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Quinta, 07 Dezembro 2017 13:48
Com o novo reajuste de 8,9% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), que passa a vigorar nesta terça-feira, 05, o valor do botijão de gás de cozinha de 13 kg já beira a marca dos R$ 80,00. É o sexto aumento seguido, desde agosto, quando a atual direção da Petrobrás implementou umanova política de preços para o produto nas refinarias.
 
 
O reajuste acumulado do botijão de gás já chega a 67,8%, transformando o produto em artigo de luxo.
 

Ao alinhar os preços domésticos com os do mercado internacional, sem levar em conta a realidade dos brasileiros, a gestão Pedro Parente passou a beneficiar as distribuidoras, em detrimento do consumidor, como a FUP vem denunciando.

 

No caso do GPL, a mudança ocorreu no rastro da privatização da Liquigás. A subsidiária foi vendida por R$ 2,8 bilhões para o Grupo Ultrapar Participações, dono da Ultragaz, que passará a ter o controle de 50% do mercado de gás de cozinha no país

 

A venda da Liquigás está em disputa no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que  emitiu parecer contrário à venda da subsidiária.

 

“O presidente Lula trouxe a Liquigás para o sistema Petrobras para tentar regular o preço do gás no país, mas a atual administração chegou, passou o ferro e vendeu. Os reajustes são baseados no preço do petróleo internacional e isso já está causando prejuízo grande para a população carente, principalmente”, afirmou recentemente o coordenador da FUP, José Maria Rangel, em entrevista à Rede Brasil Atual.

 

FUP

Quinta, 07 Dezembro 2017 13:20

A Câmara concluiu na madrugada desta quarta-feira, 06, a votação dos destaques apresentados pela oposição para tentar modificar o conteúdo da Medida Provisória 795/2017, que concede por 25 anos vantagens e isenções fiscais às empresas de petróleo, beneficiando, principalmente as multinacionais, que podem trazer de fora todos os equipamentos, peças, plataformas, navios e demais produtos, sem pagar sequer um centavo ao país. Todos os nove destaques propostos foram rejeitados e a matéria segue imediatamente para votação no Senado.  Se passar pela Casa, a Medida implicará em renúncias fiscais na ordem de R$ 1 trilhão, segundo estudos das Assessorais Legislativa e do Orçamento da Câmara. As estimativas feitas são de que o pais perderá R$ 40 bilhões por ano em arrecadação.

 

O governo Temer editou a MP em 18 de agosto e no dia 11 de outubro lançou novo ato, prorrogando por mais 60 dias o prazo da Medida. O texto-base da "MP do Trilhão", como ficou conhecida, foi aprovado em tempo recorde na Câmara, no dia 29 de novembro, no rastro da denúncia feita pelo jornal britânico The Guardian de que o ministro do Comércio do Reino Unido, Greg Hands, teve seguidas reuniões com o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, para que favorecesse a Shell, a BP e outras petrolíferas britânicas na exploração do Pré-Sal. Entre as cobranças feitas pelo ministro britânico estavam isenções fiscais, flexibilização das exigências de conteúdo local e liberação de licenças ambientais, segundo telegramas diplomàticos obtidos pelo The Guardian.

 

No dia 30 de novembro, a FUP denunciou o caso à Procuradoria da República no Rio de Janeiro, cobrando investigação do representante do MME por crime contra a administração pública. 

 

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas (Abimaq), a MP 795 eliminará um milhão de empregos diretos e indiretos gerados pelo setor de equipamentos de óleo e gás. A indústria naval, que já sofre com o desmonte da Petrobrás e da política de conteúdo local, será uma das mais prejudicadas pela “MP da Shell”, já que as multinacionais estão liberadas para trazer de fora suas embarcações sem pagar taxa alguma ao país.

 

A FUP solicitou uma audiência com o procurador chefe no Estado do Rio de Janeiro, José Gomes Ribeiro Schettino, para apresentar argumentos e provas sobre os prejuízos que o país terá com essas medidas, que foram feitas sob encomenda para as petrolíferas estrangeiras.

 

O ato de “patrocinar direta ou indiretamente interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário” é crime contra os interesses nacionais e é urgente que as autoridades se manifestem contra isso. 

 

Saiba quem são os deputados que votaram a favor da MP do Trilhão

 

Confira a íntegra da MP 795/2017

 

Acesse o estudo de Luiz Alberto dos Santos,  consultor legislativo do Senado Federal, denunciando os impactos que a MP terá para o país

 

FUP, com informações do Congresso em Foco

Quarta, 29 Novembro 2017 19:11

Os representantes da FUP no Grupo de Trabalho Paritário que discute alternativas para resolver o déficit do Plano Petros 1 notificaram à Petros nesta quarta-feira, 29, sobre a decisão judicial que suspende o equacionamento pelo máximo. A liminar foi obtida pelo Sindipetro Unificado do Estado de São Paulo, que, assim como a FUP e seus outros sindicatos, ingressou com Ação Civil Pública cobrando a suspensão do plano de equacionamento aprovado no dia 12 de setembro pelo Conselho Deliberativo da Petros, com votos contrários dos representantes dos trabalhadores. A decisão judicial foi protocolada na sede da Petros pelos conselheiros eleitos, Paulo César Martin e Norton Almeida, que cobraram o cumprimento imediato da liminar. 

 

Como a FUP vem alertando há décadas, o déficit do PP-1 é majoritariamente estrutural, fruto de uma série de problemas de gestão que não foram resolvidos ao longo de seus 47 anos de existência. A Petros e a Petrobrás desconsideraram essas questões, impondo um ônus excessivo aos petroleiros, ao aprovarem um plano de equacionamento antes mesmo de terem concluído o recadastramento dos participantes e assistidos do plano, cujo resultado pode alterar significativamente o valor de componentes do déficit, como, por exemplo, o da Família Real, cujo impacto é de R$ 5,2 bilhões.

 

Além disso, a origem e valores deste e demais fatores geradores do déficit do PP-1 deveriam ter sido identificados para que os participantes e assistidos fossem impactados o menos possível na parte da conta que lhes é de responsabilidade. O equacionamento também precisaria levar em consideração as submassas de repactuados e não repactuados.

 

Para Paulo Cesar Martin, diretor da FUP e conselheiro eleito da Petros, a liminar obtida pelo Sindipetro Unificado é uma importante conquista, pois impede que a Petros implemente a cobrança abusiva de contribuições adicionais aos participantes e assistidos do Plano Petros 1 pelo valor máximo do equacionamento do déficit.  Ele explica que a abrangência da decisão é nacional e vale para todos os participantes e assistidos.  “A Petros não tem como individualizar o equacionamento pelo valor mínimo somente para os representados pelo Sindipetro Unificado, já que o plano é solidário. Portanto, a abrangência dessa decisão é para todos os 76 mil participantes e assistidos do Plano Petros-1”, afirma.

 

O assessor jurídico da FUP, Marcello Gonçalves, destaca que a decisão da Justiça de São Paulo fortalece a tese que a Federação vem defendendo de que o déficit do PP-1 pode ser equacionado pelo valor mínimo. “A própria legislação nos garante isso, portanto, é imperativo que a Petros altere a sua proposta de equacionamento para não onerar sobremaneira os participantes e assistidos”, explica.

Terça, 28 Novembro 2017 17:46

No dia seguinte a FUP ter comunicado à Petrobrás o resultado das assembleias, que aprovaram massivamente o indicativo de greve por tempo indeterminado, caso a empresa insista em retirar direitos da categoria, o RH enviou documento comunicando a prorrogação do Acordo Coletivo de Trabalho até 31 de dezembro.

 

Mais do que nunca, é fundamental que os petroleiros participem ativamente das mobilizações do dia 30 de novembro, aumentando a pressão sobre os gestores da Petrobrás. A disposição de luta dos trabalhadores é que apontará o tamanho do Acordo Coletivo. Para preservar na íntegra as conquistas da categoria é preciso que os petroleiros deixem claro que, com retirada de direitos, não há acordo.

 

FUP

 

 
Segunda, 27 Novembro 2017 21:52

Após os petroleiros aprovarem com mais de 90% de aceitação o indicativo de greve por tempo indeterminado, se a Petrobrás insistir em desmontar o Acordo Coletivo de Trabalho, a FUP apresentou à empresa nesta segunda-feira, 27, o resultado das assembleias, exigindo a renovação do ACT, sem nenhum direito a menos.  Uma grande mobilização nacional está sendo convocada para a próxima quinta-feira, 30 de novembro, prazo estabelecido pela Petrobrás para prorrogação do Acordo.

 

É fundamental que os trabalhadores deixem claro para os gestores da empresa que não admitiremos que mexam em nossos direitos. Não podemos abrir brechas que coloquem em risco conquistas históricas, que são fruto de décadas de lutas e organização.

 

A FUP, portanto, reitera a necessidade da categoria aderir massivamente aos atos, atrasos e paralisações convocadas para o dia 30, por nenhum direito a menos. Nossas conquistas vêm do nosso movimento. O Acordo Coletivo terá o tamanho da nossa luta.

 

Fonte: FUP

Segunda, 27 Novembro 2017 18:40

Petroleiros do PR e SC mostraram disposição de luta para manter direitos e barrar a contrarreforma trabalhista

Quarta, 22 Novembro 2017 18:10

Com 9 sessões de assembleias já realizadas até a metade da tarde desta quarta-feira (22), dentre as 27 previstas, a categoria petroleira do Paraná e Santa Catarina está aprovando quase que por unanimidade os indicativos da FUP.

 

A primeira parcial feita pelo Sindicato aponta que 94,38% dos participantes das assembleias aprovam a deflagração de greve por tempo indeterminado, com data de início a ser definida pela FUP, em caso de qualquer redução de direitos, como descritos e consagrados no ACT 2015/2017. Neste ponto não foram registrados votos contrários e abstenções somaram 5,62% dos votos.

 

A prévia ainda mostra que 98,25% concordam que a conclusão do ACT deverá se dar para a Petrobrás e todas as subsidiárias, incluída a Araucária Nitrogenados S.A (Fafen-PR), com renovação e validade por 2 anos, contemplando também o termo aditivo, com salvaguardas à Lei 13.467/17 (contrarreforma trabalhista) e suas modificações. Esta segunda pauta também não teve votos contrários e registrou apenas 1,75% de abstenções.

 

As assembleias nas bases do Sindipetro Paraná e Santa Catarina prosseguem até a próxima segunda-feira (27). Confira aqui o calendário das assembleias.

Sexta, 17 Novembro 2017 18:40

Entre os dias 20 e 27 deste mês, o Sindipetro Paraná e Santa Catarina vai realizar 27 sessões de assembleia para avaliar os indicativos do Conselho Deliberativo da FUP, que se reuniu na última terça (14) e quarta-feira (15), na Sede do Sindicato, em Curitiba.

 

As assembleias apreciarão os indicativos de deflagração de greve por tempo indeterminado, com data de início a ser definida pela FUP, em caso de qualquer redução de direitos, como descritos e consagrados no ACT 2015/2017; e de que a conclusão do ACT deverá se dar para a Petrobrás e todas as subsidiárias, incluída a Araucária Nitrogenados S.A (Fafen-PR), com renovação e validade por 2 anos, contemplando também o termo aditivo, com salvaguardas à Lei 13.467/17 e suas modificações.

 

Os drásticos cortes que vem ocorrendo às custas do fechamento de 18 mil postos de trabalho na Petrobrás promovido pelos PIDVs e da retirada de direitos fazem parte do mesmo pacote de privatizações e de desinvestimentos que beneficia o mercado e as empresas que concorrem diretamente com a Petrobrás. Enquanto os trabalhadores e a nação brasileira sofrem as consequências deste desmonte, os banqueiros se refestelam com os R$ 108 bilhões que receberam este ano de Pedro Parente em amortizações de parte da dívida e pagamento de juros, sendo que R$ 40 bilhões foram repassados apenas no último trimestre.

 

:: Confira o calendário de assembleias:

 

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

Curitiba/PR

Na Sede do Sindicato / Aposentados

23/11/2017

17h00

 

Araucária/PR

Em frente à REPAR / Grupo 3

20/11/2017

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 1

20/11/2017

15h00

 

Em frente à REPAR / Grupo 2 + HA

23/11/2017

07h00

 

Em frente à REPAR / Grupo 4

23/11/2017

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 5

27/11/2017

15h00

Biguaçu/SC

Em frente ao TEGUAÇÚ

24/11/2017

14h00

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

24/11/2017

09h30

Itajaí/SC

Em frente ao TEJAÍ

24/11/2017

13h00

Em frente ao Ativos de Produção Sul

24/11/2017

11h00

Joinville/SC

Em frente ao Ediville

22/11/2017

08h30

Na Sede Regional Sindical de Joinville / Grupo 2 + Grupo 5 TEFRAN + Aposentados

21/11/2017

17h00

Paranaguá/PR

 

Em frente a TEPAR / Grupo 3 + Grupo 4

21/11/2017

15h15

Em frente ao TEPAR / HA

22/11/2017

07h00

Em frente ao TEPAR / G1

22/11/2017

15h30

Na Sede Regional Sindical de Paranaguá / Grupo 2 + Grupo 5 TEPAR + Aposentados

22/11/2017

17h00

Pontal do Paraná

Em frente ao Estaleiro UOT (Ponta do Poço s/n)

22/11/2017

12h30

São Francisco do Sul/SC

Em frente ao TEFRAN: HA

22/11/2017

12h30

Em frente ao TEFRAN: Grupo 1 + Grupo 4

23/11/2017

15h15

Em frente ao TEFRAN: Grupo 3

23/11/2017

23h15

São Mateus do Sul/PR

Em frente à SIX / HA

22/11/2017

13h30

Em frente à SIX / Grupo 2

22/11/2017

15h00

Em frente à SIX / Grupo 1

22/11/2017

23h30

Na Sede Regional em São Mateus do Sul / Aposentados

22/11/2017

17h15

Em frente à SIX / Grupo 4

23/11/2017

07h30

Em frente à SIX / Grupo 3

23/11/2017

23h30

Em frente à SIX / Grupo 5

24/11/2017

07h30

 

*O Edital de Convocação de Assembleias está disponível no link dos anexos abaixo.

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Edição Nº 1418

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