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Quarta, 30 Setembro 2015 20:01

Na manhã desta quarta-feira, 30, a direção da FUP esteve na sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro onde acontece a reunião ordinária do Conselho de Administração da empresa, e entregou ao presidente do C.A em exercício, Luiz Nelson Guedes de Carvalho, e ao presidente da estatal, Aldemir Bendine, documento que reafirma a Pauta Pelo Brasil, aprovada pelos petroleiros durante a 5ª Plenafup, e elenca fatos que comprovam o desrespeito da Petrobrás com as reivindicações dos trabalhadores. 

 

O documento entregue pela FUP aos gestores da Petrobrás expõe, em ordem cronológica, todos os fatos que ocorreram desde que o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração, Deyvid Bacelar, apresentou a Pauta pelo Brasil ao C.A, no dia 23/06/2015, até o dia de hoje, desmontando, assim, os sucessivos informes que a companhia tem enviado à categoria, dizendo nas entrelinhas que a representação dos empregados está se recusando a negociar o acordo coletivo. 

 

A Federação e seus sindicatos, desde que tomaram ciência do Plano de Negócios e Gestão da Petrobrás para o período de 2015/2019, afirmaram ser primordial que a saída da crise por que passa a empresa, seja discutida e construída com ideias novas, sem a velha receita que inclui corte de direitos dos trabalhadores próprios e terceirizados e a venda de ativos. Além da entrega do documento, as representações sindicais reafirmaram para Nelson Guedes e Bendine, que a decisão de iniciar as tratativas do ACT somente após as discussões sobre os rumos da Petrobrás, foi aprovada de forma massiva nas assembleias da categoria de norte a sul do país. 

 

A FUP e sindicatos ressaltaram que estão disponíveis ao diálogo com a empresa e reafirmaram que estão prontos para deflagrar a greve por tempo indeterminado, que foi aprovada pelos trabalhadores, para evitar o desmonte da companhia. Para acessar o documento, acesse este link na página da FUP: http://www.fup.org.br/images/downloads/dne072-2015.pdf

Terça, 29 Setembro 2015 13:34

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, participou nesta segunda-feira, 28, de audiência pública no Senado, que debateu a participação da sociedade na gestão do Pré-Sal e os impactos do PLS 131/2015, que retira da Petrobrás a exclusividade na operação dessas reservas e a participação mínima em 30% dos campos. A audiência foi promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), a pedido do senador Paulo Paim (PT/RS). O senador José Serra (PSDB/SP), autor do PLS 131, participou do debate, que também contou com a presença do diretor da CUT, Vitor Carvalho, além de representantes da NCST, da Aepet e da Sociedade de Economia do Rio Grande do Sul (Socecon).

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, começou sua fala, lembrando que a Lei 12.351/2010, que estabelece o regime de partilha para o Pré-Sal, foi amplamente discutida no Congresso Nacional, durante 15 meses, antes de ser aprovada e que, portanto, não se pode querer "mudar algo que é estruturante para o nosso país por um problema conjuntural pelo qual a Petrobrás está passando".  

Ele provocou o senador José Serra, que tem alegado que o seu projeto (PLS 131) é patriótico. "É patriótico a gente entregar nossas reservas para as empresas multinacionais?", retrucou o coordenador da FUP, criticando a argumentação dos entreguistas de que mudar a lei trará novos investimentos para o país. "O setor petróleo no Brasil foi aberto em 1997 e qual foi o investimento que as multinacionais fizeram no nosso país nesses quase vinte anos?", questionou José Maria, ressaltando que sem a Petrobrás, não haveria política de conteúdo nacional, nem o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor.

"Como operadora única e sendo uma empresa do Estado, a Petrobrás é que vai ditar o ritmo de produção do pré-sal para evitar a produção predatória", destacou o coordenador da FUP, esclarecendo que a participação mínima, prevista na lei de partilha e que José Serra quer acabar, é uma prática adotada também no regime de concessão, onde a orientação da ANP é de que a operadora tenha pelo menos 30% do campo.

José Maria Rangel provocou os parlamentares, declarando que "nesse momento, o Senado e a Câmara deveriam estar gastando energia, buscando resolver os problemas da Petrobrás". Ele afirmou ainda que o governo tem que assumir sua responsabilidade como acionista majoritário da Petrobrás e financiar os projetos da empresa. "Isso não é novidade. Na crise do capital, em 2008, o governo Obama investiu 30 bilhões de dólares na General Motor e investiu agora 10 bilhões de dólares nas empresas exportados de gás dos Estados Unidos", lembrou ele.

Ao encerrar a sua fala, o coordenador da FUP fez um chamado ao Congresso Nacional, ao governo e à sociedade para que denfendam a Petrobrás e o Pré-Sal. Não podemos tratar o pré-sal como se fosse um ônus para a companhia. Quantas empresas mundo afora gostariam de ter as reservas do pré-sal, cerca de 300 bilhões de barris de petróleo? Portanto, a Petrobrás, o governo e a sociedade brasileira não podem abrir mão disso", afirmou.

Veja aqui a íntegra da fala do coordenador da FUP na audiência no Senado

Fonte: FUP, fotos André Oliveira

Terça, 29 Setembro 2015 13:30

A direção da Petrobrás volta a afrontar os trabalhadores e o povo brasileiro, ao anunciar a venda de 49% da Gaspetro para a japonesa Mitsui.  Em fato relevante publicado no último dia 22, a empresa comunicou ao mercado que está em “negociação final” com a multinacional, cujo martelo será batido na próxima reunião do Conselho de Administração, prevista para o dia 30.

O grupo japonês que está prestes a abocanhar metade da maior distribuidora de gás natural do país é um dos sócios controladores da Vale, cujo presidente, Murilo Ferreira, é o mesmo que comandou até há pouco tempo o Conselho de Administração da Petrobrás. Sem maiores explicações, ele se licenciou do cargo às vésperas do CA concluir a venda da Gaspetro.

É muito estranho que a negociação com a Mitsui, empresa da qual Murilo Ferreira é subordinado, tenha sido efetuada durante o período em que ele ocupou o principal cargo na gestão da estatal. Não é de hoje que a FUP questiona a legitimidade do Conselho de Administração da Petrobrás. Apesar da União ser a controladora da empresa, o governo preferiu delegar para o mercado a gestão da estatal, no momento em que mais deveria ser fortalecida.

O resultado tem sido desastroso para a Petrobrás e para o país. A venda de ativos coloca em risco a soberania nacional e compromete o maior trunfo que a companhia tem para enfrentar a crise, que é justamente o fato de ser uma empresa integrada de energia. Os desinvestimentos causam demissões em massa e paralisam setores estratégicos para o desenvolvimento nacional.

Esse desmonte só será interrompido se os petroleiros fizerem avançar a Pauta pelo Brasil. O caminho para isso é intensificar as frentes de luta com os movimentos sociais e construir uma greve forte e coesa em todo o país. Nenhum ativo, nem nenhum direito a menos! Não estamos à venda!

Com a palavra, Murilo!

Ao se licenciar do CA da Petrobrás, Murilo Ferreira saiu atirando contra os trabalhadores. A revista Veja publicou declarações atribuídas a ele, onde taxa os petroleiros de privilegiados e alega que não poderia arriscar sua reputação continuando na empresa. Teria sido para desviar o foco de suas relações perigosas quando esteve à frente do CA? A FUP ingressou no último dia 17 com uma interpelação judicial contra o empresário, questionando-o sobre as declarações divulgadas por Veja. Ele tem prazo de 15 dias para responder à interpelação, tão logo receba a intimação judicial.

Fonte: FUP

Sexta, 25 Setembro 2015 12:58

Desde terça-feira, 22, a direção da FUP está reunida em Brasília. A escolha da Capital Federal, mais uma vez, se deu por conta das investidas dos deputados e senadores entreguistas em votar a urgência de mais dois projetos que podem dar a Petrobrás e o pré-sal de bandeija às multinacionais. Trata-se do PLS 6726, do Mendonça Filho (DEM-PE), que acaba com o regime de partilha e, o PLS 555/2015,fruto de dois projetos de lei propostos este ano pelos senadores do PSDB, Tasso Jereissati (o PLS 167) e Aécio Neves (o PLS 343), que visam alterar os estatutos de empresas públicas e sociedades de economia mista para sociedade anônima (S.A.)

Também na terça-feira, dirigentes da FUP e sindicatos participaram de audiência pública no Senado Federal, onde foi debatido o PL 555. Eles reiteraram com veemência que o objetivo do projeto é a privatização generalizada das empresas estatais, a imposição do Estado mínimo e o desmantelamento do serviço público. 

Conselho Deliberativo

Ontem, o Conselho Deliberativo da FUP, composto pela direção da Federação e representantes dos seus sindicatos filiados, estiveram reunidos durante todo o dia, avaliando as assembleias realizadas em todas as unidades do Sistema Petrobrás na última semana e traçando estratégias para o movimento da greve nacional dos petroleiros, por tempo indeterminado, que pode começar a qualquer momento. 

Uma das deliberações do Conselho foi a intensificação das mobilizações em defesa Petrobrás, portanto, na tarde de hoje, apesar da alta temperatura que assola o Distrito Federal, os petroleiros foram às ruas junto aos militantes do MST, numa grande manifestação que começou na Esplanada dos Ministérios e seguiu até o Congresso Nacional. O recado da categoria foi claro: As tentativas de desmonte e fatiamento da Petrobrás não serão toleradas pelos trabalhadores e, se pra impedir a privatização da maior empresa do Brasil, for preciso realizar uma dura greve com parada de produção como a de 1995, ela será feita.

Pauta pelo Brasil

A manifestação teve a presença de representações do movimento sindical petroleiro de todo o país, que após o ato, conseguiram entregar a Pauta Pelo Brasil ao Secretário Geral da Presidência da República, Miguel Rosseto. A pauta dos petroleiros já havia sido entregue anteriormente à presidente Dilma Rousseff, no encontro da chefe de estado com os movimentos sociais, também em Brasília. 

"É com muita clareza é que expomos aqui a nossa preocupação por conta do processo que tem sido construído dentro da Petrobrás, que é um processo que apresenta um plano de negócios e gestão baseado num brutal corte de investimentos, com possibilidade da venda de ativos. Nós já vivemos isso no passado e não queremos viver de novo. Até porque, no passado, para evitar esse processo nós fizemos uma greve, há vinte anos atrás, em 1995. Agora nós aprovamos nova greve para evitar que esse processo de desmonte se alastre.", afirmou o coordenador da FUP, José Maria Rangel no gabinete do ministro.

José Maria afirmou ainda que o movimento sindical petroleiro está aberto ao diálogo, principalmente com a Presidência da República. "Nós estamos reiterando aqui, neste documento que vou lher passar, o nosso pedido de reunião com a presidente Dilma. Nós queremos discutir a Petrobrás e tudo que for feito nesta empresa, assim como as consequências que possam afetar o povo brasileiro." enfatizou Rangel. 

 

Fonte: FUP

Quarta, 23 Setembro 2015 12:07

Dirigentes e militantes da FUP e de seus sindicatos participaram na manhã desta terça-feira, 22, de audiência pública no Senado, onde foi debatido o Projeto de Lei 555/2015, que, sob o pretexto de estabelecer uma Lei de Responsabilidade das Estatais, cria uma série de medidas que ameaçam a soberania nacional e abrem caminho para a privatização do patrimônio público. A audiência foi promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, convocada pelo senador Paulo Paim (PT/RS), que solicitará a retirada do pedido de regime de urgência para votação do projeto, que se encontra na pauta da Casa. 

O PLS 555 é fruto de dois projetos de lei propostos este ano pelos senadores do PSDB, Tasso Jereissati (o PLS 167) e Aécio Neves (o PLS 343), que visam alterar os estatutos de empresas públicas e sociedades de economia mista para sociedade anônima (S.A.), obrigando o Estado a entregar ao mercado parte do capital acionário destas empresas. O PLS 555 também instituiu a “independência” dos Conselhos de Administração em relação ao poder Executivo, além de proibir a participação de conselheiros com filiação partidária e/ou sindical.

Durante a audiência pública, os representantes dos trabalhadores nos Conselhos de Administração da Petrobrás, CEF e Banco do Brasil repudiaram veementemente o PLS 555, reiterando que o objetivo do projeto é a privatização generalizada das empresas estatais, a imposição do Estado mínimo e o desmantelamento do serviço público. Eles alertaram para os riscos que essa proposta representa para a soberania nacional e exigiram a retirada do pedido de urgência que está na pauta desta semana do Senado e, se aprovado, colocará o PLS 555 na pauta de votação do Plenário.

O conselheiro da Petrobrás eleito pelos trabalhadores, Deyvid Bacelar, ressaltou que o projeto “traz a possibilidade de infelizmente termos o capital financeiro determinando decisões em empresas que são instrumentos de implementação de políticas públicas de Estado”.

O diretor da FUP, João Antônio de Moraes alertou que a abertura do capital da Caixa Econômica, do BNDES e de outras estatais ameaça as políticas públicas de inclusão social. “Um banco que tenha como prioridade o mercado de capitais certamente não pode financiar a casa para os pobres”, disse, referindo-se ao programa “Minha Casa Minha Vida”, que estaria sob risco, caso a CEF tenha que abrir o seu capital.

Para o secretário de Organização e Política Sindical da CUT, Jacy Afonso, o PLS 555 é uma afronta aos direitos democráticos. Ele alertou que, se o projeto for aprovado, os gestores das empresas estatais passariam a atender exclusivamente aos interesses do capital: “É como botar uma raposa para cuidar do galinheiro”, afirmou.

Também participaram da audiência o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Jair Pedro Ferreira, a representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Caixa Econômica, Maria Rita Serrano, e a conselheira eleita do Banco do Brasil, Juliana Donato. Todos criticaram e condenaram o PLS 555, exigindo a retirada do pedido de urgência.

Fonte: Imprensa FUP

Terça, 22 Setembro 2015 20:56

A sessão com o grupo de turno 3 da Usina do Xisto encerrou na tarde desta terça-feira (22) a série de 26 assembleias que o Sindipetro realizou em todas as unidades do Sistema Petrobrás no Paraná e Santa Catarina para que a categoria avaliasse sobre o indicativo de greve por tempo indeterminado.

 

O resultado final apontou que 78% foram favoráveis, 11% se posicionaram contrariamente e outros 11% se abstiveram. No entanto, cada unidade tem autonomia para decidir sobre a adesão à greve (confira os resultados locais abaixo), mas todas aprovaram o movimento paredista.

 

A reunião do Conselho Deliberativo da FUP, que congrega a direção da Federação mais representantes de todos os sindicatos filiados, começa nesta quarta-feira (23) e vai definir os próximos passos das mobilizações, assim como deve definir a data de início da greve nacional.

 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina parabeniza todos os petroleiros que participaram das assembleias e assim ajudam a construir um grande movimento em defesa da Petrobrás e da soberania nacional.

 

Confira o resultado final das assembleias por unidade:

 

PETROBRÁS

 

Repar – Araucária

79,3% a favor da greve

11,4% contrários

9,3% abstenções

 

SIX – São Mateus do Sul

77,2% a favor da greve

10,2% contrários

12,6% abstenções

 

Ativos de Produção Sul – Itajaí

66,7% a favor da greve

0% contrários

33,3% abstenções

 

 

TRANSPETRO

 

Tepar – Paranaguá

81,8% a favor da greve

5,5% contrários

12,7% abstenções

 

Tefran – São Francisco do Sul

64,5% a favor da greve

22,6% contrários

12,9% abstenções

 

Temirim – Guaramirim

72,7% a favor da greve

18,2% contrários

9,1% abstenções

 

Tejaí – Itajaí

80% a favor da greve

5% contrários

15% abstenções

 

Teguaçu – Biguaçu

62,5% a favor da greve

25% contrários

12,5% abstenções

 

 

Quinta, 17 Setembro 2015 20:02

A FUP já vinha denunciando ao longo deste ano o boicote e os ataques da Petrobrás ao Benefício Farmácia. No último dia 15, a companhia anunciou o encerramento do contrato com a Global Saúde, empresa que havia assumido em março a operação do benefício, e informou que suspenderá o programa, bem como as contribuições dos beneficiários, até a contratação de uma nova operadora. A interrupção do Benefício Farmácia é um flagrante descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho e mais um reflexo do processo de desmonte em curso no Sistema Petrobrás.

A companhia entregou nas mãos de uma empresa privada a operação e fiscalização do Benefício Farmácia, o que resultou em uma série de problemas e transtornos para os usuários. Os erros de gestão devem ser corrigidos e não podem, de forma alguma, inviabilizar um direito garantido pela categoria. Essa é uma conquista histórica, que precisa ser preservada, pois impacta diretamente a saúde dos milhares de aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa que utilizam regularmente o benefício.  A FUP exige, portanto, que a Petrobrás cumpra o Acordo Coletivo, restabelecendo, imediatamente, o Benefício Farmácia.

Fonte: FUP

Quarta, 16 Setembro 2015 15:06

Os empregados do Sistema Petrobrás estão aprovando a greve por tempo indeterminado nas unidades do Paraná e Santa Catarina. Já foram realizadas seis das 26 sessões de assembleias que acontecem até o dia 22. A votação geral até agora aponta 83% de aprovação do movimento paredista, 8,5% contrários e 8,5% de abstenções.

 

No entanto, cada unidade tem autonomia para decidir sobre a adesão à greve. Na Repar, em Araucária, aconteceram duas sessões, com os grupos de turno 3 e 5. O resultado parcial é de 84,5% de aprovação, 8,2% de rejeição e 7,3% de abstenções.

 

Na Usina do Xisto, em São Mateus do Sul, houve assembleia com o grupo de turno 5 e o resultado por hora é de 75% favoráveis à greve, 10,7% contrários e 14,3% abstenções.

 

No Terminal Terrestre da Transpetro de Biguaçu a greve já está aprovada. A única sessão de assembleia foi realizada na manhã desta quarta-feira (16) e 62,5% dos petroleiros que participaram aprovaram a greve, outros 25% foram contrários e 12,5% se abstiveram.

 

Já no Terminal Aquaviário da Transpetro em Paranaguá a parcial das assembleias realizadas na manhã desta quarta-feira (16) com os grupos de turno 1 e 3 indica 92,8% de aceitação da greve e 7,2% de abstenções. Não foram registrados votos contrários ao movimento.

 

A greve é um movimento nacional indicado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP) motivado pela falta de respeito da Direção da Petrobrás para com a pauta de reivindicações da categoria, chamada de Pauta pelo Brasil, por abordar questões políticas que pregam a soberania nacional no setor petróleo contra o desmantelamento da empresa, através da venda de ativos e desinvestimentos de cifras bilionárias previstos no Plano de Negócios e Gestão da Petrobrás. 

 

Confira o calendário das assembleias:

 

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

Araucária/PR

Em frente à REPAR / Grupo 3

 

15/09/2015

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 5

15/09/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 2

17/09/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 4

21/09/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 1 + ADM

22/09/2015

07h00

Curitiba/PR

Sede do Sindipetro SEDE DO SINDIPETRO PR/SC EM CURITIBA/PR

R. LAMENHA LINS, 2064

16/09/2015

17:30

Biguaçu/SC

Em frente ao TEGUAÇÚ

16/09/2015

09h00

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

17/09/2015

09h00

Itajaí/SC

Em frente ao TEJAÍ

16/09/2015

13h30

No estacionamento do Ativo de Produção Sul

16/09/2015

11h30

Paranaguá/Pr

Em frente do TEPAR/ Grupo 3

16/09/2015

08h00

Em frente do TEPAR /Grupo 1

16/09/2015

08h30

Em frente do TEPAR/ Grupo 5

16/09/2015

16h00

REGIONAL DO SINDIPETRO EM PARANAGUÁ/PR

R. Odilon Mader, 480 – Estradinha

16/09/2015

18h00

Em frente do TEPAR/ ADM

18/09/2015

07h20

Em frente do TEPAR/ Grupo 4

18/09/2015

08h00

Em frente do TEPAR/ Grupo 2

18/09/2015

08h30

São Francisco do Sul/SC

Em frente do TEFRAN

17/09/2015

12h30

Em frente ao TEFRAN/Grupo de Turno

17/09/2015

15h00

Joinville/SC

REGIONAL DO SINDIPETRO EM JOINVILLE/SC

 Rua Elly Soares, 127 , Sala 01

Bairro Floresta

16/09/2015

17h30

São Mateus do Sul/PR

Em frente da SIX - Grupo 5

15/09/2015

15h00

Em frente da SIX - Grupo 4

16/09/2015

23h00

REGIONAL DO SINDIPETRO EM SÃO MATEUS DO SUL/PR 

Rua Paulino Vaz da Silva, 538 – Centro

17/09/2015

17h00

Em frente da SIX - Grupo 1

18/09/2015

15h00

Em frente da SIX - Grupo 2 + ADM

22/09/2015

07h00

Em frente da SIX - Grupo 3

22/09/2015

15h00

 

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