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Terça, 26 Janeiro 2016 13:29

Para os mais de 22 milhões de aposentados e pensionistas em todo o país que recebem o piso mínimo, a correção que será paga este mês é de 11,67%. O índice representa o acumulado do INPC de 2015, acrescido de 0,1% do PIB de 2014. Os créditos para esse grupo de segurados do INSS vão de 25 de janeiro a 5 de fevereiro.


O piso subiu de R$ 788 para R$ 880. De acordo com o governo, o reajuste do salário mínimo representará uma injeção de R$ 51,5 bilhões na economia brasileira em 2016.


Já os 9,9 milhões de aposentados, pensionistas e segurados do INSS que ganham mais do que um salário mínimo vão receber o pagamento deste mês com aumento de 11,28%. O percentual é baseado no acumulado do INPC do ano passado e calculado pelo IBGE.
As aposentadorias desse grupo de segurados serão creditadas entre os dias 1º e 5 de fevereiro. Este ano, a correção para quem recebe mais do que o piso nacional ficou bem próxima do reajuste do mínimo nacional.


Com o percentual de 11,28%, o teto previdenciário em 2016 subiu de R$ 4.663,75 para R$ 5.189,82.

Terça, 26 Janeiro 2016 13:27

Para os mais de 22 milhões de aposentados e pensionistas em todo o país que recebem o piso mínimo, a correção que será paga este mês é de 11,67%. O índice representa o acumulado do INPC de 2015, acrescido de 0,1% do PIB de 2014. Os créditos para esse grupo de segurados do INSS vão de 25 de janeiro a 5 de fevereiro.


O piso subiu de R$ 788 para R$ 880. De acordo com o governo, o reajuste do salário mínimo representará uma injeção de R$ 51,5 bilhões na economia brasileira em 2016.


Já os 9,9 milhões de aposentados, pensionistas e segurados do INSS que ganham mais do que um salário mínimo vão receber o pagamento deste mês com aumento de 11,28%. O percentual é baseado no acumulado do INPC do ano passado e calculado pelo IBGE.
As aposentadorias desse grupo de segurados serão creditadas entre os dias 1º e 5 de fevereiro. Este ano, a correção para quem recebe mais do que o piso nacional ficou bem próxima do reajuste do mínimo nacional.


Com o percentual de 11,28%, o teto previdenciário em 2016 subiu de R$ 4.663,75 para R$ 5.189,82.

Sexta, 11 Setembro 2015 18:10

Atenção aposentados e pensionistas! A Fundação de Previdência Privada Petros reabriu o acordo de transação individual dos níveis de 2004, 2005 e 2006 para aqueles que NÃO têm processo na Justiça sobre o tema.

 

Os aposentados e pensionistas que se enquadram nesta condição devem preencher o Termo de Transação e enviar à Petros entre os dias 1º de setembro e 02 de outubro.

 

O Termo está disponível no ícone dos anexos logo abaixo e também na Secretaria dos Aposentados da Sede de Curitiba e nas regionais sindicais de São Mateus do Sul, Joinville e Paranaguá. Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (41) 3332-4554 – Ramal 203.

 

Sexta, 04 Setembro 2015 14:05

Atenção aposentados e pensionistas! A Fundação de Previdência Privada Petros reabriu o acordo de transação individual dos níveis de 2004, 2005 e 2006 para aqueles que NÃO têm processo na Justiça sobre o tema.

 

Os aposentados e pensionistas que se enquadram nesta condição devem preencher o Termo de Transação e enviar à Petros entre os dias 1º de setembro e 02 de outubro.

 

O Termo está disponível no ícone dos anexos logo abaixo e também na Secretaria dos Aposentados da Sede de Curitiba e nas regionais sindicais de São Mateus do Sul, Joinville e Paranaguá. Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (41) 3332-4554 – Ramal 203.

Segunda, 31 Agosto 2015 18:33

Nº 1355

Terça, 02 Junho 2015 19:39

Nº 1351

Terça, 16 Dezembro 2014 18:57

Após mais uma mobilização nesta terça-feira, 16, a FUP e seus sindicatos garantiram na luta a aprovação no Conselho Deliberativo da Petros do acordo de pagamento dos níveis de 2004, 2005 e 2006, conforme conquistado na campanha salarial. Para garantir seus direitos, cerca de 80 aposentados e pensionistas realizaram mais uma ocupação em frente à sede da Petros, no Rio de Janeiro, para pressionar o Conselho Deliberativo da entidade, durante a reunião extraordinária para se posicionar sobre o acordo.

Após esta importante vitória, a FUP agendará uma reunião com a diretoria da Petros para discutir a metodologia do cálculo dos valores devidos e definir o calendário de implementação dos acordos judiciais para pagamento dos níveis. O coordenador da Federação, José Maria Rangel, parabenizou todos os aposentados e pensionistas que foram protagonistas das lutas que garantiram a aprovação do acordo pelo Conselho Deliberativo da Petros. Ele ressaltou que a luta ainda não terminou. "Vencemos uma importante batalha, mas certamente precisaremos continuar mobilizados até a consolidação desta conquista", destacou.

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Representações de petroleiros do Norte Fluminense, Duque de Caxias, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Paraná/Santa Catarina, Ceará, Rio Grande do Sul e Amazonas se concentraram na entrada da Fundação, pressionando os conselheiros até o último instante da reunião. Foi a terceira ocupação realizada pela FUP e seus sindicatos em menos de 20 dias para exigir o cumprimento do acordo firmado com a Petrobrás, em setembro deste ano.

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A primeira mobilização foi realizada no dia 28 de novembro, quando os aposentados e pensionistas, junto com a direção da FUP, ocuparam a sala de reuniões do Conselho Deliberativo para cobrar um posicionamento sobre o acordo. O Conselho aprovou a contratação de um escritório jurídico para tecer um parecer sobre os efeitos do pagamento nas contas da Petros e agendou uma nova reunião para o dia 10 de dezembro, quando a FUP organizou novo ato na sede da Fundação, com a presença de cerca de 200 aposentados e pensionistas. Novamente, a maioria dos conselheiros deliberativos da Petros tentou ganhar tempo e agendou uma reunião extraordinária para esta terça-feira, 16.

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"Hoje, exigimos uma definição sobre esta questão. Não admitimos desculpas esfarrapadas. A Petros tem que cumprir o que foi acordado com a Petrobrás. Os aposentados e pensionistas aguardam há 10 anos por um direito que não pode mais lhes ser negado", reiterou o coordenador da FUP, José Maria Rangel, no início do ato. Por volta das 11h30, o conselho eleito Paulo César Martin, que é também diretor da Federação, comunicou aos petroleiros a decisão do Conselho Deliberativo da Petros, lendo a íntegra da ata da reunião, que aprovou o acordo (veja abaixo).

A omissão de Paulo Brandão e Sinedino

A aprovação do pagamento dos níveis só foi possível em função da atuação firme e intransigente do movimento sindical, que contou com total apoio do conselheiro eleito Paulo César Martin, que, ao contrário dos demais conselheiros, foi o único que defendeu e lutou pelo cumprimento do acordo.  A mesma postura não teve Paulo Brandão, que preferiu fugir do debate, abstendo-se de votar ao alegar impedimento em função de ação judicial que também cobra o pagamento dos níveis. O outro conselheiro eleito, Sílvio Sinedino, até então não havia se posicionado sobre a aprovação do acordo e na reunião de hoje ainda demonstrava indecisão, chegando a alterar o seu voto na última hora para seguir a orientação do restante do Conselho Deliberativo.

altFonte: FUP

Quinta, 11 Dezembro 2014 14:00

Cerca de 200 aposentados e pensionistas do Sistema Petrobrás estão ocupando desde o início da manhã desta quarta-feira, 10, a entrada da sede da Petros, na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro, para cobrar o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho, que garante o pagamento dos níveis de 2004, 2005 e 2006. A ocupação está sendo conduzida pela direção da FUP, que exige a apresentação imediata de um calendário de pagamento pelo Conselho Deliberativo, que está reunido para se posicionar sobre o acordo.

No último dia 28, após pressão da Federação, o Conselho Deliberativo aprovou a contratação de um escritório jurídico para realizar um parecer externo sobre os impactos do pagamento dos níveis. Na ocasião, a FUP, junto com os aposentados e pensionistas, ocupou a sala de reunião do Conselho, exigindo a aprovação do acordo, independentemente do parecer. Os conselheiros concordaram em realizar uma reunião extraordinária nesta quarta-feira, 10, para se posicionarem sobre o acordo.

O presidente do Conselho Deliberativo da Petros informou que recebeu o parecer externo na última segunda-feira, 08, mas quer um prazo maior para se posicionar, alegando que ainda precisa de esclarecimentos sobre algumas questões relativas ao acordo. A FUP exigiu uma resposta imediata do Conselho, ressaltando que a Petros já teve tempo mais do que suficiente para analisar o processo e deliberar pelo pagamento dos níveis, conforme acordado na campanha reivindicatória.

"Hoje, os conselheiros e diretores não saem da Petros enquanto não houver um posicionamento sobre o pagamento dos níveis. O encaminhamento da FUP é de que esta decisão seja tomada hoje. Os aposentados e pensionistas não aceitam mais enrolação", ressaltou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

Participam da ocupação aposentados e pensionistas do Paraná e Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Duque de Caxias, Norte Fluminense, Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Amazonas. Eles continuarão na sede da Petros até que haja uma decisão sobre o pagamento dos níveis.

FUP

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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