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Quarta, 19 Fevereiro 2020 12:58

Cerca de 15 mil pessoas se uniram aos petroleiros que estão em vigília em frente ao Edifício Sede da Petrobrás

Terça, 09 Abril 2019 18:59

 

A FUP, seus sindicatos e demais entidades que integram o Fórum em Defesa dos Participantes da Petros realizarão no dia 24 de abril um grande ato público, a partir das 11h, em frente à sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro (EDISE). O objetivo é defender a proposta alternativa de equacionamento dos planos PPSP (repactuados e não repactuados) que foi construída no GT Petros e barrar o PP3.

 

O ato foi definido na última sexta-feira, 05, em reunião na sede da FUP, no Rio de Janeiro, com participação de todas as entidades que representam os parcipantes e assistidos da Petros. 



A FUP orienta os sindicatos a enviarem caravanas para o ato, onde são esperados mais de 20 mil petroleiros, aposentados e pensionistas. "Vamos pressionar para que a Petrobrás implemente a nossa proposta de equacionamento, pois é a única que dará sustentabilidade aos planos PPSP. Esse ato também é para deixar novamente claro que não admitiremos o PP3", destaca o diretor da FUP e conselheiro deliberativo eleito, Paulo César Martin.

 

Ele destaca a importância da unidade de todas as entidades representantivas dos participantes e assistidos da Petros na construção desse ato e na luta em defesa do PPSP e contra o PP3. "Estamos juntos, fortes e unidos, para construir esse que pretende ser o maior ato em defesa da Petros, da história da categoria petroleira. Contamos com a participação de todos os petroleiros, aposentados e pensionistas para defender o Plano Petros, defender a Petros e o futuro das nossas famílias".

 

Participe do grande ato em defesa do PPSP

 

Via FUP

 

Segunda, 16 Julho 2018 14:16

Manifestação vai reunir petroleiros de todo o país, além de petroquímicos e trabalhadores da montagem e manutenção industrial.

Quinta, 26 Fevereiro 2015 12:04

"Somos 200 milhões de petroleiros! Por uma Petrobrás 100% pública". A faixa em frente à Associação Brasileira de Imprensa (ABI) chamava a atenção de quem passava pelo local, no Centro do Rio de Janeiro, na terça-feira, 24. Dentro do prédio, o auditório lotado com mais de 550 pessoas fervilhava em aplausos e gritos em defesa da Petrobrás e da soberania nacional. Do lado de fora, outras centenas de pessoas acompanhavam ao vivo pelo telão o ato histórico realizado pela CUT e pela FUP, com participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de diversos intelectuais e lideranças de movimentos sindicais e sociais.  

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Foto Ricardo Stuckert

Estavam lá defendendo a Petrobrás o escritor Eric Nepomuceno, os jornalistas Luis Nassif e Hildegard Angel, o físico Luiz Pinguelli Rosa, o ator Antônio Pitanga, os cineastas Luiz Carlos e Lucy Barreto, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, o ex-ministro de Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral, o presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian, o líder do MST, João Pedro Stédile, o presidente do Conselho Nacional de Direitos Humanos da OAB, Wadih Damous, a presidente da UNE, Vic Barros, além de toda a Executiva Nacional da CUT, da Direção Colegiada da FUP, de representantes da CTB, do MAB, da UBES, de partidos políticos do campo da esquerda, sindicatos de diversas categorias e de movimentos populares.

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Foto Ricardo Stuckert

O ex-presidente Lula conclamou os trabalhadores e os nacionalistas a tomarem as ruas em defesa da Petrobrás. "Em vez de ficarmos chorando, vamos defender o que é nosso. Vamos defender a Petrobrás, porque defender a Petrobrás é defender o Brasil. Defender o Brasil é defender os trabalhadores brasileiros. Defender os trabalhadores é defender a democracia. E defender a democracia é defender a continuidade de um processo de revolução social que aconteceu neste país nestes últimos anos", ressaltou. Lula discursou por 30 minutos e encerrou sua fala com um recado para os golpistas e entreguistas: "Eu quero paz e democracia, mas se eles não querem, nós sabemos brigar também".

NAS RUAS EM DEFESA DA PETROBRÁS

O ato na ABI marcou o lançamento do manifesto "Defender a Petrobrás é defender o Brasil", que foi lido pelo petroleiro Deyvid Bacelar, representante eleito pelos trabalhadores para o Conselho de Administração da empresa. O ato foi o primeiro de muitos outros que serão realizados nas próximas semanas como parte de uma ampla campanha nacional em defesa  da Petrobrás. "No próximo dia 13, a CUT estará nas ruas, defendendo a Petrobrás e a agenda da classe trabalhadora", anunciou o presidente da CUT, Vagner Freitas, se referindo a uma grande manifestação que acontecerá em março, em São Paulo, no vão livre do Masp, a partir das 15h.

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Ele ressaltou que a luta em curso é de "enfrentamento de classe". "Não pensem que essa campanha sórdida que fazem para vender a Petrobrás a preço de banana pro capital internacional é um ato isolado", alertou o sindicalista, ressaltando que "a bandeira contra a corrupção é dos movimentos sociais e não desta direita entreguista que quis mudar o nome da Petrobrás para Petrobrax". "Se querem combater a corrupção, vamos fazer a reforma política e acabar com o financiamento empresarial de campanha já", frisou Vagner.

O escritor Eric Nepomuceno destacou que a Petrobrás é muito maior do que todos os ataques que tem sofrido. "É dever de que cada um de nós saia daqui com a noção clara do que está em risco. Precisamos estar atentos", alertou. O físico Luiz Pinguelli Rosa foi enfático: "A imprensa já passou o recibo de que está numa campanha contra a Petrobrás. Punam-se os culpados, mas deixem a Petrobrás em paz".

O representante da OAB, Wadih Damous,  alertou para os sérios ataques à ordem jurídica que vive o país. "É claro e óbvio que aqueles que praticam desvios têm que responder por isso, mas o que estamos vendo é uma série de irregularidades na condução da operação Lava Jato", declarou. "A defesa da Petrobrás passa pela defesa do estado democrático de direito que está sob ameaça e não podemos permitir isso", ressaltou.

João Pedro Stédile destacou que "o que está em jogo não é a corrupção, é o pré-sal", lembrou que o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) já apresentou um projeto no Congresso para acabar com a lei de partilha. "Só temos uma forma de ganhar essa luta e é nas ruas", declarou o líder do MST, mandando um recado aos petroleiros: "Nós marcharemos com vocês para o que der e vier".

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O coordenador da FUP, José Maria Rangel, conclamou os trabalhadores da Petrobrás a voltarem a ter orgulho de serem petroleiros. "Nós não temos que ter vergonha de trabalhar em uma empresa que investe em nosso país mais de R$ 300 milhões por dia, que gera milhares de empregos e que representa 13% do PIB nacional", ressaltou, lembrando ainda que "nenhuma empresa de petróleo investe tanto em pesquisa, quanto a Petrobrás".

Zé Maria alertou para o risco de retrocesso nestas conquistas. "O que querem fazer no nosso país é voltar a Petrobrás de 2002 e isso nós não vamos aceitar porque a Petrobrás é de cada cidadão e cidadã brasileiros. E a nossa Petrobrás não é a do Paulo Roberto Costa, não é a Petrobrás do Barusco, não é a Petrobrás destes predadores internos e externos" ressaltou, chamando todos para se somarem à campanha em defesa da estatal. "Nós construímos essa empresa nas ruas, nós mudamos o rumo dela nas ruas e é nas ruas que defenderemos a Petrobrás, custe o que custar".

Fonte: Imprensa da FUP Fotos: Roberto Parizotti/Agência CUT (galeria de imagens)

Terça, 24 Fevereiro 2015 13:04

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará do ato "Defender a Petrobras é defender o Brasil", que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Federação Única dos Petroleiros (FUP) realizam nesta terça-feira, 24, às 18 horas, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro.

A manifestação vai reunir sindicalistas, advogados, jornalistas, intelectuais e todos que quiserem apoiar a iniciativa. O atoé parte de uma campanha nacional em defesa da Petrobrás, que já teve início nas redes sociais, com a coleta de assinaturas de adesão ao manifesto, que será lançado oficialmente nesta terça-feira, 24.

Além do ex-presidente Lula, já confirmaram presença no ato o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, o ator Antônio Pitanga, os escritores Eric Nepomuceno e Fernando Moraes, os jornalista Hildegard Angel e Luís Nassif, o cineasta Luiz Carlos Barreto, os economistas Luiz Gonzaga Belluzzo e Márcio Pochmann, o presidente da OAB/RJ, Felipe Santa Cruz, o líder do MST, João Pedro Stédile, a presidente da UNE, Vic Barros, o presidente da CUT nacional, Vagner Freitas, o Coordenador Geral da FUP, José Maria Rangel, alėm de sindicalistas e lideranças de movimentos sociais de todo o Brasil.

O manifesto do ato em defesa da Petrobrás é taxativo quanto à urgência e à necessidade de  “investigação, julgamento e punição de corruptos e corruptores, doa a quem doer". Mas, deixa claro que isso "não pode significar a paralisia da Petrobras e do setor mais dinâmico da economia brasileira”. O documento também defende que “cabe ao governo rechaçar com firmeza as investidas políticas e midiáticas desses setores, para preservar uma empresa e um setor que tanto contribuíram para a atração de investimentos e a geração de empregos nos últimos anos”.

Veja a íntegra do texto aqui: http://www.fup.org.br/2012/assinatura-de-manifesto.

A campanha em defesa da estatal prosseguirá após o ato desta terça-feira, com atividades por todo o país. Uma grande manifestação popular já está agendada para o dia 13 de março, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Jornalistas precisarão se credenciar para cobertura do ato

Os jornalistas interessados em cobrir o ato na ABI precisam se credenciar até o dia 24, às 14h. Os dados (nome completo e RG dos jornalistas, fotógrafos e repórteres cinematográficos; e o do veículo de comunicação para o qual trabalham) devem ser enviados para o e-mail vanessa.imprensa@cut.org.br.

As credenciais deverão ser retiradas no dia do evento (24), na sede da ABI, das 16h às 17h30.

SERVIÇO

Ato em Defesa da Petrobrás

Dia: 24 de fevereiro de 2015

Horário: 18h

Local: ABI - Rua Araújo Porto Alegre, 71 – Centro- Rio de Janeiro

Terça, 04 Novembro 2014 18:51

Para dar continuidade à luta pela reforma política com participação popular, representantes de diversas categorias de trabalhadores e militantes dos movimentos sociais foram às ruas nesta terça-feira, em todas as capitais, para pressionar o Congresso Nacional a convocar uma Assembleia Constituinte exclusiva sobre o tema.

Em Curitiba, dirigentes do Sindipetro Paraná e Santa Catarina se uniram aos bancários, professores, jornalistas e membros da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) e fizeram uma manifestação ao meio-dia na Boca Maldita, tradicional local de atos políticos da capital paranaense.

Para Gustavo Erwin, o “Red”, articulador da CMS, o momento é de pressão. “As manifestações de hoje são importantes porque a presidenta Dilma, logo após a confirmação da sua reeleição, já reafirmou a necessidade de uma constituinte oficial para a reforma política. Isso já provocou uma reação dos setores conservadores do Congresso, que impuseram uma derrota  no Decreto da Política Nacional de Participação Social e já se organizam para impedir qualquer possibilidade de uma reforma política com constituinte exclusiva. Os movimentos sociais, sindical e popular precisam ir às ruas para fortalecer a posição da presidenta e fazer valer esse processo de mobilização fantástico que foi o plebiscito popular, que colheu cerca de 8 milhões de votos, dos quais 97% disseram sim à constituinte exclusiva”, afirmou.

Próximos passos
As entidades que organizaram o plebiscito popular defiram por aprofundar o debate nas regiões por meio de audiências públicas nas assembleias legislativas e câmaras municipais, entre os dias 9 e 15 de novembro, quando a campanha completa um ano.

O objetivo é fazer com que o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 1508/2014, protocolado na última quinta-feira (30), seja aprovado na Câmara. O texto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça.

O texto com a assinatura de 185 deputados, 15 acima do mínimo exigido, estabelece o prazo de até dois anos para a convocação do plebiscito após a aprovação do projeto.

Da mesma forma que na etapa simbólica a consulta oficial traria uma única pergunta: “Você é a favor de uma Assembleia Nacional Exclusiva e Soberana sobre o Sistema Político?”. Caso o sim vença, o PDL determina que o Tribunal Superior Eleitoral chame uma Assembleia Constituinte eleita exclusivamente para discutir mudanças no sistema político.

Terça, 16 Setembro 2014 13:29

Logo pela manhã desta segunda-feira, 15, caravanas com petroleiros de vários estados do país e do interior do Rio de Janeiro ocuparam a Praça da Cinelândia, em frente à Câmara Municipal, com bandeiras vermelhas e faixas em defesa do pré-sal, da Petrobrás e do Brasil. O ato começou por volta das 10 horas, com cerca de cinco mil trabalhadores, estudantes e militantes dos movimentos sociais e partidos políticos do campo da esquerda.

Aos poucos, o ato foi enchendo e os manifestantes ocuparam também as escadarias do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Do alto do carro de som, as lideranças sindicais, estudantis e dos movimentos sociais davam seu recado, denunciando os ataques da direita contra a Petrobrás e o pré-sal. Representantes da FUP, dos sindicatos petroleiros, da CUT, CTB, UGT, MAB, MST, UNE, UBES, UEE, Levante Popular, movimento negro, movimento de mulheres e diversas outras entidades de luta denunciavam a campanha de Aécio e Marina de desmoralização da Petrobrás, com a intenção de preparar a privatização da empresa e do pré-sal.

Ao lado dos petroleiros uniformizados, misturavam-se metalúrgicos com os macacões dos estaleiros de Niterói, de onde saíram caravanas com cerca de dois mil operários em defesa do pré-sal e da Petrobrás, cujas encomendas recuperaram a indústria naval brasileira, que empregava pouco mais de sete mil trabalhadores em 2003 e hoje gera cerca de 80 mil empregos diretos e mais de 300 mil indiretos.

Pela Cinelândia, palco histórico de manifestações no Rio de Janeiro, circulavam bancários, professores, trabalhadores rurais, químicos e diversos estudantes e jovens, agitavam suas bandeiras, alegres, sem se deixar incomodar pelo sol escaldante e temperaturas acima de 37 graus. Quando a chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi anunciada, aplausos e gritos tomaram conta dos manifestantes.

Lula fez questão de vestir o uniforme de operário da Petrobrás, com seu nome gravado, e, ao lado do coordenador da FUP, José Maria Rangel, foi recebido pelos trabalhadores que, em passeata, seguiram junto com ele pela Rua Treze de Maio, em direção à Avenida Chile, onde fica localizada a sede da Petrobrás.

Na passarela, que liga o BNDES ao prédio da estatal, o ato já concentrava cerca de dez mil pessoas, eufóricas para ouvir Lula. Num palco armado de frente para a Petrobrás, o ex-presidente falou aos trabalhadores da empresa. "Eu fiz questão de colocar essa camisa da Petrobras, porque quando começa a acontecer denúncias da Petrobras, tem gente que fica com vergonha de usar essa camisa", ressaltou.

"Eu não acreditava que seria possível tiramos petróleo de sete mil metros de profundidade. Muita gente dizia que não tínhamos tecnologia, pois estamos hoje tirando mais petróleo que tiramos nos primeiros 31 anos da Petrobrás", destacou Lula. "A gente já tem petróleo e tem filho de pedreiro cursando universidade. Se a gente conseguiu fazer isso sem o petróleo, imagina o que faremos com os recursos do pré-sal", retrucou, mandando um recado direto para os petroleiros que acompanhavam seu discurso das janelas e saguões do Edise: "Os trabalhadores da Petrobrás não têm nenhuma razão pra não andar de cabeça erguida. Nenhum petroleiro pode estar com a auto-estima baixa".

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, lembrou que o atual ministro do Tribunal de Contas da União, José Jorge, relator da investigação da compra da refinaria de Pasadena, era no governo de FHC ministro das Minas e Energia. "Foi na gestão dele que a P-36 afundou, que a Petrobrás promoveu a troca de ativos que resultou na entrega de 30% da Refap para a Repsol", ressaltou.

"Nós que estamos hoje nas ruas para defender a Petrobrás, o pré-sal e o Brasil, nós temos legitimidade, que poucos segmentos da sociedade têm", frisou José Maria, destacando para o presidente Lula que os petroleiros lutaram muito por um novo projeto de país. "Quando esse operário foi eleito, a nossa empresa caminhava para a entrega, a nossa empresa caminhava para ser privatizada, a nossa empresa tinha acabado de ter um acidente onde morreram 11 trabalhadores, onde afundaram uma plataforma", declarou, relembrando o acidente com a P-36, em março de 2001.

O coordenador nacional do MST, João Pedro Stédile, foi outra liderança nacional que falou aos petroleiros e manifestantes em frente à sede da Petrobrás. "A Petrobrás tem condições de explorar todo o petróleo que temos e viemos aqui para dizer para a dona Marina, que ela não tem direito nenhum de julgar ou de criticar o pré-sal, porque o pré-sal é do povo. E ela que se invente de botar a mão na Petrobrás que nós voltaremos aqui todos os dias para defender essa empresa que é nossa", ressaltou.

Também fizeram o uso da palavra o petroleiro Roni Anderson Barbosa, que falou pela CUT, o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, a presidente da UNE, Vic Barros, e José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobrás e atual diretor corporativo e de Serviços da empresa. O ato foi encerrado por volta das 14 horas, ao som do hino nacional e com um abraço simbólico ao prédio da Petrobrás.

Fonte: Imprensa FUP

Quarta, 10 Setembro 2014 19:14

A Federação Única dos Petroleiros junto com as centrais sindicais, movimentos sociais e estudantis, definiram a realização de um grande ato em defesa do pré-sal, da Petrobrás e do Brasil, no próximo dia 15, às 10h, na Cinelândia, no Rio de Janeiro, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ato está sendo construído pela FUP em conjunto com a CUT, CTB, UGT, MAB, MST, UNE, UBES, UEE, FETEERJ, UEE MPA E CNM, FAMERJ, FAFERJ, entre outros movimentos sociais.
O objetivo é alertar a sociedade para os riscos que sofre o projeto de desenvolvimento em curso no país, em função dos ataques contra o pré-sal e a Petrobrás.

Em apenas oito anos, o pré-sal já produz mais de meio milhão de barris de petróleo por dia, gerando uma riqueza que será aplicada em educação e na saúde pública. Nos próximos 35 anos, isso significará R$ 1,3 trilhão em royalties que se destinarão à saúde e à educação dos brasileiros. Isso equivale a mais de dez vezes o atual orçamento do governo federal para essas áreas.

"Tudo isso só está sendo possível em função dos investimentos e da competência da Petrobrás. Nos últimos 12 anos, os governos Lula e Dilma fortaleceram a estatal para que ela cumprisse o seu papel de empresa pública, gerando empregos e renda para milhares de brasileiros.", ressalta o Coordenador Geral da FUP, José Maria Rangel.

Só os investimentos da Petrobrás representam 13% do PIB do país. Mas nem sempre foi assim. Em 2000, a participação da indústria de petróleo no PIB era de apenas 3%. A Petrobrás quase foi privatizada nos anos 90 pelos mesmos setores que hoje atacam a empresa e que querem interromper os investimentos no pré-sal.

Por isso, as centrais sindicais e os movimentos sociais estão nas ruas, defendendo o pré-sal, a Petrobrás e o Brasil da ameaça de retrocesso. "Não permitiremos que este setor tão estratégico para o país caia novamente nas mãos dos que defendem a privatização do estado.", ressalta Rangel.

Fonte: Imprensa FUP

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Edição Nº 1418

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