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Quarta, 14 Outubro 2015 14:52

Nº 1358

Quinta, 08 Outubro 2015 13:35

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) divulgou nesta quarta-feira, 07, uma carta aberta aos trabalhadores da Petrobrás e subsidiárias, onde critica a intransigência dos gestores, que, desde junho, negam-se a discutir as propostas da categoria para que a estatal mantenha-se como uma empresa integrada de energia, preservando investimentos, postos de trabalho, conquistas e direitos.

 Veja a íntegra do documento:

CARTA ABERTA AOS TRABALHADORES PRÓPRIOS E TERCEIRIZADOS DA PETROBRÁS, SUBSIDIÁRIAS E FAFEN-ARAUCÁRIA

Desde junho deste ano, a FUP vem apresentando propostas alternativas ao Plano de Negócios e Gestão da Petrobrás para o período 2015-2019. Nossas reivindicações foram apresentadas ao Conselho de Administração em 23 de junho de 2015 pelo representante dos trabalhadores, Deyvid Bacelar.

Posteriormente, por deliberação da Plenária Nacional da FUP, e das assembleias de trabalhadores, nossas reivindicações foram consolidadas na Pauta pelo Brasil e formalmente apresentada à empresa em 7 de julho de 2015. Em mais de uma ocasião, desde então, prestamos esclarecimentos sobre as nossas reivindicações, sem que a Petrobrás manifestasse a mais tênue vontade de negociar.

A Pauta pelo Brasil é vital para os trabalhadores porque o atual PNG implica em desemprego, em perda de direitos e em precarização das condições de trabalho, aumentando significativamente os riscos de acidentes, adoecimentos, mutilações e mortes.São nossas vidas, portanto, que estão em jogo.

Ainda assim, a Petrobrás age como se nada acontecesse e recusa-nos o Direito Humano Fundamental da Negociação Coletiva de Trabalho.Recusa parcial, além de descabida, pois com os bancos a empresa negociou e modificou o PNG. Para pior!

Enquanto assim procede, a Petrobrás ainda tenta forçar os trabalhadores a negociar o Acordo Coletivo de Trabalho, como se fosse possível ignorarmos as restrições de direitos, mudanças de regime punitivas e demais autoritarismos realizados pela empresa para impor seu Plano.

Chamamos os companheiros, portanto, à reflexão. Pedimos a leitura comparativa dos dois documentos abaixo:

Acesse aqui o nosso convite à negociação  

Confira a respectiva negativa patronal 

Leiam criteriosamente e respondam, por favor:

a) Qual dos lados alega querer negociar, mas se recusa a discutir a pauta de reivindicações apresentada pelos trabalhadores, aprovada em Plenária Nacional e em assembleias?

b) Quem configurou uma "mesa de negociações" com gerentes de terceira linha, destituídos de poderes para decidir, caracterizando assim a inutilidade dos entendimentos?

c) Qual dos lados pretende falsamente "negociar" e convida o outro para uma sala de 2m x 2m?

d) Qual dos lados quer negociar segregando as demais empresas do Sistema Petrobrás, coisa nunca antes feita, numa clara demonstração de ruptura com o modelo de empresa integrada, característico da indústria mundial do petróleo?

e) Qual dos lados "quer negociar" rebaixando direitos?

Enfim, que cada trabalhador, próprio e terceirizado,da Petrobrás, das subsidiárias e da Fafen-PR responda: quem é o intransigente, afinal?

 

Rio de Janeiro, 07 de outubro de 2015

Direção Colegiada da Federação Única dos Petroleiros

Quarta, 07 Outubro 2015 17:03

Na noite desta terça-feira, 06, o Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou o pedido de regime de urgência para o PL 6726/2013, do deputado Mendonça Filho (DEM/PE), que tem por objetivo acabar com o regime de partilha nas áreas do pré-sal e retomar o modelo de concessão. A urgência foi rejeitada por 311 votos, contra 106 a favor. O projeto terá que obedecer os trâmites normais, passando pelas comissões da Câmara.

Essa é mais uma vitória importante dos petroleiros e dos movimentos sociais, que vêm arduamente se mobilizando para barrar as investidas contra o pré-sal e a Petrobrás. No Senado, o PLS 131, de José Serra (PSDB/SP), foi também retirado da pauta do Plenário, após três meses de luta dos trabalhadores para impedir que o projeto fosse votado às pressas, como pretendia o senador tucano.

Os entreguistas tentaram fazer o mesmo com o projeto de Mendonça Filho, que foi apresentado na legislatura passada, em novembro de 2013, e desarquivado em fevereiro deste ano pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Em março, o projeto ganhou força, após o deputado Jutahy Junior (PSDB/BA) dar entrada em um texto semelhante para acabar com a partilha, cuja proposta foi apensada ao PL 6726/13.

As investidas contra o pré-sal não param por aí. Além de Serra, outro senador tucano, Aloysio Nunes (PSDB/SP), também ingressou este ano com um projeto, o PLS 417/2014, para tentar acabar com o regime de partilha do pré-sal, nos mesmos moldes da proposta de Mendonça Filho e de seu colega de partido, Jutahy Junior.

A luta, portanto, continua. Defender a Petrobrás e o pré-sal é defender o Brasil!

Fonte: FUP

Quarta, 07 Outubro 2015 16:39

A Petrobrás recusou a solicitação da FUP de negociação da Pauta pelo Brasil, na sede da Federação, em conjunto com as subsidiárias. Mais uma vez, os gestores se negam a discutir alternativas para que a companhia mantenha-se como uma empresa integrada de energia, preservando investimentos, postos de trabalho, conquistas e direitos dos trabalhadores.

No documento enviado ao RH da Petrobrás, na segunda-feira, 05, a FUP tornou a ressaltar a importância do processo de negociação integrado com todas as empresas do Sistema. A proposta de realizar a reunião na sede da Federação foi justamente devido ao impasse em que se encontra as negociações, em função da metodologia imposta pela companhia, de reuniões fracionadas, o que já foi reiteradamente rejeito pela FUP e por seus sindicatos.

Há três meses, os petroleiros vêm tentando discutir com a Petrobrás a Pauta pelo Brasil, que foi protocolada no dia 07 de julho, após aprovação na 5ª Plenafup. Antes disso, as reivindicações já haviam sido apresentadas ao Conselho de Administração, no dia 26 de junho, logo após a empresa anunciar o novo Plano de Negócios e Gestão.

Além de ignorar a Pauta pelo Brasil, os gestores retiraram o RH da mesa de negociação,  colocaram em seu lugar gerentes de terceira linha, impuseram reuniões separadas por empresa e apresentaram uma proposta de rebaixamento do acordo coletivo. A Petrobrás também negou-se a discutir o regramento da greve por tempo indeterminado, que foi aprovada nacionalmente pela categoria.

Veja aqui a resposta da Petrobrás à FUP e aqui o documento que a Federação enviou ontem à empresa.

Fonte: FUP

Terça, 06 Outubro 2015 12:58

Nesta segunda-feira, 05, a FUP protocolou documento na Petrobrás, solicitando reunião de negociação coletiva de trabalho sobre a Pauta Pelo Brasil, a ser realizada no dia 07 de outubro na sede da Federação, no Rio de Janeiro. O convite da FUP e seus sindicatos foi direcionado ao RH da Petrobrás e de todas as suas subsidiárias com as quais a Federação mantém negociação coletiva e também se estendeu à subsidiária não integrada Fábrica de Fertilizantes Araucária Nitrogenados S.A. (FAFEN/PR - Araucária Nitrogenados).

No documento enviado à Petrobrás, a FUP destaca que a negociação coletiva de trabalho é Direito Humano fundamental, assim definido pela Declaração de Direitos e Princípios Fundamentais da Organização Internacional do Trabalho. A Federação lembrou ainda, que a iniciativa de realizar a reunião na sede da entidade se dá devido ao impasse negocial em que se encontram as partes, já que a empresa, desde que recebeu a Pauta Pelo Brasil no dia 07 de julho, insiste em se recusar a negociar a pauta, que além de referendada pelos trabalhadores, contém questões importantíssimas relacionadas à Saúde, Segurança e Efetivo, pontos que afetam diretamente as condições de vida de centenas de milhares de petroleiros.

Clique aqui para acessar o documento enviado à Petrobrás. 

Fonte: FUP

Sexta, 02 Outubro 2015 19:30

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás são os principais responsáveis pelo crescimento da empresa e, mais do que ninguém, conhecem cada particularidade da estatal. Portanto, nesta quinta-feira, 01/10, a Federação Única dos Petroleiros disponibilizou um hotsite, onde a partir de agora, a categoria poderá enviar propostas alternativas ao Plano de Gestão e Negócios da companhia para o período de 2015/2019.

Com o intuito de ouvir cada vez mais as ideias dos trabalhadores em prol da luta em defesa Petrobrás como empresa forte e integrada de energia, é que a FUP e seus sindicatos pensaram numa ferramenta simples e rápida, para facilitar a participação dos petroleiros e petroleiras neste processo de construção.

As sugestões enviadas ao hotsite “Alternativas ao PNG” serão fundamentais para apontar caminhos para que a Petrobrás mantenha os investimentos no país, sem abrir dos seus ativos, gerando emprego e renda, preservando, assim, o seu papel de principal indutora do desenvolvimento nacional.

Acesse o link: http://www.fup.org.br/alternativasaopng/index.php  e participe.

Contamos com você nesta luta!

Fonte: FUP

Sexta, 02 Outubro 2015 19:21

Retirada do PL 131 da pauta no Senado é fruto de luta dos petroleiros

Quinta, 01 Outubro 2015 18:14

Olho Vivo - Petróleo: passaporte para o futuro

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