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Segunda, 26 Novembro 2018 14:24

Nº 1413

Segunda, 19 Novembro 2018 13:53

ACT 2017/2019 prevê desconto de cobrança adicional de AMS por conta do novo formato de participação. 

Segunda, 05 Novembro 2018 18:49

Representantes da FUP e de seus sindicatos desembarcaram nesta segunda-feira, 05, em Brasília para mais uma jornada de luta contra o Projeto de Lei Complementar 078/2018, que autoriza a venda de 70% dos cinco bilhões de barris de petróleo do Pré-Sal, que a Petrobrás adquiriu em 2010 através do Contrato de Cessão Onerosa, cujas reservas excedentes podem chegar a 15 bilhões de barris de óleo e gás. Os petroleiros estão percorrendo os gabinetes do Senado, alertando os senadores sobre os imensos prejuízos que o projeto causará à Petrobrás e ao país, se for aprovado, como pretende Michel Temer, ao apagar das luzes de seu governo ilegítimo. 

 

Desde a semana passada, a bancada governista tenta colocar o projeto em pauta para que seja votado em regime de urgência. De autoria do deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), o texto do PLC 78 já foi aprovado a toque de caixa na Câmara dos Deputados Federais, no dia 20 de junho, sem qualquer debate nas comissões. Os entreguistas querem fazer o mesmo no Senado, atropelando a tramitação normal. 

 

Com seus jalecos laranja, dirigentes da FUP e de seus sindicatos estão no Congresso em uma ampla Brigada Petroleira para impedir mais esse crime de lesa pátria.  

 

O engenheiro Paulo César Ribeiro Lima, consultor legislativo, especializado na área de petróleo e energia, alerta para o prejuízo que a Petrobrás terá se tiver que abrir mão de 70% das reservas da cessão onerosa. "Em razão de não haver o pagamento de participação especial, a produção sob o regime de cessão onerosa deverá proporcionar um grande aumento na geração de caixa da Petrobrás. Em 2022, a receita líquida da Petrobrás apenas com a produção de cerca de 1 milhão de barris de petróleo por dia sob o regime de cessão onerosa será de US$ 15,7 bilhões ou R$ 58 bilhões, utilizando-se uma taxa de câmbio de 3,7 Reais por Dólar. Nos anos seguintes, a receita líquida anual será ainda maior", destaca, alertando que diversas unidades de produção da cessão onerosa já estão contratadas e construídas e que, portanto, poderão entrar em operação no curto prazo, produzindo petróleo com altíssima rentabilidade.

 

"Não há qualquer justificativa técnica para a Petrobrás transferir a titularidade dessas áreas", explica Paulo César, afirmando que o PLC 78 está na contramão do interesse público, pois irá isentar as empresas multinacionais do pagamento de participação especial. 

 

"A produção dos excedentes da cessão onerosa por outras empresas petrolíferas, que não a Petrobrás, vai reduzir muito a participação governamental na renda petrolífera, mesmo que haja o pagamento de bônus de assinatura de R$ 100 bilhões. Para os cinco bilhões de barris da cessão onerosa, o valor presente líquido foi estimado em R$ 173,3 bilhões; para cerca de quinze bilhões de barris de excedentes, o valor presente líquido pode chegar a cerca de R$ 500 bilhões. Desse modo, um eventual bônus de assinatura de R$ 100 bilhões representa apenas um quinto do valor presente líquido dos excedentes da cessão onerosa", afirma.

 

 Na Pressão

Criado pela CUT, o site NA PRESSÃO é uma ferramenta que permite enviar e-mails ou contatar pelas redes sociais ou por telefone parlamentares, juízes, ministros ou qualquer outra autoridade ou representante do povo.

 

Acesse e ajude a divulgar o site para que o povo brasileiro possa pressionar os senadores e impedir esse crime de lesa pátria.

 

Envie e-mail, telefone e poste mensagens nas redes sociais dos parlamentares, afirmando que é contra a entrega do patrimônio público.

 

Diga não aos PLCs 78 e 77. Privatizar faz mal ao Brasil.

 

 

[FUP]

Segunda, 05 Novembro 2018 17:40

Reunião da Direção Colegiada do Sindipetro PR e SC analisa a conjuntura política e começa a traçar as estratégias de atuação para o próximo período.

Quinta, 18 Outubro 2018 14:02

Nº 1412

Sexta, 05 Outubro 2018 01:25

Depois da pressão e da luta da FUP exigindo que a atual gestão da Petrobrás restitua os aposentados dos valores não reembolsados desde junho, a empresa emitiu nota divulgando que pagará no dia 25 de outubro os valores atrasados. Os aposentados que efetuaram os pedidos de reembolso, receberão os valores referentes aos meses de junho, julho, agosto e setembro no próximo dia 25.

Para as futuras solicitações de reembolso, a empresa comunicou que serão creditados nos contracheques (dia 25) do mês seguinte.

Quinta, 04 Outubro 2018 22:54

Depois da pressão e da luta da FUP exigindo que a atual gestão da Petrobrás restitua os aposentados dos valores não reembolsados desde junho, a empresa emitiu nota divulgando que pagará no dia 25 de outubro os valores atrasados. Os aposentados que efetuaram os pedidos de reembolso, receberão os valores referentes aos meses de junho, julho, agosto e setembro no próximo dia 25.

Para as futuras solicitações de reembolso, a empresa comunicou que serão creditados nos contracheques (dia 25) do mês seguinte.

Quinta, 04 Outubro 2018 21:29

Nº 1411

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