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Segunda, 12 Junho 2017 17:20

Três trabalhadores morreram durante uma explosão sexta-feira em uma caldeira na praça de máquinas do navio sonda NS-32 (Norbe VIII), afretado pela Odebrecht, a serviço da Petrobrás. O acidente ocorreu no Campo de Marlim, um dos principais ativos da estatal na Bacia de Campos. Segundo informações obtidas pelo Sindipetro-NF, a explosão aconteceu durante a manutenção de uma caldeira que não estava operando. Não houve incêndio, mas o vapor super aquecido causou queimaduras graves nos trabalhadores. 

 

Erickson Nascimento de Freitas, de apenas 29 anos de idade, faleceu horas após a explosão. Ele era técnico em inspeções e calibração da IML, empresa subcontratada pela Odebrecht, que executa serviços de sondagem para a Petrobrás. No dia seguinte, outro trabalhador vítima do acidenteJorge Luiz Daminão, de 44 anos, não resistiu às queimaduras e também faleceu. No domingo, 11 de junho, faleceu o terceiro trabalhador Eduardo Aragão de Lima, de 33 anos.

 

"Esse caso, assim como outros ocorridos em unidades marítimas, não podem ser considerados acidentes, já que há um histórico, que mostra claramente como a terceirização dos serviços afeta negativamente aos trabalhadores", declarou o Sindipetro-NF.

 

Desde o ano passado, a FUP vem denunciando o sucateamento imposto pela gestão Pedro Parente, que dizimou o serviço próprio de sondas, hibernando e entregando as unidades a preço de banana, como fez recentemente ao realizar na surdina um leilão internacional, onde doou seis sondas (saiba mais aqui). O resultado deste desmonte é a terceirização de atividades-fim, com precarização dos serviços e mais riscos para os trabalhadores.

 

"O setor de perfuração e sondagem está sendo totalmente desmobilizado, assim como outras áreas estratégicas da companhia. Um desmonte que vem sendo implementado ao longo dos últimos dois anos, com a hibernação das sondas que agora serão doadas ao mercado", já alertava a Federação em nota divulgada em março, questionando a empresa por gastar "mensalmente milhões com os chamados flotéis e aluguéis de sondas terceirizadas, cujos valores tendem a aumentar nos próximos anos". 

 

"Estamos diante de um crime que não é só financeiro. O que está em jogo é também a perda da reserva de conhecimentos que os petroleiros levaram décadas para desenvolver e que é transmitida de geração para geração. Ao se desfazer de todas as suas sondas de perfuração, a companhia está jogando no lixo a excelência que sempre teve nessa atividade. Se daqui a alguns anos precisar destes profissionais, terá que investir anos em treinamento", denunciou a FUP na época. Leia aqui a íntegra da nota.

 

O Sindipetro-NF se posicionou publicamente após o acidente desta sexta, declarando que há anos "luta por melhores condições de trabalho para a categoria, mas infelizmente, fica cada vez mais difícil sensibilizar a gestão da Petrobras e demais empresas, que nesse momento mais do que nunca, são movidas a ganância capitalista e ao 'entreguismo' total do seu patrimônio. Inclusive, ontem, 08, foi realizado um ato, com o apoio de diversos movimentos, na porta da Petrobrás, no Rio de Janeiro, justamente em protesto a esse cenário de desmonte do estado e petrolifera que o governo golpista insiste em manter, sem pensar nos trabalhadores".

 

"Denunciamos ainda, a situação de hoje, em que vivemos um cenário de retrocesso, onde a Petrobras instalou o Programa de demissão voluntária, de forma totalmente irresponsável, deixando que as plataformas e as demais áreas operacionais da Petrobras trabalhem com um efetivo muito abaixo do ideal em termo de segurança. Além desse processo de reduzir em 25% a força de trabalho, temos o problema da redução dos investimentos em manutenção das unidades e capacitação dos trabalhador, deixando nossos companheiros cada vez mais expostos a riscos", afirmou o Sindicato.

 

Já são cinco mortes ocorridas este ano em unidades do Sistema Petrobrás, em função de acidentes. Todos os trabalhadores eram terceirizados. Nos últimos 22 anos, foram 373 vítimas de acidentes fatais na Petrobrás, das quais 304 eram prestadores de serviço. 

 

Via FUP

Sábado, 18 Março 2017 00:06

 

O quadro clínico do companheiro Miguel Adriano, técnico em manutenção de dutos da Transpetro, é considerado grave, mas estável. Não apresenta hemorragia interna na região do fígado e baço, preocupação médica inicial por causa do impacto do acidente, mas continuará sendo monitorado nessa parte do corpo.

 

A análise ainda apontou duas fraturas na coluna. Uma na cervical, que preocupa menos, pois tem movimentos normais nos braços. A outra na lombar, que requer mais atenção, já que não apresenta sensibilidade na região abaixo da cintura.

 

Miguel está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Se o quadro permanecer estável, deve fazer a cirurgia na coluna na manhã deste sábado (18). Ele estava a bordo do helicóptero fretado pela Transpetro que caiu na tarde desta sexta-feira (17), em Araucária, região metropolitana da capital paranaense. A aeronave pertencia à empresa Icaraí Turismo e Transporte aéreo.

 

Além do piloto, encontravam-se no helicóptero dois trabalhadores terceirizados da Transpetro. Miguel foi encaminhado ao Hospital do Trabalhador, em Curitiba. Os outros envolvidos no acidente foram levados para o Hospital do Roccio, em Campo Largo, e Hospital Evangélico de Curitiba.

 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina envia toda a positividade da categoria petroleira para a recuperação do companheiro Miguel e presta solidariedade aos familiares e amigos neste momento de preocupação. 

Terça, 31 Janeiro 2017 13:01

 

 

Os dirigentes do Sindipetro PR e SC Mário Dal Zot e Alexandro Guilherme Jorge participaram na manhã desta terça-feira (31), em Duque de Caxias-RJ, do ato em memória do técnico de operação Luis Augusto Cabral, que há um ano perdeu a vida em um acidente causado pela irresponsabilidade e negligência dos gestores da Petrobrás.

 

O trabalhador faleceu na noite do dia 31 de janeiro de 2016, após cair dentro de um tanque de combustível aquecido à temperatura de 75º C. Quando subiu para aferir o nível de armazenamento, o teto do reservatório, que estava bastante corroído por ferrugem, cedeu. O corpo só foi localizado dois dias depois do acidente fatal, com o esvaziamento do tanque. 

 

O dirigente Alexandro, que é técnico de inspeção de equipamentos na Repar, falou sobre uma experiência semelhante que remete a morte de Cabral. “Estávamos em uma fase de acessar os tetos dos tanques para fazer algumas manutenções. Eu subi em praticamente em todos os tanques da Repar para avaliar as condições de acesso. Quando aconteceu este acidente na Reduc, eu me vi na situação que o Cabral passou. A minha atividade, que é de inspeção, existe para garantir a segurança dos equipamentos, mas infelizmente aqui na Reduc não foi isso que ocorreu”, relatou.

 

Para o presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Dal Zot, o acidente que causou a morte do operador Cabral é emblemático. “Demonstra toda a irresponsabilidade com relação à vida no Sistema Petrobrás. Mesmo cientes das péssimas condições do tanque, mantiveram as operações sem as devidas manutenções preventivas. Não foi um simples acidente, mas sim um assassinato diante do descaso da empresa com a segurança dos equipamentos e dos trabalhadores”, afirmou.

 

O ato na Reduc foi promovido pelo Sindipetro Caixas, em parceria com a FUP, e contou com a participação de membros de sindicatos de petroleiros de todo o país.

 

 

Cabral, presente! 

Nascido e criado no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, Cabral tinha apenas 56 anos de idade e não descuidava da saúde. Além de fazer natação, era vegetariano e gostava de jogar uma pelada com os amigos. Também era muito ligado à família. Tinha um filho de 21 anos e ajudava a cuidar dos pais idosos, dos quais era vizinho.

 

Com 21 anos de empresa, ele era um profissional experiente, referência no setor de transferência e estocagem da Reduc, mas não teve sequer a chance de reagir, quando o teto do tanque rompeu.

 

 

Denúncia no MP 

No último dia 25, a FUP e o Sindipetro Caxias apresentaram ao Ministério Público do Rio de Janeiro os relatórios das diversas comissões que investigaram o acidente e esperam que o fato seja apurado como um crime, pois colocar vidas em riscos não é acidente e sim assassinato. 

 

Os relatórios apresentados à promotoria foram feitos pela Cipa, pela Petrobrás, pelo MTE e pela ANP. A FUP e o Sindipetro Caxias também forneceram as listas com os nomes dos sete gerentes da Reduc que, no entendimento das entidades sindicais, são os responsáveis pela morte de Cabral, já que foram coniventes com irregularidades nas fiscalizações dos tanques e equipamentos e se omitiram diante da insegurança crônica que coloca em risco diariamente a vida dos trabalhadores.

Sexta, 02 Dezembro 2016 12:46

 

Um trabalhador da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, sofreu um acidente por volta da 10h00 de ontem (01). O técnico de operação do setor de Destilação e Hidrotratamento (DH) teve queimaduras no joelho e braço direito ao desconectar uma mangueira do sistema de condensado.

 

De acordo com informações repassadas pelo RH da Repar, o petroleiro foi encaminhado para atendimento no setor de saúde ocupacional e liberado do trabalho em seguida. Ele passa bem e está em recuperação.

 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina participará da Comissão de Investigação a fim de apurar as causas e sugerir ações para evitar novos acidentes. O representante do Sindicato será o dirigente Rodrigo Pellegrini. 

Terça, 18 Outubro 2016 12:57

 

A área industrial de Araucária amanheceu em luto nesta terça-feira (18). Dois protestos em memória do montador de andaimes Ademir de Barga, vítima de acidente de trabalho ocorrido ontem (17), na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen-PR), mobilizaram petroleiros, petroquímicos e trabalhadores da montagem e manutenção industrial.

 

Barga era contratado da empresa Manserv e sofreu uma queda do primeiro patamar do reator da unidade 11 da Fafen-PR, uma altura aproximada de 9 metros, durante a manutenção do equipamento.

 

A primeira aconteceu em frente à Fafen-PR e reuniu centenas de trabalhadores das diversas categorias que atuam na área industrial. A segunda ocorreu na Repar, com ato e atraso no expediente da refinaria.

 

Para o presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Dal Zot, o acidente é consequência da política precária de segurança do Sistema Petrobras. “Em vez de investir em treinamento e capacitação, a empresa prioriza os procedimentos. Isso serve claramente para tirar responsabilidades dos gestores e da companhia e jogar a culpa do acidente na vítima”, afirmou. “Para a empresa é só mais um número; para nós é a perda de um companheiro. Enquanto os verdadeiros responsáveis não responderem cível e criminalmente por seus atos, os acidentes continuarão a fazer parte da rotina da Petrobras”, completou.

 

O diretor do Sindiquímica-PR e secretário de Saúde e Segurança da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Gerson Luiz Castellano, criticou os danos causados pela terceirização, uma vez que a vítima estava há muitos anos lotada na Fafen-PR como terceiro, sem nenhum amparo de segurança. Para ele, a produtividade foi colocada acima da vida, tirando, de mais um trabalhador, o direito de viver. “O dia a dia dentro da Fafen-PR é de tensão, pois os trabalhadores são pressionados o tempo todo. Para os terceirizados, o problema é ainda mais greve, pois sofrem com mais assédio moral e menos condições de segurança para realização das suas atividades. É uma política de punição, ao invés de soluções, onde inclusive recentemente um trabalhador sofreu um acidente e ainda foi advertido pela gerência”, contou.

 

Por mais contraditório que seja, o gerente da Fafen-PR deixou o cargo recentemente para assumir a Política de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) da Petrobrás. “A gente fica assustado, porque é esse gerente que está à frente das políticas de segurança da empresa. A vida é muito preciosa para que alguns gestores brinquem com ela”, afirma Castellano.

 

Ademir tinha apenas 39 anos e deixou a esposa, Kelly Paranha de Barga, a filha Pamela Lara de Barga (20) e o filho Vitor Hugo de Barga (8). Uma família inteira arrasada pela irresponsabilidade da Petrobras. 

Quarta, 03 Fevereiro 2016 14:23

Mais de duzentos trabalhadores da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, protestaram na manhã desta quarta-feira (03) contra a falta de segurança e precarização da manutenção que causaram mais uma morte no Sistema Petrobrás.

O técnico de operação Cabral, que trabalhava na Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, faleceu na noite do dia 31 de janeiro, por volta das 22 horas, após cair dentro de um tanque de combustível aquecido à temperatura de 75º C. O teto do reservatório cedeu, quando o operador subiu para aferir o nível de armazenamento. O corpo só foi localizado no final da tarde de ontem (02), após o esvaziamento do tanque.

Segundo o Sindipetro Caxias, os gestores da Reduc sabiam que a estrutura estava bastante comprometida por causa da corrosão e nada fizeram para garantir a segurança dos trabalhadores. Em 2013, durante uma inspeção de equipamentos na refinaria, foi recomendada, inclusive, a troca do teto do tanque onde o operador morreu. Em 2014, o Ministério do Trabalho interditou vários desses reservatórios devido ao nível acentuado de corrosão nas escadas de acesso e nos tetos. Ou seja, o que aconteceu na Reduc foi muito mais do que um acidente grave de trabalho, foi um crime. O  Artigo 132 do Código Penal é claro: “expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente” é crime!

Para o secretário de saúde do Sindipetro Paraná e Santa Catarina, Luciano Zanetti, o clima na categoria está pesado. “O sentimento é de revolta porque nenhum acidente é fruto do acaso, mas sim uma construção social, uma cadeia de ações ou ausência delas que leva à tragédia. Neste caso da Reduc a falta de responsabilidade dos gestores com a segurança é ainda mais explícita porque já havia sido recomendada a manutenção há três anos, mas nada fizeram. A causa da morte está muito mais para um assassinato do que para um acidente de trabalho”, desabafou.

“Estamos muito preocupados com as condições de segurança na Repar e já vamos tratar da manutenção da refinaria em reunião ainda hoje com os gestores, sobretudo sobre a situação dos cerca de cem tanques de armazenamento”, complementou o diretor Alex Guilherme Jorge.

Ato na Reduc
A FUP e Sindipetro Caxias organizaram nesta manhã (03) um ato de repúdio ao acidente que levou à morte do trabalhador petroleiro Cabral. Esse foi o primeiro óbito do ano por acidente de trabalho.

Na entrada principal da REDUC, direção da FUP e do Sindipetro Caxias reuniram trabalhadores e chamaram atenção para a falta de segurança. Ao cobrar explicação, o coordenador da FUP, José Maria Rangel, disse que de nada adiantam os relatórios emitidos pela Petrobrás. Eles omitem a culpa da gestão e assim não há possibilidade de incriminá-los.

Comitê de SMS
Na terça-feira, antes do corpo do operador ser resgatado, o Comitê de SMS do Conselho de Administração da Petrobrás, que é coordenado pelo conselheiro eleito Deyvid Bacelar, esteve na refinaria para ouvir os trabalhadores e os gestores sobre o acidente. Vários relatos confirmaram as denúncias do sindicato sobre as condições precárias de segurança dos tanques, que, além do processo acentuado de corrosão, não têm iluminação adequada, pontilhão (passarela para acesso), corrimão e guarda-corpo.

O conselheiro solicitou à Reduc os relatórios da inspeção de equipamentos com recomendações para o tanque onde o operador caiu, bem como notas de manutenção que possivelmente tenham sido abertas, relatórios de inspeção de segurança do SMS, atas da CIPA, autos de infração do MTE, entre outras informações referentes ao tanque e demais reservatórios. Deyvid também cobrou da Gerência Executiva do Refino e do SMS Corporativo que seja proibido o acesso ao teto dos tanques da Reduc até que as estruturas metálicas sejam vistoriadas e identificadas as causas do acidente.

Terça, 02 Fevereiro 2016 19:09

As buscas pelo técnico de transferência e estocagem desaparecido após sair para realizar medição do tanque 7510 da REDUC, no último dia 31/01, continuam. A direção do Sindipetro Caxias, nas pessoas dos diretores Sérgio Abbade e Luciano Leite, segue acompanhando os trabalhos de esvaziamento do tanque.

Hoje pela manhã, o representante dos trabalhadores no CA da Petrobrás, Deyvid Bacelar, que também é presidente da Comissão de SMS da empresa, esteve na REDUC para verificar in loco as condições do acidente.

O sindicato encaminhou ofício à Polícia Civil solicitando a presença das autoridades policiais na refinaria para acompanhar as buscas e iniciar as investigações sobre a causa do acidente.

Além disso, foi protocolado pedido na Superintendência Regional do Trabalho para que seja suspenso qualquer trabalho em cima dos tanques até que uma auditoria do MTE certifique a segurança do local e que a estrutura metálica de todos os tanques da REDUC seja vistoriada.

No ofício, o Sindipetro Caxias também propõe mudanças nas normas de segurança para esse tipo de trabalho, como a obrigatoriedade de cinto, trabalho em dupla, apoio do SMS e aumento do número mínimo de operadores.

Segunda, 01 Fevereiro 2016 16:47

Um técnico de transferência e estocagem continua desaparecido após sair para realizar medição de um dos tanques da refinaria, no último dia 31/01. A suspeita é de que ao subir no teto do tanque para aferir o nível de armazenamento do reservatório, a estrutura cedeu devido à corrosão. Desde as 22 horas de ontem o trabalhador está desaparecido.

Nesse momento, o tanque está sendo esvaziado em busca do corpo do empregado. A unidade está com o teto quebrado e indícios de que a queda realmente aconteceu.
    
Se confirmando o acidente, essa não será a primeira vez que a falta de manutenção nos tanques e o pequeno efetivo da operação põem em risco a vida dos trabalhadores na REDUC. Em 2014, o Ministério do Trabalho interditou alguns desses tanques devido ao nível acentuado de corrosão na escada de acesso e no teto. Além disso, é antigo o problema da falta de iluminação adequada, pontilhão para acesso, corrimão e guarda-corpo.

O Sindipetro Caxias está levantando mais informações do acidente.

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Edição Nº 1418

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