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Quarta, 18 Setembro 2019 21:04

 

O tema aquecimento global entrou na agenda mundial entre as décadas de 80 e 90. Obviamente colaram um vilão: o petróleo. Isso significa dizer que começou a se pautar a substituição do hidrocarboneto enquanto recurso energético.

Segunda, 16 Setembro 2019 17:49

 

A Petrobrás será premiada pelas inovações desenvolvidas no Teste de Longa Duração (TLD) de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. O Distinguished Achieviement Award, prêmio mais importante do setor petrolífero offshore mundial que será entregue durante a próxima edição brasileira da Offshore Technology Conference (OTC) Brasil, é um reconhecimento pela abordagem inovadora do teste, que permitiu realizar simultaneamente o monitoramento da pressão do campo, por meio de dispositivos remotos, a produção de petróleo e a injeção de gás no ativo.

 

A reinjeção de gás durante o TLD é uma das cinco novas tecnologias empregadas para viabilizar a produção de petróleo e gás em Libra – onde a Petrobras é operadora, com 40% de participação, em parceria com a Shell (20%), Total (20%), CNOOC (10%) e CNODC (10%). Foi em função dessas inovações que um único poço offshore do bloco bateu o recorde de produção média mensal, produzindo 58 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia.

 

Historicamente, a Petrobrás realizou vultosos investimentos na área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em parceria com universidades e centros de pesquisa para o desenvolvimento tecnológico e inovativo. Aliada aos resultados das operações internas da empresa, essas parcerias têm propiciado ao longo dos anos uma série de avanços tecnológicos, e contribuíram para que a empresa recebesse o prêmio Distinguished Achievement Award da OTC por outras três vezes (1992, 2001, 2015). Nas outras vezes, pelo fato de ter sido a empresa com maior contribuição para o desenvolvimento tecnológico da indústria offshore, e, especificamente no ano de 2015, como reconhecimento às tecnologias de ponta desenvolvidas para a produção da camada pré-sal.

 

Ou seja, cabe sempre lembrar que o longo processo evolutivo de desenvolvimento das capacidades tecnológica e geológica da Petrobrás em atividade exploratória de petróleo e gás no segmento offshore foi um elemento central para a descoberta do pré-sal brasileiro, colocando o país em um novo patamar no mercado mundial de petróleo. Essas capacidades, desenvolvidas ao longo dos últimos 30 anos, somente conseguem ser explicadas pela ampliação dos investimentos da empresa em P&D por meio de projetos tecnológicos nacionais capitaneados pela Petrobras.

 

Contudo, ainda que a Petrobrás e o Brasil tenham potencial para se consolidar em posições de liderança tecnológica em termos mundiais no setor de petróleo e gás, é necessário atentar para o fato de que esse futuro promissor está atualmente ameaçado. As políticas de desinvestimento da estatal realizadas desde 2016 afetam negativamente o investimento em P&D e o desenvolvimento de novas tecnologias ­- sejam elas decorrentes do aprendizado interno à organização, ou mesmo, a integração e absorção de tecnologias de ponta, ambas vinculadas ao próprio processo produtivo da operadora e que exigem P&D.

 

Aproveitando-se desse cenário, outras empresas e países têm buscado ocupar este espaço do pré-sal no período recente. Como exemplo, uma destas empresas é a anglo-holandesa Shell, a qual anunciou ainda em 2016, detalhes acerca dos US$ 10 bilhões que a multinacional planejava investir no país de 2017 a 2020, com prioridade voltada a projetos vinculados ao pré-sal. Isto é, ao contrário da Petrobras, empresas estrangeiras têm se aproveitado das possibilidades de forte desenvolvimento da cadeia produtiva de petróleo e gás para fortalecer sua atuação no Brasil, principalmente nos setores de P&D e inovação.

 

Abandonar a atividade nestas áreas é comprometer o futuro da estatal brasileira. Enquanto muitos países de expressão no setor energético seguem na realização de estratégias de longo prazo, fortalecendo e qualificando sua indústria nacional em nível mundial, investindo de forma progressiva em P&D em parcerias com universidades e institutos de pesquisa, o Brasil adota direção contrária, pondo em risco a liderança tecnológica da Petrobras e, sobretudo, a soberania energética do país.

 

Via FUP. Fonte: INEEP. 

Sexta, 13 Setembro 2019 20:58

 

Impactos ambientais assombram a sociedade. Historicamente, logo após o primeiro período neoliberal brasileiro (anos 90), a prática de precarizar para depois vender causou o vazamento de óleo na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária

Quarta, 11 Setembro 2019 20:13

A FUP e a FNP realizaram na terça-feira, 10, mais uma reunião de negociação do Acordo Coletivo com mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST)

Segunda, 09 Setembro 2019 21:00

 

Como se não bastasse a gestão da Companhia procurar o TST para continuar a negociação coletiva e promover práticas antissindicais durante as assembleias, agora eles querem fazer uma espécie de sistema de compensação de horas extras punindo o trabalhador

Segunda, 09 Setembro 2019 17:45

O ministrante será Antônio Carlos da “Silva”, coordenador da secretaria de aposentados, pensionistas e previdência social do Sindipetro PR e SC.

Sexta, 06 Setembro 2019 17:09

 

Os R$ 2,5 bilhões da Petrobrás que Deltan Dallagnol e outros procuradores do Ministério Público Federal  (MPF) do Paraná tentaram desviar para um fundo privado da Lava Jato, serão destinados para a preservação da floresta amazônica e projetos de educação pública.

 

Na quinta-feira, 05, representantes do Congresso Nacional, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Advocacia-Geral da União (AGU) fecharam um acordo para destinação de R$ 1,06 bilhão do fundo da Petrobrás para ações de preservação ambiental, com foco na floresta amazônica, e R$ 1,6 bilhão para ações na área de educação.

 

A proposta foi discutida durante audiência com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que homologou o acordo.

 

Em março deste ano, a FUP denunciou, em ação popular, o acordo espúrio feito entre o MPF do Paraná, a Petrobrás e o governo dos Estados Unidos, onde a estatal disponibilizaria RS 2,5 bilhões para Deltan Dallagnol e sua turma gerirem um fundo privado.

 

Após a denúncia, a PGR também se pronunciou contra o acordo, reproduzindo, inclusive, parte da argumentação da FUP em ação contra os procuradores no STF.

 

Em julho, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mandou instaurar Processo Administrativo Disciplinar contra a juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sérgio Moro na 13ª Vara de Curitiba, por ter homologado e tornado sigiloso o acordo do MPF com a Petrobrás.

 

Via FUP. 

Quinta, 05 Setembro 2019 20:49

Hoje, dia 5 de setembro, é o Dia Nacional da Amazônia. Aproveitando a data, o Fórum de Defesa da Petrobrás elaborou uma série de publicações sobre os investimentos da estatal brasileira em benefício do meio ambiente.

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Edição Nº 1418

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