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Terça, 16 Julho 2019 19:09

 Petroleiros protestaram na Repar, nesta terça-feira (16), contra as privatizações do Sistema Petrobrás e a proposta absurda da empresa para o Acordo Coletivo de Trabalho. Após o ato, houve assembleia e como era esperado a rejeição foi unânime

Sexta, 18 Maio 2018 14:59

Trabalhadores da Repar e Fafen-PR participaram massivamente do protesto desta sexta-feira (18)

Terça, 10 Abril 2018 14:39

Será na próxima quinta-feira (12), às 19h00.

Quarta, 13 Setembro 2017 20:47

Anúncio da privatização da Fafen-PR, feito pela direção golpista da Petrobrás na segunda-feira (11), motivou a manifestação das categorias co-irmãs.

Segunda, 11 Setembro 2017 15:18

 Pedro Parente anuncia privatização das fábricas de fertilizantes. Sindipetro PR e SC reafirma luta conjunta com os petroquímicos para barrar o desmonte da Petrobrás.

Terça, 18 Outubro 2016 12:57

 

A área industrial de Araucária amanheceu em luto nesta terça-feira (18). Dois protestos em memória do montador de andaimes Ademir de Barga, vítima de acidente de trabalho ocorrido ontem (17), na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen-PR), mobilizaram petroleiros, petroquímicos e trabalhadores da montagem e manutenção industrial.

 

Barga era contratado da empresa Manserv e sofreu uma queda do primeiro patamar do reator da unidade 11 da Fafen-PR, uma altura aproximada de 9 metros, durante a manutenção do equipamento.

 

A primeira aconteceu em frente à Fafen-PR e reuniu centenas de trabalhadores das diversas categorias que atuam na área industrial. A segunda ocorreu na Repar, com ato e atraso no expediente da refinaria.

 

Para o presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Dal Zot, o acidente é consequência da política precária de segurança do Sistema Petrobras. “Em vez de investir em treinamento e capacitação, a empresa prioriza os procedimentos. Isso serve claramente para tirar responsabilidades dos gestores e da companhia e jogar a culpa do acidente na vítima”, afirmou. “Para a empresa é só mais um número; para nós é a perda de um companheiro. Enquanto os verdadeiros responsáveis não responderem cível e criminalmente por seus atos, os acidentes continuarão a fazer parte da rotina da Petrobras”, completou.

 

O diretor do Sindiquímica-PR e secretário de Saúde e Segurança da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Gerson Luiz Castellano, criticou os danos causados pela terceirização, uma vez que a vítima estava há muitos anos lotada na Fafen-PR como terceiro, sem nenhum amparo de segurança. Para ele, a produtividade foi colocada acima da vida, tirando, de mais um trabalhador, o direito de viver. “O dia a dia dentro da Fafen-PR é de tensão, pois os trabalhadores são pressionados o tempo todo. Para os terceirizados, o problema é ainda mais greve, pois sofrem com mais assédio moral e menos condições de segurança para realização das suas atividades. É uma política de punição, ao invés de soluções, onde inclusive recentemente um trabalhador sofreu um acidente e ainda foi advertido pela gerência”, contou.

 

Por mais contraditório que seja, o gerente da Fafen-PR deixou o cargo recentemente para assumir a Política de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) da Petrobrás. “A gente fica assustado, porque é esse gerente que está à frente das políticas de segurança da empresa. A vida é muito preciosa para que alguns gestores brinquem com ela”, afirma Castellano.

 

Ademir tinha apenas 39 anos e deixou a esposa, Kelly Paranha de Barga, a filha Pamela Lara de Barga (20) e o filho Vitor Hugo de Barga (8). Uma família inteira arrasada pela irresponsabilidade da Petrobras. 

Segunda, 17 Outubro 2016 17:37

 

Na manhã de hoje (17), um trabalhador terceirizado da empresa MANSERV foi vítima fatal de um acidente na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen-PR). O funcionário sofreu uma queda de uma altura de aproximadamente 9 metros durante a manutenção na unidade.

 

Para a diretoria do Sindiquímica-PR, essa foi uma das consequências das práticas adotadas pelas últimas gerências da Fafen-PR, que praticaram assédio moral e pressão sobre os trabalhadores – sujeitos a uma rotina estressante e até a punições, em caso de acidentes.

 

Em vez de se resolver a raiz dos problemas, investindo no aumento do quadro de trabalhadores, para o fim de terceirizações e políticas de segurança, as ingerências da Petrobrás na unidade perpetuaram e até reforçaram as práticas de assédio, de violências e o risco de acidentes aos trabalhadores.

 

Novamente, percebe-se como a terceirização é danosa, pois a vítima estava há muitos anos lotada na Fafen-PR como terceiro, sem nenhum amparo de segurança. Como de costume, a produtividade foi colocada acima da vida, tirando, de mais um trabalhador, o direito de viver. “O dia a dia dentro da Fafen-PR é de tensão, pois os trabalhadores são pressionados o tempo todo. Para os terceirizados, o problema é ainda mais greve, pois sofrem com mais assédio moral e menos condições de segurança para realização das suas atividades. É uma política de punição, ao invés de soluções, onde inclusive recentemente um trabalhador sofreu um acidente e ainda foi advertido pela gerência”, conta o diretor do Sindiquímica-PR e secretário da Saúde da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Gerson Luiz Castellano.

 

Por mais contraditório que seja, o gerente da Fafen-PR deixou o cargo recentemente para assumir a Política de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) da Petrobrás. “A gente fica assustado, porque é esse gerente que está à frente das políticas de segurança da empresa. A vida é muito preciosa para que alguns gestores brinquem com ela”, afirma Castellano.

 

O Sindiquímica-PR e a FUP cobrarão para que seja realizada uma investigação séria, a fim de descobrir os reais motivos desse acidente. Este foi o primeiro acidente fatal em 34 anos de operação da unidade. As entidades também, neste momento, se solidarizam à família da vítima e esperam que a empresa não tente se isentar da responsabilidade sobre o acidente, como um dos gerentes já tentou fazer hoje pela manhã.

 

Ato

Amanhã (18), às 6h30, o Sindiquímica-PR, o Sindicato dos Petroleiros do Paraná e de Santa Catarina (Sindipetro PR/SC), e o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Montagem, Manutenção e Prestação de Serviços (Sindmont) realizarão um ato em frente à Fafen-PR, como forma de indignação e revolta com o ocorrido. Os trabalhadores estão convocados para se juntar à mobilização, como forma de pressão para a prevenção dos acidentes nas unidades da Petrobrás.

Sexta, 29 Abril 2016 15:37

Petroleiros e petroquímicos da Repar e Fafen-PR fizeram ato unificado em solidariedade às vítimas do Massacre do Centro Cívico, que deixou mais de 200 trabalhadores em educação e servidores estaduais feridos

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Edição Nº 1418

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