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Quinta, 27 Junho 2019 18:13

Em mais uma rodada de negociação com a FUP e a FNP, realizada nesta quarta-feira, 26, a Petrobrás concordou em manter suspensa a implantação de novas tabelas de turno ininterrupto nas refinarias. A empresa também se comprometeu a retomar o regime de trocas que era praticado antes de iniciar o processo de escolha das novas tabelas.

 

As entidades sindicais tornaram a defender a manutenção das tabelas atuais e sua inclusão no Acordo Coletivo de Trabalho 2019. A Gerência de Gestão de Pessoas, no entanto, insiste na necessidade de novas tabelas de turno, o que tem sido veementemente questionado pelas federações.

 

Diante do posicionamento da Petrobrás, a FUP e a FNP cobraram que esse debate seja retomado após as negociações do ACT, mas deixaram claro que não dá para iniciar o processo negocial com as premissas que a empresa indicou para as novas tabelas de turno.

 

As entidades sindicais querem incluir também na negociação questões como dobras por falta de efetivo, trocas e permutas, bem como o retorno das férias, que estão diretamente relacionadas ao Regime de Turno Ininterrupto de Revezamento.

 

Os representantes da Petrobrás concordaram em suspender a implantação da nova tabela e irão se posicionar sobre os demais pontos nos próximos 15 dias.

 

[FUP]

Segunda, 24 Junho 2019 20:06

A FUP e a FNP retomam esta semana as negociações com a Petrobrás e subsidiárias sobre questões pendendentes e o Acordo Coletivo de Trabalho 2019.

 

Na terça-feira, 25, a reunião terá como tema PLR, com início às 14h.

 

Na quarta, 26, haverá pela manhã continuidade das discussões sobre a cobrança extraordinária da AMS e na parte da tarde sobre as tabelas de turno.

 

Entre os dias 27 de junho e 03 de julho, as negociações serão sobre o Acordo Coletivo de Trabalho com o seguinte calendário: 

 

• 27/06

9h: AMS

14h30: SMS

 

• 01/07

14h30: Resultados Petrobras



• 02/07

9h: Horas Extras

14h30: Relações Sindicais e Terceirização

 

• 03/07

9h: Remuneração e Vantagens

 

 

[FUP]

Quinta, 06 Junho 2019 23:20

Você já sabe que quem representa os trabalhadores são os Sindicatos e a Federação Única dos Petroleiros. Mas parece que a atual gestão da Petrobrás esqueceu e está tentando negociar nossa tabela de turno diretamente com seus empregados. Não caia neste golpe! A FUP e seus Sindicatos estarão reunidos amanhã (07), no Rio de Janeiro, para definir ações estratégicas para esta e outras demandas da categoria.

 

Sendo assim, não participe de nenhuma votação convocada unilateralmente pela empresa. Votação válida é aquela realizada em assembleia, convocada em editais pelos sindicados. Vamos juntos defender nossa tabela.

 

[FUP]

Terça, 04 Junho 2019 19:40

Por Henrique Jager, economista pela UFRRJ e pesquisador do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep)

Quarta, 29 Maio 2019 14:16
A FUP e seus sindicatos estarão em Brasília na quarta-feira, dia 29, para o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás. O evento ocorrerá na Câmara dos Deputados, onde serão apresentados dados sobre a importância da companhia e os riscos para a soberania nacional com o processo de desmonte e privatização, em especial das refinarias, dos dutos e do pré-sal.
 
 
Como parte da programação, às 9h, será realizado o debate Papel do Estado e Empresas Públicas, no Hotel San Marco (inscrições: [email protected]) e às 15h, será lançado o livro “A Importância do Refino para a Petrobrás e para o Brasil”, no auditório Freitas Nobre.
 
 
Desmonte em curso
 
Nesta segunda-feira, 27, a Petrobrás colocou à venda 27 campos maduros terrestres no Espírito Santo. A companhia já anunciou, também, o início do processo de venda de oito refinarias, da rede de postos no Uruguai, a redução no capital da BR Distribuidora, a saída do setor de termelétricas, diminuição nos investimentos em energia limpas e a venda Transportadora Associada de Gás (TAG), além de já ter se desfeito de campos de petróleo e gás natural em todo o país.
 
 
No mês passado, a estatal alienou 34 campos de produção terrestres no Rio Grande do Norte e metade dos direitos para exploração e produção no campo de Tartaruga Verde, na bacia de Campos. A empresa pretende vender também a Liquigás, entre outros ativos.
 
 
Diante desse quadro, mais do que nunca é prioritário que a sociedade saiba o que está ocorrendo com a maior empresa brasileira, e se envolva na defesa dos recursos energéticos brasileiros, da soberania e do pré-sal, que está sendo entregue na bacia das almas.
 
 
via FUP
Sexta, 24 Maio 2019 03:59

 

Começou na noite desta quinta-feira (23) a 8ª Plenária Nacional da Federação Única dos Petroleiros. Com o tema “Liberdade Sindical, Direitos e Petrobrás do Povo”, a PlenaFUP reúne cerca de 200 trabalhadores em Belo Horizonte (MG), na Escola Sindical de Canoas.

 

Durante a  Solenidade de Abertura houve uma homenagem a Márcio Nicolau Machado, ex-presidente do Sindipetro Minas Gerais, vítima de um trágico acidente de carro no início do ano. Foi exibido um documentário com diversos depoimentos sobre o sindicalista e sua atuação junto aos movimentos sociais mineiros.

 

As falas na mesa de abertura destacaram a importância da realização de uma plenária da categoria diante da conjuntura atual, na qual o governo tenta acabar com a soberania do país, entregando as riquezas nacionais, ao mesmo tempo em que submete os trabalhadores à flexibilização de direitos e à reforma da previdência de características cruéis. Como se não bastasse, o governo ainda ataca o ensino público, colocando a nação na rota de se tornar uma colônia extrativista e de mão de obra barata.

 

Para o coordenador da FUP, José Maria Rangel, os petroleiros têm pela frente uma campanha reivindicatória difícil. "Em momento como esse, a palavra resistência ganha um significado ainda maior. Será com a nossa luta e com o nosso compromisso em transformar o Brasil que iremos enfrentar aqueles que desejam submeter o nosso destino, entregando a nossa dignidade e a nação soberana. Estamos aqui reunidos para debater a proposta de enfrentamento ao desmonte do Sistema Petrobrás e de resistência às ações do governo Bolsonaro de retirada de direitos e de ataques  às entidades sindicais", destacou.

Sexta, 24 Maio 2019 03:31

 

Com o desafio de construir uma ampla agenda de luta contra o desmonte do Sistema Petrobrás e em defesa dos direitos da categoria, os petroleiros iniciam nesta quinta-feira, 23, a 8ª Plenária Nacional da FUP. O evento reúne cerca de 200 trabalhadores em Belo Horizonte, na Escola Sindical Sete de Outubro.

 

Além das reformas ultraliberais do governo Bolsonaro que afetam toda a classe trabalhadora, os petroleiros enfrentam uma das campanhas reivindicatórias mais duras da história da categoria.  Na quarta-feira, 22, os gestores da Petrobrás apresentaram uma proposta de desmonte do Acordo Coletivo de Trabalho, que aniquila direitos e benefícios sociais e ataca frontalmente as organizações sindicais, pavimentando o caminho para a privatização da empresa.

 

É nessa conjuntura repleta de desafios que acontece a 8ª Plenafup, cujo tema “Liberdade Sindical, Direitos e Petrobrás do povo” sintetiza os desafios postos para a categoria petroleira.  

 

Programação:

 

23/05 – quinta-feira

9 h – Chegada das delegações e início do credenciamento

10h – Encontro do Jurídico e Encontro de Comunicação

15h - Eleição da mesa diretora, leitura e aprovação do Regimento Interno

18h – Mesa de abertura do VIII PLENAFUP

 

24/05 – sexta-feira

07h – ato na Regap contra a venda das refinarias da Petrobrás e o aumento dos combustíveis

14h15 – Painel de Debate - Reforma da previdência ou ajuste fiscal para os pobres?

17h30 - lançamento do livro do INEEP

 

25/05 – sábado

09h – Painel de Debate - Efeitos da reforma trabalhista e Liberdade sindical - Por que querem acabar com os sindicatos?

11h - Painel de Debate - A privatização e a política de preços da Petrobrás - A farsa da Lava Jato

15h – Trabalhos em grupos:

Grupo 1 – Luta contra a Privatização da Petrobrás e Calendário da Campanha

Grupo 2 – Resoluções 23 e 25 da CGPAR – efeitos sobre a AMS e Previdência

Grupo 3 – Desafios à representação sindical

 

26/05 – domingo

09h – Plenária Final e apreciação do Relatório da Comissão de Ética a respeito do afastamento disciplinar de dirigente da FUP

12h - Retorno das delegações

 

[FUP]

Quinta, 23 Maio 2019 03:28

Nenhum direito a menos, foi o grito dos petroleiros durante a reunião de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2019-2021, que aconteceu hoje no Rio de Janeiro. Em mesa única, com representantes da FUP e FNP, a Petrobrás apresentou sua contraproposta que mal dá para considerar como tal. Mas como um documento que retira direitos e visa acabar com o movimento sindical.

 

Para o coordenador da FUP, José Maria Rangel, esta é mais uma etapa da privatização. “Ela quer pavimentar o caminho para a privatização da empresa. Que é retirar os nossos direitos e também praticamente aniquilar o movimento sindical. Por isso nós temos que resistir e participar das assembleias rejeitando essa proposta com disposição de luta, que será necessário”, comenta.

 

O indicativo é de rejeição

Como a empresa apresentou a contraproposta antecipadamente sem sequer negociação com os sindicatos, invertendo a ordem do processo, ficou decido pelos representantes dos trabalhadores que os petroleiros não comparecerão nas reuniões que aconteceriam nos dias 27 e 28/05, pois a postura da empresa na primeira rodada inviabiliza qualquer tipo de reunião sem que antes sejam realizadas as assembleias com a categoria.

 

“Uma proposta absurda”. Foi como classificou o diretor da FNP, Adaedson Costa. “Essa é uma pauta da alta direção da empresa para acabar com os direitos dos trabalhadores e vender o refino e tudo que for possível a preço vil”. A contraproposta foi distribuída para a categoria pela empresa ao mesmo tempo em que acontecia a reunião com as entidades sindicais, em uma demonstração clara de como pretendem gerir a empresa nos próximos anos. Desrespeitando os trabalhadores, e descumprindo o Acordo Coletivo de Trabalho.

 

Sendo assim, até o dia 6 de junho acontecerão assembleias em todas as bases para rejeitar essa proposta, demonstrando a disposição de luta da categoria. A proposta tem que ser uma só: NENHUM DIREITO A MENOS.

 

Vai ter resistência

Ainda na mesa de negociação, o coordenador da FUP, fez questão de lembrar aos presentes que quem construiu a Petrobrás foram os trabalhadores. “Não vamos ver isso acontecer e ficar quietos. Vai ter resistência. Porque nós todos construímos essa empresa com o objetivo comum de uma Petrobrás indutora do desenvolvimento nacional. E provamos que isso é possível, tanto que descobrimos o Pré-sal”.

 

Entre os dias 23 e 26 de maio, os petroleiros dos sindicatos filiados à FUP estarão em Minas Gerais para a VIII PlenaFUP, onde serão traçadas estratégias e um calendário de luta contra a privatização e em defesa dos direitos e da liberdade sindical, que será apresentado para a categoria. Por isso é muito importante a participação de todos e todas nas assembleias do mês de junho. Juntos somos mais fortes.

 

[FUP]

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Edição Nº 1418

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