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Quarta, 21 Setembro 2016 16:13

Manifestação é contra o desmanche da Petrobrás e a retirada de direitos sociais e trabalhistas 

Sexta, 10 Junho 2016 18:30

 

Temperaturas muito baixas e até negativas não esfriaram os ânimos dos petroleiros nesta sexta-feira (10), quando é realizada a Jornada Nacional de Mobilização, uma convocação das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que congregam movimentos populares, sindicais e estudantis.

 

Realizada em várias cidades do país, a ação protestou contra o presidente interino Michel Temer e contra os retrocessos já sinalizados nesse período de menos de um mês, desde que assumiu a presidência após o afastamento ilegítimo da presidenta Dilma Rousseff. Reforma da previdência, retrocesso nos direitos dos trabalhadores, fim do fundo soberano e da lei da partilha no pré-sal, venda de ativos da Petrobrás, privatizações, desvinculação do orçamento da educação e saúde, suspensão de programas sociais como Minha Casa, Minha Vida, Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), Programa Universidade para Todos (PROUNI) e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC), criminalização e perseguição dos movimentos sociais, são algumas das medidas que foram tomadas ou apontadas por Temer. 

 

Em Araucária os termômetros registraram marcas negativas e mesmo assim os petroleiros da Repar e os petroquímicos da Fafen-PR cortaram a rendição dos turnos à zero hora. Ainda estava escuro quando os primeiros ônibus da troca de turno das 07h30 e do horário administrativo chegavam às unidades da Petrobrás, mas não era dia de trabalho e sim de protesto e mobilização. Militantes do MST espantaram o frio e chegaram à refinaria por volta das 04h00 para ajudar a categoria nos piquetes. Quando amanheceu, a vegetação totalmente coberta por uma fina camada de gelo do orvalho proporcionou uma bela paisagem para os lutadores.

 

A cena se repetiu na Usina do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul, que também registrou temperaturas negativas e paralisação de 24 horas dos petroleiros. Em Paranaguá o frio foi um pouco menos rigoroso, mas a luta dos petroleiros do Terminal Aquaviário da Transpetro (Tepar) teve intensidade similar à da Repar e SIX, com corte de rendição de turnos e greve de 24 horas. Protestos nesta sexta-feira também foram registrados nos Terminais Transpetro de Guaramirim (Temirim) e Itajaí (Tejaí).

 

Outra ação de destaque neste dia de luta foi a ocupação do Edipar, na região Central de Curitiba. Petroleiros, petroquímicos e boa parte dos militantes do MST que ocupam a sede do INCRA saíram em marcha pelas ruas do centro da capital até o edifício sede da Petrobrás no Paraná.

 

Bancários e vigilantes de Curitiba também fizeram ações nesta Jornada Nacional de Lutas. 23 agências bancárias de todos os bancos e três Centros Administrativos – Banco do Brasil da Praça Tiradentes, Caixa Econômica Federal da Praça Carlos Gomes e HSBC Palácio Avenida – ficaram fechados até as 11h00 desta sexta-feira, na região central da capital paranaense.

 

Um grande protesto na Praça Santos Andrade, durante toda a tarde, encerra o primeiro dia unificado e nacional de luta contra o governo ilegítimo de Michel Temer no Paraná.

 

 Clique aqui para ver imagens das manifestações.

Segunda, 09 Maio 2016 19:40

 

 

Como se formam as relações de trabalho na sociedade capitalista? Essa questão será debatida e aprofundada a partir da tese do Materialismo Histórico Dialético, de Karl Marx, durante seminário no próximo sábado (14), das 09h00 às 17h00, na Sede do Sindipetro PR e SC, em Curitiba.

 

O seminário será guiado por uma palestra do cientista social e mestre em organização e gestão dos processos de formação humana Antenor Martins de Lima Filho, que vai incentivar a reflexão sobre a teoria e prática da tese Marxista a fim de ampliar a compreensão sobre a estrutura social contemporânea.

 

O evento é promovido em parceria do Sindipetro Paraná e Santa Catarina com o Sindiquímica Paraná e o mandato do deputado estadual Tadeu Veneri.

 

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas a partir do envio dos dados pessoais (nome completo, local e setor de trabalho, número de telefone e RG) para o e-mail liliane@sindipetroprsc.org.br ou fornecer as mesmas informações através do telefone (41) 3332-4554.

Quarta, 09 Dezembro 2015 13:12

Encontro na Escola Latino Americana de Agroecologia debateu a turbulenta conjuntura política e econômica do país

Terça, 28 Julho 2015 19:23

A Câmara de Vereadores de São Mateus do Sul, cidade sede da Superintendência do Xisto (SIX), realizou na noite da última segunda-feira (27) uma solenidade especial para a instauração da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás no município.

O presidente do Sindipetro Paraná e Santa Catarina, Mário Alberto Dal Zot, e os representantes do Sindiquímica-PR, Paulo Rodrigo Antunes da Silva e João Celso de Lima, discursaram durante a sessão de lançamento da Frente. “A Petrobrás passa por uma sucessão de ataques com o objetivo de sujar sua imagem perante a opinião pública e, assim, diminuir seu potencial de crescimento e desenvolvimento. Isso está comprovado no novo Plano de Negócios e Gestão, que prevê venda de ativos de patrimônio e redução de investimentos. A situação é agravada pelos entreguistas, como o senador José Serra (PSDB/SP), que aproveita o momento para apresentar um Projeto de Lei (PLS 131/2015) que retira da Petrobrás o direito de ser operadora exclusiva na área do pré-sal”, destacou Dal Zot.

Durante a solenidade foi construída a Carta de São Mateus do Sul. O documento sai em defesa da companhia e contra a redução da empresa ou de seus investimentos. “Como brasileiros defendemos a Petrobras. Não aceitamos que a pretexto de combater a corrupção, fruto das investigações da operação Lava Jato, se proponha o encolhimento de investimentos na empresa e a venda de ativos ou parte do controle acionário de suas subsidiárias, como a BR Distribuidora e a Petrobrás Transporte – Transpetro”, diz a Carta.

O documento ainda traz o compromisso da Câmara de Vereadores na defesa das unidades da Petrobrás na região. “Nós sabemos o quanto a Petrobras, suas unidades operacionais Petrosix-Usina do Xisto e a Fábrica de Fertilizantes FAFEN-PR, no Paraná, são importantes para o desenvolvimento regional, e por isso, a Câmara Municipal de São Mateus do Sul se soma nesta defesa, por entender que ‘Defender a Petrobras é Defender o Brasil’ e ‘Defender a Usina do Xisto é Defender São Mateus do Sul’”.

Todos os vereadores de São Mateus do Sul presentes na solenidade ratificaram a Carta.

Confira a íntegra do documento:

CARTA DE SÃO MATEUS DO SUL

A Petrobras é um patrimônio de inestimável valor econômico e social ao povo brasileiro. Fruto da grande campanha cívica "O petróleo é nosso", da década de 50, ela afirmou-se como uma das maiores e mais qualificadas empresa petrolífera do mundo.
 
Como brasileiros defendemos a Petrobras. Não aceitamos que a pretexto de combater a corrupção, fruto das investigações da operação Lava Jato, se proponha o encolhimento de investimentos na empresa e a venda de ativos ou parte do controle acionário de suas subsidiárias como BR Distribuidora e a Petrobrás Transporte - TRANSPETRO.
 
Ao mesmo tempo, rejeitamos o fim da Lei de Partilha (12.351/2010), que criou regras para a exploração do pré-sal, dando à Petrobras a condição de operadora única destas reservas e sua participação mínima de 30% nos campos licitados. É a regra de partilha que cria o Fundo Soberano para investimentos sociais em saúde, educação, reforma agrária, energias alternativas para que substituir o petróleo quando ele se esgotar, etc. Voltar ao regime de concessões às multinacionais privadas seria retirar do povo a garantia de que a riqueza produzida pelo pré-sal seja revertida em favor dos brasileiros.
 
Nós sabemos o quanto a Petrobras, suas unidades operacionais Petrosix-Usina do Xisto e a Fábrica de Fertilizantes FAFEN-PR, no Paraná são importantes para o desenvolvimento regional, e por isso, a Câmara Municipal de São Mateus do Sul se soma nesta defesa, por entender que “Defender a Petrobras é Defender o Brasil” e “Defender a Usina do Xisto é Defender São Mateus do Sul”.



Segunda, 13 Julho 2015 20:33

Petroleiros, petroquímicos, professores, estudantes, militantes de movimentos sociais e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) ocuparam as galerias da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) na tarde desta segunda-feira (13) para acompanhar o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás.

O objetivo da Frente Parlamentar é fortalecer a luta contra a venda de ativos e os cortes de investimentos anunciados pela empresa, o chamado plano de desinvestimentos, assim como barrar os projetos que visam alterar o modelo de partilha do pré-sal, a exemplo do Projeto de Lei do Senado (PLS) Nº 131, de autoria do senador José Serra (PSDB/SP).

A iniciativa surgiu do Sindipetro e Sindiquímica e foi viabilizada através mandato do deputado Tadeu Veneri (PT). Os parlamentares e movimentos entendem que é necessário fazer a Petrobras recuperar o seu papel de indutora de uma cadeia de trabalho, tecnologia e produção. “Estamos iniciando uma caminhada para construir a Frente em Defesa da Petrobrás e do pré-sal. Temos que esclarecer à sociedade o que significa a estatal petrolífera e o pré-sal para o desenvolvimento do país. A defesa da Petrobrás é uma ação necessária e urgente”, afirmou Tadeu Veneri.

Silvaney Bernardi, secretário de saúde da FUP e dirigente do Sindipetro Paraná e Santa Catarina, fez uma apresentação aos parlamentares e público presente sobre o petróleo e a Petrobrás. “Quando Getúlio Vargas criou a lei do petróleo e instituiu a Petrobrás, ele estabeleceu o monopólio estatal do petróleo na exploração, produção, refino e transporte do petróleo no Brasil. Em 1998 Fernando Henrique Cardoso flexibilizou a lei e acabou com o monopólio estatal porque acreditava haver muito risco exploratório. Mesmo com a quebra do o monopólio e abertura de mercado, a Petrobrás é responsável por 95% da produção nacional. Com o advento do pré-sal, o presidente Lula estabeleceu a Lei da Partilha, na qual a Petrobrás deve ser operadora exclusiva com participação mínima de 30% nas reservas. Em apenas 8 anos, a empresa atingiu a marca de produção de 800 mil barris por dia no pré-sal, algo inédito no mundo, melhor, com o custo de US$ 9 o barril, bem abaixo da média mundial de US$ 15”, destacou.

Bernardi ainda criticou o PLS 131, de autoria do senador José Serra (PSDB/SP). “A proposta do tucano retira da Petrobrás a condição de operadora única dos poços e abre o pré-sal para o mercado privado. As empresas tiveram 20 anos para investir no setor petróleo brasileiro e não o fizeram. Agora, com a qualidade e quantidade de óleo das reservas do pré-sal, estão querendo colocar as mãos no nosso petróleo. Mudar a lei da partilha significa retirar verbas do fundo social que aplica recursos em saúde e educação”, alertou. Sobre o difícil momento que a Petrobrás atravessa, Bernardi foi enfático. “A crise da Petrobrás é conjuntural e não estrutural, mesmo neste cenário adverso continuou investindo e quebrando recordes de produção e ganhando prêmios internacionais pela tecnologia desenvolvida. Tem que ficar claro que os agentes investigados, que levaram a mídia a colocar a empresa no olho do furacão, não tem nada haver com o corpo técnico da empresa. A Petrobrás continua com credibilidade internacional para captar recursos e com grande capacidade de realização”.

O próximo passo da Frente é a realização de uma audiência pública na Alep, prevista para acontecer após o recesso parlamentar de julho.

Quarta, 13 Maio 2015 20:10

O curso “Investigação e Análise de Acidentes de Trabalho” será realizado nos dias 28 e 29 de maio, na sede do Sindipetro PR e SC, em Curitiba. O evento é uma parceria do Sindicato com a Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego, e conta com o apoio do Sindiquímica-PR (Sindicato dos Petroquímicos do Paraná).

No primeiro dia, o secretário de SMS da FUP, Silvaney Bernardi, abre as atividades com o painel “Política de Saúde, Meio Ambiente e Segurança da Petrobrás”. Na sequência, o curso prossegue com “o método da árvore de causas na investigação e análise de acidentes de trabalho”, ministrado por Leonidas Ramos Pandaggis, da Fundacentro. Leonidas é engenheiro de minas e de segurança do trabalho, mestre em engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e gerente da Coordenação de Segurança no Processo de Trabalho do Centro Técnico Nacional da Fundacentro.

O curso é aberto e tem por objetivo propiciar aos participantes a iniciação teórica e prática ao Método da Árvore de Causas, fornecendo elementos necessários a uma melhor compreensão do fenômeno acidente de maneira que se tornem capazes de, na investigação e análise de acidentes do trabalho, obter um número maior de informações sobre sua constituição, estrutura e natureza, condição imprescindível à formulação e adoção de medidas de prevenção eficazes.

Os interessados devem confirmar a participação pelo telefone (41) 3332-4554.



Terça, 05 Maio 2015 20:07

A Direção Executiva da Federação Única dos Petroleiros (FUP) deliberou que suas reuniões ordinárias serão itinerantes e realizadas nas bases dos sindicatos filiados. Cada encontro contará com plenárias junto aos movimentos sociais de cada região, atos nas unidades, além dos debates pontuais.

A base do Paraná foi a primeira escolhida para sediar a reunião da Direção da FUP. Os dirigentes da Federação participaram nesta terça-feira (05), em Curitiba, do ato civil em apoio aos professores do Paraná.

Na manhã desta quarta (06) a FUP, juntamente com o Sindipetro PR e SC e o Sindiquímica PR, promove um ato político na Repar sobre os 20 anos da greve de 1995 e um bate papo para apresentar a nova direção da FUP.

Após a atividade na refinaria, os dirigentes da FUP e dos sindicatos se reúnem na sede do Sindiquímica PR. Na quinta (06) e sexta-feira (07) a Federação debate sua pauta no Sindipetro PR e SC.

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Edição Nº 1418

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