Image not available
Image not available
Mostrando itens por tag: feminismo
Terça, 27 Novembro 2018 18:59

Atividade será às 17h00, no CEPE Araucária. Sindipetro PR e SC disponibilizará o transporte para as participantes.

Quinta, 18 Janeiro 2018 13:08

Acidente com trabalhadora terceirizada despertou o machismo que ainda habita em muitos.  

Sexta, 24 Março 2017 17:59

A CUT promove nos dias 24 e 25 de março, em Curitiba, o seminário “30 anos de política de mulheres da CUT Paraná”. O evento será realizado no Espaço Cultural dos Bancários e tem como objetivo resgatar a história do movimento de mulheres na Central, além de promover o debate sobre os impactos da política de desmonte sociais para as mulheres.

 

“Será um espaço para reconhecer as conquistas atribuídas às mulheres em suas lutas pelo fortalecimento das políticas feministas da Central. Mas, ao mesmo tempo, vamos debater o atual desmonte dos direitos sociais promovidos pelo governo golpista de Michel Temer. Entre estas pautas, sem dúvida, estará a reforma da previdência que terá impacto direto nos direitos das mulheres”, explica a secretária da Mulher da CUT Paraná, Anacélie Azevedo.

 

A expectativa da organização é que mais de 100 mulheres das mais diversas regiões do Estado compareçam. “Estamos refoçando a importância para que as entidades ligadas à CUT enviem representantes. Embora, obviamente, o público alvo sejam as mulheres, a atividade também é aberta aos homens que desejam contribuir com a nossa luta”, completa Anacélie.

 

A programação prevê a apresentação de apresentação de vídeos, exposições de fotos, lançamento Clube de Leitura Feminista 100 anos da Revolução e do Livro de Poesias Feministas Cutistas, oficinas da Economia Solidaria e muito mais.  A inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo e-mail: [email protected]

 

Pedalada - No dia seguinte ao término do evento, no domingo (26), está marcada mais uma edição da Pedalada Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. A concentração está marcada para às 9h na Praça Santos Andrade com trajeto previsto até o Parque Barigui. Clique aqui para mais informações sobre a pedalada.

:: Evento do Seminário

:: Evento da Pedalada

 

Confira a programação do seminário:

 

Sexta Feira dia 24 de março:

·         18h credenciamento;

·         19h mística de abertura e mesa de saudação;

·         20h painel “30 anos de Políticas para as Mulheres da CUT”;

·         21h Confraternização;

 

Sábado dia 25 de março:

·         8h 30 min Credenciamento

·         9h místicas e intervenção da Marcha Mundial das Mulheres;

·         9h 30 min Painel: Conjuntura e Reforma da Previdência e os impactos sobre as Mulheres;

·         12h almoço;

·         13h Painel: Ousar e Avançar, realidade e desafios da organização sindical feminista.

 

Sexta, 25 Novembro 2016 17:10

Campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher” vai de 25 de novembro a 10 de dezembro

Segunda, 07 Novembro 2016 19:13

 

 

Na manhã do último sábado (05), mulheres de diferentes movimentos sociais e feministas do Paraná realizaram um ato público na Rodoferroviária de Curitiba. O objetivo foi relembrar os oito anos do assassinato de Rachel Maria Lobo Genofre, de apenas 09 anos, que desapareceu após deixar a escola em que estudava no centro de Curitiba. Em 05 de novembro de 2008, o corpo da menina de 9 anos foi encontrado dentro de uma mala na rodoviária com muito sinais de violência - inclusive sexual - e estrangulamento. A família exige do Estado a resolução do caso e a criação de programas e políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero.

 

De acordo com mãe de Rachel, Maria Cristina Lobo Oliveira, que também é integrante da direção do Sismuc, o inquérito sobre o caso da Rachel ainda está aberto e cerca de 60 suspeitos foram submetidos a exames de DNA, mas todos deram negativo. A família entrou com uma ação contra o estado, mas negou o pagamento de indenização por entender que tal medida, além de não amenizar a dor, não resolve e nem evita que novos crimes ocorram. Para Maria Cristina, o Estado deve ser responsabilizado, encontrar e punir o assassino e criar medidas para assegurar proteção às mulheres e crianças vítimas de violência. “Não há nada para proteger e orientar as crianças. O Estado lavou as mãos. Até hoje nada fez. Isso é muito revoltante. Mulheres e criança estão sendo vítimas de abusos e até sendo mortas de formas cruéis, terríveis e inaceitáveis”, enfatizou a mãe.

 

A tia da menina, Maria Carolina Lobo Oliveira, destacou que durantes todos esses anos muitas perguntas relacionadas à morte de Rachel ficaram sem respostas por conta dos muitos erros cometidos, à época, pela Polícia Militar do Paraná. “Queremos saber da PM do Paraná quem matou Rachel Genofre e porque o Estado não paga a indenização pelo crime com políticas públicas. Por que o governo não fortalece o banco de dados de DNA de quem comete violência contra mulheres e meninas? Por que não pode indenizar a família e a sociedade paranaense, criando medidas de prevenção de violência contra mulher e crianças e meninas, criando campanhas de prevenção à violência, fortalecendo o Disk 100, promovendo debates com profissionais de saúde e educação?”, questiona.

 

A trabalhadora petroleira e secretária da mulher trabalhadora da CUT Paraná, Anacélie Azevedo, participou do ato e criticou a falta de empenho na solução do caso. “A sociedade brasileira não pode mais permitir essa morosidade dos poderes públicos em relação à violência contra as mulheres e as meninas. O caso da Rachel é um exemplo. Foram dez delegados que passaram pelo caso e até hoje, depois de oito anos do crime, segue sem solução”.

 

Anacélie ainda trouxe dados alarmantes sobre a violência de gênero. “Continuamos com índices de violência muito altos. Tivemos o resultado do Fórum de Segurança Pública o qual demonstrou que cinco mulheres são estupradas por hora no Brasil. A cada 11 minutos uma mulher é estuprada no país. Existe uma ausência de políticas públicas muito grande. No Paraná, por exemplo, temos apenas 16 delegacias das mulheres. Para agravar ainda mais o problema, há muitas deficiências na investigação dos casos. Com isso, os números de feminicídios só aumentam. O Paraná continua sendo o terceiro estado onde mais acontecem crimes contra as mulheres. Temos que nos revoltar e nos conscientizar para combater no dia a dia essa violência e exigir políticas públicas que protejam as mulheres e as meninas”, afirmou.

 

 

Rodoferroviária de Curitiba “Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre”

Além de exigir maior agilidade do Estado na resolução deste crime e de outros casos semelhantes, como a morte de Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, de Colombo, o movimento de mulheres e feministas também cobram o fim da impunidade, ampliação, implementação e criação de políticas públicas para redução do feminicídio (assassinato de mulher pela sua condição de sexo feminino), além de maior proteção às crianças no horário de entrada e saída escolar. A coordenadora de Mulheres do Sismuc, Maria Martins Santos, defendeu a importância da denúncia dos casos de violência. “Gostaria de chamar atenção da nossa base, que é majoritariamente feminina. Como professores da Educação Infantil, precisamos estar atentos às situações dessas crianças e denunciar todos os casos de violência que chegam até nós”, enfatizou Maria. 

 

Outra medida solicitada ao poder público e que estava presente no ato é a mudança de nome da rodoferroviária, que passaria a ser denominada Rodoferroviária de Curitiba “Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre”, tornando permanente a lembrança da menina Rachel e a luta contra a violência sofrida por mulheres e meninas no município.

 

 

Por Dea Rosendo (Sismuc), com informações de Davi Macedo (Sindipetro PR e SC).

Quarta, 04 Maio 2016 19:34

Com o tema “Mulheres, protagonistas na história” será realizado em Macaé, de 20 a 22 de maio, o IV Encontro Nacional das Mulheres Petroleiras, na sede do Sindipetro-NF. O evento é um instrumento de fortalecimento da organização e reunirá petroleiras de todo país, cada sindicato petroleiro poderá enviar até três representantes. A abertura política acontecerá na sexta, 20, às 19h, e contará com a presença de representantes da FUP, CUT e CNQ.

 

As atividades de sábado, 21, serão abertas para participação do público em geral. A programação incluirá debates sobre inclusão social, a história do movimento, mulheres negras e sua participação e sindicalismo. Também haverá espaço para esquetes teatrais, forró laboral, samba, confraternização. Na noite de sábado será exibido o filme “As sufragistas”.

 

No domingo, 22, a programação é fechada e voltada para temas específicos das mulheres petroleiras, quando haverá discussão de estratégias de organização e luta, além da pauta a ser levada à Plenária Nacional da FUP.

 

Participe!

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina custeará a participação de três mulheres petroleiras de suas bases de representação. O critério para inscrição é ser sindicalizada. Se houverem mais inscritas que o número de vagas, a decisão se dará por sorteio. Para se inscrever, envie seus dados pessoais (nome completo, telefone, local de trabalho e setor) ou ligue para o Sindipetro PR e SC – (41) 3332.4554. O prazo é até 13 de maio. 

Quarta, 02 Dezembro 2015 12:06

Atividade terá sorteio de brindes, venda de camisetas e bicicletas disponíveis para locação

Quarta, 25 Novembro 2015 12:11

Mobilização será nesta quarta-feira (25) às 13h na Praça Santos Andrade

Jornal Revista

Edição Nº 1413

Veja Todos os Jornais

TV Sindipetro