Mostrando itens por tag: fup
Sexta, 23 Outubro 2015 19:07

Nesta sexta-feira, 23/10, a FUP enviou documento à Petrobrás, solicitando mais uma vez, a realização de uma reunião de negociação coletiva de trabalho, para debater a Pauta Pelo Brasil, aprovada durante a 5ª Plenafup e apresentada à empresa em julho deste ano.

No documento protocolado na sede da companhia, no Rio de Janeiro, a Federação exige que a  reunião aconteça até a próxima quarta-feira, 28, com a participação de todas as subsidiárias do Sistema, assim como a Fafen Araucária. A Federação afirmou ainda, que após esta data, a disponibilidade da entidade à negociação continuará a mesma, no entanto, as reuniões só poderão ser realizadas após a deflagração da greve.

Clique aqui para acessar o documento enviado à Petrobrás 

Pauta pelo Brasil

  • Por uma política de SMS que garanta o direito à vida e rompa com o atual modelo de insegurança que já matou 16 trabalhadores só este ano
  • Pelo fortalecimento da Petrobrás como empresa integrada de energia, através da manutenção da BR Distribuidora e incorporação da Transpetro
  • Para que as riquezas do pré-sal sejam exploradas pela Petrobrás, em benefício do povo brasileiro
  • Contra a venda de ativos e pela conclusão das obras do Comperj, da Refinaria Abreu e Lima e da Fafen-MS
  • Pela preservação da política de conteúdo nacional, com construção de navios e plataformas no Brasil

Acesse aqui a íntegra da Pauta pelo Brasil

Quarta, 21 Outubro 2015 19:02

A presença de legítimos representantes dos trabalhadores nos espaços democráticos é fundamental para defender e ampliar direitos da classe. Os conselhos deliberativo e fiscal da Petros são exemplos disso. As eleições para escolher os membros que irão compor os conselhos nas vagas destinadas aos participantes e assistidos do fundo de pensão estão em andamento. O processo eleitoral iniciou no dia 14 e vai até 28 de outubro.

 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina, a FUP e os demais sindicatos filiados pedem o voto na dupla 74 para o conselho deliberativo, composta por Paulo César Martins (PC) e Norton Cardoso, e na dupla 81 para o conselho fiscal, formada por Daniel Samarate e Sérgio Lyra. São trabalhadores com históricos de luta em defesa dos participantes e assistidos do fundo de pensão e também no movimento sindical petroleiro.

 

É importante destacar que a atuação dos candidatos apoiados pela FUP sempre é fruto do debate coletivo, junto ao Conselho Deliberativo da Federação, onde o Sindipetro PR e SC possui um representante. Este, por sua vez, é pautado pelas nossas formas de organização, desde os bate-papos sindicais e assembleias, até as reuniões da direção executiva e colegiada. Portanto, votar nos candidatos da FUP é eleger um mandato plural e representativo.

 

O atual representante dos participantes da Petros no Conselho Deliberativo, o Paulo César, é prova disso. Sua atuação, orientada pela luta da FUP e sindicatos, assegurou o acordo que garantiu o pagamento dos níveis salariais de 2004, 2005 e 2006 para os aposentados e pensionistas do Plano Petros.

 

Esse acordo somente foi possível devido a muita luta e determinação das direções da FUP e dos seus sindicatos filiados. Para garantir essa conquista, foi necessário que seus diretores e militantes ocupassem, por duas vezes, a sede da Petros, no Rio de Janeiro.

 

O acordo já beneficiou quase 16 mil assistidos (aposentados e pensionistas) do Plano Petros. Desses 16 mil, mais de 10 mil já tiveram a revisão dos seus benefícios e já receberam o pagamento dos seus respectivos valores retroativos.

 

Para quem não sabe, graças a esse acordo mais de 22 mil companheiros (as) assistidos poderão resolver, em definitivo, e de forma rápida, essa pendência que já se arrastava há mais de 10 anos. Todos os aposentados e pensionistas que assinaram o Termo de Adesão individual, enviado pela Petros, receberam ou receberão, até o final do ano, o pagamento dos níveis.

 

É por tudo isso, companheiro(a) participante ou assistido da Petros, que você deve votar na Dupla 74 para o conselho deliberativo e na Dupla 81 para o conselho fiscal.

 

Como votar:

O período de votação será das 9 horas de 14 de outubro de 2015 às 17 horas de 28 de outubro. O eleitor poderá votar pela internet, usando a matricula e senha que usa para acessar o portal da Petros; ou pelo telefone, nesse caso com a senha que será enviada pela Petros pelo Correio a cada eleitor.

 

Cada eleitor deverá votar em uma única dupla, formada por titular e suplente, para compor o Conselho Deliberativo e em outra dupla, formada por titular e suplente, para compor o Conselho Fiscal.

 

O eleitor poderá votar também pelo 0800-6023120, a ligação é gratuita inclusive ligando do celular. Após ligar, o eleitor deverá digitar a sua matricula Petros e a senha de votação, enviada pela Petros pelo Coreio.

 

Em seguida, o eleitor deverá digitar o número da dupla do Conselho Deliberativo – 74 – logo em seguida deverá digitar o número da dupla ao Conselho Fiscal – 81 – após a mensagem eletrônica informar os nomes dos candidatos conforme o eleitor digitou deverá teclar o número um para confirmar e encerrar a votação.

 

Caso o eleitor tenha votado errado, deverá repetir a votação digitando novamente o número da dupla para o Conselho Deliberativo – 74 – e o mesmo para a dupla ao Conselho Fiscal – 81.

Terça, 20 Outubro 2015 14:01

A base de cálculo do pagamento do complemento da Remuneração Mínima por Nível e Regime (RMNR) voltou à pauta do Tribunal Superior do Trabalho (TST) nesta segunda-feira (19). O Dissídio Coletivo de Natureza Jurídica ingressado pela Petrobrás foi novamente julgado, desta vez na Seção de Dissídios Coletivos do Tribunal (SDC).

 

Na audiência, seis dos sete desembargadores do TST proferiram votos, sendo que quatro foram favoráveis à interpretação da Petrobrás e dois contrários.

 

Por outro lado, em julgamento de 2013,  na Seção de Dissídios Individuais do TST (SDI-1), a tese da empresa não foi acatada e os ministros, por maioria (8 x 6), decidiram uniformizar as decisões das Turmas do TST, com a tese da RMNR favorável  aos sindicatos. Os processos reivindicam que a complementação seja o resultado da subtração da RMNR menos o salário básico mais vantagens pessoais. Em outras palavras, a Petrobrás não pode embutir os adicionais, como periculosidade, trabalho noturno e hora repouso alimentação (hra), no valor da RMNR.

 

Com a nova posição da Seção de Dissídios Coletivos criou-se um impasse com posições contrárias entre órgãos do próprio TST (SDI-1 e SDC).  O mecanismo previsto no Regimento do TST para resolver a controvérsia é a transferência da decisão final para o Pleno da Corte, que deverá dar a palavra final sobre a jurisprudência que deva prevalecer.

 

A data do julgamento pelo Pleno ainda não foi definida, mas pode ocorrer a qualquer momento.  Enquanto isso, os processos em trâmite não foram suspensos, pois o pedido de paralisação feito pela Petrobrás foi rejeitado na SDC. Os processos já julgados e em execução igualmente não serão suspensos e não deverão, em princípio, ser afetados por eventual mudança na jurisprudência.

Sexta, 16 Outubro 2015 19:07

No último dia 08, a Direção da Petrobrás se reuniu com a Procuradoria Regional do Trabalho e, não satis­feita em mentir para a categoria, também mentiu para o Ministério Público (MPT), alegando que sua proposta atende às reivindicações dos trabalhadores e que a FUP sequer submeteu às assembleias. A proposta de acordo rebaixa­do que foi apresentada pela Petrobrás já nasceu morta, pois retira direitos dos trabalhadores e contraria a Pauta pelo Brasil, onde os petroleiros afirmam que não aceitarão acordo com retirada de direitos.

 

Na ultima quinta-feira, 15, a FUP teve mais uma reunião com MPT para cobrar que a Lei de Greve seja cumprida pelos trabalhadores e pela Petrobrás, sem as arbitrariedades que his­toricamente são cometidas pela empresa, com a anuência da Justiça. A Federação voltou a denunciar as práticas antissin­dicais das gerências e reiterou que não admitirá que compa­nhia financie equipes de con­tingências para tolher o direito de greve da categoria. O MPT agendou para o dia 29 uma nova audiência, dessa vez em conjunto com a Petrobrás.

 

Fonte: FUP

Quarta, 14 Outubro 2015 14:52

Nº 1358

Quinta, 08 Outubro 2015 13:35

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) divulgou nesta quarta-feira, 07, uma carta aberta aos trabalhadores da Petrobrás e subsidiárias, onde critica a intransigência dos gestores, que, desde junho, negam-se a discutir as propostas da categoria para que a estatal mantenha-se como uma empresa integrada de energia, preservando investimentos, postos de trabalho, conquistas e direitos.

 Veja a íntegra do documento:

CARTA ABERTA AOS TRABALHADORES PRÓPRIOS E TERCEIRIZADOS DA PETROBRÁS, SUBSIDIÁRIAS E FAFEN-ARAUCÁRIA

Desde junho deste ano, a FUP vem apresentando propostas alternativas ao Plano de Negócios e Gestão da Petrobrás para o período 2015-2019. Nossas reivindicações foram apresentadas ao Conselho de Administração em 23 de junho de 2015 pelo representante dos trabalhadores, Deyvid Bacelar.

Posteriormente, por deliberação da Plenária Nacional da FUP, e das assembleias de trabalhadores, nossas reivindicações foram consolidadas na Pauta pelo Brasil e formalmente apresentada à empresa em 7 de julho de 2015. Em mais de uma ocasião, desde então, prestamos esclarecimentos sobre as nossas reivindicações, sem que a Petrobrás manifestasse a mais tênue vontade de negociar.

A Pauta pelo Brasil é vital para os trabalhadores porque o atual PNG implica em desemprego, em perda de direitos e em precarização das condições de trabalho, aumentando significativamente os riscos de acidentes, adoecimentos, mutilações e mortes.São nossas vidas, portanto, que estão em jogo.

Ainda assim, a Petrobrás age como se nada acontecesse e recusa-nos o Direito Humano Fundamental da Negociação Coletiva de Trabalho.Recusa parcial, além de descabida, pois com os bancos a empresa negociou e modificou o PNG. Para pior!

Enquanto assim procede, a Petrobrás ainda tenta forçar os trabalhadores a negociar o Acordo Coletivo de Trabalho, como se fosse possível ignorarmos as restrições de direitos, mudanças de regime punitivas e demais autoritarismos realizados pela empresa para impor seu Plano.

Chamamos os companheiros, portanto, à reflexão. Pedimos a leitura comparativa dos dois documentos abaixo:

Acesse aqui o nosso convite à negociação  

Confira a respectiva negativa patronal 

Leiam criteriosamente e respondam, por favor:

a) Qual dos lados alega querer negociar, mas se recusa a discutir a pauta de reivindicações apresentada pelos trabalhadores, aprovada em Plenária Nacional e em assembleias?

b) Quem configurou uma "mesa de negociações" com gerentes de terceira linha, destituídos de poderes para decidir, caracterizando assim a inutilidade dos entendimentos?

c) Qual dos lados pretende falsamente "negociar" e convida o outro para uma sala de 2m x 2m?

d) Qual dos lados quer negociar segregando as demais empresas do Sistema Petrobrás, coisa nunca antes feita, numa clara demonstração de ruptura com o modelo de empresa integrada, característico da indústria mundial do petróleo?

e) Qual dos lados "quer negociar" rebaixando direitos?

Enfim, que cada trabalhador, próprio e terceirizado,da Petrobrás, das subsidiárias e da Fafen-PR responda: quem é o intransigente, afinal?

 

Rio de Janeiro, 07 de outubro de 2015

Direção Colegiada da Federação Única dos Petroleiros

Quarta, 07 Outubro 2015 17:03

Na noite desta terça-feira, 06, o Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou o pedido de regime de urgência para o PL 6726/2013, do deputado Mendonça Filho (DEM/PE), que tem por objetivo acabar com o regime de partilha nas áreas do pré-sal e retomar o modelo de concessão. A urgência foi rejeitada por 311 votos, contra 106 a favor. O projeto terá que obedecer os trâmites normais, passando pelas comissões da Câmara.

Essa é mais uma vitória importante dos petroleiros e dos movimentos sociais, que vêm arduamente se mobilizando para barrar as investidas contra o pré-sal e a Petrobrás. No Senado, o PLS 131, de José Serra (PSDB/SP), foi também retirado da pauta do Plenário, após três meses de luta dos trabalhadores para impedir que o projeto fosse votado às pressas, como pretendia o senador tucano.

Os entreguistas tentaram fazer o mesmo com o projeto de Mendonça Filho, que foi apresentado na legislatura passada, em novembro de 2013, e desarquivado em fevereiro deste ano pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Em março, o projeto ganhou força, após o deputado Jutahy Junior (PSDB/BA) dar entrada em um texto semelhante para acabar com a partilha, cuja proposta foi apensada ao PL 6726/13.

As investidas contra o pré-sal não param por aí. Além de Serra, outro senador tucano, Aloysio Nunes (PSDB/SP), também ingressou este ano com um projeto, o PLS 417/2014, para tentar acabar com o regime de partilha do pré-sal, nos mesmos moldes da proposta de Mendonça Filho e de seu colega de partido, Jutahy Junior.

A luta, portanto, continua. Defender a Petrobrás e o pré-sal é defender o Brasil!

Fonte: FUP

Quarta, 07 Outubro 2015 16:39

A Petrobrás recusou a solicitação da FUP de negociação da Pauta pelo Brasil, na sede da Federação, em conjunto com as subsidiárias. Mais uma vez, os gestores se negam a discutir alternativas para que a companhia mantenha-se como uma empresa integrada de energia, preservando investimentos, postos de trabalho, conquistas e direitos dos trabalhadores.

No documento enviado ao RH da Petrobrás, na segunda-feira, 05, a FUP tornou a ressaltar a importância do processo de negociação integrado com todas as empresas do Sistema. A proposta de realizar a reunião na sede da Federação foi justamente devido ao impasse em que se encontra as negociações, em função da metodologia imposta pela companhia, de reuniões fracionadas, o que já foi reiteradamente rejeito pela FUP e por seus sindicatos.

Há três meses, os petroleiros vêm tentando discutir com a Petrobrás a Pauta pelo Brasil, que foi protocolada no dia 07 de julho, após aprovação na 5ª Plenafup. Antes disso, as reivindicações já haviam sido apresentadas ao Conselho de Administração, no dia 26 de junho, logo após a empresa anunciar o novo Plano de Negócios e Gestão.

Além de ignorar a Pauta pelo Brasil, os gestores retiraram o RH da mesa de negociação,  colocaram em seu lugar gerentes de terceira linha, impuseram reuniões separadas por empresa e apresentaram uma proposta de rebaixamento do acordo coletivo. A Petrobrás também negou-se a discutir o regramento da greve por tempo indeterminado, que foi aprovada nacionalmente pela categoria.

Veja aqui a resposta da Petrobrás à FUP e aqui o documento que a Federação enviou ontem à empresa.

Fonte: FUP

Jornal Revista

Edição Nº 1418

Veja Todos os Jornais

TV Sindipetro