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Terça, 28 Junho 2016 19:10

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás mais uma vez são vítimas de constrangimento, em função de denúncias de corrupção, dessa vez, envolvendo uma das principais conquistas da categoria: o programa de custeio de medicamentos. Um benefício que está diretamente relacionado à saúde e à qualidade de vida dos petroleiros, principalmente os que sofrem de doenças crônicas, advindas dos riscos diários a que são expostos em seus locais de trabalho.

A categoria e suas representações sindicais, portanto, são os maiores interessados em ver todas as denúncias investigadas com rigor e os responsáveis punidos. Nesta segunda-feira, 27, a FUP protocolou documento cobrando que a Petrobrás constitua imediatamente uma comissão com participação paritária dos trabalhadores, para apurar as irregularidades noticiadas pela imprensa, de modo a garantir que os culpados sejam responsabilizados civil e criminalmente.

Desde o início de 2015, a FUP vinha denunciando problemas na gestão do Benefício Farmácia, que causaram uma série de transtornos para os trabalhadores, impossibilitados de utilizarem plenamente o programa. Em reuniões com a Petrobrás e a Global Saúde, cobramos várias vezes o aperfeiçoamento do sistema e medidas eficazes de controle para garantir o atendimento correto aos beneficiários.

Nada, no entanto, foi feito. A Petrobrás encerrou em setembro passado o contrato com a empresa, deixando os trabalhadores sem acesso ao benefício, apesar dos descontos mensais que continuaram sendo feitos em seus contra-cheques.

Ao tomar conhecimento da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que suspendeu no dia 14 de abril o contrato que a Petrobrás fez com uma nova operadora do benefício, a FUP imediatamente solicitou ingresso como interessado no processo para ter acesso aos autos e poder se manifestar. Estranhamente, até o momento, o TCU não atendeu o pedido. Por isso, nesta segunda-feira, 27, a FUP solicitou diretamente à Global Saúde os documentos referentes ao seu contrato de gestora do Benefício Farmácia e às irregularidades que estão sendo investigadas.

Os trabalhadores não podem continuar reféns da ineficácia dos órgãos internos da Petrobrás e da omissão dos gestores, que deveriam ser responsáveis pelo controle e fiscalização de um benefício tão importante para a categoria. Os encarregados de zelar pela boa conduta da empresa e pelo combate à corrupção mais uma vez expõem os trabalhadores a difamações e a constrangimentos. Daí a urgência de uma comissão paritária para apurar e punir rigorosamente os desvios na gestão do Benefício Farmácia e permitir que ele volte a ser retomado, conforme garante o Acordo Coletivo de Trabalho.

 

Federação Única dos Petroleiros - FUP

Rio de Janeiro, 27 de junho de 2016

Segunda, 27 Junho 2016 19:14

Em decorrência de notícia divulgada em rede nacional sobre corrupção no sistema de benefício farmácia, a FUP protocolou no dia de hoje, documento que requer criação de comissão para apurar as graves denúncias que têm como maiores vítimas os trabalhadores.

Na proposta, a FUP requer a participação dos trabalhadores de forma paritária que terá como objetivo levantar os fatos denunciados, responsabilizar civil e criminalmente os culpados, bem como restabelecer o funcionamento do benefício farmácia, uma importante conquista do Acordo Coletivo de Trabalho 2013/2015.

A FUP sempre foi contra o fato da Petrobrás ter terceirizado a operação e a fiscalização de um benefício que está diretamente relacionado à saúde e à qualidade de vida dos trabalhadores.  

Quarta, 11 Maio 2016 13:08

Em função da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que suspendeu desde o dia 14 de abril o contrato da Petrobrás com a nova operadora do Benefício Farmácia, a FUP solicitou "Ingresso como Interessado" no processo para ter acesso aos autos e poder se manifestar. O processo que motivou a decisão do TCU é movido por uma ex-operadora do Benefício Farmácia, que desde setembro de 2015 vem sendo alvo de uma série de problemas de gestão que inviabilizaram a sua plena operação, prejudicando milhares de petroleiros e seus dependentes.

 

O benefício seria retomado no dia 18 de abril, mas foi novamente suspenso em função da decisão do TCU. A Petrobrás informou que enquanto a operação do benefício estiver impedida, os beneficiários continuarão sendo atendidos por meio de delivery.

 

A FUP informou ao Tribunal que o Benefício Farmácia é direito dos trabalhadores, previsto no Acordo Coletivo pactuado com a Petrobrás e que, portanto, precisa ser restabelecido o quanto antes.

 

Os ataques que o benefício vem sofrendo desde o ano passado são reflexo do processo de desmonte em curso no Sistema Petrobrás. A companhia entregou nas mãos de uma empresa privada a operação e fiscalização do Benefício Farmácia, o que resultou em uma série de problemas e transtornos para os usuários. Os erros de gestão devem ser corrigidos e não podem, de forma alguma, inviabilizar um direito garantido pela categoria.

 

Fonte: FUP

Quarta, 11 Maio 2016 13:07

Em função da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que suspendeu desde o dia 14 de abril o contrato da Petrobrás com a nova operadora do Benefício Farmácia, a FUP solicitou "Ingresso como Interessado" no processo para ter acesso aos autos e poder se manifestar. O processo que motivou a decisão do TCU é movido por uma ex-operadora do Benefício Farmácia, que desde setembro de 2015 vem sendo alvo de uma série de problemas de gestão que inviabilizaram a sua plena operação, prejudicando milhares de petroleiros e seus dependentes.

 

O benefício seria retomado no dia 18 de abril, mas foi novamente suspenso em função da decisão do TCU. A Petrobrás informou que enquanto a operação do benefício estiver impedida, os beneficiários continuarão sendo atendidos por meio de delivery.

 

A FUP informou ao Tribunal que o Benefício Farmácia é direito dos trabalhadores, previsto no Acordo Coletivo pactuado com a Petrobrás e que, portanto, precisa ser restabelecido o quanto antes.

 

Os ataques que o benefício vem sofrendo desde o ano passado são reflexo do processo de desmonte em curso no Sistema Petrobrás. A companhia entregou nas mãos de uma empresa privada a operação e fiscalização do Benefício Farmácia, o que resultou em uma série de problemas e transtornos para os usuários. Os erros de gestão devem ser corrigidos e não podem, de forma alguma, inviabilizar um direito garantido pela categoria.

 

Fonte: FUP

Quarta, 16 Março 2016 18:28

 


A Petrobras assinou no último dia 09 o contrato com a nova operadora do Benefício Farmácia: ePharma. A equipe do Benefício Farmácia se reunirá com a ePharma para definir data de início da operação e detalhar os ajustes necessários, tais como a rede de farmácias credenciadas e os canais de comunicação. Em breve a Petrobras comunicará os detalhes aos beneficiários. Os critérios de cobertura permanecerão os mesmos.

O contrato com a empresa Funcional Card, que havia sido assinado em dezembro de 2015, foi rescindido, uma vez que esta empresa não conseguiu atender aos requisitos contratuais.

Delivery e reembolso 
Enquanto a ePharma não iniciar a operação, os beneficiários continuarão sendo atendidos de duas formas:

• Delivery - As solicitações de medicamentos oncológicos ou de alto custo (com valor unitário a partir de R$ 300,00) devem continuar sendo enviadas para a chave BNF00 ou e-mail deliverybf@petrobras.com.br.

Os pedidos de delivery não são renovados automaticamente. O beneficiário deve solicitar o medicamento todos os meses, enquanto houver necessidade de uso.

 

• Reembolso - Os beneficiários podem continuar comprando os medicamentos em qualquer farmácia, para posterior solicitação de reembolso à nova operadora, conforme orientações que serão enviadas em breve. Enquanto isso, devem guardar as respectivas receitas médicas e notas/cupons fiscais.


Reembolso contingencial

Os pedidos de reembolso das compras realizadas entre 28/03/2015 e 15/09/2015 serão pagos a partir de abril, conforme cronograma a ser divulgado pela companhia.


As solicitações de reembolso de compras realizadas após o dia 15/09/2015 não estão sendo tratadas e só deverão ser enviadas para a nova operadora, após o início das suas atividades.

Quarta, 16 Março 2016 18:24

 


A Petrobras assinou no último dia 09 o contrato com a nova operadora do Benefício Farmácia: ePharma. A equipe do Benefício Farmácia se reunirá com a ePharma para definir data de início da operação e detalhar os ajustes necessários, tais como a rede de farmácias credenciadas e os canais de comunicação. Em breve a Petrobras comunicará os detalhes aos beneficiários. Os critérios de cobertura permanecerão os mesmos.

O contrato com a empresa Funcional Card, que havia sido assinado em dezembro de 2015, foi rescindido, uma vez que esta empresa não conseguiu atender aos requisitos contratuais.

Delivery e reembolso 
Enquanto a ePharma não iniciar a operação, os beneficiários continuarão sendo atendidos de duas formas:

• Delivery - As solicitações de medicamentos oncológicos ou de alto custo (com valor unitário a partir de R$ 300,00) devem continuar sendo enviadas para a chave BNF00 ou e-mail deliverybf@petrobras.com.br.

Os pedidos de delivery não são renovados automaticamente. O beneficiário deve solicitar o medicamento todos os meses, enquanto houver necessidade de uso.

 

• Reembolso - Os beneficiários podem continuar comprando os medicamentos em qualquer farmácia, para posterior solicitação de reembolso à nova operadora, conforme orientações que serão enviadas em breve. Enquanto isso, devem guardar as respectivas receitas médicas e notas/cupons fiscais.


Reembolso contingencial

Os pedidos de reembolso das compras realizadas entre 28/03/2015 e 15/09/2015 serão pagos a partir de abril, conforme cronograma a ser divulgado pela companhia.


As solicitações de reembolso de compras realizadas após o dia 15/09/2015 não estão sendo tratadas e só deverão ser enviadas para a nova operadora, após o início das suas atividades.

Quinta, 10 Março 2016 19:39

A Petrobrás informou hoje que assinou contrato, ontem, com uma nova operadora para o Benefício Farmácia. A mudança acontece após inúmeras denúncias dos trabalhadores, por meio da FUP e seus sindicatos, sobre problemas na garantia do acesso ao direito.

 

De acordo com a Petrobrás, a empresa ePharma será a nova operadora do Benefício Farmácia. O contrato da empresa anterior, Funcional Card, que havia sido assinado em dezembro de 2015, foi rescindido.

Terça, 26 Janeiro 2016 11:44

A FUP reuniu-se nesta segunda-feira (25) com a Petrobrás para discutir os dias parados na greve de novembro, o restabelecimento do Benefício Farmácia, o adiantamento da PLR e a equalização do Acordo Coletivo dos trabalhadores da Fafen-PR. Apesar da importância e urgência dessas questões para os trabalhadores, nenhuma solução foi apresentada pela empresa.

Dias de greve
Em resposta à cobrança da FUP sobre o tratamento a ser dado aos dias parados na greve de novembro, a Petrobrás propôs o desconto de 50% em duas parcelas (25% na folha de fevereiro e 25% em março) e os outros 50% a serem compensados (25% em abril e 25% em maio). Ou seja, a empresa novamente quer impor à categoria os custos de uma greve que é de sua inteira responsabilidade.

A intransigência dos gestores em negociar a Pauta Pelo Brasil levou os petroleiros à greve em meio à mais grave crise da história da Petrobrás. Por mais de quatro meses, a FUP e seus sindicatos buscaram todos os caminhos para discutir com a direção alternativas para impedir a venda de ativos, manter empregos e investimentos, mas os gestores preferiram apostar no confronto, que custou aos cofres da empresa cerca de R$ 300 milhões, já que 2,3 milhões de barris petróleo e 48,4 milhões de metros cúbicos de gás deixaram de ser produzidos durante a greve.

Agora, a Petrobrás quer também que o trabalhador arque integralmente com os custos dos dias parados. A FUP cobrou o abono dos dias de greve, deixando claro que essa conta não pertence à categoria, pois é fruto da intransigência e da irresponsabilidade dos gestores.

Benefício Farmácia
Outro ponto cobrado pelos trabalhadores foi o restabelecimento do Benefício Farmácia, uma das principais conquistas da categoria, previsto em Acordo Coletivo e que, portanto, precisa ser resolvido o mais rápido possível. A Petrobrás informou que está em final de negociação com a terceira colocada no processo de licitação para renovação da nova operadora do benefício. A FUP exigiu que a Petrobrás apresente uma solução definitiva para a retomada do Benefício Farmácia até o dia 18 de fevereiro, quando será realizada a reunião da Comissão de Acompanhamento do Acordo Coletivo.

Adiantamento da PLR
As representações sindicais cobraram um posicionamento da Petrobrás sobre o adiantamento da PLR, como é previsto no Acordo de Regramento. O RH informou que a diretoria da empresa não considera prudente atender a esta demanda antes do fechamento do balanço de 2015. A alegação é que há receios de que o resultado do quarto trimestre possa impactar negativamente o lucro de R$ 2,1 bilhões acumulados nos três primeiros trimestres. Se isso acontecer, o trabalhador terá que devolver parte do adiantamento, cujo valor é baseado nos resultados acumulados nos nove primeiros meses do ano.

A FUP propôs como alternativa que a Petrobrás adiante o pagamento da primeira parcela do 13º salário, conforme praticado no ano passado.

Equalização do ACT dos trabalhadores da Fafen-PR
A greve de novembro arrancou da Petrobrás o compromisso de equalizar o Acordo Coletivo do trabalhadores da Fafen-PR até 31 de janeiro. Fruto da luta da categoria, a empresa se comprometeu a corrigir a defasagem de 3% em relação à RMNR, a implantar o PCAC, o Plano Petros-2 e o ATS, cujo pagamento está previsto para ter início em fevereiro, nos mesmos moldes já praticados nas demais unidades do Sistema. A FUP cobrou um posicionamento da Petrobrás para que essas conquistas sejam implementadas até o final deste mês, conforme acordado com os trabalhadores.

FUP cobra nova reunião até o dia 29
A FUP propôs uma nova reunião ainda esta semana, até o dia 29 de janeiro, para que a Petrobrás responda às cobranças em relação aos dias parados na greve de novembro, ao adiantamento da primeira parcela do 13º salário e ao cumprimento do que foi acordado em relação à equalização do ACT dos trabalhadores da Fafen-PR.

Fonte: FUP

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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