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Segunda, 01 Fevereiro 2016 12:11

Em atendimento à reivindicação da FUP, a Petrobrás concordou em antecipar para a próxima sexta-feira, dia 05, o pagamento do adiantamento do 13º salário. A empresa, no entanto, não se posicionou em relação à implementação das pendências referentes à equalização do ACT dos trabalhadores da Fafen-PR e informou que ainda está analisando a reivindicação de abono dos dias da greve de novembro.

Na reunião que teve com o RH, no último dia 25, a FUP se contrapôs à proposta apresentada pela Petrobrás de descontar 50% dos dias parados e compensação dos outros 50%, deixando claro que essa conta não pertence aos trabalhadores, pois é fruto da intransigência e da irresponsabilidade dos gestores, que levaram a categoria à greve. A Federação cobrou o abono dos dias e uma nova reunião para que a empresa se posicionasse.

Veja como foi a reunião do dia 25: http://www.fup.org.br/ultimas-noticias/item/18864-reuniao-com-a-petrobras-varias-pendencias-e-nenhuma-solucao

Fonte: FUP

Terça, 26 Janeiro 2016 11:44

A FUP reuniu-se nesta segunda-feira (25) com a Petrobrás para discutir os dias parados na greve de novembro, o restabelecimento do Benefício Farmácia, o adiantamento da PLR e a equalização do Acordo Coletivo dos trabalhadores da Fafen-PR. Apesar da importância e urgência dessas questões para os trabalhadores, nenhuma solução foi apresentada pela empresa.

Dias de greve
Em resposta à cobrança da FUP sobre o tratamento a ser dado aos dias parados na greve de novembro, a Petrobrás propôs o desconto de 50% em duas parcelas (25% na folha de fevereiro e 25% em março) e os outros 50% a serem compensados (25% em abril e 25% em maio). Ou seja, a empresa novamente quer impor à categoria os custos de uma greve que é de sua inteira responsabilidade.

A intransigência dos gestores em negociar a Pauta Pelo Brasil levou os petroleiros à greve em meio à mais grave crise da história da Petrobrás. Por mais de quatro meses, a FUP e seus sindicatos buscaram todos os caminhos para discutir com a direção alternativas para impedir a venda de ativos, manter empregos e investimentos, mas os gestores preferiram apostar no confronto, que custou aos cofres da empresa cerca de R$ 300 milhões, já que 2,3 milhões de barris petróleo e 48,4 milhões de metros cúbicos de gás deixaram de ser produzidos durante a greve.

Agora, a Petrobrás quer também que o trabalhador arque integralmente com os custos dos dias parados. A FUP cobrou o abono dos dias de greve, deixando claro que essa conta não pertence à categoria, pois é fruto da intransigência e da irresponsabilidade dos gestores.

Benefício Farmácia
Outro ponto cobrado pelos trabalhadores foi o restabelecimento do Benefício Farmácia, uma das principais conquistas da categoria, previsto em Acordo Coletivo e que, portanto, precisa ser resolvido o mais rápido possível. A Petrobrás informou que está em final de negociação com a terceira colocada no processo de licitação para renovação da nova operadora do benefício. A FUP exigiu que a Petrobrás apresente uma solução definitiva para a retomada do Benefício Farmácia até o dia 18 de fevereiro, quando será realizada a reunião da Comissão de Acompanhamento do Acordo Coletivo.

Adiantamento da PLR
As representações sindicais cobraram um posicionamento da Petrobrás sobre o adiantamento da PLR, como é previsto no Acordo de Regramento. O RH informou que a diretoria da empresa não considera prudente atender a esta demanda antes do fechamento do balanço de 2015. A alegação é que há receios de que o resultado do quarto trimestre possa impactar negativamente o lucro de R$ 2,1 bilhões acumulados nos três primeiros trimestres. Se isso acontecer, o trabalhador terá que devolver parte do adiantamento, cujo valor é baseado nos resultados acumulados nos nove primeiros meses do ano.

A FUP propôs como alternativa que a Petrobrás adiante o pagamento da primeira parcela do 13º salário, conforme praticado no ano passado.

Equalização do ACT dos trabalhadores da Fafen-PR
A greve de novembro arrancou da Petrobrás o compromisso de equalizar o Acordo Coletivo do trabalhadores da Fafen-PR até 31 de janeiro. Fruto da luta da categoria, a empresa se comprometeu a corrigir a defasagem de 3% em relação à RMNR, a implantar o PCAC, o Plano Petros-2 e o ATS, cujo pagamento está previsto para ter início em fevereiro, nos mesmos moldes já praticados nas demais unidades do Sistema. A FUP cobrou um posicionamento da Petrobrás para que essas conquistas sejam implementadas até o final deste mês, conforme acordado com os trabalhadores.

FUP cobra nova reunião até o dia 29
A FUP propôs uma nova reunião ainda esta semana, até o dia 29 de janeiro, para que a Petrobrás responda às cobranças em relação aos dias parados na greve de novembro, ao adiantamento da primeira parcela do 13º salário e ao cumprimento do que foi acordado em relação à equalização do ACT dos trabalhadores da Fafen-PR.

Fonte: FUP

Segunda, 25 Janeiro 2016 13:37

Nº 1364

Segunda, 18 Janeiro 2016 19:05

A Petrobrás respondeu nesta segunda-feira, 18, a solicitação de reunião da FUP, feita na última sexta-feira, 15. A reunião que tratará sobre os dias parados durante a greve de 2015, Benefício Farmácia e cumprimento do Acordo de Regramento da PLR será no dia 25/01, às 10h, na sede da empresa no Rio de Janeiro.

Fonte: FUP

Quarta, 13 Janeiro 2016 18:47

Revista A Greve pelo Brasil

Segunda, 11 Janeiro 2016 17:14

Cardoso no CA da Transpetro

Segunda, 21 Dezembro 2015 18:20

E agora, Petrobras?

O gerente da BW Offshore, responsável pela FPSO Cidade de São Mateus, onde em fevereiro deste ano uma explosão matou nove trabalhadores, feriu 26 e deixou outros 39 traumatizados, foi indiciado pela Polícia Federal por homicídio doloso e lesão corporal grave, que podem lhe render até 20 anos de prisão. A decisão é resultado da investigação do acidente, que constatou que o gerente sabia da possibilidade de explosão na plataforma e, mesmo assim, permitiu a continuidade da operação, sem que nada fosse feito para garantir a segurança dos trabalhadores. O inquérito foi enviado ao Ministério Público Federal na quinta-feira (17), para que o órgão se posicione se vai ou não oferecer a denúncia.

Segundo a Polícia Federal, um detector portátil, encontrado na roupa de uma das vítimas, alertou sobre o grau de explosividade da casa de bombas da FPSO, onde ocorreu o vazamento de gás. A investigação revelou que, próximo ao momento do acidente, o detector já havia sinalizado 100% do limite máximo de risco, o que foi registrado por rádio e chegou ao conhecimento do gerente da plataforma que, mesmo assim, continuou enviando trabalhadores para o local da explosão.

Na quinta-feira (17), a ANP divulgou o seu relatório sobre o acidente e responsabilizou também a Petrobrás pelas mortes no navio plataforma. A estatal, apesar de ser a contratante da BW e operadora do campo onde a empresa prestava serviços, descumpriu 28 itens do Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional. O relatório da ANP revelou que "decisões gerenciais tomadas pela Petrobrás e BW Offshore, ao longo do ciclo de vida do FPSO Cidade de São Mateus, introduziram riscos (...) que  criaram as condições necessárias para a ocorrência deste acidente maior", como destaca a página 13 do documento.

A investigação constatou ainda que a principal causa da explosão foi a estocagem inadequada de condensado, que não estava prevista no contrato assinado entre a Petrobrás e a BW.  Entre outras falhas de gestão apontadas pela ANP como causas do acidente estão degradação do sistema de cargas, equipes de trabalhadores despreparadas, operações equivocadas, equipamentos impróprios, exposição dos trabalhadores ao risco, além da adoção de materiais inadequados em uma atmosfera explosiva. Tudo isso sob as barbas da Petrobrás, que permitiu que a FPSO se transformasse em uma bomba relógio, com 74 trabalhadores a bordo. Até quando os gestores da empresa continuarão impunes, enquanto crimes como o da FPSO continuam ocorrendo sem que nada seja feito?

Fonte: FUP

Quinta, 17 Dezembro 2015 19:04

Na segunda-feira, 14, foi realizada audiência de mediação entre FUP, Petrobrás e Ministério Público do Trabalho, na sede do MPT em Brasília, para discutir as não punições aos trabalhadores que participaram da última greve nacional dos petroleiros.

A audiência teve a participação do diretor da secretaria jurídica da Federação, Leonardo Urpia, de representantes da Petrobrás, do coordenador nacional de Promoção da Liberdade Sindical (Conalis), João Carlos Teixeira e, do procurador geral do Trabalho, Ronaldo Fleury.

A FUP citou as denúncias de retaliações aplicadas pela Petrobrás aos trabalhadores grevistas, como alteração na programação de férias, mudanças nos regimes e locais de trabalho e bloqueio do acesso de petroleiros grevistas e dos dirigentes sindicais nas unidades da empresa.

A Petrobrás alegou desconhecer as ocorrências dos fatos e comprometeu-se, através de acordo assinado com a FUP e o MPT, a não aplicar nenhum tipo de punição aos trabalhadores, assim como efetuar a apuração de todas as denúncias da FUP e seus sindicatos em relação aos excessos realizados pelos gerentes da empresa durante a greve.

Além disso, foi decretado que o Ministério Público do Trabalho enviará documento oficial à Petrobrás, solicitando o reestabelecimento da regularidade dos crachás de todos os trabalhadores grevistas e dirigentes sindicais, assim como o cumprimento da programação de férias marcadas antes da greve.

As demais denúncias da FUP e seus sindicatos sobre práticas antissidicais praticadas pela Petrobrás, antes ou depois da greve, continuam sendo apuradas nas Procuradorias Regionais do Trabalho.

Fonte: FUP

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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