Image not available
Image not available
Mostrando itens por tag: meio ambiente
Sexta, 01 Novembro 2019 19:23

Fumaça foi causada por problemas na Unidade de Craqueamento Catalítico da Refinaria.

Quarta, 18 Setembro 2019 21:04

 

O tema aquecimento global entrou na agenda mundial entre as décadas de 80 e 90. Obviamente colaram um vilão: o petróleo. Isso significa dizer que começou a se pautar a substituição do hidrocarboneto enquanto recurso energético.

Sexta, 13 Setembro 2019 20:58

 

Impactos ambientais assombram a sociedade. Historicamente, logo após o primeiro período neoliberal brasileiro (anos 90), a prática de precarizar para depois vender causou o vazamento de óleo na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária

Segunda, 26 Agosto 2019 17:57

Sob o comando do governo Jair Bolsonaro, a Petrobrás escondeu do mercado vazamentos de petróleo em plataformas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A empresa também reportou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) volumes de óleo vazados bem abaixo da quantidade que realmente teria sido despejada no mar. 

Segunda, 22 Julho 2019 20:42

 

Tragédia, uma palavra forte. Nos últimos anos, ela vem carregada de lama, contamina rios e destrói vidas. Num piscar de olhos viajamos no tempo e nos deparamos com o rastro de destruição promovido pela Vale em Brumadinho e Mariana, por exemplo. Algo recente. Devastador. Mas a vida segue e deixa questionamentos, como o de tentar entender a razão dessas tragédias se repetirem ao longo dos anos.

Terça, 31 Janeiro 2017 18:54

 

 

No dia 27 de janeiro foram retomadas as reuniões periódicas (a cada 2 meses) da Comissão Local de SMS/Repar. O Sindicato oficiou a gestão da refinaria sobre a pauta com uma série de pontos sobre assuntos pendentes. Os mais urgentes foram tratados naquele dia, mas devido à extensa pauta alguns ficaram para a próxima reunião, a ser realizada dia 09 de março.

 

O primeiro tema tratado foi o Programa de Saúde Mental da Repar, exposto pela médica do trabalho Nelly Kon. Foi apresentado o fluxograma de atendimento em saúde mental na refinaria. O Sindicato, porém, cobrou as estatísticas dos casos registrados e também dos que estão em andamento. O gerente de SMS disse que o balanço anual do programa será concluído no mês de março e que na próxima reunião da Comissão de SMS os dados serão apresentados.

 

Outro ponto da reunião foi a solicitação, por parte do Sindicato, dos protocolos de atendimento na Saúde Ocupacional para vítimas banhadas por hidrocarbonetos ou qualquer outro produto químico existente na refinaria, bem como a apresentação da SMS dos possíveis acidentes com múltiplas vítimas já mapeados e qual a estrutura de atendimento necessária e a disponibilizada pela refinaria.

 

A refinaria atendeu as requisições do Sindicato e ainda confirmou que o resgatista da EOR deve continuar compondo a equipe. A empresa apresentou uma simulação realizada em Araucária que envolveu um acidente de trânsito com um ônibus. O Sindicato questionou sobre simulacros dentro da refinaria com relação a múltiplas vítimas. A gestão admitiu dificuldades para este tipo de simulação, mas que existe um planejamento junto ao Corpo de Bombeiros para realizar exercícios fictícios de atendimento às múltiplas vítimas dentro da refinaria.

 

O último assunto tratado foi a composição da Comissão de SMS. A empresa apresentou o DIP (Documento Interno do Sistema Petrobrás) com a relação dos nomes.

 

Membros indicados pela empresa

Titulares:

- Kelly Bedin França, gerente de RH;

- Giovani Claudemir Vizzotto, gerente de SMS;

- Marcelo Joecil da Rosa, gerente setorial de segurança industrial.

 

Suplentes:

- Janaína Santana Mabília, técnica de segurança pleno;

- Carlos Eduardo Lopes Santos, técnico de administração e controle pleno;

- Marcelo Raia, gerente setorial de saúde ocupacional;

- Gilberto Helio Medeiros, engenheiro de segurança pleno.

 

Membros da Comissão de SMS pela CIPA:

- Marcio Grassi, presidente da CIPA 2016/2017 (titular)

- Elisângela Costa, vice-presidente da CIPA 2016/2017 (titular)

 

Membros indicados pelo Sindipetro PR e SC:

Titulares:

- Luciano Zanetti, técnico de operação pleno;

- Alexandro Guilherme Jorge, técnico de inspeção de equipamentos pleno;

- Thiago Schmidt Olivetti, técnico de operação pleno;

 

Suplentes:

- Anacélie Assis de Azevedo, técnica química de petróleo;

- Márcio Ricardo Marinho, técnico de manutenção sênior;

- Rodrigo Carneiro Pellegrini, técnico de operação pleno.

 

 

 

Reunião extraordinária de pauta local sobre jornadas na parada da U-2200

No mesmo dia aconteceu uma reunião excepcional para esclarecer uma denúncia que chegou ao Sindicato sobre remanejamentos de grupos de turno durante a parada da U-2200, que apontava extensões de jornadas diárias de até 12 horas e descumprimento de interstício.

 

A gestão assumiu o erro e afirmou que os grupos irão trabalhar de acordo com a tabela normal, bem como que em caso de necessidade solicitaria reforço para os empregados que estiverem de folga.

 

A gerente de RH ressaltou que as dobras só podem ocorrer em situações excepcionais e não rotineiramente.

 

O Sindicato questionou sobre o motivo dessa parada não planejada da Unidade e a empresa respondeu que é devido a vazamentos de vapores de alta pressão nas válvulas parcializadoras do compressor C-2201.  

Quinta, 21 Novembro 2013 17:55

O Grupo de Trabalho Interinstitucional de Atividades de Exploração e Produção de Óleo e Gás (GTPEG) do Ministério do Meio Ambiente (MMA) fez uma análise sobre as áreas a serem ofertadas na 12ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e emitiu um parecer técnico (GTPEG Nº 03/2013) onde alerta para os riscos de prospecção e exploração de petróleo e gás em blocos a serem leiloados.

O documento investigou 240 blocos exploratórios, agrupados em 13 setores pertencentes a 7 bacias sedimentares terrestres e condenou atividades diversas áreas. “Desse total, a análise indicou a necessidade de adequação de blocos exploratórios com sobreposições a RPPNs (Reservas Particulares do Patrimônio Natural), sendo que três delas possuem limites georreferenciados disponíveis, Blocos  - T- 219, PRC – 101 e SF-T-108 e outras possíveis sobreposições, sem limites georreferenciados informados. Unidades de conservação desta categoria não permitem atividades de prospecção e exploração de petróleo e gás em seu interior”.

O estudo também apontou que outros 13 blocos (AC-T-8, AC-T-9, PN-T-661, PN-T-662, PNT-693, PN-T-694, SF-T-87, SFT-108, SF-T-147, SF-T-148, SF-T-163, SF-T-179 E SF-T-180) estão sobrepostos com áreas em estudo para criação de unidades de conservação federais, e, portanto, representam áreas sensíveis do ponto de vista biológico e da conservação.

A pressa para se leiloar os blocos também foi alvo de críticas do GTPEG. “Ressalta-se, mais uma vez, a inadequação do processo de análise caso-a-caso das rodadas de licitações, sempre com severas limitações de tempo para o trabalho da área ambiental”.

Em relação à exploração de gás não convencional, com o uso da técnica de faturamento hidráulico, o GTPEG entendeu não haver elementos suficientes para uma tomada de decisão com embasamento. “É preciso intensificar o debate na sociedade brasileira sobre os impactos e riscos ambientais envolvidos nessa exploração e avançar na regulamentação e protocolos para atuação segura. Recomenda-se a adoração da Avaliação Ambiental de Área Sedimentar (AAAS) como um dos instrumentos adequados à definição das condições de contorno para utilização das técnicas de faturamento hidráulico em poços horizontais de bacias de interesse”.

Quinta, 21 Novembro 2013 17:50


A Agência Nacional do Petróleo (ANP) marcou a 12ª Rodada de Licitações para os dias 28 e 29 de novembro. Em leilão, reservas de gás de xisto. São 240 blocos exploratórios, sendo 110 em áreas de novas fronteiras tecnológicas nas bacias do Acre, Parecis, São Francisco, Paraná e Parnaíba e 130 nas bacias maduras do Recôncavo e de Sergipe-Alagoas.

Para a exploração dessas áreas deve ser utilizada a técnica do faturamento hidráulico, uma tecnologia de estimulação de poço utilizada para maximizar a produção de óleo e gás natural em reservatórios não convencionais.

À contramão da tendência mundial, que resiste à extração do gás de xisto, o Brasil pretende iniciar a exploração desse recurso energético. Além de não existir uma legislação e um aparato regulatório claramente definido, há indícios de grandes riscos ambientais e sociais.

Alguns estudos têm apontado para a existência de grandes impactos ambientais trazidos pelo gás de xisto. Além disso, já existem evidências de exposição da saúde dos trabalhadores ligados à exploração do gás de xisto, bem como a contaminação de lençóis freáticos de certas regiões dos Estados Unidos. Lá, moradores próximos aos lençóis freáticos onde há exploração denunciam a poluição da água com o simples gesto de riscar um isqueiro próximo às torneiras para acender labaredas através do gás de xisto que flui pela tubulação.

Cabe lembrar que algumas bacias, como a do Paraná, estão sobre o Aquífero Guarani, o maior reservatório de água doce do mundo. Vários países encaram a exploração desse gás com preocupação e até proibiram sua produção. O presidente francês, François Hollande, em entrevista recente como divulgou a Folha de São Paulo, afirmou categoricamente: “enquanto eu for presidente, não haverá exploração de gás de xisto na França”.

Enquanto isso, o governo brasileiro ignora os riscos e leiloa as reservas. Um ato inconsequente e um crime contra a sociedade.

Jornal Revista

Edição Nº 1418

Veja Todos os Jornais

TV Sindipetro