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Quarta, 03 Julho 2019 19:22

Sindipetro PR e SC e Sindiquímica PR promovem visita ao Assentamento Contestado, na Lapa, onde aconteceu a 1ª Plenária Nacional da FUP, evento que consolidou a união de petroleiros e trabalhadores rurais.

Segunda, 01 Julho 2019 20:02

Impediram a participação de dirigente sindical em reunião com trabalhadores. Claro que tinha algo errado pairando no ar.

Segunda, 01 Julho 2019 14:52

 

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina, juntamente com outros seis sindicatos de petroleiros (Bahia, Minas Gerais, Pernambuco/Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo), ingressou com Ação Popular na Justiça Federal com o objetivo de anular o acordo entre a Petrobrás e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para viabilizar a venda de oito das treze refinarias da estatal.

 

A ação é em resposta aos Fatos Relevantes disponibilizados na última semana, referentes aos Teasers de venda de ativos em refino e logística.

 

O escritório contratado pelos sindicatos para essa demanda jurídica da categoria foi a Advocacia Garcez, com sede Brasília-DF, com experiência em processos de defesa da soberania e do interesse público.

 

A Ação Popular foi instruída com parecer do renomado jurista Gilberto Bercovici, referência nacional e internacional em estudos sobre desenvolvimento econômico e soberania nacional.

 

Foi requerida ainda a disponibilização da Ata do Conselho de Administração da Petrobras que aprovou o ilegal parecer do CADE, a fim de que sejam indicados os conselheiros que votaram contra o interesse público para eventual responsabilização.

 

De acordo com nota do escritório, o trabalho agora será para viabilizar o despacho da liminar requisitada e espera-se uma decisão nos próximos dias.

 

Segundo o presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Dal Zot, “um dos caminhos que vamos insistir nesta luta contra o desmonte da Petrobrás é o jurídico, mas não podemos esquecer que a mobilização é a nossa principal ferramenta de combate”.   

Segunda, 01 Julho 2019 13:39

Petroleiros da Repar atrasaram a entrada do expediente em protesto contra a venda das refinarias da Petrobrás.

Sexta, 28 Junho 2019 22:13

A direção da Petrobrás iniciou nesta sexta-feira, 28, o processo de venda de oito das 13 refinarias. Segundo “teaser” anunciado ao mercado, a empresa pretende vender as unidades em duas etapas. Inicialmente, serão colocadas à venda as refinarias Presidente Getúlio Vargas (REPAR/Paraná), Alberto Pasqualini (REFAP/Rio Grande do Sul), Abreu e Lima (RNEST/Pernambuco) e Landulpho Alves (RLAM/Bahia).

 

A segunda etapa de vendas, que será anunciada até o final do ano, englobará as refinarias Isaac Sabbá (REMAN/Amazonas), Gabriel Passos (REGAP/Minas Gerais), a Fábrica de Lubrificantes do Nordeste (LUBNOR/Ceará) e a Unidade de Processamento de Xisto (SIX/Paraná).

 

Como a FUP vem alertando, a privatização das refinarias vai colocar em risco a soberania energética do país e aumentar ainda mais os preços dos derivados de petróleo. As oito unidades que estão à venda representam metade da capacidade nacional de refino, ultrapassando 1 milhão de barris de petróleo por dia.

 

O que a gestão da Petrobrás está fazendo é favorecer as empresas estrangeiras, ao abrir mão de ativos que são economicamente estratégicos para a companhia e essenciais para a população, já que a missão principal da estatal é garantir o abastecimento nacional.

 

Além disso, quando uma estatal entrega ao mercado 61% do seu parque de refino, está colocando em risco a soberania do país, ao criar monopólios regionais privados que dominarão o mercado nacional de derivados. Com isso, os já elevados preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha tendem a disparar, já que estão completamente fora de controle do Estado brasileiro.

 

“Dizer que os preços dos derivados vão baixar com a venda das refinarias é mais uma fake news do governo. O Castello Branco (presidente da Petrobrás) mente quando usa esse tipo de argumento para defender sua política de esfacelamento da companhia”, esclarece o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

 

“A Petrobrás já está sendo gerida como uma empresa privada. Por isso, começou a praticar uma política de preços de derivados em sintonia com o mercado internacional. Nós estamos denunciando isso desde a gestão Pedro Parente. Quem comprar as nossas refinarias não vai vender derivados aqui no Brasil com preços abaixo do mercado internacional”, alerta José Maria, lembrando que no final de 2013, o preço médio do litro da gasolina era de R$ 2,98. Hoje, está acima de R$ 5,00.

 

“Esse modelo ultraliberal e privatista que Castello Branco e a equipe econômica do governo defendem nunca construiu nada no país, nunca descobriu uma reserva de petróleo, é um modelo predador das riquezas do povo brasileiro. Seria mais honesto se eles assumissem que querem vender a Petrobrás porque não suportam a ideia de uma empresa eficiente ser uma estatal e símbolo do sucesso do nosso povo”, afirmou o coordenador da FUP.

 

“Castello Branco e sua turma não irão destruir a maior empresa do país, fazendo feirões de refinarias, dutos, campos de petróleo, como se tivessem vendendo produtos em uma quitanda.  Se eles não conhecem a história de resistência da categoria, é bom se preparem para o embate”, alerta José Maria, anunciando que os petroleiros irão pro enfrentamento e não medirão esforços na luta para defender o Sistema Petrobrás e a soberania nacional.

 

[FUP]

Quinta, 27 Junho 2019 23:37

Em reunião com a Petrobrás e subsidiárias nesta quinta-feira, 27, a FUP e a FNP trataram dos capítulos do Acordo Coletivo de Trabalho referentes à saúde e segurança (SMS) e à AMS. Foi a primeira rodada de negociação, após a rejeição massiva da categoria à proposta apresentada pela empresa.

 

As federações reafirmaram que saúde e segurança não podem ser tratadas pelos gestores da Petrobrás como custo e menos ainda utilizadas como ferramentas de cooptação, punição e sonegação. 

 

As entidades sindicais enfatizaram que não aceitarão nenhum direito a menos e cobraram o aperfeiçoamento das cláusulas do atual Acordo Coletivo.

 

A Petrobrás, por sua vez, insiste na proposta rejeitada, cujo capítulo de SMS foi praticamente desmontado. Das atuais 19 cláusulas, os gestores mantiveram somete 03; retiraram 02 e alteraram 14, com reduções de direitos.

 

O objetivo é tirar as representações sindicais de todos os espaços de intervenção e debates, deixando o caminho livre para a empresa implementar o “novo modelo mental”, defendido recentemente pelo gerente geral do Compartilhado, em uma vídeo conferência (onde representava a Gerência Executiva), incentivando os empregados a trabalharem doentes e com dor para cumprir as metas do PRVE.

 

A FUP e a FNP cobraram uma resposta dura da Petrobrás às afirmações do gerente e reafirmaram que não permitirão que o SMS seja utilizado como um valor de meritocracia, enquanto centenas de trabalhadores se acidentam, adoecem e morrem pela ausência de uma politica de segurança focada nas reais necessidades da categoria.

 

Em relação à AMS, as entidades sindicais cobraram a manutenção do regramento do custeio 70 x 30 no Acordo Coletivo, avanços na qualidade do programa e uma auditoria externa em suas contas.

 

As rodadas de negociação com a Petrobrás continuam na próxima semana, com reuniões na segunda (resultados da empresa), terça (horas extras, relações sindicais e terceirização) e quarta (remuneração e vantagens).

 

[FUP]

 

Quinta, 27 Junho 2019 18:13

Em mais uma rodada de negociação com a FUP e a FNP, realizada nesta quarta-feira, 26, a Petrobrás concordou em manter suspensa a implantação de novas tabelas de turno ininterrupto nas refinarias. A empresa também se comprometeu a retomar o regime de trocas que era praticado antes de iniciar o processo de escolha das novas tabelas.

 

As entidades sindicais tornaram a defender a manutenção das tabelas atuais e sua inclusão no Acordo Coletivo de Trabalho 2019. A Gerência de Gestão de Pessoas, no entanto, insiste na necessidade de novas tabelas de turno, o que tem sido veementemente questionado pelas federações.

 

Diante do posicionamento da Petrobrás, a FUP e a FNP cobraram que esse debate seja retomado após as negociações do ACT, mas deixaram claro que não dá para iniciar o processo negocial com as premissas que a empresa indicou para as novas tabelas de turno.

 

As entidades sindicais querem incluir também na negociação questões como dobras por falta de efetivo, trocas e permutas, bem como o retorno das férias, que estão diretamente relacionadas ao Regime de Turno Ininterrupto de Revezamento.

 

Os representantes da Petrobrás concordaram em suspender a implantação da nova tabela e irão se posicionar sobre os demais pontos nos próximos 15 dias.

 

[FUP]

Quinta, 27 Junho 2019 17:56

Em reunião na última terça-feira, 25, com a Petrobrás, a FUP e a FNP cobraram a reabertura do processo de negociação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cujo acordo de regramento venceu em março deste ano. Os representantes da empresa negaram, defendendo o Programa de Remuneração Variável do Empregado (PRVE) e o Programa de Prêmio por Performance (PPP), implantados pela companhia à revelia das entidades sindicais.

 

 “Ficou claro na reunião que a Petrobras se esforçou para que não tivesse acordo da PLR e assim pudesse implantar o PRVE e o PPP, favorecendo as gerências”, explicou o coordenador da FUP, José Maria Rangel, que, junto com a FNP, questionou os objetivos e distorções desses programas.

 

Em recente vídeo conferência, cujo áudio vazou para a categoria, o gerente executivo do Compartilhado, Jairo dos Santos Junior, informou que o PRVE exigirá dos petroleiros um “novo modelo mental”, onde vale tudo, inclusive absurdos, como trabalhar doente e “compensar” os dias não trabalhados em função de licenças e afastamentos médicos.    

 

 “Continuaremos defendendo a manutenção da PLR por gerar menos distorções e reduzir a diferença entre quem ganha mais e quem ganha menos. Mas a Petrobrás insiste em um programa de remuneração variável onde o céu é o limite para a alta administração”, destacou o coordenador da FUP.

 

“A força da categoria vai ser decisiva nesse processo de negociação do ACT. Vamos continuar na luta, atendendo aos chamados dos sindicatos e das federações, pois só assim iremos garantir um acordo coletivo justo e à altura da categoria petroleira”, afirmou.

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Edição Nº 1418

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