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Quinta, 10 Setembro 2015 14:50

Nº 1356

Quinta, 03 Setembro 2015 22:55

Após dois meses de silêncio em relação à Pauta pelo Brasil (veja abaixo as principais reivindicações), aprovada pelos petroleiros durante a 5ª Plenafup e protocolada no dia 07 de julho, a direção da Petrobrás afronta a organização sindical. Na reunião desta quinta-feira (03) com a FUP e seus sindicatos, a empresa comunicou que a campanha reivindicatória não será mais realizada coletivamente, em uma mesa unificada com as subsidiárias.

A gestão Bendine quer aplicar na negociação coletiva o mesmo modelo de desintegração que está tentando impor ao Sistema Petrobrás. A proposta da empresa é de fatiar a negociação em reuniões separadas com cada subsidiária, através de uma Comissão com três representantes das áreas de negócio, onde o RH Corporativo ficará em segundo plano, dando apenas suporte nas reuniões.

A FUP repudiou veementemente esse ataque à organização sindical e reafirmou que a prioridade da categoria neste momento é a discussão da Pauta pelo Brasil. A Federação e seus sindicatos se retiraram da reunião, reafirmando que os petroleiros farão o que for preciso para impedir o desmantelamento do Sistema Petrobrás e qualquer tentativa de diferenciação entre os seus trabalhadores. É inadmissível o fatiamento da empresa, seja através da venda de ativos ou da imposição de mesas de negociação desintegradas. 


Deflagrar a greve

Nesta quinta-feira, 03, a FUP protocolou na Petrobrás e na Transpetro aviso de greve por tempo indeterminado a partir da zero hora de domingo (06). A Federação solicitou também a negociação de efetivos mínimos e de cotas de produção para assegurar as necessidades essenciais da população, como determina a Lei de Greve.

Na sexta-feira, 04, a FUP e seus sindicatos se reúnem em mais um Conselho Deliberativo para discutir a organização e construção da greve por tempo indeterminado.



Pauta pelo Brasil

Por uma política de SMS que garanta o direito à vida e rompa com o atual modelo de insegurança que já matou 16 trabalhadores só este ano

Pelo fortalecimento da Petrobrás como empresa integrada de energia, através da manutenção da BR Distribuidora e incorporação da Transpetro

Para que as riquezas do pré-sal sejam exploradas pela Petrobrás, em benefício do povo brasileiro

Contra a venda de ativos e pela conclusão das obras do Comperj, da Refinaria Abreu e Lima e da Fafen-MS

Pela preservação da política de conteúdo nacional, com construção de navios e plataformas no Brasil

Acesse no portal da FUP a íntegra da Pauta pelo Brasil: http://goo.gl/XRUdJF

Segunda, 31 Agosto 2015 18:33

Nº 1355

Quinta, 27 Agosto 2015 12:55

Nesta quarta-feira, 26, a FUP protocolou na sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, documento responsabilizando a direção da empresa pelo impasse nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho. Passados quase dois meses da apresentação da Pauta Política aprovada pela categoria, os gestores da Petrobrás seguem calados em relação às reivindicações, mesmo após uma semana de mobilizações, que culminaram com uma greve de 24 horas no dia 24 de julho.

O Conselho Deliberativo da FUP tornou a se reunir nesta terça-feira, 25, e aprovou um novo calendário de lutas para barrar o desmonte do Sistema Petrobrás, cujos impactos já estão ocorrendo em várias unidades do país, com milhares de demissões de trabalhadores terceirizados e cortes em despesas, que colocam em risco conquistas históricas da categoria. Além disso, os gestores da empresa já deram início à venda de ativos estratégicos, como parte da BR Distribuidora e a reestruturação da malha de gasodutos. Para responder a esses ataques, a FUP e seus sindicatos deliberaram por uma greve nacional dos trabalhadores da Transpetro, a partir do dia 04 de setembro.

Impasse negocial

No documento encaminhado à direção da Petrobrás, a FUP destaca as cobranças feitas em relação à Pauta Política, que foi protocolada no dia 07 de julho e que, desde então, não foi respondida pela empresa. Ao longo desse período, houve apenas uma reunião com o RH da Petrobrás, no dia 15 de julho, onde a FUP e seus sindicatos defenderam uma a uma as reivindicações da Pauta Política, propondo mudanças no atual Plano de Negócios e Gestão, cobrando a suspensão imediata da venda de ativos e a retomada dos investimentos.

Para arrancar um posicionamento da empresa, os petroleiros ainda estabeleceram prazo até o dia 21 de agosto para que os gestores respondessem à categoria. A postura da direção da Petrobrás, no entanto, é de total descaso com a Pauta Política. Além do silêncio em relação às reivindicações, a empresa autorizou a abertura de 25% do capital da BR, reduziu as metas de produção de petróleo, está abandonando projetos estratégicos e reduzindo investimentos fundamentais para preservar o Sistema Petrobrás, como uma empresa integrada de energia.

Clique aqui para ler a íntegra do documento protocolado na Petrobrás.

Fonte: FUP

Terça, 25 Agosto 2015 20:21

Na manhã desta terça-feira, 25, a direção da FUP e seus sindicatos filiados realizaram um ato em frente ao edifício sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, contra o plano de gestão e negócios da empresa, pela garantia de empregos e, em apoio ao representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás, Deyvid Bacelar, que tem sofrido assédio e cerceamento em sua atuação na maior instância de decisão da estatal.

A Federação repudia todas as investidas contrárias às atividades e publicações do conselheiro em qualquer tipo comunicação com os trabalhadores que o elegeram.

 

"Infelizmente há um processo de desgate da representação dos trabalhadores e trabalhadoras no Conselho de Administração da Petrobrás, devido à transparência que demos às atividades e decisões do conselho, desde que ocupamos esta vaga. Transparência através das publicações do nosso blog, site e nossos informativos eletrônicos, que cada traabalhador e trabalhadora vem recebendo nos últimos meses. Isso tem causado uma certa indignação dos gestores dessa grande companhia, porque os mesmos, infelizmente, ainda querem tratar algumas questões como sigilosas, que devem constar apenas dentro de uma  caixa preta, sem ser revelada aos trabalhadores e à sociedade brasileira. É claro que tomamos o cuidado antes de divulgar qualquer fato, episódio ou deliberação tomada no C.A, respeitando a legislação brasileira e as normas internas da companhia, Por isso, aguardamos a divulgação dos fatos relevantes que a empresa comunica ao mercado. Mas mesmo assim, alguns gestores estão muito revoltados pelo fato de fazermos uma melhor comunicação com a categoria petroleira. E isso, de forma alguma, nós deixaremos de fazer, pois o compromisso assumido pela Federação Única dos Petroleiros e, por mim, trabalhador eleito por vocês, companheiros, além de levar as nossas demandas para a maior instância de decisão da empresa,  é o de fazer uma comunicação mais transparente e eficaz com vocês", afirmou o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás, Deyvid Bacelar, antes de iniciar sua participação na reunião do C.A, que acontece durante todo o dia de hoje.

 

Clique aqui para assistir ao vídeo publicado na página da FUP no Facebook, durante o ato realizado nesta manhã no Edise.

Fotos [Tezeu Freitas]

Fonte: FUP

Segunda, 24 Agosto 2015 18:31

Nº 1354

Segunda, 17 Agosto 2015 14:57

Nº 1353

Quinta, 13 Agosto 2015 14:10

Em suas manobras para favorecer os setores que apoiam mudanças nas regras do pré-sal, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB/AL), tem ultrapassado todos os limites do cargo que ocupa e atropelado reiteradamente o processo democrático. Nesta quarta-feira, 12, durante a instalação da Comissão Especial que tratará do PLS 131, Renan mexeu na composição que já havia sido acordada entre os partidos, alterando a correlação de forças na comissão, cuja maioria dos integrantes era contrária ao projeto. Além disso, o presidente do Senado barrou a entrada dos dirigentes da FUP e impôs a nomeação de Otto Alencar (PSD/BA) para a Presidência e de Ricardo Ferraço (PMDB/ES) para a Relatoria.

Ferraço já foi relator do PLS 131, tanto no Plenário, quanto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, quando se posicionou favorável à proposta de José Serra, autor do projeto que quer tirar da Petrobrás a função de operadora única do pré-sal e acabar com a participação mínima da empresa na exploração destas reservas. Ao interferir na composição da Comissão Especial para privilegiar o bloco parlamentar que é favorável ao PLS 131, Renan Calheiros inviabiliza o debate democrático sobre um tema que é de suma importância para o país.

Essa arbitrariedade fez com que os senadores que se opõem ao projeto de Serra se retirassem da reunião de instalação da Comissão. “Não dá para aceitar. Tive uma discussão áspera com o presidente Renan, que não pode se espelhar em Eduardo Cunha, com posições autoritárias. Se querem nos colocar para fora da comissão, é só nos dizer”, protestou o senador Lindbergh Farias (PT/RJ).

Mesmo com habeas corpus, petroleiros foram impedidos de entrar

Mesmo com habeas corpus expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Édson Fachin, no último dia 03, garantindo o aceso da FUP ao Senado para acompanhar as sessões e votações do PLS 131, o coordenador da Federação, José Maria Rangel, e vários dirigentes, foram impedidos de acompanhar a sessão de instalação da Comissão Especial, nesta quarta-feira, 12. Em vez de cumprir a decisão judicial, o presidente do Senado, Renan Calheiros, fez exatamente o contrário: determinou que a segurança barrasse a entrada de todos os petroleiros citados no habeas corpus.

Outros militantes que conseguiram acesso ao Senado também foram impedidos de entrar na sala onde se reuniu a Comissão Especial que analisará o PLS 131.Como destaca o ministro Édson Fachin no relatório que garantiu o habeas corpus à FUP, a atitude do presidente do Senado “consiste em flagrante violação à liberdade, pois o Senado Federal é prédio e espaço público por excelência, é uma Casa Legislativa formada por representantes do povo e, por essa razão, pode e deve estar sempre aberta”.

Não foi a primeira vez que Renan Calheiros impediu o direito dos petroleiros acompanharem as sessões do Senado, como garante a Constituição a todos os cidadãos brasileiros. Nas sessões anteriores, ele já vinha criando uma série de restrições ao acesso de representantes da FUP e de seus sindicatos à Casa. No dia 17 de julho, chegou a mandar a polícia parlamentar retirar à força os petroleiros das galerias do plenário, durante a votação que aprovou o regime de urgência para o PLS 131.

Nas sessões seguintes, os petroleiros intensificaram as mobilizações no Senado, conseguiram derrubar a urgência e, desde então, seguem resistindo às manobras que tentam apressar a tramitação do projeto. A Direção da FUP permanece em Brasília até sexta-feira, 14, pressionando os parlamentares e construindo lutas unitárias com outras categorias e os movimentos sociais em defesa da Petrobrás, do pré-sal e do Brasil.

Fonte: FUP

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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