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Quarta, 05 Fevereiro 2020 21:40

Na tarde de hoje (05), em Araucária, o Sindipetro PR e SC e o Sindiquímica-PR uniram forças para mais uma mobilização em benefício da sociedade. Enquanto os petroleiros distribuíram cupons de desconto para o gás de cozinha no valor de R$ 30, os petroquímicos doaram feijão

Sexta, 30 Agosto 2019 17:36

A medida foi criada durante o governo Lula. O objetivo era beneficiar o povo pobre que paga caro pelo botijão de gás. Subsídio ao gás de cozinha (GLP) era praticado pela Petrobras desde 2005

Quinta, 25 Julho 2019 14:06

 

Ao invés de diminuir o preço, governo quer diminuir a quantidade de gás no botijão e liberar abastecimento em postos de combustíveis, apesar dos riscos de explosões e acidentes fatais, alertam especialistas

 

O governo de Jair Bolsonaro (PSL/RJ) quer diminuir a quantidade de gás de cozinha nos botijões de 13 quilos para vender o vasilhame parcialmente cheio e assim reduzir o preço. Quer também autorizar a venda do botijão sem marca de distribuidoras, além de permitir que as pessoas abasteçam em postos de combustíveis. O anúncio foi feito pelo diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Décio Oddone, nessa terça-feira (23).

 

“Isto é uma loucura, uma ideia de jerico”, diz o especialista em Minas e Energia, Paulo César Ribeiro Lima. “Eu jamais vi nada disso no mundo. O que se vê fora do país é o abastecimento de GNV, que é o gás veicular, mas nunca o GLP, o gás de cozinha”.

 

O governo não está levando em consideração os riscos de explosões e vazamentos, alerta o especialista.

 

Ele explica que em caso de vazamento, o gás veicular sobe para a atmosfera e se dissipa. Já o gás GLP, de cozinha, como é mais pesado do que o ar, desce e se concentra. Com isso, apenas uma centelha poderá gerar uma grande explosão.

 

Imagine enquanto você abastece seu botijão de GLP um carro abastece com gasolina. Basta uma centelha ao ligar o carro, para tudo ir para os ares, se houver um vazamento

- Paulo César Ribeiro Lima

Os riscos à vida da população também preocupam o diretor da Federação  Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar.

 

“A possibilidade de ter tanques de gás em postos de combustíveis preocupa porque podemos ter tanques de gás espalhados pelas ruas das cidades, com riscos de vazamentos e explosões”.

 

“Ao invés de baratear o preço do produto”, critica o dirigente, “o governo tenta enganar a população, já que o que encarecimento do preço do gás de cozinha é a política de preços da Petrobras, que é atrelada ao dólar e aos preços do mercado internacional”.

 

Leia matéria completa via CUT

Segunda, 26 Março 2018 18:10

A linha registrou rompimento em dois pontos opostos, ou seja, faltou muito pouco para a quebra total da tubulação. A área foi isolada pela equipe de SMS.

Quinta, 07 Dezembro 2017 13:48
Com o novo reajuste de 8,9% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), que passa a vigorar nesta terça-feira, 05, o valor do botijão de gás de cozinha de 13 kg já beira a marca dos R$ 80,00. É o sexto aumento seguido, desde agosto, quando a atual direção da Petrobrás implementou umanova política de preços para o produto nas refinarias.
 
 
O reajuste acumulado do botijão de gás já chega a 67,8%, transformando o produto em artigo de luxo.
 

Ao alinhar os preços domésticos com os do mercado internacional, sem levar em conta a realidade dos brasileiros, a gestão Pedro Parente passou a beneficiar as distribuidoras, em detrimento do consumidor, como a FUP vem denunciando.

 

No caso do GPL, a mudança ocorreu no rastro da privatização da Liquigás. A subsidiária foi vendida por R$ 2,8 bilhões para o Grupo Ultrapar Participações, dono da Ultragaz, que passará a ter o controle de 50% do mercado de gás de cozinha no país

 

A venda da Liquigás está em disputa no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que  emitiu parecer contrário à venda da subsidiária.

 

“O presidente Lula trouxe a Liquigás para o sistema Petrobras para tentar regular o preço do gás no país, mas a atual administração chegou, passou o ferro e vendeu. Os reajustes são baseados no preço do petróleo internacional e isso já está causando prejuízo grande para a população carente, principalmente”, afirmou recentemente o coordenador da FUP, José Maria Rangel, em entrevista à Rede Brasil Atual.

 

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