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Terça, 17 Setembro 2019 14:34

A Comissão é um importante espaço de participação dos empregados na gestão de saúde e segurança no trabalho.

Terça, 17 Setembro 2019 13:27

A dupla 52 da Chapa Unidade em Deesa da Petros - formada por Norton Almeida (titular), do Sindipetro NF, e por André Araújo (suplente), do Sindipetro Bahia - venceu a eleição para o Conselho Deliberativo, com 11.181 votos. 

Segunda, 02 Setembro 2019 18:46

Começou a eleição da Petros para ocupar os Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade. De hoje (02) até 16 de setembro os participantes e assistidos da Petros terão a oportunidade de escolher seus representantes. O mandato dos conselheiros é de quatro anos.

Quarta, 25 Janeiro 2017 14:06

 

Foi “pouco expressivo”, comentou o então porta-voz da Presidência da República, Carlos Átila, um mineiro que faria carreira diplomática e chegaria a presidir o Tribunal de Contas da União (TCU), até se aposentar, em 1998. Na época, Átila chefiava a Secretaria de Imprensa e Divulgação da Presidência, que tinha à frente aquele que seria o último presidente do ciclo autoritário iniciado em 1964, o general João Figueiredo. O evento a que o porta-voz se referia era o comício realizado na praça da Sé, no centro de São Paulo, pelo restabelecimento das eleições diretas para presidente. O movimento que recebeu o nome de Diretas Já ganhou as ruas do país de novembro de 1983 a abril de 1984, quando a emenda que tramitava na Câmara foi derrotada. Hoje (25), aquele comício completa 30 anos e se insere historicamente como um dos grandes eventos públicos de oposição direta à ditadura, que já perdia força e tentava organizar um processo de “abertura” política.

 

Em 2006, o advogado Carlos Átila deu depoimento para um livro sobre secretários de imprensa e porta-vozes presidenciais (No Planalto, com a Imprensa) e reafirmou que Figueiredo não era contra a eleição direta, mas avaliava que o país ainda não estava preparado, naquele momento político. “Os comícios, o noticiário a favor das diretas, tudo ocorreu sob a garantia do governo. E é a tal história, como diz Guimarães Rosa em Sagarana, tudo tem seu tempo e tem sua hora.” Ele acrescentou que o presidente havia conseguido “desmontar”, em 1984, o aparato militar que propiciara ações como a do Riocentro, em 1981, quando uma bomba explodiu antes do tempo, matando um sargento e ferindo um capitão – era a linha-dura resistindo ao processo de abertura.

 

Naquele 1984, o governo estava enfraquecido politicamente, a inflação voltara a disparar – na casa não de dois, mas de três dígitos –, o país havia pedido ajuda para o Fundo Monetário Internacional (FMI), à custa de medidas que sacrificavam ainda mais os assalariados. Movimentos contra o custo de vida (a “carestia”, como se dizia) se espalhavam, as greves ressurgiam, os sindicatos voltavam a se manifestar, os partidos se reorganizavam, a eleição para governador havia sido restabelecida. Nesse contexto se esboçou o movimento das Diretas Já, que começou com um comício pouco noticiado diante do estádio do Pacaembu, em São Paulo, em 27 de novembro de 1983, continuou em Olinda (PE), Curitiba e Porto Alegre, em janeiro, andou pelo interior paulista, por Salvador, por Vitória, até pegar fogo definitivamente na praça da Sé, com estimativas que foram de 200 mil a 300 mil a pessoas, numa tarde chuvosa.

 

Ulysses, Brizola, Lula e Franco Montoro: unidos contra a ditadura | Foto: Reprodução

Ulysses, Brizola, Lula e Franco Montoro: unidos contra a ditadura | Foto: Reprodução

 

Ali se juntaram políticos de diferentes matizes, com o PMDB de Franco Montoro (na época, governador paulista) e Ulysses Guimarães, o PT de Luiz Inácio Lula da Silva e o PDT de Leonel Brizola, que começavam a pressionar o Congresso pela aprovação de uma emenda apresentada por um desconhecido deputado mato-grossense, Dante de Oliveira, que propunha o restabelecimento imediato das eleições diretas (Dante, que se tornaria governador, morreu em 2006). Ao mesmo tempo, um grupo, capitaneado pelo governador de Minas Gerais, Tancredo Neves, deixava aberta a possibilidade de um entendimento com o governo, ainda sob a forma de eleição indireta, via colégio eleitoral. Foi o que se confirmou, meses depois.

 

Naquele dia 25 de janeiro de 1984, enquanto as oposições se espremiam no palco, ao lado de artistas como Bruna Lombardi, Alceu Valença, Chico Buarque, Fernanda Montenegro, Ester Góes, Regina Duarte, Carlos Vereza, Jards Macalé, Fafá de Belém, Gilberto Gil e Moraes Moreira, entre vários outros, Tancredo ficou em Minas, para receber justamente João Figueiredo, em evento no interior do estado.

 

Seguiriam-se dezenas de comícios, até chegar aos da Candelária, no Rio de Janeiro, e do Vale do Anhangabaú, novamente em São Paulo, às vésperas da votação da emenda Dante de Oliveira, em 25 de abril, sob as medidas de emergência decretadas pelo governo, para garantir a “ordem” na capital federal. Tratava-se de um dispositivo constitucional que proibia manifestações. As transmissões de TV e rádio também foram proibidas. Pouco antes, no dia do comício do Anhangabaú, Figueiredo chegou a anunciar uma outra emenda, que também previa o restabelecimento das eleições diretas, mas apenas em 1988.

 

Depois de horas de debates – a sessão começou ainda pela manhã e se estendeu até o início da madrugada –, a emenda Dante de Oliveira foi a votação. Recebeu 298 votos, ante 65 contrários. Perdeu por 22 votos. Houve três abstenções, e 113 deputados se ausentaram, 112 do PDS (partido do governo) e um do PTB. Todos os 65 votos contra a emenda foram do PDS, que mesmo assim viu 55 acompanharem a oposição.

 

A mesma praça da Sé que abrigara uma multidão três meses antes foi o palco preferido de quem queria acompanhar a votação. Como a transmissão estava proibida, cada voto era “cantado” por telefone, anunciado no microfone e marcado no “placar das Diretas”, que havia sido montado no local. Havia bem menos gente quando, já na madrugada do dia 26, se soube que a emenda havia sido derrotada.

 

No meio da frustração geral, cresceu a ala que negociava com o Planalto a sucessão presidencial indireta.

 

O governo resolvia suas pendências – no PDS, Paulo Maluf derrotava Mário Andreazza (o preferido de Figueiredo) e se credenciava à disputa pela Presidência da República no colégio eleitoral. Uma parte da situação se bandeou para a oposição, casos do vice Aureliano Chaves, José Sarney e Marco Maciel. O mineiro Tancredo tornou-se candidato pelo PMDB e venceu com 480 votos (166 do PDS), ante 180 dados a Maluf, em 15 de janeiro de 1985. Na véspera da posse, em 15 de março, foi internado e não saiu mais do hospital. Morreu em 21 de abril. O vice era justamente Sarney, que assumiu a Presidência e lá ficou até 1989, quando enfim o eleitor pôde escolher novamente seu presidente. 

 

Por Vitor Nuzzi
Rede Brasil Atual – RBA

Segunda, 03 Novembro 2014 18:32

Nº 1338

Sexta, 17 Outubro 2014 14:51

Nº 1337

Segunda, 05 Maio 2014 13:51

Começou nesta segunda-feira (05) e vai até sexta (09) a eleição para renovação do quadro diretivo do Sindipetro Paraná e Santa Catarina. Seis urnas estarão à disposição dos(as) petroleiros(as) sindicalizados(as), sendo uma fixa na Sede do Sindicato, em Curitiba, e outras cinco itinerantes, que percorrerão os locais de trabalho para facilitar a coleta de votos. Algumas serão mistas, ou seja, ficarão parte do tempo nas regionais sindicas e também serão deslocadas até as unidades.

Passado o período para registro de chapas, iniciado no dia 24 de fevereiro e encerrado em 26 de março, apenas uma chapa se inscreveu para disputar o pleito. Denominada “Unidade e Renovação”, a chapa reúne parte da atual Direção do Sindicato e agregou novos nomes, com índice de renovação de aproximadamente 40%.

A Comissão Eleitoral, presidida pelo petroleiro aposentado Olavo Dorneles, foi definida em assembleia realizada no dia 09 de janeiro e é responsável pela condução de todo processo.  

MAPEAMENTO E INSTALAÇÃO DAS URNAS:
URNA Nº 01 (SEDE DO SINDICATO): Será instalada das 09:00 às 17:00h com interrupção para almoço das 12:00 às 13:00h, durante os cinco dias de votação.

URNA Nº 02 e N ° 07 (REPAR): Será instalada, obrigatoriamente às 07:00h de todos os dias, afim de facilitar e garantir a coleta de votos dos associados que estejam cumprindo jornada de trabalho das 23:30h às 07:30h, estando autorizada a percorrer todos os setores da Refinaria, afim de facilitar a coleta de votos dos associados, podendo a votação ser interrompida, a critério de funcionamento do presidente e mesário da mesa coletora, para almoço durante 1:00h, encerrando os trabalhos às 17:30h. Esta comissão autoriza, ainda, a circulação da urna coletora de votos a abrir os trabalhos mais cedo para facilitar a votação do pessoal que esteja cumprindo jornada de trabalho das 23:30h as 07:30h;

URNA Nº 03 (REGIONAL DO SINDIPETRO EM SÃO MATEUS DO SUL E USINA DO XISTO): Será instalada na UM-SIX, obrigatoriamente às 07:00h, a fim de facilitar a coleta de votos dos associados que estejam cumprindo jornada de trabalho das 23:30h às 07:30h, nos dias 05 a 09 de maio com coleta de votos das 07:0h às 12:00h, estando autorizada a percorrer todos os setores da Usina e do Módulo Industrial, a fim de facilitar e garantir a coleta de votos; nos mesmos dias, das 13:30h às 17:00h   realizará seus trabalhos na Regional da Entidade em São Mateus do Sul. Sendo que no dia 09 de maio os trabalhos se encerrarão as 12:00h, retornando imediatamente para sede do sindicato em Curitiba. Durante os cinco dias os trabalhos serão interrompidos para almoço das 12:00h às 13:30h;

URNA Nº 04 (SÃO FRANCISCO DO SUL - TEFRAN e REGIONAL DO SINDIPETRO EM JOINVILLE): Será instalada no TEFRAN , obrigatoriamente, nos dias de 05 a 08 de maio, às 07:00 horas, a fim de facilitar e garantir a coleta de votos dos associados que estejam cumprindo jornada de trabalho das 23:30h às 07:30h, estando autorizada a percorrer todos os setores de trabalho do Terminal e do Ancoradouro; nestes dias a urna cumprirá seus roteiros até as 11:00h. No dia 05 e 06 reabrirá seus trabalhos às 14:00h no Terminal de Guaramirim até as 17:00h. Nos dias 07 e 08 de maio reabrirá os trabalhos do período da tarde, às 14:00h, na cidade de Joinville (SC), na Regional do Sindipetro, até as 17:00h, bem como a abertura e encerramento dos trabalhos das 08:00 h às 12:00 h, respectivamente, do dia 09 de maio, retornando imediatamente para sede do sindicato em Curitiba, devendo, no caminho,  ainda coletar votos da estação de Itararé, para então encerramento da Ata do dia. Durante os cinco dias os trabalhos serão interrompidos para almoço de 01:00h entre os horários previstos para deslocamentos de acordo com a conveniência a ser estabelecida pelo presidente e mesário;

URNA Nº 05 (REGIONAL DO SINDIPETRO EM PARANAGUÁ E TRANSPETRO): Será instalada obrigatoriamente, nos dias 05 a 09 de maio, às 07:00h a fim de facilitar e garantir a coleta de votos dos associados que estejam cumprindo jornada de trabalho das 23:30h às 07:30h, estando autorizada a percorrer todos os setores do Terminal. Nestes dias a urna permanecerá no Terminal até as 11:00h e reabrirá seus trabalhos às 13:30h, na Regional do Sindipetro, até as 17:00h.  Sendo que no dia 09 de maio os trabalhos se encerrarão as 12:00h no terminal aquaviáro, retornando imediatamente para sede do sindicato em Curitiba. Durante os cinco dias os trabalhos serão interrompidos para almoço das 11:00h às 13:30h, excetuado dia 09 de maio cujos trabalhos se encerram às 12:00h;

URNA Nº 06 (ITAJAÍ): Dias 05, 06 e 07 de maio, será instalada às 08:00h, na Sede da UO-SUL, até às 10:00h e das 13:30h às 17:00h no Terminal Opasc de Itajaí/SC, estando autorizado a coletar votos entre esses horários no CDA Sul e aeroporto de navegantes. No dia 08 iniciará os trabalhos, ainda no período da manhã, no Terminal de Biguaçu, adequando o horário de funcionamento de coleta de votos conforme necessidade de demanda de tempo necessário para garantir a votação dos trabalhadores votantes presentes no Terminal, não excedendo o horário das 17h00, limite de horário do fechamento da Ata neste dia. No dia 09 retoma os trabalhos às 08:00h no Terminal do Opasc de Itajaí, encerrando às 12:00h, retornando imediatamente para sede do sindicato em Curitiba, podendo no retorno coletar votos na base de Itararé, negociando tal necessidade com os integrantes da URNA N° 04. Durante os cinco dias, os trabalhos serão interrompidos para almoço das 12:00h às 13:30h.

Composição da Chapa 1 - Unidade e Renovação

Adenilson de Paiva Domingues
(Transpetro/Tepar – Paranaguá)

Adriano Norberto Flores
(Transpetro/Tejaí – Itajaí)

Adriano Savitras
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Aires J. Warnk da Porciuncula
(Petrobrás/Six – São Mateus do Sul)

Alexandro Guilherme Jorge
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Anacélie de Assis Azevedo
(Petrobrás/Repar – Araucária)

André Luis dos Santos
(Transpetro/Tefran – São Francisco do Sul)

Anselmo Ernesto Ruoso Jr
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Antonio Carlos da Silva
(Petrobrás/Repar – Aposentado)

Celso José Cordeiro
(Transpetro/Tefran – Aposentado)

Claudiney Batista
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Cléverton R. Fabrício Padilha
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Dagoberto Scheffer Hertzog
(Petrobrás/Six – Aposentado)

Débora Thramm Alves
(Petrobrás/Six – São Mateus do Sul)

Evaldo Lamin Filho
(Petrobrás/Repar – Aposentado)

Faissal Bark
(Transpetro/Tepar – Paranaguá)

Fernando A. de Souza Melo
(Transpetro/Tejaí – Itajaí)

Fernando José Vieira
(Petrobrás/Six – São Mateus do Sul)

Jessé Souza de Melo
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Jordano Marcio Zanardi
(Transpetro/Tefran – São Francisco do Sul)

José Sultowski
(Petrobrás/Six – Aposentado)

Leomar Setti
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Luciano Zanetti
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Luiz Antonio dos Santos
(Transpetro/Tepar – Paranaguá)

Manoel Mendes
(Transpetro/Tepar – Aposentado)

Marcio Ricardo Marinho
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Maria de Lourdes L. G. e Silva
(Petrobrás/Repar – Aposentada)

Mário Alberto Dal Zot
(Petrobrás/Six – São Mateus do Sul)

Michael Berthier
(Petrobrás/Six – São Mateus do Sul)

Miguel Saif
(Transpetro/Tepar – Aposentado)

Natalio Laurindo Roncada
(Petrobrás/Repar – Aposentado)

Oilson Lopes
(Transpetro/Tepar – Aposentado)

Rafael Palenske Andrade
(Petrobrás/Six – São Mateus do Sul)

Rodrigo Carneiro Pellegrini
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Rodrigo Mitidiero Mansor
(Transpetro/Teguaçu – Biguaçu)

Roni Anderson Barbosa
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Rosane Carvalho Dias
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Rui Dalcion Rocha Rossetim
(Petrobrás/Six – Aposentado)

Silvaney Bernardi
(Petrobrás/Six – São Mateus do Sul)

Thiago Scmidt Olivetti
(Petrobrás/Repar – Araucária)

Uriel de Oliveira
(Transpetro/Tepar – Paranaguá)

Valton Witkowski
(Petrobrás/Six – Aposentado)

Quinta, 06 Fevereiro 2014 18:48

As eleições em segundo e decisivo turno para eleger o representante dos trabalhadores e trabalhadoras no Conselho da Administração começaram no último sábado, 01, e terminam neste domingo, 09 de fevereiro.

A FUP e todos os seus sindicatos filiados indicam o voto no atual conselheiro José Maria Ferreira Rangel, que venceu o primeiro turno da eleição para representação dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás, com 30,33% dos votos válidos.

Para votar na internet é preciso entrar no site eleicaoca.petrobras.com.br, com a chave Petrobras e a senha externa que pode ser cadastradas no Troca-Senha do Sistema Petrobras e, depois siga as instruções abaixo a partir do item 2. Para votar no Sistema Petrobras:

1) No portal da Petrobras, clique na aba em verde Petrobras e aguarde aparecer um banner na parte superior, onde se lê "Eleição de Representante dos Empregados". Clique sobre esse banner.

2) Em seguida abrirá uma página da Eleição. Você deve ter em mãos sua chave e senha para efetuar o login.

3) Após fazer o login, abrirá uma nova página da Eleição com um quadrado verde no meio, onde está escrito VOTE AQUI. Clique nesse quadrado e você poderá escolher seu candidato, após preencher novamente os campos que pedem chave e senha.

4) Clique em José Maria Ferreira Rangel.

5) Confirme seu voto.

6) Seu voto estará validado quando abrir uma página onde está escrito: "Voto efetuado com sucesso no candidato: JOSÉ MARIA FERREIRA RANGEL".

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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