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Quarta, 08 Julho 2015 11:08

Dois trabalhadores terceirizados da empresa Espiral morreram na tarde desta terça-feira, 07, no Terminal da Transpetro de Barra do Riacho (TABR), na cidade de Aracruz, situada norte do Espírito Santo. O acidente ocorreu quando os trabalhadores estavam realizando a montagem de um andaime na ponta do píer, sobre o mar, para fazer a manutenção na instalação oceanográfica do terminal.

Segundo informações do Sindipetro ES, o concreto cedeu e, o andaime que não estava ancorado, foi para dentro da água, levando junto os trabalhadores que estavam presos à estrutura pelo cinto de segurança. Ainda segundo o sindicato, a Permissão de Trabalho (PT) havia recomendado que os funcionários ficassem apenas de colete, sem se amarrar pelo cinto no andaime. Ambos foram resgatados já sem vida pelos próprios colegas de trabalho, pois uma hora após o acidente, ainda não havia chegado qualquer tipo de socorro.

O Sindipetro ES está em busca de informações mais detalhadas sobre as causas do acidente e já indicou uma mobilização em defesa da vida, a ser realizada nesta quarta-feira, 08. O sindicato informou que vem cobrando a Transpetro, há mais de um ano, uma ambulância no local da unidade. 

Fonte: FUP com informações do Sindipetro ES

Quarta, 08 Julho 2015 10:56

Em dia de protestos contra alteração no regime de exploração do petróleo, ganha força entre os parlamentares de vários partidos ideia de criação de nova comissão especial para debater melhor o tema

Terça, 07 Julho 2015 15:44

Reunida em São Paulo nesta segunda-feira, 06, a direção da FUP discutiu a implementação do calendário de luta e das principais deliberações da 5ª Plenafup, realizada entre os dias 01 e 05 de julho, em Guararema, na Escola Nacional Florestan Fernandes. A Federação protocolou na Petrobrás nesta terça-feira, 07, a pauta política aprovada por unanimidade na Plenária e que tem por base as propostas já apresentadas pela FUP para o Plano de Negócios e Gestão 2015-2018, cujo objetivo é garantir a manutenção dos investimentos da empresa, para que continue atuando de forma integrada e sendo indutora do desenvolvimento nacional.

Diante da gravidade do atual quadro político e dos ataques contra a Petrobrás, os petroleiros que participaram da Plenafup aprovaram que a prioridade da categoria neste momento deve ser impedir a venda de ativos e os cortes de investimentos anunciados pela empresa, bem como barrar os projetos que visam alterar o modelo de partilha do pré-sal. A Plenária acolheu as pautas encaminhadas pelos congressos regionais e remeteu para discussão no Conselho Deliberativo da FUP, que será realizado em Brasília, na primeira semana de agosto, durante o retorno dos parlamentares após o recesso no Congresso Nacional. Nesta mesma semana, a CUT, a CTB e outras centrais sindicais realizarão uma grande manifestação contra o ajuste fiscal em frente ao Ministério da Fazenda.

Acesse aqui a Pauta Política Unificada protocolada na Petrobrás

Os petroleiros aprovaram também por unanimidade uma série de mobilizações, inclusive um indicativo de greve, para se contrapor ao plano de desinvestimentos em curso na Petrobrás e ao PLS 131, do senador José Serra (PSDB/SP), que ameaça alterar o modelo de exploração do pré-sal, retirando da Petrobrás a função de operadora única e acabando com a participação obrigatória da empresa em todos os campos exploratórios.

Plano de lutas e assembleias
Nesta terça-feira, 07, quando o PLS 131 estará novamente na pauta de votação do Senado, a FUP e seus sindicatos voltarão a se manifestar nos principais aeroportos do país, como fizeram na semana passada, para pressionar os parlamentares sobre a importância de manter a Petrobrás como operadora única do pré-sal. As mobilizações integram o calendário de lutas deliberado pela 5ª Plenafup, que aprovou o indicativo de greve nacional em defesa da Petrobrás e do Brasil.

A partir desta terça-feira, 07, e até o dia 17,a FUP e os sindicatos realizam assembléias para submeter aos petroleiros os indicativos de estado de assembléia permanente e estado de greve. Ainda nesta semana, os petroleiros se somarão às mobilizações dos trabalhadores da BR Distribuidora, subsidiária que está na eminência de ter parte de seu capital entregue ao mercado. Na próxima semana, entre os dias 14 e 22 de julho, os petroleiros iniciam uma série de mobilizações nas bases contra a venda de ativos e os cortes de investimentos, que já estão impactando os trabalhadores e o País.

No dia 24 de julho, data da próxima reunião do CA, a categoria realizará uma greve de 24 horas para deixar claro que não aceitará que a maior e mais estratégica empresa do país seja desmantelada, colocando em risco as conquistas dos últimos anos, o que já está gerando demissões em massa e a desestruturação da política de conteúdo nacional.
 
Calendário de Lutas Aprovado pela Plenafup
07 de julho – atos nos aeroportos
07,08, 09 de julho – mobilizações e assembleias nas bases da BR Distribuidora contra a abertura do capital da subsidiária
07 a 10 de julho – concentração de representações da FUP e de seus sindicatos em Brasília, contra o PLS 131 e em defesa do pré-sal
07 a 17 de julho – assembleias para deliberar sobre estado de assembleia permanente, estado de greve e contribuição assistencial de 2% da remuneração, dividido em duas parcelas, para subsidiar a campanha em defesa da Petrobrás e contra a entrega do pré-sal
14 a 23 de julho – atos em defesa da Petrobrás, por segmentos: dia 14 nas unidades do gás e energia e nas usinas de biodiesel; no dia 16, nos terminais da Transpetro; no dia 17 nas refinarias; no dia 21, nas bases do E&P e dia 22, nas unidades administrativas
24 de julho – greve de 24 horas
Primeira semana de agosto -  Conselho Deliberativo Ampliado, em Brasília
 
Fonte: FUP

Terça, 07 Julho 2015 15:22

O grave cenário político e os ataques contra a Petrobrás motivaram a constituição de uma Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás no Paraná. O lançamento deste movimento de legisladores acontece na próxima segunda-feira (13), às 14h30, na Alep (Assembleia Legislativa do Estado do Paraná), em Curitiba.

A intenção é fortalecer a luta contra a venda de ativos e os cortes de investimentos anunciados pela empresa, assim como barrar os projetos que visam alterar o modelo de partilha do pré-sal, a exemplo do Projeto de Lei do Senado (PLS) Nº 131, de autoria do senador José Serra (PSDB/SP), que retira da Petrobrás a função de operadora única e acaba com a participação obrigatória da empresa em todos os campos exploratórios.

Assembleia
Em função do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás, a assembleia do Grupo 4 da Repar que aconteceria no dia 13, às 15h00, foi transferida para o dia 14 (terça-feira), no mesmo horário. Em pauta: debate e aprovação da pauta aprovada na V Plenafup, aprovação de assembleia em caráter permanente, aprovação de estado de greve, mobilizações e atos por setores entre os dias 14 e 22/07, paralisação nacional de 24 horas no dia 24/07, entre outros.

Segunda, 06 Julho 2015 11:36

Deliberação foi aprovada por unanimidade pela Plenária Nacional da FUP neste domingo (05) Os petroleiros que participaram da 5ª Plenária Nacional da FUP, na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema (SP), aprovaram na tarde deste domingo (05) um amplo calendário de lutas em defesa da Petrobrás e do pré-sal. “A prioridade da categoria petroleira agora é lutar contra o PLS 131 do Serra, que quer entregar o pré-sal às multinacionais, e barrar o plano de desinvestimentos anunciado pela empresa”, afirmou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Entendendo a gravidade do atual momento político do país e dos ataques que Petrobrás está sofrendo, os petroleiros também aprovaram por unanimidade que a pauta a ser negociada com a estatal durante a campanha reivindicatória tenha por base as propostas apresentadas pela FUP para o Plano de Negócios e Gestão da empresa. “Nós temos que ir pra dentro da Petrobrás discutir o plano de investimentos da empresa e barrar a venda de ativos e os cortes que terão impactos diretos não só para os trabalhadores, como para o desenvolvimento do País”, frisou José Maria, referindo-se às demissões em massa, fechamento de empresas e desmobilização de diversos setores da economia nacional, como indústria naval, produção de máquinas e equipamentos, construção civil, entre outros. “Cabe, portanto, aos petroleiros, metalúrgicos, movimentos sociais, centrais sindicais e outras categorias organizadas defender a Petrobrás e o Brasil do retrocesso que está em curso no País”, destacou o coordenador da FUP, ressaltando a importância da aliança com estes setores, que foi consolidada e fortalecida durante a Plenária Nacional dos Petroleiros. ”Não adianta mais conversar. O governo está quieto, os partidos estão fragilizados e nós vamos fazer o quê? Vamos sentar com a Petrobrás para tratar de questões corporativas, enquanto a empresa está sendo desmantelada e o pré-sal entregue? Não dá para fazermos as duas coisas em paralelo.

Ou conduzimos a campanha reivindicatória ou lutamos para garantir os investimentos da Petrobrás, os empregos, a política de conteúdo nacional e o controle do Estado sobre o pré-sal”, explicou o coordenador da FUP. Os petroleiros aprovaram uma série de mobilizações, inclusive um indicativo de greve, para se contrapor ao plano de desinvestimentos em curso na Petrobrás e também para barrar o PLS 131, do senador José Serra (PSDB/SP), que ameaça alterar o modelo de exploração do pré-sal, retirando da Petrobrás a função de operadora única e acabando com a participação obrigatória da empresa em todos os campos exploratórios. O projeto está na pauta de votação do Senado e corre o risco de ser aprovado já nesta terça-feira,07.

Com o tema “Defender a Petrobrás é defender o Brasil”, a 5ª Plenafup foi realizada em Guararema, entre os dias 01 e 05 de julho, com participação de cerca de 250 trabalhadores, de todos os estados do país. Na sexta-feira, 03, a plenária contou com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que durante três horas e meia falou para a categoria sobre a importância de se defender a Petrobrás, as conquistas sociais, a soberania e a democracia. Ele reafirmou o seu compromisso com as lutas dos petroleiros, se prontificando a estar junto com a categoria na campanha em defesa da Petrobrás. “Essa luta não é só dos petroleiros, é de quem tem responsabilidade com a soberania desse país", ressaltou o ex-presidente. A diretoria da FUP estará reunida nesta segunda-feira (06) em São Paulo, para discutir os principais encaminhamentos da Plenária Nacional, bem como as ações imediatas em defesa da Petrobrás e do pré-sal.

Fonte: FUP

Domingo, 05 Julho 2015 12:08

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conclamou a defesa da Petrobras nesta sexta-feira (3), durante sua participação na 5ª Plenária Nacional da Federação Única dos Petroleiros (FUP). O ex-presidente disse ainda que "se alguém roubou a Petrobras, que pague pelo roubo, mas que os trabalhadores não sejam punidos". A Plenária aconteceu na Escola Nacional Florestan Fernandes do MST em Guararema (SP). "A luta da defesa da Petrobras não é só dos petroleiros. É de quem tem responsabilidade com a soberania desse país", completou.

Lula disse que "se quiserem um brasileiro com orgulho da Petrobras, estou aqui" e sobre a abordagem da imprensa às questões da estatal, afirmou: "a petrobra não é corrupção. É muito mais que isso. O Brasil não é só miséria como querem mostrar. Não queremos que não mostrem as coisas ruins, mas queremos que mostrem a verdade".

O ex-presidente comentou os vazamentos seletivos da Operação Lava-Jato. "O vazamento tem interesse. É para pegar alguém ou acusar um partido. Ou seja, a pessoa só pode ser chamada de ladrão quando provar que éladrão, não pode criminalizar a pessoa antes de ser julgada".

O atual pessimismo na sociedade também foi lembrado no discurso de Lula, que afirmou: "o mau humor hoje não é gratuito. Tem gente que ganha quando cai as ações da petrobras. Eles compram para vender na alta. Acho que tem gente que dá notícia negativa todo dia, para criminalizar o PT e as esquerdas". E rebateu "não há espaço para sermos negativos neste país, é só olhar o que nós éramos e o que somos hoje. Estamos vivendo tempos difíceis, mas vamos consertar. E é isso que a presidenta Dilma está fazendo neste momento".

Ele enalteceu as "boas notícias" que já estão sendo anunciadas. "Dilma já anunciou dois planos importantes, que é o Plano Safra e o Plano de Concessões, vai anunciar programa de investimento na área de energia, setor elétrico. Mais 3 milhões de casas no Minha Casa, Minha Vida, e vai anunciar outras medidas importantes". Lula lembrou também o Plano Nacional de Educação (PNE), que "é o grande programa revolucionário neste país" e afirmou "vamos andar o Brasil defendendo este Plano".

Sobre a redução da maioridade penal recém-aprovada na Câmara, o ex-presidente observou que se trata de uma injustiça. "O que explica que o Congresso queira jogar na costa de meninos de 16 anos a responsabilidade pelo que os governos não fazem?". Lula disse também que a "meninada precisa de oportunidade e não de cadeia".

A intolerância política foi outro tema abordado por ele em sua explanação. Lula ressaltou a necessidade de defender a democracia. "A democracia pressupõe respeitar o espaço do outro. Repartir democraticamernte os espaços públicos. E não pixar com violência a porta da casa do Jô Soares porque ele entrevistou a presidenta".

Para terminar, Lula encorajou os trabalhadores a fazer a disputa política no Brasil. "A luta dos trabalhadores não pode ser eminentemente econômica. Tem que pensar em outras coisas. Tem que defender a empresa, proposta para melhorar a vida da empresa, mas tem de sobretudo defender a democracia deste país, o estado de direito. Porque não foi fácil o que conquistamos até agora. Não podemos abdicar disso"

Terça, 02 Junho 2015 16:39

Nº 1351

Terça, 02 Junho 2015 16:08

Diretores da FUP e uma comissão de representantes dos sindicatos filiados se reuniram no dia 20 de maio, no Rio de Janeiro, com a Petrobrás e a empresa que opera o Benefício Farmácia, a Global saúde. A pauta foi a cobrança por soluções dos problemas apontados pelos usuários do programa. O Sindipetro Paraná e Santa Catarina enviou dois dirigentes, os companheiros Claudiney Batista, secretário de saúde do Sindicato, e Antônio Carlos Silva, coordenador da secretaria dos aposentados e pensionistas.

Na oportunidade, os sindicalistas relataram todas as dificuldades que os petroleiros têm para adquirir medicamentos, conforme denúncias que chegaram às entidades, por conta dos transtornos causados pela mudança da operadora. A Global Saúde pediu um prazo de trinta dias para corrigir as distorções que estão acontecendo e apresentar um relatório com a evolução das providências tomadas.

As críticas da FUP e sindicatos à gestão do programa foram contundentes. As principais queixas referem-se a não liberação de todos os medicamentos prescritos em receita médica, limite de compras de R$ 400,00 por beneficiário/mês, impossibilidade de efetivação da compra em horários determinados, limite diário de venda por estabelecimento de R$ 1,5 mil, burocracia excessiva e exigências desnecessárias, problemas com o '0800', sistema fora do ar, dificuldades com o reembolso, e a não resposta de análise técnica, entre outros.

A Global, que já foi multada pela Petrobrás por descumprimento de contrato, argumentou que está realizando melhorias no site, no modelo de e-mail, e que está recrutando mais pessoas para os serviços de atendimento aos usuários. A empresa também negou que esteja restringindo a aquisição de medicamentos ou efetuando bloqueios por horário ou valores. Apesar disso, o elevado número de reclamações e a coincidência de motivações leva a crer que existe alguma disposição em dificultar a aquisição dos medicamentos.

Na reunião ficou evidente que a Global tenta justificar as dificuldades explorando as tentativas de fraude contra o sistema. Os ilícitos devem ser combatidos pela operadora, mas não podem servir de desculpa para tantos transtornos que o Benefício Farmácia vem causando. A empresa ainda apresentou um demonstrativo de receitas e despesas e sugeriu uma possível insuficiência de verbas no contrato para atender a demanda.

A principal alegação de defesa da Global é o fato de ter assumido um programa em andamento, abandonado pela e-pharma. A antiga operadora prestava serviços mediante um contrato de reembolso por demanda de medicamentos adquiridos pelos beneficiários. A Global substituiu a e-pharma, sendo remunerada pelo valor de R$ 42,00 por usuário/mês, mas nos demonstrativos apresentados durante a reunião demonstra uma despesa mensal superior ao valor contratado.

Apesar de a operadora não ter demonstrado capacidade para gerir o programa, a principal responsável é a Petrobrás, que terceirizou a gestão do Benefício Farmácia e retirou o controle da gerência de compartilhados da empresa.

No entendimento da FUP e dos sindicatos, a solução para os problemas do Benefício Farmácia passa pela transparência da gestão do programa, com participação dos trabalhadores. Dados sobre o valor arrecadado para o benefício, por exemplo, dariam base para analisar a suficiência, ou não, do contrato firmado. Enquanto estas reivindicações não são atendidas, os trabalhadores exigem que a Petrobrás cumpra o ACT em sua plenitude. 

Recadastramento
Diante dos problemas, foi acordado que o prazo para recadastramento dos usuários, que acabaria no dia 31 de maio, seja prorrogado até 30 de junho. Até o momento, cerca de 180 mil usuários da AMS já se recadastraram para receber os cartões de utilização do benefício. Para fazer o recadastramento, acesse www.portaldobeneficiario.globalsaude.com.br.

Fiscalize!
A FUP disponibilizou um sistema de monitoramento do Benefício Farmácia para que os petroleiros e seus dependentes fiscalizem essa que é uma das principais conquistas da categoria. Acesse o portal www.beneficiofarmacia.fup.org.br ou entre em contato pelo 0800-761-6238.

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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