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Segunda, 16 Abril 2018 17:06

Nº 1403

Quarta, 04 Abril 2018 14:01

Nº 1402

Quarta, 07 Março 2018 16:54

Nº 1401

Segunda, 08 Janeiro 2018 00:00

Nº 1399

Sexta, 22 Dezembro 2017 12:17

Nº 1398

Quinta, 30 Novembro 2017 14:07

Nº 1397

Sexta, 17 Novembro 2017 18:40

Entre os dias 20 e 27 deste mês, o Sindipetro Paraná e Santa Catarina vai realizar 27 sessões de assembleia para avaliar os indicativos do Conselho Deliberativo da FUP, que se reuniu na última terça (14) e quarta-feira (15), na Sede do Sindicato, em Curitiba.

 

As assembleias apreciarão os indicativos de deflagração de greve por tempo indeterminado, com data de início a ser definida pela FUP, em caso de qualquer redução de direitos, como descritos e consagrados no ACT 2015/2017; e de que a conclusão do ACT deverá se dar para a Petrobrás e todas as subsidiárias, incluída a Araucária Nitrogenados S.A (Fafen-PR), com renovação e validade por 2 anos, contemplando também o termo aditivo, com salvaguardas à Lei 13.467/17 e suas modificações.

 

Os drásticos cortes que vem ocorrendo às custas do fechamento de 18 mil postos de trabalho na Petrobrás promovido pelos PIDVs e da retirada de direitos fazem parte do mesmo pacote de privatizações e de desinvestimentos que beneficia o mercado e as empresas que concorrem diretamente com a Petrobrás. Enquanto os trabalhadores e a nação brasileira sofrem as consequências deste desmonte, os banqueiros se refestelam com os R$ 108 bilhões que receberam este ano de Pedro Parente em amortizações de parte da dívida e pagamento de juros, sendo que R$ 40 bilhões foram repassados apenas no último trimestre.

 

:: Confira o calendário de assembleias:

 

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

Curitiba/PR

Na Sede do Sindicato / Aposentados

23/11/2017

17h00

 

Araucária/PR

Em frente à REPAR / Grupo 3

20/11/2017

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 1

20/11/2017

15h00

 

Em frente à REPAR / Grupo 2 + HA

23/11/2017

07h00

 

Em frente à REPAR / Grupo 4

23/11/2017

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 5

27/11/2017

15h00

Biguaçu/SC

Em frente ao TEGUAÇÚ

24/11/2017

14h00

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

24/11/2017

09h30

Itajaí/SC

Em frente ao TEJAÍ

24/11/2017

13h00

Em frente ao Ativos de Produção Sul

24/11/2017

11h00

Joinville/SC

Em frente ao Ediville

22/11/2017

08h30

Na Sede Regional Sindical de Joinville / Grupo 2 + Grupo 5 TEFRAN + Aposentados

21/11/2017

17h00

Paranaguá/PR

 

Em frente a TEPAR / Grupo 3 + Grupo 4

21/11/2017

15h15

Em frente ao TEPAR / HA

22/11/2017

07h00

Em frente ao TEPAR / G1

22/11/2017

15h30

Na Sede Regional Sindical de Paranaguá / Grupo 2 + Grupo 5 TEPAR + Aposentados

22/11/2017

17h00

Pontal do Paraná

Em frente ao Estaleiro UOT (Ponta do Poço s/n)

22/11/2017

12h30

São Francisco do Sul/SC

Em frente ao TEFRAN: HA

22/11/2017

12h30

Em frente ao TEFRAN: Grupo 1 + Grupo 4

23/11/2017

15h15

Em frente ao TEFRAN: Grupo 3

23/11/2017

23h15

São Mateus do Sul/PR

Em frente à SIX / HA

22/11/2017

13h30

Em frente à SIX / Grupo 2

22/11/2017

15h00

Em frente à SIX / Grupo 1

22/11/2017

23h30

Na Sede Regional em São Mateus do Sul / Aposentados

22/11/2017

17h15

Em frente à SIX / Grupo 4

23/11/2017

07h30

Em frente à SIX / Grupo 3

23/11/2017

23h30

Em frente à SIX / Grupo 5

24/11/2017

07h30

 

*O Edital de Convocação de Assembleias está disponível no link dos anexos abaixo.

Sexta, 10 Novembro 2017 18:22

 

Entra em vigor neste sábado (11) a Reforma Trabalhista, considerada por especialistas em relações do trabalho como um dos maiores retrocessos sociais da história do país. Nesta sexta-feira (10), véspera da “tragédia”, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), em parceria com outras centrais sindicais, promoveu atos em todo o país contra a retirada de direitos trabalhistas.

 

Em Curitiba, onde ocorreu a principal manifestação no Paraná, centenas de trabalhadores de diversas categorias protestaram na Boca Maldita, no centro da capital paranaense. Petroleiros do Paraná e Santa Catarina participaram da mobilização e reforçaram o coro contra a reforma. “É um dia triste para a classe trabalhadora brasileira, pois significa praticamente o fim dos direitos trabalhistas. A prevalência do negociado sobre o legislado, indica que quem tem mais força tende a impor suas vontades, mas de qualquer forma vem uma redução de direitos enorme”, disse Mário Dal Zot, presidente do Sindipetro Paraná e Santa Catarina.

 

Para ele, pior do que essa deterioração das relações de trabalho “é você ter que trabalhar em um emprego precarizado até morrer, pois é o que prevê a reforma da previdência que está sendo proposta. Essa questão da reforma da previdência tende a tornar o Brasil como um país de inválidos, de doentes, porque o trabalhador não vai conseguir se aposentar”, destacou.

 

Ainda de acordo com o presidente do Sindicato, a união das duas reformas, trabalhista e previdenciária, representa o caos social no país. “O golpe veio para isso, acabar com o estado de bem-estar social de deixar o mercado tomar conta. Não é o presidente e nem o Congresso, é um sistema que está governando o país, em detrimento da soberania nacional, basta ver as entregas de patrimônios públicos que estão fazendo. O mundo inteiro procura reservas de petróleo e o Brasil entrega as suas. O mundo todo prioriza seus recursos para a saúde e educação, dois meses após o golpe as verbas para essas áreas foram congeladas por 20 anos, deixando livre a remuneração para o capital internacional”, concluiu.

 

Campanha – A CUT está com uma campanha nacional para anulação da Reforma Trabalhista. Para isso precisa reunir assinaturas do equivalente a 1% do eleitorado brasileiro e apresentar um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip) para que seja apreciado por deputados e senadores.

Saiba mais sobre a campanha aqui.

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