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Quarta, 13 Novembro 2019 19:40

Participantes e assistidos dos Planos Petros PPSP-R e PPSP-NR devem comparecer às sessões de assembleia.

Terça, 09 Abril 2019 18:59

 

A FUP, seus sindicatos e demais entidades que integram o Fórum em Defesa dos Participantes da Petros realizarão no dia 24 de abril um grande ato público, a partir das 11h, em frente à sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro (EDISE). O objetivo é defender a proposta alternativa de equacionamento dos planos PPSP (repactuados e não repactuados) que foi construída no GT Petros e barrar o PP3.

 

O ato foi definido na última sexta-feira, 05, em reunião na sede da FUP, no Rio de Janeiro, com participação de todas as entidades que representam os parcipantes e assistidos da Petros. 



A FUP orienta os sindicatos a enviarem caravanas para o ato, onde são esperados mais de 20 mil petroleiros, aposentados e pensionistas. "Vamos pressionar para que a Petrobrás implemente a nossa proposta de equacionamento, pois é a única que dará sustentabilidade aos planos PPSP. Esse ato também é para deixar novamente claro que não admitiremos o PP3", destaca o diretor da FUP e conselheiro deliberativo eleito, Paulo César Martin.

 

Ele destaca a importância da unidade de todas as entidades representantivas dos participantes e assistidos da Petros na construção desse ato e na luta em defesa do PPSP e contra o PP3. "Estamos juntos, fortes e unidos, para construir esse que pretende ser o maior ato em defesa da Petros, da história da categoria petroleira. Contamos com a participação de todos os petroleiros, aposentados e pensionistas para defender o Plano Petros, defender a Petros e o futuro das nossas famílias".

 

Participe do grande ato em defesa do PPSP

 

Via FUP

 

Segunda, 08 Abril 2019 15:06

As alterações mais reprovadas são: obrigatoriedade de idade mínima para homens e mulheres, 40 anos de contribuição para ter direito ao valor integral do benefício e mudanças nas regras para professores e rurais.

Terça, 19 Março 2019 16:31

Reforma da Previdência não vai garantir benefícios para gerações futuras, vai dificultar concessão da aposentadoria e reduzir valor dos benefícios. A luta pela aposentadoria é de todos e todas. Participe!

Terça, 26 Janeiro 2016 13:36

A reunião extraordinária do Conselho Deliberativo da Petros do último dia 12 acatou uma antiga reivindicação do movimento sindical petroleiro ao aprovar a cisão do Plano Petros do Sistema Petrobrás (PPSP). A decisão do CD atende as exigências da Previc (órgão regulador da previdência complementar). O processo, que é conhecido pelos participantes e assistidos da Petros como “separação de massas”, já havia sido aprovado pelo Conselho da Fundação em agosto de 2013, porém, ainda aguardava o aval da Previc.


Com a separação de massas, os participantes e assistidos (ativos, aposentados e pensionistas) que aderiram à repactuação serão separados dos participantes e assistidos que não aderiram à repactuação ficando em planos distintos. Desta forma, os repactuados que representam 75% do total de ativos, aposentados e pensionistas do PPSP, passarão para o Plano Petros do Sistema Petrobrás repactuados (PPSP-R). Os não repactuados, aproximadamente 25%  do PPSP, ficarão no Plano Petros do Sistema Petrobras não repactuados (PPSP-NR).


Após a cisão, os compromissos do PPSP (passivo) com as duas massas (repactuados e não repactuados) serão separados proporcionalmente assim como o respectivo patrimônio (ativo) do PPSP. Essa proporção será calculada de acordo com as características de cada massa, ou seja, além do número de participantes de cada grupo, também será levado em conta o valor dos seus respectivos benefícios e a expectativa de vida de cada um.


Também foram aprovados os regulamentos dos dois planos (PPSP-R e PPSP-NR). Essa aprovação garante a manutenção da integralidade do regulamento do plano (contrato) antes da repactuação, para os não repactuados e do regulamento do plano após a repactuação, para os repactuados.


Segundo o conselheiro deliberativo eleito pelos participantes e diretor da FUP, Paulo César Martin, a cisão do PPSP é necessária para evitar o chamado subsídio cruzado indevido, entre os repactuados e não repactuados, já que após a repactuação os compromissos e obrigações do PPSP com os dois grupos passaram a ser distintos.


A Cisão do PPSP e a implantação dos dois planos segue agora para aprovação final no MPOG/DEST (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão/Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais) e na MTPS/PREVIC (Ministério do Trabalho e Previdência Social/ Superintendência Nacional de Previdência Complementar).

Fonte: FUP

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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