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Segunda, 15 Julho 2019 20:01

Dando sequência ao calendário de lutas da FUP, os petroleiros realizaram nesta segunda-feira, 15, atos nas usinas de biocombustíveis em Candeias (BA) e em Montes Claros (MG) contra as privatizações no Sistema Petrobrás e o desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho. As manifestações ocorreram durante as assembleias para apreciação da contraproposta da empresa.

 

Na PBio e nas demais áreas operacionais e administrativas do Sistema Petrobrás, a resposta da categoria tem sido a rejeição unânime dos ataques da gestão Bolsonaro, apontando que não há saída individual. A luta por direitos e contra a entrega da Petrobrás é uma só e é coletiva.

 

A tentativa de esfacelamento do Acordo Coletivo ocorre paralelamente à ofensiva da alta administração para privatizar a toque de caixa a empresa.

 

Em menos de 40 dias, a empresa fez 11 comunicados ao mercado para venda de campos de petóleo, refinarias, terminais, plantas de fertilizantes, subsidiárias, entre outros ativos.

 

Mobilizações

 

 

Para denunciar e estancar o desmanche do Sistema Petrobrás, os petroleiros estão realizando uma série de atos nas unidades colocadas à venda.

 

As mobilizações integram o calendário de luta da campanha reivindicatória e tiveram início no dia 10, na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e prosseguem esta semana, com atos nesta segunda (15) nas usinas de biocombustíveis; amanhã (16) na Repar e Araucária Nitrogenados (PR); quarta (17) na Refap (RS), e sexta (19) na Rlam (BA).

 

A liquidação da empresa ocorre em meio às negociações para renovação do Acrodo Coletivo de Trabalho. Os petroleiros lutam contra a entrega das unidades e também contra os ataques da gestão Castello Branco aos direitos dos trabalhadores e à liberdade e à autonomia sindical.

 

Via FUP

 

Segunda, 15 Julho 2019 17:52

 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina fez retificação no edital das assembleias.  

 

A data da assembleia do Grupo 3 da Repar foi alterada para o dia 16 de julho, 7h, em frente à refinaria, em Araucária.

 

O edital retificado está disponível AQUI

 

Sexta, 12 Julho 2019 19:43

Cronograma de assembleias para votar à contraproposta da Petrobrás para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2021 está em andamento

Quinta, 11 Julho 2019 14:42

Petroleiros do Paraná e Santa Catarina estão dizendo “NÃO” à contraproposta da gestão da Petrobrás para o ACT.

Terça, 09 Julho 2019 18:27

Na última quinta-feira (04), a direção da Petrobrás, em reunião com a FUP e sindicatos, apresentou algo que não pode ser chamado de proposta, mas sim de afronta aos seus empregados.

 

O que era para ser uma nova contraproposta à pauta de reivindicações dos trabalhadores para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), se resumiu à oferta de 1% de reajuste salarial, o que não cobre sequer metade da inflação do período, e ao desmonte dos direitos dos petroleiros, querendo reduzir a remuneração e atacar os benefícios, como a assistência médica (AMS).

 

Diante disso, o Conselho Deliberativo da FUP, reunido no dia seguinte (05), deliberou pelo indicativo de rejeição da contraproposta do Sistema Petrobrás para o ACT 2019/2020.

 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina chancela o indicativo e inicia as assembleias nesta quarta-feira (10). Serão 21 sessões até o próximo dia 22. Confira o calendário das assembleias: 

 

 

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

Curitiba

SEDE DO SINDIPETRO PR/SC

R. Lamenha Lins, 2064 Rebouças Curitiba/PR

18/07/19

17h30

 

 

Araucária

Em frente à REPAR / Grupo 1 + ADM + TRANSPETRO

12/07/19

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 5

15/07/19

15h00

Em frente à REPAR / Grupo3

17/07/19

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 2

19/07/19

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 4

22/07/19

15h30

 

Paranaguá/PR

Em frente a TEPAR\ADM\Operação

11/07/19

07h30

Subsede Paranaguá/Aposentados/Operação

11/07/19

10h30

São Francisco do Sul/SC

Em frente ao TEFRAN\ADM\Operação

18/07/19

12h30

 

Joinville/SC

No estacionamento do Ediville

10/07/19

11h00

Sede de Joinville – Rua Elly Soares, 127 Sala 02

11/07/19

10h30

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

10/07/19

08h30

Itajaí/SC

Em frente ao TEJAÍ

16/07/19

07h30

Biguaçu/SC

Em frente ao TEGUAÇÚ/TBG

16//07/19

10h30

 

 

 

São Mateus do Sul

SEDE REGIONAL SINDIPETRO R. Paulino Vaz da Silva, 535 Centro São Mateus do Sul/PR

17/07/19

17h30

Em frente à SIX / Grupo 1                  

17/07/19

07h30

Em frente à SIX / Grupo 5          

17/07/19

15h30

Em frente à SIX / Grupo 2

17/07/19

23h30

Em frente à SIX / Grupo 3

19/07/19

07h30

Em frente à SIX / ADM

19/07/19

13h30

Em frente à SIX / Grupo 4

19/07/19

23h30

 

*O Edital de Convocação de Assembleias está disponível no link dos anexos abaixo.

Sexta, 05 Julho 2019 23:48

Enquanto destina R$ 1,041 bilhão em bônus que serão pagos nos próximos dias para um seleto grupo de colaboradores, a gestão da Petrobrás apresentou aos trabalhadores uma nova contraproposta de Acordo Coletivo onde propõe 1% de rajuste salarial. Reunidos nesta sexta-feira, 05, a FUP e seus sindicatos indicaram a rejeição desta nova afronta que a empresa faz à categoria e deliberaram por uma série de mobilizações, que serão realizadas ao longo de julho. 

 

Além de propor um reajuste que não cobre sequer metade da inflação do período, a direção da Petrobrás insiste em desmontar o Acordo Coletivo de Trabalho, propondo retirada de direitos, redução de remuneração e ataque a benerfícios, como a assistência médica dos trabalhadores (AMS).

 

A orientação da FUP é que os sindicatos convoquem os trabalhadores para que respondam à altura aos ataques da Petrobrás nas assembleias que começam na terça-feira, 09, e prosseguem até o dia 19 de julho.

 

Leia a íntegra do informativo da FUP:

 

Quem quer dinheiro?

Na próxima sexta-feira, 12 de julho, a Petrobrás despejará R$ 1 bilhão para um seleto grupo de colaboradores. Os que aceitaram alavancar suas carreiras e remunerações às custas do desmonte da empresa serão premiados com polpudos bônus. Já para os trabalhadores que estão no chamado andar de baixo, a gestão Castello Branco oferece 1% de reajuste salarial e rebaixamento do Acordo Coletivo, com retirada de direitos e redução de remuneração e de benefícios.

 

Se a empresa reajustasse os salários em 4%, que é a projeção da inflação acumulada entre setembro de 2018 e setembro de 2019, gastaria R$ 800 milhões durante um ano inteiro.  Adivinhe de onde saiu esse R$ 1 bi que está sendo desviado para o PRVE? É só fazer as contas.

 

A gestão Castello Branco chama isso de “novo modelo mental”, como o gerente executivo do Compartilhado, Jairo dos Santos Junior, anunciou em recente videoconferência, cujo áudio vazou para a categoria.

 

Ele explicou direitinho: Tá com dor na coluna? Tá doente? Se acidentou? Trabalhe assim mesmo. Mas, não importa quanto você se empenhou. Se o resultado não foi alcançado, tchau, queridos. É só ouvir os áudios. Está tudo lá.

 

O desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho, como a FUP vem alertando, está diretamente ligado à privatização do Sistema Petrobrás. Esta é a missão de Castello Branco. O objetivo é vender tudo e transformar a Petrobrás em uma exportadora de óleo cru. Ele já deixou isso bem claro em cada entrevista e fala pública repercutidas pela imprensa.

 

Por isso, tirar os sindicatos e o ACT do caminho é fundamental para Castello Branco e sua turma. O desmonte de capítulos inteiros do Acordo Coletivo que tratam de segurança no emprego, mobilidade, terceirização e relações sindicais reforça a intenção dos gestores. A disputa nesta campanha é ideológica e central para os rumos do Sistema Petrobrás.

 

A categoria petroleira, novamente, precisa dar uma resposta contundente e à altura, rejeitando por unanimidade esta segunda contraproposta, que é mais uma afronta aos trabalhadores. Participe ativamente das assembleias e das mobilizações que a FUP e os sindicatos estarão realizando a partir desta semana.

 

A hora é de mobilização para garantir seus direitos e empregos.

 

De que lado você estará?

 

[FUP]

Quinta, 04 Julho 2019 22:27

A FUP e seus sindicatos reúnem-se nesta sexta-feira, 05, em um Conselho Deliberativo para avaliar a segunda contraproposta que a Petrobrás apresentou aos trabalhadores nesta quinta, 04, e definir os próximos passos da campanha.

 

Ao longo desta semana, a FUP e a FNP tiveram novas rodadas de negociação com a empresa, na busca pela manutenção das conquistas e direitos do atual Acordo Coletivo de Trabalho e por um reajuste salarial que mantenha o poder de compra da categoria.

 

“A contraproposta é uma afronta aos petroleiros e petroleiras e às entidades sindicais e nós não podemos aceitar isso”, afirma o coordenador da FUP, José Maria Rangel, alertando para os trabalhadores e os gestores da Petrobrás se prepararem. “Quem quer paz, deve estar preparado para a guerra”. 

Quinta, 04 Julho 2019 19:54

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