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Terça, 21 Maio 2019 19:07

Gestoras Elza e Ane visitaram a Repar para falar meio que às escuras sobre o processo de venda das unidades.

Sexta, 17 Maio 2019 21:14

Em resposta à FUP, que apresentou no dia 15 a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho, a Petrobrás anunciou nesta sexta-feira, 17, o calendário de negociação.  A primeira reunião será na próxima quarta-feira, 22, às 14h, no Rio de Janeiro. 

 

Na semana seguinte, serão realizadas rodadas de negociação temáticas: dia 27, AMS pela manhã e SMS à tarde; dia 28, Remuneração e Vantagem pela manhã e demais itens do ACT na parte da tarde.

 

Entre os dias 23 e 26 de maio, as direções da FUP e dos sindicatos filiados estarão em Belo Horizonte, onde será realizada a 8ª Plenafup, que debaterá com a categoria propostas de enfrentamento ao desmonte do Sistema Petrobrás  e resistência às ações do governo Bolsonaro de retirada de direitos e de ataque às entidades sindicais, através da MP 873, na tentativa de inviabilizar a resistência dos trabalhadores.

 

[FUP]

Sexta, 17 Maio 2019 16:57

Respostas padrão dos gestores para qualquer eventualidade é realizar a Análise de Risco Operacional (ARO).

Terça, 30 Abril 2019 15:22

Nº 1417

Terça, 30 Abril 2019 15:18

Nº 1416

Segunda, 29 Abril 2019 20:02

Ato desta terça-feira (30) também cobra mudança na política de preços dos combustíveis.

Sábado, 27 Abril 2019 00:09

 

A notícia é urgente, porém não é surpresa. O conselho de administração da Petrobrás decidiu vender oito das treze refinarias da companhia. O anúncio foi feito na noite desta sexta-feira (26) e estão na lista a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), localizada em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, e a Usina do Xisto (SIX), de São Mateus do Sul.

 

Não é surpresa porque o roteiro da privatização já estava sendo executado. Redução de efetivos, planos de demissão, perseguição aos trabalhadores e sindicatos, sucateamento das unidades, diminuição da produção...

 

Completam a liquidação do governo as refinarias Abreu e Lima (RNEST – Pernambuco), Lundolpho Alves (RLAM – Bahia), Gabriel Passos (REGAP – Minas Gerais), Alberto Pasqualini (REFAP – Rio Grande do Sul), Isaac Sabbá (REMAN – Amazonas) e a Fábrica de Lubricantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR – Ceará), além da BR Distribuidora e a rede de postos no Uruguai.

 

De acordo com o comunicado da empresa, o processo de privatização deve ser concluído em até um ano e meio.

 

Ainda que fosse esperado, o anúncio causa grande impacto na categoria. Mesmo assim, acirra os ânimos já exaltados e aponta para o único caminho possível: o da luta e resistência.

 

A Petrobrás, desde sua fundação, sempre foi alvo da cobiça dos entreguistas e do mercado internacional. Várias gerações de petroleiros lutaram para mantê-la como patrimônio do povo brasileiro e desta vez não será diferente. NÃO ESTAMOS À VENDA!

Terça, 16 Abril 2019 12:36

 

O Brasil consome 1,9 milhões de barris de petróleo por dia, nossa produção está em 2,6 milhões de barris/dia e nossa capacidade de refino em 2,4 milhões de barris. Assim, somos um país praticamente autossuficiente de petróleo, posição invejável no mundo moderno. Mas, porque então estamos vivenciando mais uma crise neste setor. O principal motivo está na opção adotada pela Petrobras em manter seus preços de derivados em paridade com o mercado internacional. Por que a empresa faz isso? Levando os trabalhadores brasileiros a pagarem preço altos no diesel, na gasolina e no gás de cozinha.

 

A resposta está na tentativa de privatização das refinarias da Petrobrás. A política de preços dos combustíveis praticada pela atual gestão da companhia visa atrair os pretensos compradores na obtenção de lucros fáceis e rápido. Em contrapartida, há impacto no custo de vida da população. Somente nos últimos 12 meses, a inflação ficou em 4,58%, o reajuste aplicado na gasolina chega a 15,5% e no diesel 13,6%. Assim, quando comparamos o preço da gasolina entre os países produtores de petróleo, segundo consultoria Air-Inc, o Brasil apresenta a 2º gasolina mais cara.

 

País / Preço da gasolina em US$/litro

Noruega 1,89

Brasil 1,34

Angola 0,97

Gabão 0,94

China 0,92

México 0,82

EUA 0,62


Fonte: Consultoria Air-Inc, retirado do site https://fpabramo.org.br/2018/02/20/gasolina-brasileira-e-2a-mais-cara-do-mundo/

 

Desde 2017, quando Pedro Parente e Michell Temer adotaram a nova metodologia de preços dos combustíveis, em que a referência passa a ser o custo do barril de petróleo no mercado internacional e, de maneira deliberada, reduzindo a carga das refinarias, a FUP alertava para quem seria prejudicado por essas escolhas: a população.


A greve dos caminhoneiros e dos petroleiros em 2018 desnudou a intenção dos gestores da Petrobrás, que era da entrega do patrimônio nacional e o favorecimento das importadoras de derivados, que saltaram de 50 para mais de 200, depois do feito desta dupla TEMER/PARENTE.


Hoje o atual presidente da Petrobrás, Castelo Branco, já anunciou que quer vender todo nosso parque de refino, se isso acontecer, vai onerar ainda mais a população brasileira. Portanto, não basta o Presidente da Republica suspender o reajuste no diesel para agradar os caminhoneiros. Tem sim que mudar a política de preços da Petrobrás e proporcionar um maior equilíbrio entre o consumo da população, nossa capacidade de refino e lucratividade da empresa, fortalecendo nosso parque de refino.
Privatizar faz mal ao Brasil e aos [email protected]

 

Fonte: FUP

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Edição Nº 1417

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