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Terça, 04 Junho 2019 19:40

Por Henrique Jager, economista pela UFRRJ e pesquisador do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep)

Sexta, 31 Maio 2019 19:45

A assistente social do Sindipetro Paraná e Santa Catarina, Adriana Aparecida da Silva, prossegue com a agenda de plantões nas sedes regionais sindicais para atender os petroleiros sindicalizados da ativa e aposentados da região.

 

A profissional auxilia os associados nas principais demandas da categoria, com orientações em relação à Fundação Petros, INSS, AMS, Benefício Farmácia, entre outros assuntos.


:: Confira a agenda de junho:


06/06/2019 (quinta-feira) – Plantão na Regional de Joinville, das 10h00 às 17h00.
(R. Elly Soares, 127, sl 2 Bairro Floresta – Joinville-SC)



12/06/2019 (quarta-feira) – Plantão na Regional de Paranaguá, das 13h30 às 16h30.
(R. Odilon Mader, 366, Bairro Estradinha – Paranaguá-PR)



18/06/2019 (terça-feira) – Plantão na Regional de São Mateus do Sul, das 13h00 às 17h00.
(R. Paulino Vaz da Silva, 535, Centro, São Mateus do Sul-PR)

Quinta, 30 Maio 2019 17:09

Sindicato faz a cobertura dos principais momentos da sessão do Plenário do Supremo Tribunal Federal desta quinta-feira (30). Confira!

Quinta, 30 Maio 2019 15:08

Sindipetro PR e SC vai cobrir o julgamento com um “lance à lance”. Acompanhe a partir das 14h!

Quarta, 29 Maio 2019 14:16
A FUP e seus sindicatos estarão em Brasília na quarta-feira, dia 29, para o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobrás. O evento ocorrerá na Câmara dos Deputados, onde serão apresentados dados sobre a importância da companhia e os riscos para a soberania nacional com o processo de desmonte e privatização, em especial das refinarias, dos dutos e do pré-sal.
 
 
Como parte da programação, às 9h, será realizado o debate Papel do Estado e Empresas Públicas, no Hotel San Marco (inscrições: [email protected]) e às 15h, será lançado o livro “A Importância do Refino para a Petrobrás e para o Brasil”, no auditório Freitas Nobre.
 
 
Desmonte em curso
 
Nesta segunda-feira, 27, a Petrobrás colocou à venda 27 campos maduros terrestres no Espírito Santo. A companhia já anunciou, também, o início do processo de venda de oito refinarias, da rede de postos no Uruguai, a redução no capital da BR Distribuidora, a saída do setor de termelétricas, diminuição nos investimentos em energia limpas e a venda Transportadora Associada de Gás (TAG), além de já ter se desfeito de campos de petróleo e gás natural em todo o país.
 
 
No mês passado, a estatal alienou 34 campos de produção terrestres no Rio Grande do Norte e metade dos direitos para exploração e produção no campo de Tartaruga Verde, na bacia de Campos. A empresa pretende vender também a Liquigás, entre outros ativos.
 
 
Diante desse quadro, mais do que nunca é prioritário que a sociedade saiba o que está ocorrendo com a maior empresa brasileira, e se envolva na defesa dos recursos energéticos brasileiros, da soberania e do pré-sal, que está sendo entregue na bacia das almas.
 
 
via FUP
Quarta, 29 Maio 2019 13:40

 

A Repar implantou, em julho de 2018, um procedimento interno para regrar a convivência e o comportamento dos trabalhadores nas casas de controle. Você não leu errado, é isso mesmo. Regrar a convivência das pessoas.

 

Qualquer semelhança com os manuais de disciplina militar não é mera coincidência. A exigência é o uso do uniforme completo no padrão da operação, ou seja, bota, calça, camisa RF (Resistente ao Fogo) abotoada até o pescoço e por dentro da calça e ausência de pelos faciais em local que não é área industrial. Tudo isso seria o que, senão um método de controle psicológico sobre os trabalhadores?

 

Além dessa exigência quanto ao uniforme e padrão de vestimentas, há uma série de proibições que vão desde o uso de celulares ao consumo de alimentos. Na CIC (Centro Integrado de Controle) já houve caso de proibir um trabalhador de rir, pois isso atrapalharia a atenção dos demais operadores de console.

 

O responsável por controlar e verificar a aplicação de todas as regras de comportamento e convivência previstos nesse procedimento são os Cotur’s (coordenadores de turno), também chamados de capitães do mato.

 

Ao invés desses capatazes controlarem aspectos restritos de produção e operação das unidades, eles devem controlar as toalhas nos vestiários, as barbas dos trabalhadores, os botões das camisas, as conversas e os comportamentos das pessoas e até as rodas de chimarrão. É para isso que a empresa paga um Cotur? É essa a principal função de um coordenador de turno? Ser um mero capataz? Será que essas pessoas não têm nada mais importante para fazer do que realizar essa “fiscalização”?

 

Na realidade, enquanto os capatazes se concentram nessas miudezas, as unidades estão cheias de problemas técnicos que podem levar a graves acidentes. Quem sabe o façam por falta de competência técnica para resolução dos problemas.

 

Está claro que o objetivo é alcançar a submissão das pessoas para controlar não apenas suas atividades laborais, mas também a própria vida dos trabalhadores.

 

É lamentável o papel que algumas pessoas se propõem a realizar. Pior ainda uma Gestão de Pessoas que tem como diretriz “Vigiar e Punir” (Foucault), aliada à uma Gestão de Produção que tem como objetivo sabotar a própria empresa, maquiando os gargalos nas áreas operacionais e defendendo o corte nos efetivos.

 

Os trabalhadores sabem que esses entreguistas são o atual câncer da empresa. Nossa categoria unida irá mostrar o verdadeiro papel que um petroleiro deve realizar: exercer sua função e defender a Petrobrás! A capacidade técnica dos verdadeiros petroleiros vencerá o autoritarismo e a ignorância.

Segunda, 27 Maio 2019 19:45

 

Os petroleiros e petroleiras presentes à 8ª Plenária Nacional da FUP, em Belo Horizonte, aprovaram por unanimidade um amplo calendário de lutas em defesa da soberania nacional e a construção de uma greve forte e unitária em todo o Sistema Petrobrás contra as privatizações, por preços justos para os combustíveis, em defesa da liberdade e autonomia sindical e por nenhum direito a menos.

 

A plenária endossou o indicativo da FUP e da FNP de rejeição da proposta de Acordo Coletivo apresentada pela Petrobrás no último dia 22 e uma série de mobilizações para barrar a venda das refinarias e demais unidades em processo de privatização e evitar o desmonte dos direitos da categoria. Os petroleiros também reafirmaram o enfrentamento ao projeto ultraliberal do governo Bolsonaro de destruição de direitos e conquistas sociais do povo e desnacionalização dos recursos estratégicos da nação.

 

A participação na greve geral do dia 14 de junho foi aprovada por unanimidade, com indicativo para que os trabalhadores realizem paralisações de 24 horas em todo o Sistema Petrobrás. Será o esquenta para a grande greve nacional da categoria. “Muitos são os nossos desafios. Enfrentamos o golpe e agora um governo fascista que está acabando com o país, quer entregar a Petrobrás e o pré-sal e aniquilar as organizações sindicais. Sabemos que a nossa luta não será fácil, como nunca foi. Mas não estamos sozinhos e saímos dessa plenária de cabeça erguida, com a certeza de que venceremos esse desafio, pois a resistência está no DNA dos petroleiros”, afirmou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

 

A 8ª Plenafup também aprovou por unanimidade moções pela liberdade Luís Inácio Lula da Silva e da secretária-geral do Partido dos Trabalhadores da Argélia, Louisa Hanoune, que, assim como o ex-presidente brasileiro, foi presa arbitrariamente para ser impedida de concorrer às eleições em seu país.

 

Petroleiros e petroleiras, luta e resistência!

 

Em defesa da soberania nacional

 

Contra as privatizações

 

Por preços justos para os combustíveis

 

Nenhum direito a menos

 

 

Via FUP

Segunda, 27 Maio 2019 18:45

Decisão impede a privatização da Repar e outras refinarias, assim como a Fafen-PR e a TAG.

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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