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Domingo, 05 Julho 2015 15:08

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conclamou a defesa da Petrobras nesta sexta-feira (3), durante sua participação na 5ª Plenária Nacional da Federação Única dos Petroleiros (FUP). O ex-presidente disse ainda que "se alguém roubou a Petrobras, que pague pelo roubo, mas que os trabalhadores não sejam punidos". A Plenária aconteceu na Escola Nacional Florestan Fernandes do MST em Guararema (SP). "A luta da defesa da Petrobras não é só dos petroleiros. É de quem tem responsabilidade com a soberania desse país", completou.

Lula disse que "se quiserem um brasileiro com orgulho da Petrobras, estou aqui" e sobre a abordagem da imprensa às questões da estatal, afirmou: "a petrobra não é corrupção. É muito mais que isso. O Brasil não é só miséria como querem mostrar. Não queremos que não mostrem as coisas ruins, mas queremos que mostrem a verdade".

O ex-presidente comentou os vazamentos seletivos da Operação Lava-Jato. "O vazamento tem interesse. É para pegar alguém ou acusar um partido. Ou seja, a pessoa só pode ser chamada de ladrão quando provar que éladrão, não pode criminalizar a pessoa antes de ser julgada".

O atual pessimismo na sociedade também foi lembrado no discurso de Lula, que afirmou: "o mau humor hoje não é gratuito. Tem gente que ganha quando cai as ações da petrobras. Eles compram para vender na alta. Acho que tem gente que dá notícia negativa todo dia, para criminalizar o PT e as esquerdas". E rebateu "não há espaço para sermos negativos neste país, é só olhar o que nós éramos e o que somos hoje. Estamos vivendo tempos difíceis, mas vamos consertar. E é isso que a presidenta Dilma está fazendo neste momento".

Ele enalteceu as "boas notícias" que já estão sendo anunciadas. "Dilma já anunciou dois planos importantes, que é o Plano Safra e o Plano de Concessões, vai anunciar programa de investimento na área de energia, setor elétrico. Mais 3 milhões de casas no Minha Casa, Minha Vida, e vai anunciar outras medidas importantes". Lula lembrou também o Plano Nacional de Educação (PNE), que "é o grande programa revolucionário neste país" e afirmou "vamos andar o Brasil defendendo este Plano".

Sobre a redução da maioridade penal recém-aprovada na Câmara, o ex-presidente observou que se trata de uma injustiça. "O que explica que o Congresso queira jogar na costa de meninos de 16 anos a responsabilidade pelo que os governos não fazem?". Lula disse também que a "meninada precisa de oportunidade e não de cadeia".

A intolerância política foi outro tema abordado por ele em sua explanação. Lula ressaltou a necessidade de defender a democracia. "A democracia pressupõe respeitar o espaço do outro. Repartir democraticamernte os espaços públicos. E não pixar com violência a porta da casa do Jô Soares porque ele entrevistou a presidenta".

Para terminar, Lula encorajou os trabalhadores a fazer a disputa política no Brasil. "A luta dos trabalhadores não pode ser eminentemente econômica. Tem que pensar em outras coisas. Tem que defender a empresa, proposta para melhorar a vida da empresa, mas tem de sobretudo defender a democracia deste país, o estado de direito. Porque não foi fácil o que conquistamos até agora. Não podemos abdicar disso"

Terça, 02 Junho 2015 19:39

Nº 1351

Terça, 02 Junho 2015 19:08

Diretores da FUP e uma comissão de representantes dos sindicatos filiados se reuniram no dia 20 de maio, no Rio de Janeiro, com a Petrobrás e a empresa que opera o Benefício Farmácia, a Global saúde. A pauta foi a cobrança por soluções dos problemas apontados pelos usuários do programa. O Sindipetro Paraná e Santa Catarina enviou dois dirigentes, os companheiros Claudiney Batista, secretário de saúde do Sindicato, e Antônio Carlos Silva, coordenador da secretaria dos aposentados e pensionistas.

Na oportunidade, os sindicalistas relataram todas as dificuldades que os petroleiros têm para adquirir medicamentos, conforme denúncias que chegaram às entidades, por conta dos transtornos causados pela mudança da operadora. A Global Saúde pediu um prazo de trinta dias para corrigir as distorções que estão acontecendo e apresentar um relatório com a evolução das providências tomadas.

As críticas da FUP e sindicatos à gestão do programa foram contundentes. As principais queixas referem-se a não liberação de todos os medicamentos prescritos em receita médica, limite de compras de R$ 400,00 por beneficiário/mês, impossibilidade de efetivação da compra em horários determinados, limite diário de venda por estabelecimento de R$ 1,5 mil, burocracia excessiva e exigências desnecessárias, problemas com o '0800', sistema fora do ar, dificuldades com o reembolso, e a não resposta de análise técnica, entre outros.

A Global, que já foi multada pela Petrobrás por descumprimento de contrato, argumentou que está realizando melhorias no site, no modelo de e-mail, e que está recrutando mais pessoas para os serviços de atendimento aos usuários. A empresa também negou que esteja restringindo a aquisição de medicamentos ou efetuando bloqueios por horário ou valores. Apesar disso, o elevado número de reclamações e a coincidência de motivações leva a crer que existe alguma disposição em dificultar a aquisição dos medicamentos.

Na reunião ficou evidente que a Global tenta justificar as dificuldades explorando as tentativas de fraude contra o sistema. Os ilícitos devem ser combatidos pela operadora, mas não podem servir de desculpa para tantos transtornos que o Benefício Farmácia vem causando. A empresa ainda apresentou um demonstrativo de receitas e despesas e sugeriu uma possível insuficiência de verbas no contrato para atender a demanda.

A principal alegação de defesa da Global é o fato de ter assumido um programa em andamento, abandonado pela e-pharma. A antiga operadora prestava serviços mediante um contrato de reembolso por demanda de medicamentos adquiridos pelos beneficiários. A Global substituiu a e-pharma, sendo remunerada pelo valor de R$ 42,00 por usuário/mês, mas nos demonstrativos apresentados durante a reunião demonstra uma despesa mensal superior ao valor contratado.

Apesar de a operadora não ter demonstrado capacidade para gerir o programa, a principal responsável é a Petrobrás, que terceirizou a gestão do Benefício Farmácia e retirou o controle da gerência de compartilhados da empresa.

No entendimento da FUP e dos sindicatos, a solução para os problemas do Benefício Farmácia passa pela transparência da gestão do programa, com participação dos trabalhadores. Dados sobre o valor arrecadado para o benefício, por exemplo, dariam base para analisar a suficiência, ou não, do contrato firmado. Enquanto estas reivindicações não são atendidas, os trabalhadores exigem que a Petrobrás cumpra o ACT em sua plenitude. 

Recadastramento
Diante dos problemas, foi acordado que o prazo para recadastramento dos usuários, que acabaria no dia 31 de maio, seja prorrogado até 30 de junho. Até o momento, cerca de 180 mil usuários da AMS já se recadastraram para receber os cartões de utilização do benefício. Para fazer o recadastramento, acesse www.portaldobeneficiario.globalsaude.com.br.

Fiscalize!
A FUP disponibilizou um sistema de monitoramento do Benefício Farmácia para que os petroleiros e seus dependentes fiscalizem essa que é uma das principais conquistas da categoria. Acesse o portal www.beneficiofarmacia.fup.org.br ou entre em contato pelo 0800-761-6238.

Quarta, 27 Maio 2015 19:11

Entrevista: Deyvid Bacelar, conselheiro de administração da Petrobrás eleito pelos trabalhadores, fala sobre PLR, gestão Bendine e correlação de forças no CA. Confira!

Segunda, 18 Maio 2015 19:27

O 2º Congresso Regional Unificado dos Petroleiros e Petroquímicos do Paraná e Santa Catarina, que acontece nos dias 21 e 22 de maio, vai debater a pauta de reivindicações para as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Sistema Petrobrás.

Os delegados que participarão do evento foram eleitos nas assembleias realizadas nos dias 13 e 14 de maio, mas todos podem enviar sugestões de pautas para serem avaliadas no Congresso. Basta enviar suas propostas para o e-mail para act2015@sindipetroprsc.org.br .

Neste ano as negociações do ACT com a Petrobrás são de pauta cheia, ou seja, estarão em debate as cláusulas econômicas e sociais. As propostas aprovadas no Congresso Regional serão levadas para a 5ª Plenária Nacional da FUP (Plenafup), onde serão apreciadas em conjunto com as pautas dos outros sindicatos filiados à Federação e formarão a pauta reivindicatória da categoria. A Plenafup ocorre entre os dias 01 e 05 de julho, na Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST, localizada na cidade de Guararema, em São Paulo.

Segunda, 18 Maio 2015 14:09

Nº 1350

Terça, 12 Maio 2015 14:35

Há 20 anos, no dia 03 de maio de 1995, os petroleiros iniciavam a mais longa greve da história da categoria. Foram 32 dias de contestação e de resistência à truculência do PSDB e ao projeto ultraneoliberal que o partido implantou no Brasil, em conjunto com os setores empresariais e da mídia.

Os petroleiros tiveram que enfrentar até mesmo o Exército, que, a mando dos tucanos, invadiu várias refinarias da Petrobrás com tanques e tropas armadas. Centenas de trabalhadores foram arbitrariamente punidos, vários deles, demitidos.

Por mais de um mês, a categoria resistiu à violenta repressão comandada por Fernando Henrique Cardoso e às manipulações da imprensa.  A FUP e seus sindicatos foram submetidos a multas milionárias e tiveram seus bens, penhorados.

Além de evitar a privatização da Petrobrás e de revelar a face autoritária do PSDB, a greve de maio de 1995 despertou um movimento nacional de solidariedade e de unidade classista. Várias categorias foram para às ruas defender a estatal, com um grito de guerra que se repetiu por todo o país: “Somos todos petroleiros!".

Para lembrar essa história de luta, a FUP lançou uma cartilha, detalhando os momentos de enfrentamento e de resistência antes, durante e após a greve. Na publicação (que pode ser acessada na internet: http://fup.org.br/revista-sobre-20-anos-de-greve-de-95/), representantes da nova geração de petroleiros ressaltam a importância desse movimento, que ainda hoje é referência para a classe trabalhadora.

Vinte anos depois, a Petrobrás e o povo brasileiro estão novamente sob intenso ataque dos mesmos setores que nos anos 90 privatizaram o patrimônio público, reduziram direitos históricos e criminalizaram os movimentos sociais.  A greve de maio de 1995 provou que a unidade é que constrói a resistência. Um legado que nunca foi tão necessário e atual como agora.

Quarta, 29 Abril 2015 19:53

Uma das consequências do plano de desinvestimentos da Petrobras, cujas cifras chegam aos US$ 13,7 bilhões, é a diminuição, ou até mesmo o encerramento, das atividades da Unidade Operacional Sul (UO-Sul), localizada no município de Itajaí-SC. De imediato, isso significa transformar a UO-Sul em um Ativo de Produção, o que representa uma drástica redução das competências e atividades da Petrobras na região Sul do país.

Uma Unidade Operacional faz pesquisas de exploração de novas áreas em busca de petróleo, desenvolve projetos para viabilizar a produção em novos poços, promove programas sociais e faz parcerias com universidades locais. Por outro lado, um Ativo de Produção tem sua atuação focada na operação dos campos de petróleo já existentes e as atividades são temporárias, uma vez que não há novos projetos. Também não desenvolve programas sociais e não firma convênios com universidade da região. Em suma, a diminuição da UO-Sul para um Ativo de Produção significaria sua extinção em médio prazo.

O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, foi questionado pelo deputado federal Décio Lima (PT-SC) sobre a UO-Sul durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. A resposta foi de que está sendo feito um “ajuste de gestão” e que as operações da UO-Sul passam a ser realizadas em Santos. Em uma clara tentativa de minimizar a desmobilização da UO-Sul, Bendine disse que existe uma “mudança administrativa que pode ser considerada até simbólica já que não representa redução das operações”.

No entanto, o “ajuste de gestão” é muito mais profundo do que afirma o presidente da empresa. Dos 142 empregados lotados em Santa Catarina, apenas 33 permanecerão em Itajaí para acompanhar a produção do campo de Baúna. Em um ano ou pouco mais, também devem ser transferidos, como já informou internamente a gestão da unidade, pois tudo será absorvido pela Unidade Operacional da Bacia de Santos - UO BS. Inclusive o embarque para a FPSO Cidade de Itajaí, a plataforma responsável pela produção de Baúna, será realizado através do município de Itanhaém-SP.

A única forma de a Petrobras continuar plenamente em Santa Catarina é através da manutenção da Unidade Operacional, autônoma e com seu corpo técnico preservado. Qualquer reestruturação significará o desmonte da exploração e produção Petrobras na região Sul. Cabe lembrar os resultados da UO-Sul, que acumulou receita de R$ 5,93 bilhões em 2014, gera 142 empregos diretos e possui parcerias com universidades da região. Pesa ainda em favor da manutenção das atividades da UO-Sul o fato de ela ser a quinta unidade do país em volume de produção e a mais eficiente da Petrobrás.

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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