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Segunda, 24 Junho 2019 20:06

A FUP e a FNP retomam esta semana as negociações com a Petrobrás e subsidiárias sobre questões pendendentes e o Acordo Coletivo de Trabalho 2019.

 

Na terça-feira, 25, a reunião terá como tema PLR, com início às 14h.

 

Na quarta, 26, haverá pela manhã continuidade das discussões sobre a cobrança extraordinária da AMS e na parte da tarde sobre as tabelas de turno.

 

Entre os dias 27 de junho e 03 de julho, as negociações serão sobre o Acordo Coletivo de Trabalho com o seguinte calendário: 

 

• 27/06

9h: AMS

14h30: SMS

 

• 01/07

14h30: Resultados Petrobras



• 02/07

9h: Horas Extras

14h30: Relações Sindicais e Terceirização

 

• 03/07

9h: Remuneração e Vantagens

 

 

[FUP]

Quarta, 22 Maio 2019 20:51

Dirigentes da FUP e da FNP se reuniram na manhã desta quarta-feira, 22, para discutir estratégias de negociação conjunta com a Petrobrás e subsidiárias durante a campanha reivindicatória. A primeira reunião com a empresa acontece nesta tarde, quando ambas as entidades cobrarão a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho, como já foi protocolado pela FUP e FNP no último dia 15.

 

Entre os dias 23 e 26 de maio, as direções da FUP e dos sindicatos filiados estarão em Belo Horizonte, onde será realizada a 8ª Plenafup, que debaterá com a categoria propostas de enfrentamento ao desmonte do Sistema Petrobrás  e resistência às ações do governo Bolsonaro de retirada de direitos e de ataque às entidades sindicais, através da MP 873, na tentativa de inviabilizar a resistência dos trabalhadores.

 

[FUP]

Segunda, 13 Agosto 2018 15:01

Não é a primeira vez que a Petrobrás tenta vender um plano com claro viés ideológico como ciência neutra. Vide o exemplo dos estudos de O&M (Organização e método) e redução de efetivo nas refinarias, elaborados por consultoria contratada, e aplicados sem transparência e sem diálogo com a categoria e seus representantes.

Sexta, 18 Novembro 2016 15:00

 

Nesta sexta-feira (18), quando o edifício sede da Petrobrás (Edise) no Rio de Janeiro amanheceu repleto de petroleiros de todo país que protestavam contra a venda dos campos terrestres de produção, manifestações nos terminais da Transpetro das cidades de Biguaçu, Guaramirim e Itajaí, todos em Santa Catarina, reforçaram a luta contra a privatização da estatal petrolífera brasileira.

 

No terminal de Itajaí, os petroleiros decidiram estender a paralisação da unidade por todo o dia. Nos demais terminais aconteceram atrasos de pelo menos três horas nas atividades.

 

A mobilização no Rio foi motivada pelo fato de a Petrobrás receber nesta sexta-feira as propostas para a venda dos campos terrestres. “É muita hipocrisia do Pedro que mente falar em saúde financeira da empresa e ao mesmo tempo colocar ativos rentáveis à venda, abrindo mão de reservas de petróleo. É uma incoerência total! Comportamento de quem está comprometido e subordinado à Shell, Chevron e outras multinacionais, mas não com a Petrobrás e o Brasil. O recado que nós passamos aqui, que seja em alto e bom som, é direcionado para as empresas que estão pensando em comprar fatias da Petrobrás. Vocês não vão ter um minuto de sossego se comprar”, disse o presidente do Sindipetro Paraná e Santa Catarina, Mário Dal Zot, durante o ato no Edise.

 

 

Unificação

Além de representantes de todas as entidades filiadas à FUP, outros cinco sindicatos ligados à FNP aceitaram o convite e participaram do ato desta sexta-feira no Edise, ressaltando que “as lutas vão além do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e da defesa da Petrobras, é uma luta conjunta em defesa da soberania deste país”, diz trecho da carta enviada pela FNP à FUP.

A FUP complementou que “as direções sindicais demonstrando maturidade de se unirem nessa hora de desmonte da Petrobras darão mais um estímulo para a categoria aderir à luta. A união de todos os petroleiros será nossa maior força”.

 

Avaliação da proposta da Petrobras

A Petrobras novamente provocou os trabalhadores com arrocho salarial e redução de direitos. Já com os rentistas, a empresa não economiza. Só este ano, destinou cerca de R$ 90 bilhões para o pagamento da dívida, entre juros e o montante principal, em detrimento dos investimentos, que sofreram uma redução de 31% desde janeiro. 

 

Na reunião com a Petrobrás nesta quinta-feira, 17, a FUP deixou claro que os trabalhadores não pagarão essa conta e nem permitirão a privatização da empresa, que vem sendo acelerada a passos largos pela atual gestão.

 

A proposta apresentada pela Petrobrás mantém 6% de reajuste retroativo a setembro e acena com mais 2,8% em março do ano que vem, sem retroatividade. Além disso, a empresa insiste em alterar cláusulas do Acordo Coletivo que só serão objeto de negociação em setembro de 2017. A FUP afirmou que essa proposta já nasceu morta.

 

As representações sindicais deliberaram no último Conselho da FUP que só negociarão com a Petrobrás o Termo Aditivo do Acordo Coletivo, que trata unicamente das cláusulas econômicas, pois todas as demais têm validade de dois anos. Propostas relacionadas à hora extra, jornada de trabalho ou qualquer outro item do ACT devem ser remetidas para as Comissões de Negociação, após o fechamento do acordo.

 

Nesta sexta-feira o Conselho Deliberativo da FUP volta a se reunir para avaliar a nova proposta da Petrobrás e definir os próximos passos da campanha salarial. A reunião terá início às 14 horas.

Quarta, 15 Junho 2016 12:54

Petroleiros da FUP, FNP e Aepet realizaram nesta terça-feira, 14, em Brasília um ato político em defesa da Petrobrás e do Pré-Sal, com participação de trabalhadores da educação (CNTE) e do campo (MAB, MPA, MCP), de estudantes (UNE e UJS) e de outros movimentos sociais. A manifestação foi chamada pela Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás, tendo como foco o enfrentamento ao Projeto de Lei 4567/16, que visa tirar da Petrobrás a função de operadora única do Pré-Sal, bem como acabar com a participação mínima de 30% que a empresa tem garantida nos processos licitatórios para exploração dessas reservas.

O ato seria realizado no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados Federais, mas a Presidência restringiu o acesso à Casa, devido à sessão da Comissão de Ética, realizada nesta terça-feira e que aprovou o relatório favorável à cassação de Eduardo Cunha.  Impedidos de entrar na Câmara, os petroleiros e movimentos sociais realizaram o ato do lado de fora, em frente ao Congresso Nacional e depois caminharam em direção ao Palácio do Itamaraty, onde protestaram contra José Serra, ministro interino das Relações Exteriores, autor da proposta que deu origem ao PL 4567/16. Em 2010, quando disputava a Presidência da República, Serra prometeu à Chevron acabar com o Regime de Partilha do Pré-Sal.

GOLPE MOVIDO A PETRÓLEO

Todos os deputados e senadores que participaram do ato foram unânimes em ressaltar que a disputa pelo petróleo brasileiro está no centro do golpe que levou ao afastamento da presidenta Dilma Rousseff. “Eles já mostraram quais são os seus objetivos. É um ataque organizado contra um projeto soberano de desenvolvimento nacional , que implica em quebrar uma de suas peças estratégicas, que é a Petrobrás”, afirmou o deputado Davidson Magalhães, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás, explicando que se o PL 4567/16 for aprovado será o primeiro passo para acabarem com o regime de partilha. “Isso significaria não termos mais o controle sobre a propriedade e o processo de produção do petróleo e do gás”, destacou.

A presidente do Sitramico-RJ, Lígia Arneiro Deslandes, falou sobre o processo em curso para venda da BR Distribuidora e da Liquigas, afirmando que a privatização irá estrangular a Petrobrás. “Como a Petrobrás vai botar nas ruas o que produz nas refinarias se vender a BR e a Liquigás? Não vai colocar, sabe por quê? Porque as distribuidoras multinacionais já compram lá fora e a BR, se for privatizada, vai fazer o mesmo”, alertou.

UNIDADE DE TODOS OS TRABALHADORES PARA IMPEDIR A ENTREGA DA PETROBRÁS E DO PRÉ-SAL

Arthur Ferrari, diretor da Aepet, declarou que tirar da Petrobrás a função de operadora única do Pré-Sal é “quebrar a espinha industrial do Brasil”. “O ministro das Minas e Energia já disse que o conteúdo local não serve para a Petrobrás. Esses caras estão tentando desmontar o país a toque de caixa, por isso só com a unidade da nossa categoria conseguiremos barrar os entreguistas”, afirmou.

Ivan Luís de Andrade, diretor da FNP, denunciou os interesses das nações imperialistas em torno do Pré-Sal, lembrando a imensa resistência que houve durante a aprovação do Regime de Partilha. “O objetivo do governo Temer é favorecer as petroleiras estrangeiras, como prometeu  José Serra à Chevron”, declarou.

Ao encerrar o ato, o coordenador da FUP, José Maria, ressaltou que a luta em defesa da Petrobrás e do Pré-Sal  deve ser de toda a sociedade brasileira. “Nossa resistência tem que ser maior a cada dia que passa. Nós petroleiros temos a obrigação de sermos ponta de lança nessa disputa, mas temos a clareza de que sozinhos a gente não ganha essa batalha. Se não houver um movimento como foi ´o petróleo é nosso`, eles vão sucatear a Petrobrás e levar o Pré-Sal”,  alertou. 

Fonte: FUP

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Edição Nº 1418

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