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Sexta, 23 Junho 2017 19:57

 

 Entre os dias 27 de junho e 05 de julho, o Sindipetro Paraná e Santa Catarina promove assembleias com os trabalhadores da Usina do Xisto, em São Mateus do Sul. O objetivo será debater e deliberar sobre o efetivo mínimo de empregados para cada setor.

 

A Petrobrás tem reduzido de forma unilateral os efetivos mínimos em todas as unidades de refino e o resultado das assembleias serão importantes para fazer o enfrentamento à medida que certamente também baterá à porta da SIX.

 

Confira o quadro das assembleias: 

 

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

UO-SIX

Grupo 5

Em frente à SIX

27/06/2017

15h30

Grupo 3

Em frente à SIX

28/06/2017

07h30

Grupo 1

Em frente à SIX

28/06/2017

15h30

Grupo 4 + ADM

Em frente à SIX

05/07/2017

07h30

Grupo 3

Em frente à SIX

05/07/2017

15h00

*O Edital de Convocação de Assembleia está disponível no link dos anexos abaixo.

Sexta, 23 Junho 2017 19:41

Conselho da FUP indica paralisação por tempo indeterminado nas unidades de refino a partir de 30/06. Sindipetro PR e SC realiza novas assembleias na SIX e Repar.

Quinta, 22 Junho 2017 19:49

Carta aberta foi divulgada pelo Sindipetro PR e SC na tarde desta quinta-feira (22)

Quinta, 22 Junho 2017 17:41

Após diversas denúncias do Sindipetro Bahia sobre as consequências da arbitrária e unilateral redução do efetivo mínimo na RLAM, aconteceu o previsto: o primeiro acidente nesta madrugada de quinta (22\06), quando ao soprar com vapor o circuito da bomba J603 (elétrica) que tem sucção comum com as bombas J603 (turbina) e J605 (elétrica), o operador ao passar por perto dessas bombas, foi atingido por um jato de vapor, sob pressão, com condensado quente que o atingiu nos membros superiores, causando queimaduras de primeiro grau. Ele está internado no CMH (antiga UME). O operador está em estado de observação, mas muito abalado e apreensivo com os reflexos na sua vida pessoal e profissional.

 

Ele estava envolvido nas manobras juntamente com mais dois colegas, também com pouca experiência. Segundo o coordenador do Sindipetro Bahia, Deyvid Bacelar, caso a manobra tivesse envolvendo mais gente com experiência poderia ter sido evitada. “Já são as consequências dessa infeliz e arbitrária política de redução de efetivo mínimo na refinaria”, afirma Deyvid.

 

Segundo Deyvid Bacelar, nesse caso, segundo os operadores, o processo de partida da U-6 sempre foi feito com um efetivo maior e com pessoas experientes conduzindo as manobras, mas reduziram o efetivo, também na partida, e para reduzir as horas extras, colocaram pessoas mais novas sem o acompanhamento dos mais experientes, porque esses já tinham um número maior de horas extras.

 

Segundo denúncia feita ao sindicato, a previsão de efetivo na noite seria de aproximadamente metade do efetivo total da unidade (o total é 44), logo seria uns 22, ou com folga/férias 14, na turma e no momento do acidente só havia 9. Os demais não estavam por limitação das horas extras disponibilizadas por pessoa (80 horas) na parada/pessoa.

 

A direção do Sindipetro Bahia vem denunciando a redução do efetivo mínimo na Refinaria, que é arbitrária, unilateral, viola a Clausula 91ª do ACT 2015/2017 e causa graves consequências ao ambiente de trabalho nas unidades, deixando os trabalhadores inseguros e expostos a acidentes e doenças ocupacionais pela sobrecarga de trabalho. Este lamentável acidente é a prova do que tem denunciado a direção do sindicato, que vai responsabilizar civil e criminalmente todos os responsáveis pela Petrobrás.

 

Via Sindipetro BA

Quarta, 21 Junho 2017 20:42

 

O Sindicato iniciou nesta quarta-feira (21) as mobilizações nas trocas de turno da Repar em preparação à greve a ser deflagrada por conta da redução unilateral do efetivo mínimo de trabalhadores por parte da empresa.

 

O objetivo dessas atividades é alinhar informações e ressaltar que a responsabilidade do impasse é da empresa por descumprir a cláusula 91 do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), que estabelece um fórum de discussão sobre os efetivos entre a Petrobrás e os sindicatos de trabalhadores.

 

Diante da insegurança dessa medida irresponsável da empresa, o Sindicato orienta os trabalhadores a exercerem o direito de recusa, estabelecido na cláusula 135 do ACT vigente. São grandes os riscos de operar os equipamentos com efetivo abaixo do mínimo necessário.

 

Durante as mobilizações, os dirigentes sindicais entregam dois formulários aos trabalhadores. O primeiro é de recusa da realização do trabalho operacional nos termos propostos pela empresa, devido aos riscos de operação dos equipamentos, à saúde, ao meio ambiente e à segurança pessoal e coletiva. O outro é da renúncia à brigada de incêndio, por compreender que a alteração do efetivo mínimo nas unidades operacionais trouxe insegurança ao meio ambiente laboral, aos trabalhadores, em especial aos brigadistas.

 

O Sindicato ainda tem orientado o preenchimento do formulário da FUP de denúncia de não conformidades de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS).

 

O Sindipetro e a FUP têm feito uma série de ações no para tentar barrar ou ainda negociar a redução do efetivo. Uma denúncia foi encaminhada à Agência Nacional do Petróleo (ANP) que expõe o descumprimento da regra da própria empresa de Sistema de Gestão de Sistema Operacional (SGSO) em relação à movimentação de pessoal. Também forma feitas denúncias a órgãos ambientais sobre os riscos da operação das unidades com efetivo insuficiente, a fim de chamar a atenção da sociedade.

 

No âmbito jurídico, além das audiências de dissídio coletivo movidas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em função da iminente greve, o Sindicato busca processar na esfera criminal os gestores que aceitarem expor os trabalhadores ao risco.

 

Nesta quinta-feira (22) acontece reunião do Conselho Deliberativo da FUP que vai indicar a data da deflagração da greve nacional dos petroleiros contra a redução dos efetivos nas refinarias. 

Quarta, 21 Junho 2017 20:24

Uma afirmação dos representantes da Petrobrás durante a audiência de dissídio coletivo na tarde desta quarta-feira (21), no Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-PR), causa perplexidade em qualquer técnico de operação da Repar. Questionada pelo juiz que conduziu a sessão sobre a quantidade mínima necessária de trabalhadores para conduzir os trabalhos da refinaria com a devida segurança durante a greve, a bancada da empresa apresentou um número de apenas 34 trabalhadores por turno de oito horas, cerca de 47% do efetivo atual.

 

Anteriormente, os representantes do Sindipetro PR e SC receberam a mesma pergunta do magistrado e, apresentando números por setor, informaram o índice de 80% do quadro de postos de trabalho (excetuando os 20% de sobre-efetivo) durante a greve, aplicado pela Repar até o dia 16 de junho, ressaltando que concomitantemente deveria haver a redução da produção.

 

Como o objetivo da ação de dissídio coletivo do Ministério do Público do Trabalho é garantir o cumprimento do artigo 11 da Lei de Greve, que prevê a obrigatoriedade de acordo entre empregadores e trabalhadores nas atividades essenciais sobre a prestação dos serviços indispensáveis à sociedade, houve acordo com relação ao número de trabalhadores apresentado pelo Sindicato. Porém, não ocorreu concordância por parte da empresa e do MPT-PR com a redução da produção, mesmo que garantisse o abastecimento de combustíveis à população em geral.

 

De acordo com o presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Dal Zot, a declaração da empresa é polêmica. “O gerente de produção foi irresponsável ao assumir, de forma inerente ao cargo que ocupa, uma redução brutal do número de postos de trabalho durante a iminente greve da categoria. Nesse caso, em eventual ocorrência que cause danos aos trabalhadores, ao meio ambiente, às instalações e à comunidade do entorno, o gestor seria responsabilizado cível e criminalmente”. 

Segunda, 19 Junho 2017 20:50

Com faixas e cartazes denunciando os riscos de mortes e mutilações cada vez maiores que vivem os trabalhadores do Sistema Petrobrás, em função do desmonte da gestão Pedro Parente, os sindicatos da FUP iniciaram na manhã desta segunda-feira, 19, uma grande mobilização, cobrando condições seguras de trabalho e a recomposição dos efetivos da empresa. Atrasos e paralisações marcaram o início do expediente nas refinarias, terminais, áreas de embarques para as plataformas e demais unidades da companhia.

 

Nas refinarias, onde as gerências estão cortando unilateralmente postos de trabalho, atropelando o Acordo Coletivo de Trabalho e a NR-20, os petroleiros aprovaram greve por tempo indeterminado, com data a ser indicada pela FUP.

 

Sem qualquer negocição com os sindicatos, a Petrobrás está implementando um estudo unilateral de efetivos, com base em uma metodologia norte-americana de hierarquização de tempos e tarefas que não condiz com os processos de operação em refinarias de petróleo. O objetivo é reduzir em até 25% os números mínimos, que já estão no limite e até mesmo abaixo do quadro necessário para garantir a segurança operacional.

 

O resultado dessa política é o aumento de acidentes e a precarização das condições de trabalho. No domingo, 18, dois trabalhadores da Reduc foram vítimas de mais um acidente, que é reflexo direto do sucateamento que os gestores estão impondo às refinarias. 

 

No dia 09 de junho, um acidente com o navio sonda da Odebrecht, fretado pela Petrobrás, resultou na morte de três trabalhadores, todos terceirizados. Apenas um dos feridos sobreviveu. O acidente ocorreu no rastro do completo desmonte do setor de sondagem e perfuração da companhia, cujos efetivos próprios foram desmobilizados e as plataformas hibernadas e privatizadas. 

 

A redução de efetivos e a precarização das condições de trabalho estão diretamente relacionados ao desmonte que a Petrobrás vem sofrendo em função da privatização de unidades e de um plano de negócios com foco na redução e fatiamento da empresa.

 

Mudanças estratégicas estão sendo preparadas também pelo Ministério de Minas e Energia para desregulamentar os segmentos de refino, transporte, armazenamento e comercialização de derivados, assim como o E&P, com o objetivo de reduzir o máximo possível a presença da Petrobrás, transferindo ativos para o setor privado e abrindo a infraestrutura e logística da empresa.

 

Para atrair os novos “sócios”, o pacote de privatizações e desmonte implica, necessariamente, em reduzir custos com funcionários, flexibilizar e cortar direitos e, principalmente, enxugar os quadros da Petrobrás. É o que a gestão Pedro Parente está fazendo, ao reestruturar os efetivos das refinarias, gerando um rastro de acidentes e mortes.

 

Só com luta e organização, a categoria vai conseguir barrar o desmonte da Petrobrás, preservar os empregos e garantir respeito à vida.

Via FUP

Quarta, 14 Junho 2017 13:32

 

Tão logo os gestores da Repar tentaram sorrateiramente apresentar o estudo de redução de efetivo, sem qualquer negociação e, portanto, desrespeitando a cláusula 91ª do ACT, os dirigentes do Sindipetro PR e SC iniciaram os debates sobre as mobilizações nas trocas de turno.

 

Durante as conversas com os grupos, foi requisitada a realização de mais uma setorizada para atender os que não participaram das anteriores, a fim de discutir de forma ampla as medidas imediatas que serão tomadas pela categoria contra essa irresponsabilidade da gestão. A nova sessão acontece nesta quarta-feira (14), às 17h00, no auditório da Sede do Sindipetro PR e SC (R. Lamenha Lins, 2064, Rebouças – Curitiba)

 

O aumento de ocorrências de insegurança na Repar e do número de acidentes fatais na Petrobrás não são capazes de sensibilizar os gestores sobre o problema dos efetivos. São irresponsáveis com a segurança dos trabalhadores, dos equipamentos, do meio ambiente e da comunidade no entorno da refinaria.

 

O Sindicato alerta que qualquer acidente que venha a ocorrer será objeto de denúncia nas esferas cível e criminal contra os gestores.

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Edição Nº 1418

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