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Quarta, 04 Setembro 2019 18:05

A categoria está em Brasília no lançamento da Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Soberania Nacional (04). Esse será mais um importante fórum de luta, unificando trabalhadores, movimentos sociais, parlamentares e representantes da sociedade civil organizada, contra as privatizações do governo Bolsonaro

Quinta, 29 Maio 2014 13:37

Junto com a CUT, CTB e vários sindicatos e organizações sociais, os petroleiros voltaram a ocupar as ruas para protestar contra os ataques da mídia e da direita que tudo fazem para tentar desestabilizar a Petrobrás. Desta vez, o local escolhido foi a cidade de São Paulo, que sedia hoje (27/05) uma grande manifestação em defesa da soberania nacional, com participação de trabalhadores do campo e da cidade, estudantes e militantes sociais.

Sindicatos de petroleiros do Unificado de São Paulo, Paraná/Santa Catarina, Espírito Santo, Norte Fluminense, Bahia, Amazonas, Rio Grande do Norte, entre outros estados, enviaram representações para o ato político, que teve início por volta das 13 horas, na Avenida Paulista, em frente à sede da Petrobrás.

Militantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) ocuparam desde cedo a entrada principal do prédio com faixas e cartazes contra a tentativa de privatização da Petrobrás. Várias categorias que participam nesta terça do “Encontro do Macrossetor da Indústria: Desafios Conjunturais e Estruturais da Indústria Brasileira”, realizado pela CUT em São Paulo, também somaram-se à manifestação em defesa da Petrobrás. O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, foi uma das lideranças que compareceram ao ato, junto com diversos outros integrantes da Executiva Nacional da Central e também da CTB.

O ato foi convocado pela FUP, em parceria com a Secretaria Nacional da CUT e o Sindipetro Unificado do Estado de São Paulo.  Além de cobrarem uma gestão 100% estatal e pública para a Petrobrás, com controle social e participação dos trabalhadores, os manifestantes alertaran os trabalhadores e a população para as reais intenções da mídia e dos políticos nesta campanha contra a empresa.

“O ataque contra a Petrobrás, é parte de ações articuladas dos setores privatistas em ano eleitoral para tirar proveito eleitoral. Há tempos a Petrobras vem sofrendo diversas acusações por parte da mídia e da direita, na tentativa de criar uma imagem negativa a uma empresa pública”, ressaltou a coordenadora do MAB, Liciane Andrioli.

“Nós sabemos que a direita que ataca a Petrobrás, quis vende-la no passado. Precarizou a empresa, diminuiu número de trabalhadores, tomou decisões muito ruins e fez o contrário do que diz que quer fazer agora”, destaca Roni Anderson Barbosa, petroleiro paranaense que integra a Executiva Nacional da CUT. Para ele, os ataques tem estreita relação com o pré-sal e com as eleições.  “A direita e a mídia golpista querem mudar a legislação, pois não aceitam a Petrobrás como operadora única do pré-sal”.

MAB soma forças em Brasília
A defesa da Petrobrás enquanto patrimônio do povo brasileiro também é uma das bandeiras de luta do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), cujos militantes fazem hoje uma vigília em Brasília, em frente ao Palácio do Planalto para cobrar do ministro da Secretaria Geral da Presidência da Republica, Gilberto Carvalho, e da presidenta Dilma repostas à sua pauta de reivindicações. Durante a tarde, o MAB fará uma manifestação na capital federal para reforçar a luta por uma Petrobrás 100% estatal e a serviço do povo brasileiro.

Caravana do Paraná e Santa Catarina
O Sindicato organizou uma caravana para participar da manifestação em defesa da Petrobrás, em São Paulo, que mobilizou petroleiros aposentados e dirigentes sindicais. O ônibus saiu de Curitiba na noite de ontem (26) e chegou nas primeira horas da manhã na capital paulista. A previsão de chegada é para a madrugada desta quarta-feira (28).

Fonte: FUP, com informações do Sindipetro PR e SC

Segunda, 26 Maio 2014 00:00

Junto com a CUT, CTB e vários sindicatos e organizações sociais, os petroleiros voltam a ocupar as ruas para protestar contra os ataques da mídia e da direita que tudo fazem para tentar desestabilizar a Petrobrás.

Desta vez, o local escolhido é a cidade de São Paulo. Uma grande manifestação tomará a sede da empresa na terça-feira (27), na Avenida Paulista, 901, quando os trabalhadores se concentrarão a partir das 11 horas.

Estão sendo esperadas centenas de manifestantes, entre petroleiros, estudantes, militantes sociais e trabalhadores de outras categorias.

Ao lado da FUP e do Sindipetro Unificado do Estado de São Paulo, a CUT trará caravanas com petroleiros de outros estados para somarem-se à manifestação.

Além de cobrar uma gestão 100% estatal e pública para a Petrobrás, com controle social e participação dos trabalhadores, o ato alertará a população para as reais intenções da mídia e dos políticos nesta campanha contra a empresa.

“Nós sabemos que a direita que ataca a Petrobrás, quis vendê-la no passado. Precarizou a empresa, diminuiu número de trabalhadores, tomou decisões muito ruins e fez o contrário do que diz que quer fazer agora”, destaca Roni Anderson Barbosa, petroleiro paranaense que integra a Executiva Nacional da CUT.

Para ele, os ataques tem estreita relação com o pré-sal e com as eleições. “A direita e a mídia golpista querem mudar a legislação pois não aceitam a Petrobrás como operadora única do pré-sal”.

Ato em Defesa da Petrobrás – 27 de maio de 2014 – São Paulo – SP
Concentração em frente à sede da empresa, na Avenida Paulista, 901 – A partir das 11h

Sexta, 25 Abril 2014 15:00

A FUP e seus sindicatos se reuniram nesta quarta-feira, 23, pela manhã, em Brasília, no Conselho Deliberativo, para avaliarem e se posicionarem sobre a atual conjuntura política, onde a Petrobrás e seus trabalhadores estão sendo vítimas de uma campanha midiática e eleitoreira de ataques massivos, com o objetivo claro de retomar a agenda dos que defendem a privatização da empresa. O Conselho Deliberativo da FUP também apontou a importância do envolvimento dos petroleiros no plebiscito organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais para que a população se posicione sobre a convocação de uma Constituinte exclusiva para a reforma política. Além disso, a FUP e seus sindicatos debateram encaminhamentos em relação a dois pontos importantes da agenda corporativa da categoria: as metas para os indicadores da PLR 2014 e a operacionalização do pagamento dos níveis dos aposentados.

Ato na Câmara

Na parte da tarde, os dirigentes sindicais se dirigiram para a Câmara dos Deputados Federais, onde realizaram um novo ato em defesa da soberania e por uma Petrobrás pública e estatal, comprometida com os interesses nacionais. A manifestação foi realizada no Anexo 3 da Câmara dos Deputados Federais, no Hall daTaquigrafia, com participação do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) e outras entidades da Via Campesina, UNE, UBES, CTB e CUT, inclusive do presidente nacional da Central, Vagner Freitas.

Deputados federais que integram as Frentes Parlamentares em Defesa da Petrobrás e em Defesa do Fundo Social do Pré-Sal também participaram do ato político desta quarta, saudando a iniciativa da FUP de mobilizar os setores organizados da sociedade para se contrapor aos privatistas que atacam a estatal. No último dia 14, a FUP e seus sindicatos reuniram mais de 300 pessoas em uma grande manifestação em frente à sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, em resposta aos ataques da mídia e dos setores conservadores, que tentam desmoralizar a gestão estatal da empresa, com fins eleitoreiros e privatistas.

Mexeu com a Petrobrás mexeu comigo!
O Conselho Deliberativo da FUP reafirmou a importância dos petroleiros continuarem na linha de frente em defesa da Petrobrás, bem como do projeto dos trabalhadores e movimentos sociais para que o petróleo seja um bem 100% controlado pelo Estado e com destinação social. As direções sindicais destacaram que a FUP deve ter firmeza na condução dessa disputa, motivada por interesses políticos e econômicos, principalmente o controle do pré-sal, já que a Petrobrás é a operadora única. O Conselho Deliberativo discutiu uma agenda ampla, nacional e regional, com atos e manifestações pelo país afora, envolvendo os trabalhadores do Sistema Petrobrás, as centrais sindicais, os movimentos sociais e a população.

Já nesta quarta-feira, 23, durante o ato político na Câmara dos Deputados Federais, a FUP lançou o Comitê Popular em Defesa da Petrobrás, que irá atuar em conjunto com as frentes parlamentares, entidades sindicais, organizações sociais e partidos políticos. Nas próximas semanas, serão realizadas manifestações em Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. A FUP também irá orientar os sindicatos a organizarem mobilizações e atos locais em defesa da Petrobrás e também retomarem as atividades dos comitês regionais da campanha do petróleo, aglutinando nesse debate todas as representações políticas da categoria e organizações sociais.

Agenda de luta:

23 de abril - lançamento em Brasília do Comitê Popular em Defesa da Petrobrás

28 de abril – ato em Salvador, em frente ao Edifício Sede da Petrobrás (Ediba)

28 de abril - ato em Recife, em frente ao prédio da Petrobrás em Boa Viagem (Center II)

15 de maio – ato no Rio de Janeiro, em frente ao Edifício Sede da Petrobrás (Edise)

21 de maio – ato em São Paulo, em frente ao Edifício Sede da Petrobrás (Edisp)


PLR 2014
Outro ponto de pauta do Conselho Deliberativo foram os desdobramentos do Acordo de Regramento da PLR. O Dieese fez uma avaliação geral das metas apresentadas recentemente pela Petrobrás para os indicadores da PLR 2014. As direções sindicais destacaram alguns pontos que devem ser melhor debatidos e propuseram que a Comissão da FUP de Acompanhamento do Acordo de Regramento da PLR e o Dieese se reúnam até o início de maio para elaborar um estudo sintético sobre as metas, que será encaminhado aos sindicatos para que façam suas observações. A Comissão da FUP também discutirá o aprimoramento dos mecanismos de acompanhamento e denúncias em relação ao indicador VASO (Volume de Óleo e Derivados Vazados). Os encaminhamentos da FUP e sindicatos sobre as metas da PLR 2014 serão definidos na próxima reunião da Direção Colegiada, prevista para a primeira semana de junho.

Níveis dos aposentados e pensionistas - No próximo dia 28 de abril, vence o prazo de 180 dias estabelecido no Acordo Coletivo para a Petrobrás apresentar proposta de pagamento aos aposentados e pensionistas dos três níveis salariais recebidos pela ativa nos acordos coletivos de 2004, 2005 e 2006. A FUP está agendando reuniões com a Petrobrás e a Petros para definir o mais rápido possível essa questão.

Terça, 15 Abril 2014 18:48

Mesmo com a chuva forte que caiu sobre o Rio de Janeiro nesta segunda-feira, 14, petroleiros e trabalhadores de diversas categorias, estudantes e militantes sociais, organizações populares e partidos políticos do campo da esquerda se dirigiram à Avenida Chile com bandeiras e faixas em defesa da Petrobrás e durante quatro horas realizaram uma grande manifestação em frente à sede da empresa. Foi o primeiro dos vários atos públicos que a FUP e seus sindicatos estão convocando em resposta aos ataques dos setores conservadores do país, que tentam desmoralizar a gestão estatal da Petrobrás, com fins eleitoreiros e privatistas. No próximo dia 23, outra manifestação será realizada em Brasília.

"Estamos aqui para reafirmar aos setores entreguistas que a Petrobrás é do povo brasileiro e que essa campanha da mídia golpistas não conseguirá acabar com um patrimônio que o nosso povo levou décadas para construir", alertou o coordenador da FUP, João Antônio de Moraes, que deixou claro que os petroleiros não aceitam desmandos, nem desvios de gestão na Petrobrás. "Exigimos a apuração de todas as denúncias pelos órgãos fiscalizadores e que os culpados sejam punidos, mas não admitimos que a Petrobrás seja desmoralizada em uma CPI para servir de palanque eleitoral dos que sempre defenderam a sua privatização", ressaltou Moraes.

"Não à privatização, o petróleo é nosso e não abrimos mão"
Cerca de 300 pessoas participaram da manifestação, que reuniu militantes da CUT, da CTB, do MAB, do MST, do Levante Popular da Juventude, da UNE, da UBES, da União  Brasileira de Mulheres, do Movimento de Luta dos Bairros, além de  representantes do PT, do PCdoB e do PCR. Estudantes e trabalhadores entoavam palavras de ordens e refrões contra a privatização da Petrobrás. "Não, não, não à privatização, o petróleo é nosso e não abrimos mão", bradavam os manifestantes, entre uma fala e outra das lideranças que denunciavam as reais intenções da direita e da mídia na campanha cerrada de ataques à Petrobrás.

"Sabemos muito bem o que está em jogo nesse desgaste da Petrobrás e não podemos deixar que seja retomada a agenda neoliberal daqueles que tentaram privatizar a empresa e não conseguiram porque nós resistimos. É questão de soberania defender a Petrobrás. A derrota dessa empresa será a derrota do povo brasileiro e isso não vamos permitir", alertou o presidente da CUT-RJ, Darby Igayara.

Junto com os petroleiros que vieram em caravanas do Norte Fluminense, Duque de Caxias, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo, participaram do ato em defesa da Petrobrás representantes dos demais sindicatos da FUP, do Sindipetro-RJ, do Sitramico-RJ, da AEPET, além de representantes dos bancários, químicos e metalúrgicos. "Já vimos essa filme antes, quando entregaram a Vale do Rio Doce, a CSN e as demais estatais que os tucanos venderam na bacia das almas. É nas ruas, resistindo, que continuaremos nossa luta. Aqui é o nosso espaço e vamos pra cima deles. Não deixaremos que entreguem o Brasil", destacou Jadir Batista de Araújo, da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT.

O deputado federal Édson Santos (PT/RJ), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Naval, relembrou o sucateamento da indústria naval no país durante os governos neoliberais. "Tínhamos apenas três mil trabalhadores no setor, em 2002. Hoje,  temos 78 mil trabalhadores. Recuperamos a indústria naval justamente para servir de suporte à indústria de petróleo e a Petrobrás tem sido fundamental nesse projeto", reiterou.

Avalanche midiática contra a Petrobrás

As lideranças sindicais e dos movimentos sociais alertaram para o papel da mídia na campanha de desmoralização da Petrobrás. "Por trás dessa avalanche midiática contra a Petrobrás estão os mesmos setores que não aceitam a empresa como operadora única do pré-sal e defendem os interesses privados na exploração do nosso petróleo", ressaltou Reinaldo Leite, presidente da CTB-RJ.

"Nós da Plataforma Operária e Camponesa para a Energia defendemos o controle estatal e social de todos os recursos energéticos e continuaremos na luta em defesa da Petrobrás, pois não podemos jamais permitir que façam com a empresa o que estão fazendo com a CEMIG e tantas outras estatais do setor elétrico que já foram privatizadas. É a destinação do petróleo brasileiro que está em jogo nessa campanha contra a Petrobrás. E a mídia, como sempre, faz o jogo das elites", reiterou Leonardo Maggi , da Coordenação Nacional do MAB.

"Eu só quero é ser feliz, Petrobrás estatizada pra mudança do país"
Os estudantes e a juventude organizada também deram o seu recado no ato em defesa da Petrobrás: "Eu só quero é ser feliz, Petrobrás estatizada pra mudança do país, e poder me orgulhar que a esquerda está na rua e a tucanada vai vazar", cantarolavam, parodiando o Rap da Felicidade. Além da UNE e da UBES, representantes de diretórios acadêmicos da UERJ e da UFRJ também participaram da manifestação, que contou ainda com a presença de militantes da Associação dos Estudantes do Rio de Janeiro.

"A juventude está nessa luta porque defender a Petrobrás é defender a construção de um projeto popular e democrático para o Brasil, no qual ainda temos muito o que avançar. E só não avançamos ainda nas reformas estruturais que o nosso país precisa porque as elites não deixam e são as mesmas que defendem a privatização da Petrobrás", destacou Priscila Melo, do Levante Popular da Juventude.

As mulheres também marcaram presença na manifestação em defesa da Petrobrás. "Há mais de 60 anos, as mulheres brasileiras já estavam na luta do petróleo e pela construção da Petrobrás. E estamos aqui novamente para dizer que a Petrobrás é nossa e que não permitiremos que esse jogo eleitoreiro em torno da empresa atrase o desenvolvimento do Brasil", declarou Célia de Almeida, da União Brasileira de Mulheres.

Força Sindical tentou pautar a imprensa com ato em defesa da CPI

Um grupo de dirigentes e militantes da Força Sindical, que pretendia nesta segunda-feira, 14, lavar a entrada da Petrobrás, atraindo os holofotes da mídia para um discurso eleitoreiro, anti-corrupção e pró-CPI, acabou mudando o tom da manifestação. O ato convocado pela Central - cujo principal expoente, o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, já declarou apoio político ao candidato tucano Aécio Neves - caiu nas graças da mídia, que vem alimentando a campanha contra a Petrobrás. Mas ao depararem com a manifestação em defesa da Petrobrás, organizada pela FUP, CUT, CTB e movimentos sociais, os cinegrafistas e jornalistas desistiram da cobertura. Os militantes da Força Sindical tiveram, então, que mudar o discurso e, ao final do ato da FUP, fizeram uma manifestação também em defesa da Petrobrás.

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Edição Nº 1418

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