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Terça, 09 Abril 2019 18:59

 

A FUP, seus sindicatos e demais entidades que integram o Fórum em Defesa dos Participantes da Petros realizarão no dia 24 de abril um grande ato público, a partir das 11h, em frente à sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro (EDISE). O objetivo é defender a proposta alternativa de equacionamento dos planos PPSP (repactuados e não repactuados) que foi construída no GT Petros e barrar o PP3.

 

O ato foi definido na última sexta-feira, 05, em reunião na sede da FUP, no Rio de Janeiro, com participação de todas as entidades que representam os parcipantes e assistidos da Petros. 



A FUP orienta os sindicatos a enviarem caravanas para o ato, onde são esperados mais de 20 mil petroleiros, aposentados e pensionistas. "Vamos pressionar para que a Petrobrás implemente a nossa proposta de equacionamento, pois é a única que dará sustentabilidade aos planos PPSP. Esse ato também é para deixar novamente claro que não admitiremos o PP3", destaca o diretor da FUP e conselheiro deliberativo eleito, Paulo César Martin.

 

Ele destaca a importância da unidade de todas as entidades representantivas dos participantes e assistidos da Petros na construção desse ato e na luta em defesa do PPSP e contra o PP3. "Estamos juntos, fortes e unidos, para construir esse que pretende ser o maior ato em defesa da Petros, da história da categoria petroleira. Contamos com a participação de todos os petroleiros, aposentados e pensionistas para defender o Plano Petros, defender a Petros e o futuro das nossas famílias".

 

Participe do grande ato em defesa do PPSP

 

Via FUP

 

Segunda, 17 Dezembro 2018 17:39

A proposta visa eliminar os atuais e futuros déficits dos Planos Petros do Sistema Petrobrás - PPSP-R (repactuados) e PPSP-NR (não repactuados).

Segunda, 27 Agosto 2018 14:55

Nº 1409

Quinta, 09 Novembro 2017 13:49

Na primeira reunião do Grupo de Trabalho paritário, que discute saídas para o déficit do Plano Petros-1, os representantes da FUP cobraram a suspensão da proposta de equacionamento apresentada pela Petros.

 

A reunião do GT foi realizada nesta segunda-feira, 06, com representações da Petros, Petrobrás, FUP e sindicatos.

 

A proposta apresentada pela FUP é que o equacionamento seja suspenso até a conclusão dos trabalhos, pois o grupo está discutindo alternativas para reduzir o impacto para os participantes e assistidos do Plano Petros-1. Os representantes da Petrobrás informaram que irão se manifestar sobre a reivindicação, após consultarem a direção da empresa.

 

A FUP também propôs que seja agendada uma reunião do GT com a Previc (Secretaria de Previdência Complementar) para discutir a suspensão do equacionamento.  A próxima reunião do Grupo será no dia 14. O conselheiro eleito, Paulo César Martin, fala sobre o GT, no vídeo abaixo, ao final da matéria.

 

Entenda

No dia 12 de setembro, o Conselho Deliberativo da Petros aprovou um plano de equacionamento do déficit do Plano Petros-1 pelo teto, impondo aos participantes e assistidos a conta de problemas estruturais que são de responsabilidade exclusiva dos gestores, como estamos há anos denunciando.

 

A FUP reconhece que o Plano Petros-1 precisa de novos aportes financeiros, mas isso deve ser feito de forma que penalize o mínimo possível os petroleiros e seus familiares. 

 

No dia 19 de setembro, a Federação ingressou na justiça com uma Ação Civil Pública para barrar a cobrança abusiva das contribuições adicionais dos participantes e assistidos do PP-1.

 

Saiba mais, acessando o histórico de notícias e encaminhamentos da FUP sobre o PP-1.

Terça, 19 Setembro 2017 22:34

Nesta terça-feira, 19, a FUP ingressou na justiça com uma Ação Civil Pública para barrar a cobrança das contribuições adicionais dos participantes e assistidos do Plano Petros-1, em função do equacionamento abusivo e injusto que foi aprovado pelo Conselho Deliberativo da Petros. Como a FUP vem alertando há décadas, o déficit do plano é majoritariamente estrutural, fruto de uma série de problemas que não foram resolvidos ao longo de seus 47 anos de existência. Os gestores da Petros desconsideraram essas questões e querem impor um ônus excessivo para os petroleiros.

 

O plano de equacionamento foi aprovado antes mesmo da conclusão do recadastramento dos participantes e assistidos do PP-1, cujo resultado pode alterar significativamente o valor de componentes do déficit, como, por exemplo, o da Família Real, cujo impacto é de R$ 5,2 bilhões. Além disso, a origem e valores deste e demais fatores geradores do déficit do plano deveriam ter sido identificados para que os participantes e assistidos fossem o menos possível impactados na parte da conta que lhes é de responsabilidade. O equacionamento também precisa levar em consideração as submassas de repactuados e não repactuados.

 

Essas e outras questões são questionadas pela FUP na Ação Civil Pública que cobra a suspensão das contribuições adicionais determinadas pelo plano de equacionamento e exige a realização de auditorias externas e independentes do déficit. A Federação reconhece que o Plano Petros-1 precisa de novos aportes financeiros e sempre esteve aberta a negociar uma solução para o problema, como fez durante o Acordo de Obrigações Recíprocas, cujos aportes foram fundamentais para impedir a insolvência do plano.

 

A busca de uma solução negociada para o déficit do PP-1 é fundamental para preservar os direitos dos participantes e assistidos e impedir que eles sejam penalizados por uma conta abusiva, que pode inviabilizar suas vidas. Além disso, a sustentabilidade do plano no longo prazo só será garantida se os problemas estruturais que causaram o déficit forem resolvidos.

 

FUP

Terça, 19 Setembro 2017 19:09

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina prossegue nesta semana com as reuniões para debater o plano de equacionamento do Petros 1. Nesta segunda-feira (18) foi realizada a reunião na Regional Sindical de São Mateus do Sul e nesta terça (19), logo mais às 17h30, acontece na Regional de Paranaguá.

 

Já nesta quarta-feira (20) serão realizadas duas reuniões na Sede de Curitiba, às 10h00 e às 18h30. A série de encontros termina na quinta-feira (21), com a atividade na Regional de Joinville, às 17h00.

 

As reuniões discutem o plano e as estratégias para combater, ou pelo menos minimizar, os impactos nos trabalhadores. 

 

Calendário de Reuniões sobre o Petros 1

Paranaguá-PR: 19/09 (terça-feira), às 17h30

Curitiba-PR: 20/09 (quarta-feira), às 10h00

Curitiba-PR: 20/09 (quarta-feira), às 18h30

Joinville-SC: 21/09 (quinta-feira), às 17h00

Terça, 22 Agosto 2017 19:33

O prazo para aposentados e pensionistas fazerem o processo de recadastramento termina já no dia 31 de agosto. O período para os participantes ativos vai de 1º de agosto a 15 de setembro. 

Sexta, 18 Agosto 2017 15:07

Durante ato realizado pela FUP e seus sindicatos nesta quinta-feira, 17, na sede da Petros, no Rio de Janeiro, os participantes e assistidos do Plano Petros-1 garantiram uma importante vitória, fruto do diálogo e da mobilização: o Conselho Deliberativo não votou a proposta da direção da Fundação para equacionamento do déficit do plano.

 

Após ouvir a representação das entidades sindicais, que ocuparam o prédio da Petros para que pudessem ser ouvidas pelos conselheiros, o presidente do Conselho Deliberativo, Afonso Celso Granato Lopes, anunciou a decisão de suspender a votação. A FUP continuará tentando estabelecer um canal de negociação com a Petros e as patrocinadoras do PP-1 para buscar a melhor forma de resolver o déficit sem prejudicar os participantes e assistidos.

 

Os petroleiros iniciaram a manifestação em frente à sede da Petros por volta das 10 horas, com a presença de aposentados e pensionistas de vários estados do país, que participaram nos últimos dias de um seminário nacional que discutiu a situação do Plano Petros e alternativas de equacionamento do déficit, que sejam viáveis para os participantes e assistidos e garantam a sustentabilidade do plano no longo prazo.

 

Em suas intervenções, os dirigentes da FUP e de seus sindicatos alertaram que os problemas do PP-1 são históricos e estruturais, que precisam ser definitivamente resolvidos, mas reconhecem a necessidade de novos aportes financeiros para o plano. No entanto, não aceitam a conta integral que a direção da Petros quer impor aos participantes e assistidos, pois entendem que as patrocinadoras têm responsabilidade com esses problemas.

 

“Há muitos anos, nosso fundo tem problemas estruturais graves, pois foi criado para que os baixos salários financiem as altas aposentadorias. Ou seja, uma pequena parcela dos assistidos acaba sendo beneficiada e todo o coletivo pago. Temos a consciência de que o plano necessita de novos aportes, mas não pode ser penalizando os assistidos e participantes”, afirmou o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

 

“Em 2007, com o processo de repactuação do regulamento do plano e com a criação do Plano Petros-2 para os novos trabalhadores, a FUP conseguiu dar uma sobrevida de dez anos para o nosso fundo de previdência, que sempre teve um histórico de déficits consecutivos”, explicou, lembrando que a repactuação do PP-1 garantiu que as patrocinadoras reconhecessem parte das dívidas que têm com o fundo, o que representa hoje R$ 11 bilhões a mais no patrimônio do plano. “Se não fosse a repactuação, que injetou recursos no plano, hoje ele estaria insolvente”, declarou Zé Maria.

 

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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