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Sexta, 13 Novembro 2015 17:13

Conselho Deliberativo da FUP indica suspensão do movimento, manutenção do estado de greve e renovação do ACT

Quarta, 11 Novembro 2015 23:48

O Conselho Deliberativo da FUP reúne-se nesta quinta-feira (12) para avaliar a proposta apresentada pela Petrobrás e definir os próximos encaminhamentos em relação à greve da categoria. A reunião será às 14 horas, no Rio de Janeiro.

 

A Federação continua aguardando que a empresa formalize a proposta de Acordo Coletivo para verificar se a redação das cláusulas mantém os direitos já assegurados pela categoria, como cobra o item 13 da Pauta pelo Brasil.

 

Até o momento, a Petrobrás apresentou apenas uma carta de encaminhamento, onde afirma que a proposta de Acordo Coletivo  manterá as conquistas do ACT 2013-2015. Além de não ter enviado a íntegra da proposta com as cláusulas redigidas, ainda há reivindicações que não foram respondidas pela empresa.

 

Portanto, a orientação é para que os petroleiros mantenham a greve em todas as bases, aguardando os próximos indicativos da  FUP e de seus sindicatos.

 

Fonte: FUP

Quarta, 11 Novembro 2015 18:49

Em reunião na tarde desta quarta-feira (11) com a FUP e com os seus sindicatos, a Petrobrás apresentou sua proposta para os principais pontos da Pauta pelo Brasil.

 

A Federação está reunida para avaliar a proposta da empresa e definir os próximos passos da greve.

 

A orientação continua sendo para os trabalhadores permanecerem mobilizados em todas as bases.

Quarta, 11 Novembro 2015 17:28

Há cerca de uma hora, a FUP recebeu comunicado da Petrobrás, solicitando a presença da Federação na sede da empresa no Rio de Janeiro (Edise), às 15h, para dar continuidade ao processo de negociação da Pauta pelo Brasil, iniciado na segunda-feira, 09.



A segunda reunião entre as parte seria ontem, mas em cima da hora, a companhia suspendeu ao processo de negociação.



Em breve enviaremos informes à categoria sobre o desdobramento da reunião entre FUP, seus sindicatos e Petrobrás.



A greve continua!



Fonte: FUP

Quarta, 11 Novembro 2015 16:19

A irresponsabilidade dos gestores da Petrobrás com a vida dos trabalhadores, com o meio ambiente e com a segurança das unidades que estão sob controle de equipes de contingência tem sido denunciada constantemente pela FUP e por seus sindicatos. Nesta terça-feira (10), um vazamento de óleo parou por completo a produção da plataforma P-37, na Bacia de Campos, que desde o início da greve está sendo operada pela contingência.

O acidente interrompeu a produção de 40 mil barris de petróleo e, segundo informações obtidas pelo Sindipetro-NF, inundou de óleo o convés da plataforma, chegando a atingir o mar. Além de tecnicamente despreparadas, as equipes de contingência que a Petrobrás enviou para as plataformas, refinarias, terminais, termelétricas e usinas de biodíesel, para assumirem as unidades no lugar dos trabalhadores em greve, atuam com números reduzidos de profissionais. Na P-37, onde ocorreu o vazamento, há trabalhadores embarcados há mais de 15 dias.

Ao longo desses 11 dias de greve, a pressão dos gestores para tentar manter a produção a qualquer custo já causou uma morte e vários incidentes. Enquanto isso, a Petrobrás suspende a negociação e segue calada em relação às principais reivindicações da categoria, inclusive no que diz respeito à saúde e segurança.

Em vez de buscar na mesa de negociação saídas para a greve, cuja responsabilidade é inteiramente sua, a direção da empresa continua apostando no confronto. Os violentos ataques contra a liberdade de organização sindical e o direito constitucional de greve denunciam o total despreparo dos gestores, que deveriam estar tentando resolver o impasse criado por eles.

Além de ter empurrado a categoria para uma greve que poderia ter sido evitada, se a companhia tivesse concordado em discutir a Pauta pelo Brasil, a direção da empresa agora quer acirrar o movimento, sob o risco de radicalizar a greve. Os petroleiros não irão recuar, pois a defesa de uma Petrobrás pública, integrada e comprometida com a soberania nacional é o que move a categoria. Já, os gestores...

Direção Colegiada da FUP

Terça, 10 Novembro 2015 18:53

A FUP orientou os dirigentes sindicais que aguardavam no Rio de Janeiro a segunda rodada de negociação com a Petrobrás a retornarem para suas bases e fortalecerem a greve. A empresa suspendeu a reunião que havia agendado para esta terça-feira (10) e o momento, portanto, é de intensificar o movimento nacionalmente, em todos os estados.

Estamos realizando uma greve de vanguarda, que já é vitoriosa, pois o que está em disputa são os rumos da maior empresa do país. Os petroleiros e petroleiras que atenderam à convocação da FUP e estão protagonizando esse momento histórico são determinantes neste enfrentamento.

Essa é a hora de fortalecer a luta em todas as refinarias, nas plataformas, nos campos terrestres, nas unidades de produção e de processamento de gás, nos terminais, nas usinas de biodiesel e nas termoelétricas.

Os informes dos sindicatos da FUP são de que em várias unidades, a produção está paralisada ou parcialmente interrompida. Na Bacia de Campos, onde a greve já atinge 50 unidades marítimas, mais de dois milhões de barris de petróleo deixaram de ser produzidos, o que gera um prejuízo de pelo menos R$ 400 milhões para a Petrobrás. Soma-se a isso a paralisação e redução de produção nas plataformas do Ceará e Espírito Santo, além dos campos de produção terrestre da Bahia, do Rio Grande do Norte e do Espírito Santo.

A Fafen-PR, maior produtora mundial de catalisador para caminhões a diesel (ARLA-32), está parada há mais de uma semana. A cada dia, 2 mil toneladas de uréia deixam de ser produzidas, assim como 1.350 toneladas de amônia e 1.680 toneladas de ARLA-32. Segundo o sindicato, o impacto financeiro da paralisação da fábrica é de R$ 2 milhões por dia.

Na Bahia, o sindicato estima que metade da produção do estado está paralisada. Nos campos de produção terrestre, cerca de 2 milhões de metros cúbicos de gás diários deixaram de ser produzidos e na região de Candeias, a produção diária caiu de 4.500 para 2.100 barris de óleo. A greve também impactou na geração de energia em Camaçari, que sofreu uma redução de mais de 60%, caindo de 326 para 118 megawatts. A paralisação da usina de Candeias interrompeu a produção de bioediesel, ácido graxo e de glicerina. Na Fafen, foi cortada inteiramente a produção de uréia e interrompida a distribuição de amônia, ARLA-32, ácido nítrico, entre outros produtos.

Na Reduc, houve uma queda de 30 mil barris diários de petróleo refinado, a produção de asfalto está interrompida e a produção de coque já sofreu uma redução superior a 80%, o que gera um prejuízo de mais de R$ 1 milhão por dia à Petrobrás. Na Recap (SP), metade da produção foi afetada. Na Lubnor (CE) e na Refinaria Clara Camarão (RN), as unidades também foram paralisadas.

No Rio Grande do Norte, o Polo de Guamaré reduziu consideravelmente a produção, assim como as 13 plataformas que estão em greve. No Ceará, 87% da produção de óleo e 94% da de gás foram paralisados. No Espírito Santo, a produção das plataformas P-58 e P-57 também caiu pela metade, nos dois primeiros dias da greve.

 

Fonte: FUP

Terça, 10 Novembro 2015 14:41

A Gerência de RH da Petrobrás transferiu para a tarde desta terça-feira (10) a reunião com a FUP e com os seus sindicatos, que seria realizada pela manhã, para dar continuidade à negociação da Pauta pelo Brasil. A informação é que a Diretoria Executiva da empresa está reunida e avaliando as propostas que a Federação apresentou na reunião de ontem.



A orientação da FUP é que categoria siga mobilizada, para que possamos continuar pressionando os gestores da Petrobrás a atender nossas reivindicações. A força do movimento tem impactado a produção de petróleo, o refino, o transporte e a geração de energia. Vamos, portanto, fortalecer ainda mais essa greve, que já é histórica.



Só na Bacia de Campos, onde o movimento já atinge 50 unidades marítimas, deixaram de ser produzidos mais de dois milhões de barris de petróleo, o que gera um prejuízo de pelo menos R$ 400 milhões para a Petrobrás. Soma-se a isso a paralisação e redução de produção nas plataformas do Ceará e Espírito Santo, além dos campos de produção terrestre da Bahia, do Rio Grande do Norte e do Espírito Santo.



As 11 refinarias das bases da FUP também seguem firmes na greve, assim como a SIX e as FAFENs Paraná e Bahia. Na Transpetro, a greve atinge todos os terminais do Paraná, de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul, da Bahia, do Espírito Santo, do Amazonas, do Ceará, de Pernambuco, de Campos Elíseos e de Cabiúnas (no estado do Rio de Janeiro), além de Guararema, Barueri, Guarulhos e São Caetano do Sul (estes no estado de São Paulo).



Também estão na greve os trabalhadores das unidades de tratamento e processamento de gás natural (UPGNs e UTGCs), das termelétricas e das usinas de biodíesel.



A greve é forte e histórica! Sigamos em frente

Terça, 10 Novembro 2015 08:41

A FUP e os seus sindicatos darão continuidade nesta terça-feira (10) à negociação com a Petrobrás da Pauta pelo Brasil.

 

A reunião, agendada para às 11h, foi convocado pela empresa através de ofício enviado à Federação, às 23h30 desta segunda (09).

 

A FUP volta a reiterar a importância da categoria continuar mobilizada. Nossa greve é forte e vem ganhando novas adesões a cada dia.

 

A hora, portanto, é de intensificar a luta!

 

Na área de Exploração e Produção de petróleo, a greve já atinge 49 unidades marítimas da Bacia de Campos, 06 plataformas no Ceará, 03 plataformas no Espírito Santo, além dos campos de produção terrestre na Bahia, no Rio Grande do Norte e no Espírito Santo.

 

Nas bases da FUP, 11 refinarias estão sem troca de turno: Reman (AM),Clara Camarão (RN), Lubnor (CE), Abreu e Lima (PE), Rlam (BA), Reduc (Duque de Caxias), Regap (MG), Replan (SP), Recap (SP), Repar (PR) e Refap (RS). Os trabalhadores da Clara Camarão, no Polo de Guamaré, no Rio Grande do Norte, pararam a refinaria e entregaram as unidades.

 

Também estão parados os trabalhadores da SIX, Superintendência de Industrialização de Xisto (PR), e das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) do Paraná e da Bahia.

 

Na Transpetro, a greve se estende por todos os terminais do Paraná, de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul, da Bahia, do Espírito Santo, do Amazonas, do Ceará, de Pernambuco, de Campos Elíseos e de Cabiúnas (no estado do Rio de Janeiro), além de Guararema, Barueri, Guarulhos e São Caetano do Sul (estes no estado de São Paulo).

 

Também estão na greve os trabalhadores das unidades de tratamento e processamento de gás natural (UPGNs e UTGCs) do Espírito Santo, do Rio Grande do Norte e do Ceará.

 

Nas termelétricas, a greve atinge as unidades de Duque de Caxias, do Ceará, de Minas Gerais, do Mato Grosso do Sul, do Rio Grande do Sul, da Bahia e do Rio Grande do Norte.

 

Nas usinas de biodíesel, os trabalhadores também aderiram à greve em Minas Gerais, na Bahia e no Ceará.

 

Vamos em frente! Nem um passo atrás!

 

Fonte: FUP

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Edição Nº 1418

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