculo do montante, entre 4,5% a 7,25%, sobre o lucro líquido da companhia.

Na reunião de negociação realizada na semana passada, a Petrobrás havia proposto o regramento com variação entre 4% e 5,25%, que não seria aplicada na PLR 2013. Porém, após a rejeição da FUP, além do aumento nos percentuais, o regramento já terá validade no pagamento da PLR deste ano, que será quitada a partir do dia 1º de julho.

De acordo com estudos preliminares da assessoria econômica do DIEESE/FUP, se a nova regra da PLR fosse aplicada entre os anos de 2007 e 2012, o montante da PLR a ser distribuído teria sido maior.

Confira as datas, locais e horários das assembleias:

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

Araucária/PR

Em frente à REPAR / Grupo 4

20/02/2014

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 5

20/02/2014

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 3 + Administrativo

21/02/2014

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 1

24/02/2014

15h00

Curitiba/PR

SEDE DO SINDIPETRO PR/SC EM CURITIBA/PR

R. LAMENHA LINS, 2064 (Grupo 2)

21/02/2014

17h30

Biguaçu/SC

Em frente ao Restaurante Meurer

Estrada Geral Santa Cruz, s/nº, Biguaçu-SC.

20/02/2014

09h30

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

21/02/2014

09h30

Itajaí/SC

Em frente ao TEJAÍ

20/02/2014

12h30

Em frente à UO-SUL

20/02/2014

15h00

Joinville/SC

REGIONAL DO SINDIPETRO EM JOINVILLE/SC

Rua Elly Soares nº 127, bairro Floresta

21/02/2014

19h00

Paranaguá/PR

REGIONAL DO SINDIPETRO EM PARANAGUÁ/PR

R. Odilon Mader, 480 – Estradinha

21/02/2014

17h30

Em frente do TEPAR

21/02/2014

07h00

São Francisco do Sul/SC

Em frente do TEFRAN

21/02/2014

12h30

Em frente ao TEFRAN/Grupo de Turno

21/02/2014

15h00

São Mateus do Sul/PR

REGIONAL DO SINDIPETRO EM SÃO MATEUS DO SUL/PR - Grupos 4 e 5

21/02/2014

17h30

São Mateus do Sul/PR

Em frente da SIX - Grupo 1

20/02/2014

15h00

Em frente da SIX - Grupo 3

21/02/2014

15h00

Em frente da SIX - Grupo 2 + Administrativo

24/02/2014

07h00

*Edital de Convocação de Assembleias Disponível no ícone abaixo.

Segunda, 17 Fevereiro 2014 19:00

1321

Sexta, 07 Fevereiro 2014 16:58

Assim como foi feito no lançamento do Programa de Incentivo à demissão Voluntária (PIDV), a FUP aproveitará a reunião de negociação da PLR futura na próxima terça-feira (11) para voltar a cobrar soluções que corrijam as injustiças que envolvem o programa, lançado pela Petrobrás na segunda semana de janeiro e que incentiva o afastamento de trabalhadores já aposentados pelo INSS, bem como os que estiverem aptos a solicitar aposentadoria até o dia 31 de março com a idade mínima de 55 anos.

Veja abaixo alguns pontos cobrados pela FUP:
• Trabalhadores com direito à aposentadoria especial e do Grupo 78/79 que teriam direito à aposentadoria a partir dos 53 anos;
• Mulheres trabalhadoras que tem o tempo de aposentadoria diferenciado;
• Anistiados que não foram contemplados com o pleito da FUP pelo recolhimento do serviço passado na Petros;
• Definição unilateral por parte dos gerentes sobre quem sairá imediatamente e quem permanecerá por mais 36 meses.

Para a FUP e seus sindicatos, o programa que abrangerá 8.379 petroleiros, dos quais 6.879 já estão aposentados, retrata mais uma decisão unilateral da empresa em lançar programas que afetam efetivamente a vida dos trabalhadores, sem nenhum debate prévio com o movimento sindical e sem a garantia de reposição destes trabalhadores, o que poderá sobrecarregar os que permanecerão na empresa.

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Edição Nº 1418

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