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Segunda, 31 Dezembro 2018 20:17

Desde que assumiu a presidência do país através de um golpe, Temer sangrou direitos trabalhistas e sociais, limitou os investimentos públicos pelos próximos 20 anos e aproximou o Brasil de volta ao mapa da fome.

Terça, 25 Setembro 2018 12:41

Texto publicado no dia 24 fixa regras para a terceirização na administração pública direta e em empresas estatais 

Quarta, 25 Abril 2018 23:17

Para denunciar mais este ataque contra a petrolífera brasileira, a FUP e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo farão um ato público no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, com concentração às 11 horas, na Avenida Rio Branco, em frente ao metrô Carioca.

Quinta, 07 Dezembro 2017 13:48
Com o novo reajuste de 8,9% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), que passa a vigorar nesta terça-feira, 05, o valor do botijão de gás de cozinha de 13 kg já beira a marca dos R$ 80,00. É o sexto aumento seguido, desde agosto, quando a atual direção da Petrobrás implementou umanova política de preços para o produto nas refinarias.
 
 
O reajuste acumulado do botijão de gás já chega a 67,8%, transformando o produto em artigo de luxo.
 

Ao alinhar os preços domésticos com os do mercado internacional, sem levar em conta a realidade dos brasileiros, a gestão Pedro Parente passou a beneficiar as distribuidoras, em detrimento do consumidor, como a FUP vem denunciando.

 

No caso do GPL, a mudança ocorreu no rastro da privatização da Liquigás. A subsidiária foi vendida por R$ 2,8 bilhões para o Grupo Ultrapar Participações, dono da Ultragaz, que passará a ter o controle de 50% do mercado de gás de cozinha no país

 

A venda da Liquigás está em disputa no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que  emitiu parecer contrário à venda da subsidiária.

 

“O presidente Lula trouxe a Liquigás para o sistema Petrobras para tentar regular o preço do gás no país, mas a atual administração chegou, passou o ferro e vendeu. Os reajustes são baseados no preço do petróleo internacional e isso já está causando prejuízo grande para a população carente, principalmente”, afirmou recentemente o coordenador da FUP, José Maria Rangel, em entrevista à Rede Brasil Atual.

 

FUP

Terça, 06 Dezembro 2016 13:29

"A CUT jamais irá aceitar que desiguais sejam tratados de forma igual, como pretende o governo do ilegítimo e golpista Michel Temer (PMDB-SP)", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas, sobre a reforma da Previdência anunciada nesta segunda-feira (5). A  proposta dificulta o acesso à aposentadoria, elevando a idade mínima para 65 anos e aumentando o tempo mínimo de contribuição de 15 para 25 anos.

 

Para Vagner, a idade mínima é injusta com a classe trabalhadora, em especial com os que começam a trabalhar mais cedo e as mulheres, que vão ter de trabalhar e contribuir mais e ganhar menos, se também for aprovada a desvinculação dos aumentos reais do salário mínimo dos reajustes dos benefícios dos aposentados e pensionistas.

 

Segundo o presidente da CUT, "uma coisa é trabalhar até os 65 anos com bons salários e ambiente saudável.  Outra é a rotina de um trabalhador rural ou da construção civil, que ficam expostos ao sol, a condições de trabalho inadequadas, começam a trabalhar na adolescência. Essas pessoas não podem ser tratadas de forma igual ao filho de um médico, engenheiro ou advogado, por exemplo, que começam a trabalhar aos 24/25 anos ou mais, quando decidem fazer especialização e MBA".

 

Encontro com Centrais Sindicais

O horário que o governo marcou para a reunião com as centrais (19h), que foi alterado diversas vezes e acabou confirmado para depois do anúncio das medidas que o governo fez para parlamentares e para a sociedade, demonstra que a atual gestão golpista não pretende ouvir a classe trabalhadora, sequer tem interesse no que representantes de milhões de trabalhadores e trabalhadoras têm a dizer. Esse horário inviabilizou a participação de representantes da CUT. Na última reunião de Direção Nacional da CUT, que está sendo realizada em Florianópolis/SC, os dirigentes vão debater as medidas e discutir estratégias de enfrentamento a essa reforma da Previdência prejudicial a toda a classe trabalhadora.

 

O texto, que deverá ser enviado ao Congresso nesta terça-feira (06), não foi debatido com os setores sociais da sociedade civil organizada. Essa prática autoritária é a mesma adotada em relação às medidas econômicas e sociais anunciadas após a consolidação do golpe jurídico-parlamentar-midiático e vem recebendo amplo apoio do mercado e da mídia comercial. Um exemplo disso foi a PEC 241/55, que congela os gastos com educação e saúde por 20 anos, que está tramitando no Senado.

 

Gaguejando e com a voz falhando diversas vezes, Temer fez o pronunciamento durante reunião com líderes da base aliada na Câmara e Senado no Palácio do Planalto, antes do encontro com as Centrais. Na ocasião, Temer disse que o Congresso terá a responsabilidade de debater a pauta e dar a palavra final, e que técnicos do executivo falarão diretamente com representantes do legislativo. Cabe lembrar que Temer se aposentou aos 55 anos de idade como procurador do estado de São Paulo, com um salário bruto mensal de R$ 30 mil.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) avaliou que a reforma proposta pelo executivo é decisiva para o futuro do Brasil, e afirmou que o processo de tramitação da Emenda Constitucional, que prevê a mudança da regras da Previdência, será tão rápido quanto o da PEC da Morte. Maia garantiu que, na semana que vem, o texto será encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com perspectiva de votar a emenda já no início de 2017.

 

Cartilha

Em outubro deste ano a CUT lançou cartilha didática e explicativa, em linguagem simples, que alerta sobre os verdadeiros motivos e riscos embutidos na proposta apresentada hoje. O material, feito em conjunto com o Dieese, mostra dados e números que desmistificam o rombo anunciado.

 

Pesquisa CUT/VoxPopuli

De acordo com pesquisa encomendada pela CUT, 80% dos trabalhadores do campo e da cidade rejeitam a reforma do governo Temer de aumentar a idade mínima para 65 anos com, no mínimo, 25 anos de contribuição.

 

A proposta do governo ilegítimo vai prejudicar os trabalhadores mais pobres que começam a trabalhar mais cedo, conforme a CUT vem alertando. Outros 15% concordam com o arrocho previdenciário, 4% nem concordam nem discordam e 2% não sabem, não têm opinião ou não responderam.

 

A pesquisa CUT/Vox Populi foi realizada depois do resultado das eleições, entre os dias 9 e 13 de outubro. Foram entrevistadas 2 mil pessoas com idade superior a 16 anos no Distrito Federal e em todos os estados brasileiros, exceto Roraima. Foram ouvidos todos os segmentos econômicos e demográficos em 116 municípios. A margem de erro é de 2,2%, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

 

Fonte: CUT

Quarta, 25 Maio 2016 19:40

Sérgio Machado é o pilar da primeira (e talvez derradeira) grande crise da gestão interina de Michel Temer

Terça, 24 Maio 2016 19:50

Em pronunciamento à imprensa nesta terça-feira, 24, o presidente interino Michel Temer anunciou medidas para conter os gastos públicos e tentar equilibrar as contas do governo.

 

Entre as medidas anunciadas estão a extinção do Fundo Soberano, criado em 2008 com a sobra do superávit primário que existia naquele momento e com royalties do petróleo. "É uma coisa paralisada [recursos do fundo soberano]. Vamos talvez extinguir o fundo soberano e trazer esses R$ 2 bilhões para cobrir o endividamento do país", disse Temer.

 

O presidente interino também anunciou que irá agilizar a abertura da exploração do pré-sal para empresas estrangeiras. "Vamos apoiar esse projeto sem nos incomodar com críticas que virão", disse Temer. O presidente interino também se comparou com o ex-presidente Juscelino Kubitschek, ao dzier que não tem compromisso com o erro, e que pode voltar atrás em decisões.

 

R$ 100 bilhões do BNDES

Outra proposta anunciada pelo presidente em exercício foi o pedido de devolução, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), de pelo menos R$ 100 bilhões em recursos repassados pelo Tesouro Nacional nos últimos anos que, no total, somam mais de R$ 500 bilhões. Segundo Temer, a ideia é que sejam devolvidos ao Tesouro Nacional R$ 40 bilhões neste momento, e o restante no futuro.

 

Teto de gastos públicos

Outra medida anunciada pelo presidente em exercício, Michel Temer, é a proposta de adoção de um teto para os gastos públicos, proposta semelhante à que foi feita pela equipe econômica da presidente afastada Dilma Rousseff no que ficou conhecida como "reforma fiscal".

 

"Estamos propondo limite [do crescimento do gasto público] equivalente à inflação do ano anterior. Isso tudo parece ser a melhor forma de conciliar meta para o crescimento da despesa primaria e permitir que o Congresso continue com liberdade absoluta para definir a composição do crescimento do gasto publico", completou.

 

 

Segunda, 23 Maio 2016 15:26

Nº 1371

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