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Terça, 24 Novembro 2015 19:02

Nº 1361

Terça, 24 Novembro 2015 18:46

Nº 1360

Sábado, 21 Novembro 2015 14:09

O Sindipetro realizou assembleias nas unidades da Transpetro no Paraná e Santa Catarina nesta sexta-feira (20) para que os trabalhadores pudessem reavaliar os indicativos da Federação Única dos Petroleiros (FUP) sobre a aceitação da proposta da empresa para celebração do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2015, suspensão da greve e manutenção do estado de greve.

 

No total, 84 trabalhadores participaram das sete sessões de assembleia. O resultado apontou aprovação do ACT com 66% dos votos. Contrários foram 24% e 10% se abstiveram.

 

A suspensão da greve teve aceitação de 85%, 7% foram contrários e 8% não opinaram. Já a manutenção do estado de greve teve adesão de 88%, 4% de rejeição e 8% de abstenção.

 

Resultado das assembleias na Transpetro:

 

Quadro Geral
Ponto 1 (ACT): 56 votos favoráveis (66%) – 20 contrários (24%) – 8 abstenções (10%)
Ponto 2 (suspensão da greve): 71 votos favoráveis (85%) – 6 contrários (7%) – 7 abstenções (8%)
Ponto 3 (estado de greve): 74 votos favoráveis (88%) – 3 contrários (4%) – 7 abstenções (8%)

 

Terminal de São Francisco do Sul (Tefran)
Ponto 1 (ACT): 18 votos favoráveis – 6 contrários – 0 abstenções
Ponto 2 (suspensão da greve): 19 votos favoráveis – 4 contrários – 1 abstenção
Ponto 3 (estado de greve): 22 votos favoráveis – 0 contrários – 2 abstenções

 

Terminal de Paranaguá (Tepar)
Ponto 1 (ACT): 20 votos favoráveis – 3 contrários – 2 abstenções
Ponto 2 (suspensão da greve): 23 votos favoráveis – 1 contrário – 1 abstenção
Ponto 3 (estado de greve): 25 votos favoráveis – 0 contrários – 0 abstenções

 

Terminal de Itajaí (Tejaí)
Ponto 1 (ACT): 13 votos favoráveis – 0 contrários – 2 abstenções
Ponto 2 (suspensão da greve): 13 votos favoráveis – 0 contrários – 2 abstenções
Ponto 3 (estado de greve): 13 votos favoráveis – 0 contrários – 2 abstenções

 

Terminal de Guaramirim (Temirim)
Ponto 1 (ACT): 4 votos favoráveis – 5 contrários – 3 abstenções
Ponto 2 (suspensão da greve): 8 votos favoráveis – 1 contrário – 3 abstenções
Ponto 3 (estado de greve): 8 votos favoráveis – 1 contrário – 3 abstenções

 

Terminal de Biguaçu (Teguaçu)
Ponto 1 (ACT): 1 voto favorável – 6 contrários – 1 abstenção
Ponto 2 (suspensão da greve): aprovado por unanimidade
Ponto 3 (estado de greve): 6 votos favoráveis – 2 contrários – 0 abstenções

Quarta, 18 Novembro 2015 13:34

O Sindipetro convocou novas assembleias com os trabalhadores da Transpetro no Paraná e Santa Catarina para esta sexta-feira (20). Serão realizadas sete sessões em frente aos terminais que têm o objetivo de reavaliar os indicativos da FUP sobre a aceitação da proposta da empresa para celebração do Acordo Coletivo de Trabalho 2015, suspensão da greve e manutenção do estado de greve.

 

No Tepar serão três assembleias. Cabe lembrar que os grupos de turno que estiverem de folga podem participar de qualquer uma das sessões.

 

Confira os locais e horários das assembleias:

 

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

Biguaçu/SC

Em frente ao TEGUAÇÚ

20/11/2015

13h30

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

20/11/2015

13h30

Itajaí/SC

Em frente ao TEJAÍ

20/11/2015

13h30

Paranaguá/PR

Administrativo - Em frente ao TEPAR

20/11/2015

13h00

Grupo 1 - Em frente ao TEPAR

20/11/2015

16h00

Grupo 2 - Em frente ao TEPAR

20/11/2015

16h20

São Francisco do Sul/SC

Em frente ao TEFRAN

20/11/2015

13h30

 

O Edital de Convocação de Assembleia está disponível nos anexos abaixo.

Terça, 17 Novembro 2015 21:57

Em resposta ao documento que a FUP protocolou nesta terça-feira (17), cobrando que a Petrobrás reveja a sua posição sobre o desconto dos dias parados, a empresa concorda em discutir os dias de greve, logo após a assinatura do Acordo Coletivo 2015. A companhia também garante que o tratamento a ser dado aos dias de greve só será implementado a partir de janeiro de 2016.

 

Os trabalhadores, portanto, não devem assinar nada relativo à compensação e/ou desconto dos dias parados, enquanto esses pontos ainda estiverem sob discussão. Por orientação da direção da FUP, o tratamento que as empresas do Sistema Petrobrás aplicarem em relação aos dias de greve será extensivo a todos os dirigentes sindicais liberados nas bases da entidade.

 

A Federação reitera que não aceitará qualquer sanção disciplinar contra os trabalhadores grevistas.

 

Propostas da Pauta pelo Brasil  já estão sendo implementadas

 

Ao longo de todo este ano, a FUP desenvolveu uma série de mobilizações e ações políticas para garantir a retomada dos investimentos da Petrobrás e preservar os postos de trabalho fortemente impactados pela crise que afeta a empresa e toda a cadeia produtiva do setor. As propostas formuladas através da Pauta pelo Brasil, cujo debate com a gestão da empresa foi conquistado na greve, já garantiram mudanças no posicionamento da empresa, antes mesmo do início do Grupo de Trabalho.

 

Endividamento - a Pauta pelo Brasil propõe alongar e viabilizar operações financeiras que troquem dívida em dólares por reais. Neste sentido, a Petrobrás efetuou no dia 30 de setembro troca de dívida em dólar com o Banco do Brasil no valor de US$ 1 bilhão por R$ 4 bilhões e ampliou para dez anos o prazo de pagamento.

 

Novas fontes para investimentos - algumas das medidas propostas na Pauta pelo Brasil já começaram a ser implementadas pela Petrobrás, como negociações com agências de crédito asiáticas e de países que integram o BRICS. Nos últimos meses, a empresa realizou quatro negociações desta natureza, totalizando US$ 8,8 bilhões.

 

 

Geração de Caixa - uma das propostas da Pauta pelo Brasil é a implementação de uma nova política de preços para os derivados de petróleo, garantindo mecanismos de proteção para os produtos essenciais aos consumidores de baixa renda, como é o caso do gás de cozinha. Em 30 de setembro, já foi efetuado o realinhamento dos preços da gasolina e do diesel. É necessário agora garantir que o governo abra mão de parte da CIDE, o que irá gerar cerca de R$ 7 bilhões ao caixa da Petrobrás.

 

Nenhum direito a menos

 

Uma das maiores conquistas  da greve realizada pelos petroleiros foi o atendimento do item 13 da Pauta pelo Brasil, que preserva os direitos dos trabalhadores, vedando qualquer tipo de retrocesso. A renovação do  Acordo Coletivo de Trabalho consolida as principais conquistas dos petroleiros ao longo dos últimos 13 anos, na contramão dos cortes que têm sido amargados pelos trabalhadores da indústria petrolífera no mundo inteiro. A FUP, junto com suas assessorias, analisou cláusula, por cláusula, garantindo a preservação de todos os direitos, que fazem do nosso acordo coletivo um dos melhores do país.

 

As diferenças em relação ao ACT 2013 são relativas à numeração e à fusão de cláusulas, que não alteram os direitos adquiridos. Confira:

 

  • Cláusula 84, para dispensa de empregados: é a mesma redação desde 1996;

 

  • Adicional de confinamento: a cláusula 14 fundiu com a 34, sem prejuízo algum;

 

  • Participações de Dependentes (62 a 67): as redações estavam erradas; quem.paga a participação no custeio é o titular, e não o dependente; os dependentes continuam com os mesmos direitos;

 

  • Jornada Administrativa: a Cláusula 112 fundiu com a Cláusula 113;

 

  • Níveis de aposentados: a Cláusula 181 foi suprimida, pois já foi cumprida;

 

  • Cláusula 77, de assistência a portadores de HIV:  foi suprimida, mas o HIV consta da relação de doenças crônicas assistidas, na proposta;

 

  • Cláusula 172, que trata da gratificação de contingência (abono): foi suprimida, pois a Petrobrás não propôs abono.

 

Encaminhamentos

 

A orientação para os 10 sindicatos que aprovaram a proposta é que não assinem o Acordo Coletivo, aguardando para que a assinatura seja efetuada conjuntamente, de forma a fortalecer a unidade nacional e a correlação de forças das nossas entidades nos próximos embates em defesa da Petrobrás.

 

O encaminhamento para os três sindicatos que ainda não aprovaram os indicativos do Conselho Deliberativo é que, de acordo com suas orientações estatutárias, refaçam as assembleias.

 

Fonte: FUP

Terça, 17 Novembro 2015 18:03

A FUP realiza nesta terça-feira (17) à tarde audiência com a Procuradoria Geral do Trabalho, em Brasília, para cobrar apuração das práticas antissindicais da Petrobrás e subsidiárias durante a greve. Nas últimas semanas, as entidades sindicais denunciaram as medidas arbitrárias tomadas pela empresa na tentativa de criminalizar os trabalhadores e suas organizações, violando a Lei 7783/89, que garante o direito de greve.



É preciso uma apuração rigorosa e a devida responsabilização dos gestores pela utilização de aparatos policiais dentro das unidades operacionais, pelos interditos proibitórios que impuseram multas milionárias aos sindicatos, pelo bloqueio de contas bancárias das entidades, pela proibição dos dirigentes sindicais de acessar as unidades, pelas intimidações e ameaças aos trabalhadores através de telefonemas, e-mails, telegramas e mensagens eletrônicas, entre tantas outras ações ilegais cometidas pela empresa durante a greve.



Também será cobrado que o Ministério Público tome as devidas medidas para responsabilizar a Petrobrás pelo pagamento indevido de horas extras às equipes de contingência. Como orientado pela FUP, vários sindicatos ingressaram com ações judiciais, denunciando a ilegalidade dessa conduta e os riscos que os gestores submeteram  os trabalhadores, financiando equipes despreparadas de gerentes para assumirem a produção das unidades em greve.



Tratamento dos dias parados

Na manhã desta terça-feira (17), os dirigentes sindicais avaliaram o quadro nacional das assembleias, onde os trabalhadores, inclusive nas bases dos 10 sindicatos que aprovaram a proposta conquistada e suspenderam a greve,  apontaram a necessidade da Petrobrás rever a sua posição em relação aos dias parados e à possibilidade de sanções disciplinares. A FUP encaminhou à empresa no início da tarde documento cobrando um posicionamento em relação a esses dois temas.

Segunda, 16 Novembro 2015 19:34

Movimento nacional dos petroleiros garantiu a manutenção dos direitos e discussão do PNG

Domingo, 15 Novembro 2015 14:45

Cerca de 250 petroquímicos da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Araucária (PR) aprovaram por unanimidade os indicativos da FUP, suspenderam a greve e retornaram ao trabalho, após a Petrobrás formalizar a proposta de isonomia para os trabalhadores da unidade. A assembleia foi realizada nesta sexta-feira, após 13 dias de total paralisação.

 

A Fafen-PR tem um papel estratégico para o país, pois é a maior produtora do planeta de ARLA32 (catalisador para caminhões a diesel) e detém 40% da produção nacional de fertilizantes nitrogenados. A unidade foi privatizada em 1993 e só voltou a ser 100% Petrobrás, em junho de 2013, após uma longa e histórica luta dos trabalhadores. Apesar desta importante vitória, os petroquímicos de Araucária amargam até hoje direitos diferenciados em relação às demais FAFENs.

 

Durante toda a greve, os trabalhadores da unidade deram exemplo de organização e de combatividade, ao manterem completamente parada a produção. Os gestores da fábrica tentaram decretar a ilegalidade da greve, ao ponto do gerente geral da fábrica verbalizar em uma audiência na justiça que tem vergonha de trabalhar na Petrobrás. “Realizamos aqui uma disputa ideológica, afirmando para o restante da categoria que o está em jogo é a desintegração do Sistema Petrobrás, já que o setor de fertilizantes está na linha de corte para a privatização, assim como Gaspetro, a BR e outras subsidiárias”, declarou Gerson Castellano, coordenador geral do Sindiquímica- PR.

 

Fonte: FUP

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Edição Nº 1418

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