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Quarta, 04 Maio 2016 19:34

Com o tema “Mulheres, protagonistas na história” será realizado em Macaé, de 20 a 22 de maio, o IV Encontro Nacional das Mulheres Petroleiras, na sede do Sindipetro-NF. O evento é um instrumento de fortalecimento da organização e reunirá petroleiras de todo país, cada sindicato petroleiro poderá enviar até três representantes. A abertura política acontecerá na sexta, 20, às 19h, e contará com a presença de representantes da FUP, CUT e CNQ.

 

As atividades de sábado, 21, serão abertas para participação do público em geral. A programação incluirá debates sobre inclusão social, a história do movimento, mulheres negras e sua participação e sindicalismo. Também haverá espaço para esquetes teatrais, forró laboral, samba, confraternização. Na noite de sábado será exibido o filme “As sufragistas”.

 

No domingo, 22, a programação é fechada e voltada para temas específicos das mulheres petroleiras, quando haverá discussão de estratégias de organização e luta, além da pauta a ser levada à Plenária Nacional da FUP.

 

Participe!

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina custeará a participação de três mulheres petroleiras de suas bases de representação. O critério para inscrição é ser sindicalizada. Se houverem mais inscritas que o número de vagas, a decisão se dará por sorteio. Para se inscrever, envie seus dados pessoais (nome completo, telefone, local de trabalho e setor) ou ligue para o Sindipetro PR e SC – (41) 3332.4554. O prazo é até 13 de maio. 

Quarta, 09 Março 2016 14:37

Centenas de mulheres e militantes dos movimentos sociais ocuparam as ruas de Curitiba nesta terça-feira (8). Os atos começaram pela manhã, em frente à Copel e seguiram até o início da noite, quando as atividades foram encerradas na Boca Maldita. Na pauta lutas contemporâneas e também as reivindicações históricas do movimento feminista. A reforma da previdência, a alta tarifa de luz no Paraná, a igualdade de gênero, a luta das mulheres negras e o fim da violência contra as mulheres foram alguns dos itens da agenda neste dia de luta. A defesa da democracia também apareceu com destaque durante os atos em Curitiba.

“Este ato foi construído pelos movimentos sociais do campo e da cidade. No início da manhã cobramos, em frente à Copel, manifestações para fortalecer a luta para que a tarifa energética caia. Mas também foi um ato em defesa da democracia. Um ato pela legalidade e contrário ao estado de exceção implantado no País e que teve seu ápice com o sequestro do presidente Lula que foi levado pela Polícia Federal até o aeroporto de Congonhas. Então, para nós, este é um ato de luta pelas mulheres, mas também em defesa do Brasil e da democracia”, relatou a presidenta da CUT Paraná, Regina Cruz.

Ainda durante o período da manhã uma comitiva formada por representantes dos movimentos sociais foi recebida por gestores da Copel. Na mesa de negociações as demandas do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a redução da tarifa, o ICMS abusivo que onera as contas de luz e a situação preocupante de três ocupações no CIC. “ Não tivemos soluções para a nossa pauta nessa reunião. Porém, a mobilização foi muito importante porque encaminhamos quatro reuniões específicas para tratar com detalhamento os principais pontos. Também tivemos o compromisso da gestão da Copel em nos ajudar na solução dos nossos principais problemas”, relata a secretária da mulher da CUT Paraná, Anacélie Azevedo, que participou da reunião.

Também na pauta das mulheres estava a tentativa de uma Reforma da Previdência. A iniciativa, do Governo Federal, poderá ser extremamente prejudicial, sobretudo para as mulheres do campo. Esta é avaliação da vereadora de Curitiba, Professora Josete. “Uma das maiores preocupações diz respeito a aposentadoria das mulheres rurais. Essa foi uma conquista muito dura de décadas e décadas porque, infelizmente, as mulheres trabalham tanto quanto os homens, mas apenas eles tinham esse direito. Outro ponto fundamental para nós é a questão da idade. Enquanto as mulheres tiverem a sobrecarga de trabalho, forem responsáveis pelas tarefas domésticas, com uma segunda jornada de trabalho e ao mesmo tempo tiverem suas profissões, não é justo que se aposentem com a mesma idade que os homens”, defendeu.

A secretária de Mobilização e Relação com Movimentos Sociais da CUT Nacional, Janeslei Albuquerque, reforçou o papel histórico do dia 8 de março. “É um dia histórico, um ato de luta das mulheres por igualdade. Igualdade na vida, no trabalho e na sociedade. Queremos poder andar na rua a qualquer hora do dia e da noite sem medo. Queremos estar em nosso local de trabalho e sermos valorizadas pela nossa competência profissional”, enfatizou

Apoio distante – Além das pautas locais ou comuns a todas as mulheres, a representante do MAB, Daiane Machado, reforçou durante ato a solidariedade às mulheres de Mariana, em Minas Gerais, que ainda sofrem com o crime cometido pela Samarco, o maior desastre ambiental da história do Brasil.

“Nós tínhamos muitas mulheres que eram domésticas e que tinham trabalho informal. A Samarco não está visualizando isso como trabalho remunerado. Não estão querendo indenizar por isso. Tivemos casos de mulheres que sofreram aborto durante a avalanche. Uma violência absurda contra as mulheres, elas estão morando em acampamentos, tendo que cuidar dos filhos naquela situação. Esse crime atingiu, principalmente, a vida das mulheres”, exemplificou.

 

Veja mais imagens do ato de hoje clicando aqui.

 

Fonte: CUT-PR

Domingo, 05 Julho 2015 15:11

Nesta sexta-feira (03), durante a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na 5ª Plenafup, o Coletivo de Mulheres Petroleiras da FUP divulgou uma carta de repúdio aos adesivos sexistas que circulam na internet, utilizando a imagem da presidente Dilma Rousseff em fotomontagens que simulam cenas de estupro.  “Isso não é manifestação de liberdade de expressão, mas sim a manifestação de um machismo inaceitável com a Presidenta, com as brasileiras, com as mulheres”, destaca o documento, que foi entregue a Lula para que encaminhe diretamente à Dilma.

Na carta, as petroleiras manifestam seu apoio e solidariedade à presidente da República e cobram seu apoio “na defesa da Petrobras e muito duramente, neste momento, do pré-sal brasileiro”. As trabalhadoras também ressaltam que a violência praticada contra Dilma “evidencia que faltam argumentos políticos e embasados em fatos, análises sérias e dados convincentes para respaldar as críticas contra o governo”.

A coordenadora do Coletivo de Mulheres Petroleiras, Anacélie Azevedo, afirmou que a violência contra Dilma é conseqüência da forma como a direita e os setores conservadores vêm reagindo às políticas públicas de empoderamento das mulheres. “Temos visto esse mesmo ódio em relação aos negros, aos LGBT, crianças e todas as minorias”, destacou.

Leia abaixo a íntegra da carta encaminhada à presidente Dilma:

CARTA DE REPUDIO AOS ADESIVOS SEXISTAS E APOIO À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF
As delegadas e delegados presentes a 5a Plenária Nacional da Federação Única dos Petroleiros - PLENAFUP - vem através desta demonstrar nossa indignação e repúdio diante da agressão sofrida pela Presidenta Dilma Rousseff nesta semana. Nossa indignação se dá ao desrespeito a sua função política e como mulher.

Neste momento, circulam peles redes sociais imagens de montagens feitas com o rosto da presidenta Dilma Rousseff, em que ela aparece de pernas abertas. São colados adesivos com essa imagem na entrada no tanque de GASOLINA dos carros, que, quando abastecidos, passam a ideia de que a bomba de gasolina está penetrando sexualmente a figura falsa da presidenta.

Segundo os adeptos dessa aberração machista, a intenção é “protestar” contra o aumento da gasolina. Parece que para eles a melhor analogia para um protesto é um estupro, uma violação sexual que ainda é exibida como se fosse algo engraçado. A penetração, nesse caso, é a punição contra a presidenta, que está sendo “castigada” por ter subido os custos do abastecimento!

Cenas como essa, com certeza, acarretam um desgaste emocional na mulher Dilma. Isso não é manifestação de liberdade de expressão, mas sim a manifestação de um machismo inaceitável com a Presidenta, com as brasileiras, com as mulheres. É discriminatório, pois permite o desrespeito e a discriminação entre os seres humanos. Adesivos como esse corrompem o povo!

Essa prática, que jamais deve ser chamada de protesto, evidencia que faltam argumentos políticos e embasados em fatos, análises sérias e dados convincentes para respaldar as críticas contra o governo Dilma. Porque, sim, é possível criticar o governo atual e até mesmo manifestar revolta sem apelar para misoginia e analogias de estupro.

Essa plenária e em especial as mulheres petroleiras aqui presentes prestam todo apoio e solidariedade a Presidenta Dilma e às mulheres brasileiras vítimas de violência, bem como repudia qualquer ato de violência ou incitação desta, cometido contra as mulheres.
Por fim, pedimos o apoio da Presidenta Dilma na defesa da Petrobras e muito duramente, neste momento, do pré-sal brasileiro. O Petróleo pertence ao povo brasileiro e deve servir a soberania e desenvolvimento do Pais!

03 de julho de 2015, Guararema, São Paulo

Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP

Quarta, 22 Abril 2015 20:23

De 12 a 14 de maio, petroleiras de diversas bases da FUP se reúnem em Campinha, São Paulo, para debater a agenda nacional das trabalhadoras do Sistema Petrobrás e as condições das mulheres em nossa sociedade.  O 3º Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP será realizado no Sindipetro UN SP – Sede Campinas, tendo como principal temário a invisibilidade das mulheres nos espaços da sociedade, entre eles, no sindicalismo.O Encontro é organizado pelo Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras, criado em 2012, desde quando vem atuando em defesa da pauta das trabalhadoras e para incentivar e garantir maior participação feminina nas lutas sindicais.

A sociedade patriarcal e a história fizeram com que a ordem masculina fosse construída, estabelecida e reproduzida através dos tempos. A diferencia entre homens e mulheres foi reforçada no âmbito das relações sociais. Essa distinção, principalmente dos corpos, fez com que a mulher, desde os primórdios, sempre fosse vista como um ser “invisível”, no sentido de ser considerada desprovida, tanto de capacidade intelectual quanto de capacidade física. Assim, foram criadas a cultura de que a elas caberia saber cuidar da casa, procriar e fazer apenas o que o pai, no primeiro momento, e o marido, no segundo, quisessem. Não possuíam participação ativa em situação decisória.

Com o tema "Sempre Estivemos na Luta", o 3º Encontro Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP discutirá reivindicações, planos de luta e formas de organização. A abertura do evento contará com a participação de mulheres dirigentes da CUT, CTB, CNQ, do Coletivo de Mulheres da FUP, além das líderes e militantes do movimento sindical petroleiro fupista. O Encontro ainda contará com a participação de mulheres que lideram movimentos sociais e organizações populares.

Inscrições das petroleiras do PR e SC
Estão abertas as inscrições para a participação das mulheres petroleiras sindicalizadas do Paraná e Santa Catarina no III Encontro. As interessadas devem se inscrever pelo e-mail liliane@sindipetroprsc.org.br, informando os seguintes dados pessoais e profissionais: nome completo, idade, R.G, unidade onde trabalha e setor. As inscrições são gratuitas e as despesas com transporte, estadia e alimentação serão custeadas pelo Sindicato. Mais informações pelo telefone (41) 3332.4554.


PROGRAMAÇÃO:
12/05/2015
No Sindipetro Campinas:
17h - Recepção e credenciamento das delegadas
19h - Mesa de abertura
 
13/05/2015
Dentro da REPLAN:
8h30 - Análise de Conjuntura
10h - Palestra invisibilidade das Mulheres (10h as 12h). Teórica Unicamp.
No Sindipetro Campinas:
14h - Mesa Mulher e Sindicalismo
16h30 - Oficina Sexualidade feminina
19h - jantar e atividade cultural
 
14/5/2015
No Sindipetro Campinas:
9h - Oficina de Turbantes “A Invisibilidade da Mulher Negra Brasileira”
10h - Acordo Coletivo de Trabalho e Subcomissão de Diversidade
15h - Encaminhamentos e finalização

Fonte: FUP, com informações do Sindipetro PR e SC

Segunda, 30 Março 2015 20:01

Encontro de Mulheres da CUT destaca temas prioritários na luta por igualdade

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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