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Terça, 10 Dezembro 2013 18:53

Refinaria está com a produção parada desde o acidente do dia 28/11. Categoria quer garantias em relação à segurança ou haverá deflagração de greve

Quinta, 14 Novembro 2013 18:54

Em reunião do  Conselho Deliberativo, a FUP e seus sindicatos, junto com a assessoria do Dieese, analisaram detalhadamente a contraproposta de regramento da PLR apresentada pela Petrobrás e entenderam que há espaço para buscar avanços e conquistar as principais reivindicações da categoria. Essa é uma demanda histórica dos petroleiros, que há mais de uma década lutam para garantir regras claras e democráticas para a PLR, que até então vinha sendo tratada de forma unilateral pela Petrobrás e pelo DEST, às margens das representações sindicais.

Para romper com essa lógica, a FUP continuará pressionando a empresa por um modelo de regramento que atenda aos principais eixos da proposta aprovada pela categoria em 2008. Os petroleiros também exigem que a Petrobrás apresente uma formulação de antecipação da PLR 2013, garantindo o pagamento em janeiro 2014.

A atual proposta da empresa atende à reivindicação dos trabalhadores de pagamento mínimo, caso não haja lucro, mas ainda precisa avançar, tanto em relação ao percentual a ser provisionado para a PLR, quanto à estruturação das metas e indicadores. O Volume Total de Petróleo e Derivados Vazados é considerado um problema pela FUP e seus sindicatos, pois é um indicador que não prevê qualquer garantia de combate à subnotificação.

Terça, 12 Novembro 2013 12:39

Em reunião com a FUP, nesta segunda-feira, 11, a Petrobrás não alterou nenhum dos eixos da contraproposta para regramento da PLR que já haviam sido rejeitados pela Federação nas rodadas anteriores de negociação. Na semana passada, a FUP deu prazo para que a empresa apresentasse hoje uma nova proposta, que atendesse aos principais pleitos dos trabalhadores.

A resposta da Petrobrás, no entanto, frustrou a categoria, que luta desde 2008 por regras claras e democráticas para a PLR. A empresa mantém a mesma forma de distribuição que vem sendo praticada à revelia dos trabalhadores. O montante da PLR proposto também continua aquém dos dividendos destinados aos acionistas.

A única alteração que a Petrobrás fez na contraproposta apresentada no dia 04 de outubro foi a inclusão de um valor mínimo para os trabalhadores, em caso da empresa não apresentar lucro, mas ter resultados, como havia cobrado a FUP. A proposta da Petrobrás é de que esse valor seja metade de uma remuneração acrescida por metade do piso da PLR pago no ano anterior.

Em relação ao adiantamento da PLR 2013 a ser paga em 2014, a empresa informou que ainda não pode se posicionar, pois não houve antecipação do pagamento dos dividendos dos acionistas e, em função disso, não tem base legal para adiantar a PLR. O RH, no entanto, esclareceu que continua buscando uma resposta para a reivindicação da FUP.

Manter o VAZO é incentivar a subnotificação

A Petrobrás insiste na manutenção do indicador Volume Total de Petróleo e Derivados Vazado (VAZO), alegando ser de fácil acompanhamento pelos órgãos fiscalizadores. A FUP reiterou que o indicador, além de não permitir a intervenção ou acompanhamento dos trabalhadores na gestão de SMS, será mais um instrumento de manipulação das gerências e não cumprirá o seu papel. Pelo contrário, se mantido, induzirá ainda mais a subnotificação de vazamentos, da mesma forma que já acontece em relação aos acidentes com afastamentos.

Para se contrapor ao VAZO, a FUP e o Dieese apresentaram como alternativa um indicador também ligado ao SMS, mais que inverte a atual lógica das gerências, pois estimula os trabalhadores a uma atitude pró-ativa em relação ao meio ambiente. O indicador proposto pela FUP é o Volume Total de Água Reusada, que já vem sendo divulgado pela empresa em seus relatórios ambientais, ao se referir ao reaproveitamento de água nas unidades operacionais e administrativas. A Petrobrás, no entanto, não abre mão do indicador de petróleo e derivados vazados, que na prática será mais um instrumento do SMS para subnotificação, atuando no sentido inverso ao que é proposto pela FUP.

Conselho Deliberativo da FUP se posicionará nesta terça-feira, 12

Nesta terça-feira, 12, o Conselho Deliberativo da FUP irá discutir a proposta da Petrobrás para regramento das PLRs e definir os próximos encaminhamentos. A reunião terá início às 14 horas, no Rio de Janeiro, onde os dirigentes sindicais também irão avaliar a campanha reivindicatória.

O que reivindicam os trabalhadores e o que a empresa propõe

A proposta aprovada pelos trabalhadores reivindica o montante da PLR entre 14%  e 25% dos dividendos. Detalhando melhor, 14% equivale ao valor médio das PLRs conquistadas pelos petroleiros desde 2003, e 25% é o valor máximo definido pela Resolução 10 do DEST. Levando em consideração que, entre 2003 e 2012, os dividendos pagos pela Petrobrás aos acionistas representaram, em média, 33% do lucro líquido da empresa, o montante reivindicado pelos trabalhadores equivaleria de 4,71% a 8,28% do lucro líquido. A proposta da Petrobrás é de que o valor da PLR seja de 4% a 5,25% do lucro líquido.  

Indicadores:

· Custo Unitário de Extração sem Participação (Brasil) - Razão entre os custos de extração e o volume produzido de óleo e gás natural para uso comercial sem participação governamental. A FUP CONCORDA

· Produção de Óleo e LGN (Brasil) - Expressa o volume médio diário de produção de óleo e LGN da Petrobras no Brasil.  A FUP CONCORDA

· Carga Fresca Processada (Brasil) - Representa o volume de petróleo nacional e importado processado (sem considerar reprocessamento) nas unidades de destilação atmosférica das refinarias, mais as correntes de LGN processadas nas UNs. A FUP CONCORDA

·Eficiência das Operações com Navio (EON - TA) - Mede a eficiência das operações de carregamento e descarregamento de navios nos terminais, levando em consideração as restrições impostas pelos terminais aquaviários. A FUP CONCORDA

·Atendimento à Programação de Entrega de Gás Natural - AP-GN - Mede a eficácia no atendimento à quantidade diária solicitada pelos clientes externos (Distribuidoras Locais de Gás Natural e Termelétrica de terceiros) assim como aos clientes internos (E&P, Abastecimento) conforme as cláusulas contratuais ou os acordos de nível de serviço.A FUP CONCORDA

· Volume Total de Petróleo e Derivados Vazado (Limite Máximo Admissível - LMA) - Somatório do volume de óleo (petróleo e derivados) liberado acidentalmente para o meio ambiente (em corpos hídricos e em solo não impermeabilizado), em ocorrências com vazamentos acima de 01 (um) barril (0,159 m³), causado pela PETROBRAS ou por contratada. A FUP NÃO CONCORDA

Fonte: Imprensa FUP

Segunda, 04 Novembro 2013 18:43

Uma das principais demandas da categoria, o regramento das PLRs futuras foi reiteradamente cobrado pela FUP nas mesas de negociação da campanha reivindicatória. A Federação deixou claro para a Petrobrás que pretende concluir até o final do ano o debate com a empresa sobre esta questão, que já se arrasta desde 2009.

Nesta segunda-feira, 04, haverá uma nova reunião com a Petrobrás, às 15 horas, para dar sequência à negociação do regramento das PLRs futuras. A FUP também cobrará que a empresa garanta à categoria o adiantamento da PLR 2014, com pagamento em janeiro, como tem ocorrido nos últimos anos.

A proposta de regramento apresentada pela Petrobrás no último dia 07 estabelece percentuais entre 4% e 5,25% sobre o lucro líquido, com base no cumprimento das metas. A empresa continua insistindo no indicador Volume Total de Petróleo e Derivados Vazado (VAZO), que foi rejeitado pelas representações sindicais, já que o SMS não permite a intervenção dos trabalhadores na política de segurança.

A negociação conduzida pela FUP tem por base a proposta de regramento que foi aprovada em 2008 pelos petroleiros, cujos principais eixos são pagamento igual para todos e que o montante da PLR seja baseado nos dividendos distribuídos aos acionistas, conforme estabelece a legislação. O resultado desse processo será submetido às assembléias para que os trabalhadores se posicionem em relação à proposta que estabelecerá novas regras para a PLR.

Quarta, 23 Outubro 2013 08:48

Para avaliar os indicativos do Conselho Deliberativo da FUP de aceitação da nova proposta da empresa e suspensão da greve, o Sindipetro Paraná e Santa Catarina realiza assembleias às 08h00 desta quarta-feira (23), em frente a todas as unidades representadas, e às 14h00, na sede e regionais sindicais.

Além dos indicativos, as assembleias apreciarão a proposta de autorizar o Sindicato a realizar um desconto assistencial de 0,5% (cinco décimos) do salário-básico, em uma única parcela, com o objetivo de promover as campanhas contra os leilões dos campos de petróleo e contra o PL 4330.

Clique aqui para acessar a nova proposta da empresa e aqui para conferir o Edital de Convocação e Assembleia.

Confira o quadro das assembleias:

BASE

LOCAL

HORÁRIO

DATA

ARAUCÁRIA- PR

Em frente à REPAR

08h00

23/outubro/2013

CURITIBA - PR

SEDE DO SINDIPETRO PR/SC

Rua Lamenha Lins, 2064 – Bairro Rebouças

14h00

SÃO MATEUS DO SUL - PR

Em frente à SIX

08h00

SÃO MATEUS DO SUL - PR

REGIONAL de São Mateus do Sul – PR

Rua Paulino Vaz da Silva, 535

14h00

BIGUAÇU - SC

Em frente ao TEGUAÇU

08h00

ITAJAÍ - SC

Em frente ao TEJAI

08h00

GUARAMIRIM – SC

Em frente ao TEMIRIM

08h00

JOINVILLE - SC

REGIONAL DE JOINVILLE

Rua Elly Soares nº 127, Bairro Floresta.

14h00

SÃO FRANCISCO - SC

Em frente ao TEFRAN

08h00

PARANAGUÁ-PR

Em frente ao TEPAR

08h00

PARANAGUÁ-PR

REGIONAL de Paranaguá – PR

Rua Odilon Mader,480

14h00

 

Quarta, 23 Outubro 2013 07:16

Após pressão da FUP e de seus sindicatos, exigindo que a Petrobrás e subsidiárias garantissem por escrito que não haverá retaliações contra os grevistas, a empresa apresentou na madrugada desta quarta-feira, 23, uma nova redação, se comprometendo a não punir os trabalhadores em greve. Por considerar que a proposta conquistada pela categoria na luta tem avanços significativos e atende às principais bandeiras desta campanha, a FUP e seus sindicatos indicam a sua aprovação e suspensão da greve. As assembléias começam nesta quarta-feira, 23.

A greve nacional realizada pelos petroleiros, com parada de produção em várias unidades, já entrou para a história do movimento sindical brasileiro e pautou na sociedade a importância do petróleo para a soberania da nação. Ao transformarem a greve no principal enfrentamento ao leilão de Libra, os petroleiros politizaram a campanha reivindicatória, assim como fizeram na greve de maio de 1995, que foi determinante para impedir a privatização da Petrobrás.

Agora em outubro de 2013, mais uma vez os petroleiros fazem história. A força da greve foi fundamental para fazer a empresa avançar na mesa de negociação e arrancar uma proposta com avanços significativos, inclusive o fundo garantidor para os trabalhadores terceirizados, uma conquista fundamental para fortalecer a luta da categoria contra o PL 4330. Antes da greve, a Petrobrás sequer tinha respondido aos principais pleitos dos petroleiros. Ao atenderem ao indicativo de greve da FUP, os trabalhadores alteraram completamente a correlação de forças com a empresa, fortalecendo as direções sindicais no processo de negociação.

Respaldada pela greve, a FUP rejeitou em mesa a segunda proposta da Petrobrás e buscou ao longo de toda esta terça-feira, 22, os avanços cobrados pelos trabalhadores. A terceira proposta, arrancada na mesa após mais de cinco horas de negociação, além das conquistas econômicas e sociais, garantiu o abono de metade dos dias parados e a compensação dos demais, sem reflexos para os trabalhadores.

O Conselho Deliberativo da FUP, no entanto, considerou ainda insuficiente, já que a Petrobrás não tinha amarrado por escrito o compromisso de que não haverá punições, aos trabalhadores que fizeram a greve. Esse ponto foi considerado essencial pelas direções sindicais para deliberarem pelo indicativo de aceitação. Por volta das 21h de terça-feira, 22, a FUP retornou à Petrobras e deu início a mais uma etapa da negociação, buscando a garantia da empresa de que não haverá punições aos petroleiros grevistas. Somente na madrugada desta quarta, 23, a empresa encaminhou uma nova redação, assumindo esse compromisso.

Principais avanços
O reajuste de 8,56% na RMNR, que significa um ganho real entre 1,82% e 2,33%, é um dos maiores conquistados pelas categorias em campanha. Antes da greve, o reajuste proposto pela Petrobrás era de 7,68%. O ganho real arrancado pelos petroleiros na luta é superior, por exemplo, ao dos metalúrgicos e ao dos bancários, mesmo após 20 dias de greve.

A proposta conquistada também garantiu avanços importantes para os aposentados e pensionistas, como o atendimento do pleito histórico da FUP de isonomia dos três níveis salariais recebidos pela ativa nos acordos de 2004, 2005 e 2006. Antes da greve, a proposta da Petrobrás era de remeter essa reivindicação para uma comissão se posicionar em 180 dias. A nova proposta garantiu o pagamento dos níveis para todos os aposentados e pensionistas com ações transitadas em julgado.

A greve foi também preponderante para sepultar de vez o famigerado GD, uma das heranças malditas da era FHC. A nova proposta atende a um pleito antigo do movimento sindical de avanço automático de Pleno para Sênior, nas carreiras de nível médio, nos mesmos moldes praticados para os trabalhadores Júnior. Na campanha passada, a FUP já havia conquistado o avanço automático de nível a cada 12, 18 e 24 meses. Soma-se a isso, a conquista de mais uma dobradinha, garantindo o retorno do extra-turno de todos os feriados nacionais laicos.

Além disso, a nova proposta avança no sentido de ampliar a igualdade de direitos entre os trabalhadores das subsidiárias e da holding. Após anos de cobrança da FUP, a Transpetro concordou, finalmente, em garantir a AMS para os aposentados e pensionistas, pleito que também será extensivo aos trabalhadores da Petrobrás Biocombustível.

Outra conquista importante, principalmente para os aposentados e pensionistas, é a reformulação do benefício farmácia, que passará a custear integralmente os medicamentos para todos os petroleiros, inclusive das subsidiárias. Em contrapartida, os beneficiários terão um desconto fixo mensal com valores entre R$ 2,36 e R$ 14,17, de acordo com a faixa de renda.

Quarta, 23 Outubro 2013 01:41

Reunido no Rio de Janeiro na noite desta terça-feira, 22, o Conselho Deliberativo da FUP avaliou detalhadamente a nova proposta apresentada pela Petrobrás e subsidiárias e considerou que os avanços conquistados após seis dias de greve contemplam as principais reivindicações da categoria. No entanto, a FUP e seus sindicatos continuam buscando o compromisso da empresa de que não haverá punições ou qualquer tipo de retaliação aos trabalhadores que estão em greve.

O Conselho Deliberativo indica a continuidade da greve e o fortalecimento do movimento até que a Petrobrás garanta que não haverá retaliações. A FUP retornou à Petrobrás na noite desta terça-feira, 22, para buscar junto aos gestores o compromisso da empresa nesse sentido. Até às 23h25, a Petrobrás ainda não havia se posicionado sobre esta questão. A greve, portanto, deve continuar em todas bases.

Terça, 22 Outubro 2013 22:19

Após mais de cinco horas de negociação com a FUP e  seus sindicatos, a Petrobrás apresentou no final da tarde desta terça-feira, 22, uma nova proposta de Acordo Coletivo, que eleva de 8% para 8,56% o reajuste na RMNR, o que representa ganhos reais entre 1,82% e 2,3%. Em relação aos dias parados na greve, a empresa concordou que não haverá descontos, nem reflexos, abonando metade dos dias e garantindo a compensação dos outros. A FUP e seus sindicatos estão reunidos no Conselho Deliberativo para avaliar a nova proposta e apontar os próximos encaminhamentos.

A carta de encaminhamento da Petrobrás com a nova proposta será disponibilizada nos sites dos sindicatos, cujos links serão compartilhados no facebook da FUP, pois a página na internet foi hackeada e está temporariamente fora do ar.

Principais pontos da terceira proposta apresentada pela Petrobrás e subsidiárias:

• Reajuste de 8,56% na RMNR, o que representa ganho real entre 1,82% e 2,36%.

• Abono salarial de uma remuneração, sendo que o menor valor pago será de R$ 7.200,00.

• Reajuste de 8,56 ̈% dos adicionais, gratificações, benefícios educacionais e do Programa Jovem Universitário.

• Abono de metade dos dias parados e compensação do restante, com o compromisso da Petrobrás e subsidiárias de que não haverá reflexos dos dias parados.

• Extensão para os aposentados e pensionistas que tenham ações transitadas em julgado dos três níveis conquistados pelos trabalhadores da ativa nos acordos de 2004, 2005 e 2006. Para os demais casos, a Petrobrás apresentará uma proposta em 180 dias.

• Extraturno – pagamento das horas extras do feriado de 21 de abril para os trabalhadores do turno, garantindo, assim, a retomada das dobradinhas de todos os feriados nacionais laicos.

• Fundo garantidor – a Petrobrás compromete-se a exigir das empresas prestadoras de serviço caução, seguro garantia ou depósito bancário no valor equivalente de 1% a 5% do valor global do contrato.

• PCAC – implementação a partir de julho de 2014 do avanço automático de Pleno para Sênior nas carreiras de nível médio no final da faixa, nos mesmos moldes doque já é praticado para os trabalhadores Júnior.

• Benefício Farmácia – a Petrobrás concorda em custear integralmente os medicamentos para todos os trabalhadores, aposentados e pensionistas, com desconto fixo mensal de R$ 2,36 a R$ 14,17, de acordo com a faixa de renda. A Transpetro e a Petrobrás Biocombustível se comprometem a implementar o benefício para todos os seus trabalhadores, inclusive aposentados e pensionistas.

• Extensão da AMS para os aposentados da Transpetro e da Petrobrás Biocombustível até junho de 2014.

• Pagamento de 100% das horas extras dos trabalhadores da manutenção e do regime administrativo.

• Auxílio alimentação – além do reajuste de 10,24%, a Petrobrás concordou com o pleito da FUP em garantir o direito do trabalhador optar entre receber o valor em dinheiro, vale refeição ou em vale alimentação. No caso de vale refeição, fica mantido o mesmo valor do auxílio (R$ 831,16), mas para o vale alimentação, a empresa informou que respeitará o limite legal.

• Licença paternidade de 10 dias, extensão da licença maternidade para as mães de prematuros pelo mesmo período em que o bebê permanecer internado após o parto.

• Extensão do Programa Jovem Universitário para todos os cursos de nível superior e ampliação para mais um mês em cada semestre da cobertura das despesas com compras de livros dos estudantes de universidades privadas.

• Restabelecimento do convênio da Petrobrás com o INSS para pagamento dos benefícios da Petros – a empresa se compromete a enveredar todos os esforços necessários para a retomada do convênio.

• Plano Petros-2 - a empresa implantará alternativa, opcional ao participante, para reduzir o impacto da defasagem de implantação entre o Plano Petros 2 e a opção pelo BPO, considerando a diferença das contribuições realizadas nesse período.

• A Petrobrás Biocombustível se compromete a implementar em 2014 o serviço passado dos participantes do Plano Petros-2.

• Regimes e jornadas – a empresa concorda em retirar da proposta a jornada de 4x3 e remete para a Comissão de Regimes e Jornadas a discussão de um acordo nacional nas paradas de manutenção.

Diversidade
Durante a reunião de negociação com a Petrobrás nesta terça, a FUP abriu um espaço para trabalhadores de base do Rio de Janeiro com deficiência física, que cobraram da Gerência de RH a redução da jornada de trabalho, com base na Lei Federal 8.112-97. Essa lei garante redução de até 50% das jornadas no serviço público para trabalhadores deficientes e portadores de doenças que comprovem essa necessidade.

A pauta de reivindicações da FUP engloba uma série de reivindicações referentes à melhoria das condições de trabalho e saúde de trabalhadores com necessidades especiais. A Petrobrás conta com 218 trabalhadores deficientes físicos, mas não tem uma política efetivamente voltada para esses petroleiros. Existe uma Comissão de Diversidade e Gênero da empresa para traçar diretrizes específicas para portadores de deficiência. Os trabalhadores, no entanto, reclamam que, além da Comissão não ter participação de nenhum petroleiro com deficiência, até hoje não implementou ações que de fato possam melhorar as co ndições de trabalho e saúde destes trabalhadores.  

Após cobrança da FUP, a Petrobrás concordou em trazer as demandas dos trabalhadores com deficiência para a Comissão de Acompanhamento do Acordo Coletivo.

Direção Colegiada da FUP

Confira a íntegra da nova proposta aqui!

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Edição Nº 1418

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