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Terça, 06 Outubro 2015 12:58

Nesta segunda-feira, 05, a FUP protocolou documento na Petrobrás, solicitando reunião de negociação coletiva de trabalho sobre a Pauta Pelo Brasil, a ser realizada no dia 07 de outubro na sede da Federação, no Rio de Janeiro. O convite da FUP e seus sindicatos foi direcionado ao RH da Petrobrás e de todas as suas subsidiárias com as quais a Federação mantém negociação coletiva e também se estendeu à subsidiária não integrada Fábrica de Fertilizantes Araucária Nitrogenados S.A. (FAFEN/PR - Araucária Nitrogenados).

No documento enviado à Petrobrás, a FUP destaca que a negociação coletiva de trabalho é Direito Humano fundamental, assim definido pela Declaração de Direitos e Princípios Fundamentais da Organização Internacional do Trabalho. A Federação lembrou ainda, que a iniciativa de realizar a reunião na sede da entidade se dá devido ao impasse negocial em que se encontram as partes, já que a empresa, desde que recebeu a Pauta Pelo Brasil no dia 07 de julho, insiste em se recusar a negociar a pauta, que além de referendada pelos trabalhadores, contém questões importantíssimas relacionadas à Saúde, Segurança e Efetivo, pontos que afetam diretamente as condições de vida de centenas de milhares de petroleiros.

Clique aqui para acessar o documento enviado à Petrobrás. 

Fonte: FUP

Sexta, 02 Outubro 2015 19:30

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás são os principais responsáveis pelo crescimento da empresa e, mais do que ninguém, conhecem cada particularidade da estatal. Portanto, nesta quinta-feira, 01/10, a Federação Única dos Petroleiros disponibilizou um hotsite, onde a partir de agora, a categoria poderá enviar propostas alternativas ao Plano de Gestão e Negócios da companhia para o período de 2015/2019.

Com o intuito de ouvir cada vez mais as ideias dos trabalhadores em prol da luta em defesa Petrobrás como empresa forte e integrada de energia, é que a FUP e seus sindicatos pensaram numa ferramenta simples e rápida, para facilitar a participação dos petroleiros e petroleiras neste processo de construção.

As sugestões enviadas ao hotsite “Alternativas ao PNG” serão fundamentais para apontar caminhos para que a Petrobrás mantenha os investimentos no país, sem abrir dos seus ativos, gerando emprego e renda, preservando, assim, o seu papel de principal indutora do desenvolvimento nacional.

Acesse o link: http://www.fup.org.br/alternativasaopng/index.php  e participe.

Contamos com você nesta luta!

Fonte: FUP

Sexta, 02 Outubro 2015 19:21

Retirada do PL 131 da pauta no Senado é fruto de luta dos petroleiros

Quinta, 01 Outubro 2015 18:14

Olho Vivo - Petróleo: passaporte para o futuro

Quarta, 30 Setembro 2015 20:01

Na manhã desta quarta-feira, 30, a direção da FUP esteve na sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro onde acontece a reunião ordinária do Conselho de Administração da empresa, e entregou ao presidente do C.A em exercício, Luiz Nelson Guedes de Carvalho, e ao presidente da estatal, Aldemir Bendine, documento que reafirma a Pauta Pelo Brasil, aprovada pelos petroleiros durante a 5ª Plenafup, e elenca fatos que comprovam o desrespeito da Petrobrás com as reivindicações dos trabalhadores. 

 

O documento entregue pela FUP aos gestores da Petrobrás expõe, em ordem cronológica, todos os fatos que ocorreram desde que o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração, Deyvid Bacelar, apresentou a Pauta pelo Brasil ao C.A, no dia 23/06/2015, até o dia de hoje, desmontando, assim, os sucessivos informes que a companhia tem enviado à categoria, dizendo nas entrelinhas que a representação dos empregados está se recusando a negociar o acordo coletivo. 

 

A Federação e seus sindicatos, desde que tomaram ciência do Plano de Negócios e Gestão da Petrobrás para o período de 2015/2019, afirmaram ser primordial que a saída da crise por que passa a empresa, seja discutida e construída com ideias novas, sem a velha receita que inclui corte de direitos dos trabalhadores próprios e terceirizados e a venda de ativos. Além da entrega do documento, as representações sindicais reafirmaram para Nelson Guedes e Bendine, que a decisão de iniciar as tratativas do ACT somente após as discussões sobre os rumos da Petrobrás, foi aprovada de forma massiva nas assembleias da categoria de norte a sul do país. 

 

A FUP e sindicatos ressaltaram que estão disponíveis ao diálogo com a empresa e reafirmaram que estão prontos para deflagrar a greve por tempo indeterminado, que foi aprovada pelos trabalhadores, para evitar o desmonte da companhia. Para acessar o documento, acesse este link na página da FUP: http://www.fup.org.br/images/downloads/dne072-2015.pdf

Terça, 29 Setembro 2015 13:34

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, participou nesta segunda-feira, 28, de audiência pública no Senado, que debateu a participação da sociedade na gestão do Pré-Sal e os impactos do PLS 131/2015, que retira da Petrobrás a exclusividade na operação dessas reservas e a participação mínima em 30% dos campos. A audiência foi promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), a pedido do senador Paulo Paim (PT/RS). O senador José Serra (PSDB/SP), autor do PLS 131, participou do debate, que também contou com a presença do diretor da CUT, Vitor Carvalho, além de representantes da NCST, da Aepet e da Sociedade de Economia do Rio Grande do Sul (Socecon).

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, começou sua fala, lembrando que a Lei 12.351/2010, que estabelece o regime de partilha para o Pré-Sal, foi amplamente discutida no Congresso Nacional, durante 15 meses, antes de ser aprovada e que, portanto, não se pode querer "mudar algo que é estruturante para o nosso país por um problema conjuntural pelo qual a Petrobrás está passando".  

Ele provocou o senador José Serra, que tem alegado que o seu projeto (PLS 131) é patriótico. "É patriótico a gente entregar nossas reservas para as empresas multinacionais?", retrucou o coordenador da FUP, criticando a argumentação dos entreguistas de que mudar a lei trará novos investimentos para o país. "O setor petróleo no Brasil foi aberto em 1997 e qual foi o investimento que as multinacionais fizeram no nosso país nesses quase vinte anos?", questionou José Maria, ressaltando que sem a Petrobrás, não haveria política de conteúdo nacional, nem o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor.

"Como operadora única e sendo uma empresa do Estado, a Petrobrás é que vai ditar o ritmo de produção do pré-sal para evitar a produção predatória", destacou o coordenador da FUP, esclarecendo que a participação mínima, prevista na lei de partilha e que José Serra quer acabar, é uma prática adotada também no regime de concessão, onde a orientação da ANP é de que a operadora tenha pelo menos 30% do campo.

José Maria Rangel provocou os parlamentares, declarando que "nesse momento, o Senado e a Câmara deveriam estar gastando energia, buscando resolver os problemas da Petrobrás". Ele afirmou ainda que o governo tem que assumir sua responsabilidade como acionista majoritário da Petrobrás e financiar os projetos da empresa. "Isso não é novidade. Na crise do capital, em 2008, o governo Obama investiu 30 bilhões de dólares na General Motor e investiu agora 10 bilhões de dólares nas empresas exportados de gás dos Estados Unidos", lembrou ele.

Ao encerrar a sua fala, o coordenador da FUP fez um chamado ao Congresso Nacional, ao governo e à sociedade para que denfendam a Petrobrás e o Pré-Sal. Não podemos tratar o pré-sal como se fosse um ônus para a companhia. Quantas empresas mundo afora gostariam de ter as reservas do pré-sal, cerca de 300 bilhões de barris de petróleo? Portanto, a Petrobrás, o governo e a sociedade brasileira não podem abrir mão disso", afirmou.

Veja aqui a íntegra da fala do coordenador da FUP na audiência no Senado

Fonte: FUP, fotos André Oliveira

Terça, 29 Setembro 2015 13:30

A direção da Petrobrás volta a afrontar os trabalhadores e o povo brasileiro, ao anunciar a venda de 49% da Gaspetro para a japonesa Mitsui.  Em fato relevante publicado no último dia 22, a empresa comunicou ao mercado que está em “negociação final” com a multinacional, cujo martelo será batido na próxima reunião do Conselho de Administração, prevista para o dia 30.

O grupo japonês que está prestes a abocanhar metade da maior distribuidora de gás natural do país é um dos sócios controladores da Vale, cujo presidente, Murilo Ferreira, é o mesmo que comandou até há pouco tempo o Conselho de Administração da Petrobrás. Sem maiores explicações, ele se licenciou do cargo às vésperas do CA concluir a venda da Gaspetro.

É muito estranho que a negociação com a Mitsui, empresa da qual Murilo Ferreira é subordinado, tenha sido efetuada durante o período em que ele ocupou o principal cargo na gestão da estatal. Não é de hoje que a FUP questiona a legitimidade do Conselho de Administração da Petrobrás. Apesar da União ser a controladora da empresa, o governo preferiu delegar para o mercado a gestão da estatal, no momento em que mais deveria ser fortalecida.

O resultado tem sido desastroso para a Petrobrás e para o país. A venda de ativos coloca em risco a soberania nacional e compromete o maior trunfo que a companhia tem para enfrentar a crise, que é justamente o fato de ser uma empresa integrada de energia. Os desinvestimentos causam demissões em massa e paralisam setores estratégicos para o desenvolvimento nacional.

Esse desmonte só será interrompido se os petroleiros fizerem avançar a Pauta pelo Brasil. O caminho para isso é intensificar as frentes de luta com os movimentos sociais e construir uma greve forte e coesa em todo o país. Nenhum ativo, nem nenhum direito a menos! Não estamos à venda!

Com a palavra, Murilo!

Ao se licenciar do CA da Petrobrás, Murilo Ferreira saiu atirando contra os trabalhadores. A revista Veja publicou declarações atribuídas a ele, onde taxa os petroleiros de privilegiados e alega que não poderia arriscar sua reputação continuando na empresa. Teria sido para desviar o foco de suas relações perigosas quando esteve à frente do CA? A FUP ingressou no último dia 17 com uma interpelação judicial contra o empresário, questionando-o sobre as declarações divulgadas por Veja. Ele tem prazo de 15 dias para responder à interpelação, tão logo receba a intimação judicial.

Fonte: FUP

Sexta, 25 Setembro 2015 12:58

Desde terça-feira, 22, a direção da FUP está reunida em Brasília. A escolha da Capital Federal, mais uma vez, se deu por conta das investidas dos deputados e senadores entreguistas em votar a urgência de mais dois projetos que podem dar a Petrobrás e o pré-sal de bandeija às multinacionais. Trata-se do PLS 6726, do Mendonça Filho (DEM-PE), que acaba com o regime de partilha e, o PLS 555/2015,fruto de dois projetos de lei propostos este ano pelos senadores do PSDB, Tasso Jereissati (o PLS 167) e Aécio Neves (o PLS 343), que visam alterar os estatutos de empresas públicas e sociedades de economia mista para sociedade anônima (S.A.)

Também na terça-feira, dirigentes da FUP e sindicatos participaram de audiência pública no Senado Federal, onde foi debatido o PL 555. Eles reiteraram com veemência que o objetivo do projeto é a privatização generalizada das empresas estatais, a imposição do Estado mínimo e o desmantelamento do serviço público. 

Conselho Deliberativo

Ontem, o Conselho Deliberativo da FUP, composto pela direção da Federação e representantes dos seus sindicatos filiados, estiveram reunidos durante todo o dia, avaliando as assembleias realizadas em todas as unidades do Sistema Petrobrás na última semana e traçando estratégias para o movimento da greve nacional dos petroleiros, por tempo indeterminado, que pode começar a qualquer momento. 

Uma das deliberações do Conselho foi a intensificação das mobilizações em defesa Petrobrás, portanto, na tarde de hoje, apesar da alta temperatura que assola o Distrito Federal, os petroleiros foram às ruas junto aos militantes do MST, numa grande manifestação que começou na Esplanada dos Ministérios e seguiu até o Congresso Nacional. O recado da categoria foi claro: As tentativas de desmonte e fatiamento da Petrobrás não serão toleradas pelos trabalhadores e, se pra impedir a privatização da maior empresa do Brasil, for preciso realizar uma dura greve com parada de produção como a de 1995, ela será feita.

Pauta pelo Brasil

A manifestação teve a presença de representações do movimento sindical petroleiro de todo o país, que após o ato, conseguiram entregar a Pauta Pelo Brasil ao Secretário Geral da Presidência da República, Miguel Rosseto. A pauta dos petroleiros já havia sido entregue anteriormente à presidente Dilma Rousseff, no encontro da chefe de estado com os movimentos sociais, também em Brasília. 

"É com muita clareza é que expomos aqui a nossa preocupação por conta do processo que tem sido construído dentro da Petrobrás, que é um processo que apresenta um plano de negócios e gestão baseado num brutal corte de investimentos, com possibilidade da venda de ativos. Nós já vivemos isso no passado e não queremos viver de novo. Até porque, no passado, para evitar esse processo nós fizemos uma greve, há vinte anos atrás, em 1995. Agora nós aprovamos nova greve para evitar que esse processo de desmonte se alastre.", afirmou o coordenador da FUP, José Maria Rangel no gabinete do ministro.

José Maria afirmou ainda que o movimento sindical petroleiro está aberto ao diálogo, principalmente com a Presidência da República. "Nós estamos reiterando aqui, neste documento que vou lher passar, o nosso pedido de reunião com a presidente Dilma. Nós queremos discutir a Petrobrás e tudo que for feito nesta empresa, assim como as consequências que possam afetar o povo brasileiro." enfatizou Rangel. 

 

Fonte: FUP

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Edição Nº 1418

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