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Segunda, 01 Fevereiro 2016 20:01

Neste domingo, 31, foi encerrada a votação do primeiro turno da eleição para a representação dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás. Os candidatos apoiados pela FUP, Deyvid Bacelar e, Arthur Ragusa (Suplência), tiveram 4.415 votos no 1º turno e disputarão a segunda etapa do pleito com a candidata Betânia Rodrigues Coutinho, que teve 3.952 dos votos.

O segundo e decisivo turno para reeleger o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás, que é a maior instância de decisão da empresa, será entre os dias 20 e 28 de fevereiro.

A FUP e seus sindicatos continuam apoiando e indicando o voto no atual conselheiro, Deyvid Bacelar, jovem liderança sindical, comprometido com a pauta da categoria, principalmente no que diz respeito às condições de trabalho e na defesa da Petrobrás enquanto empresa pública e principal indutora no desenvolvimento nacional.

Deyvid é coordenador do Sindipetro-BA e atual representante da categoria no C.A da Petrobrás. Confira suas propostas: http://www.deyvidbacelar.com.br/

C.A da Transpetro

A votação para a representação dos trabalhadores no C.A da Transpetro terminou neste domingo. O candidato apoiado pela FUP e seus sindicatos, Paulo Cardoso, do Terminal Campos Elíseos, em Duque de Caxias, conquistou 600 votos e ficou em segundo lugar no pleito, vencido pelo atual conselheiro.

Fonte: FUP

Terça, 26 Janeiro 2016 11:40

No último sábado, 23, os trabalhadores da Petrobrás e da Transpetro iniciaram mais um processo eleitoral para escolher seus representantes nos Conselhos de Administração. Como nos anos anteriores, a eleição será realizada em dois turnos. O primeiro prossegue até o dia 31 de janeiro e é fundamental que a categoria eleja representantes comprometidos com a defesa intransigente do Sistema Petrobrás. 

Por isso, a FUP e seus sindicatos orientam os trabalhadores a reelegerem o conselheiro da Petrobrás, Deyvid Bacellar, através da chapa 1010, que traz também o companheiro Bob Ragusa, como suplente. Deyvid tem tido um papel fundamental para impedir o desmantelamento do Sistema Petrobrás, fazendo um enfrentamento constante, dentro e fora do CA, às políticas privatistas da atual gestão, com grande atuação também nas lutas por condições seguras de trabalho e pela manutenção dos direitos da categoria.

Na Transpetro, o movimento sindical apoia o companheiro Cardoso, do Terminal de Campos Elíseos e diretor do Sindipetro Duque de Caxias. Assim como Deyvid, ele vem pautando sua atuação sindical na luta contra o desmonte da Transpetro e em defesa dos direitos dos trabalhadores da subsidiária. A FUP e seus sindicatos, portanto, orientam os petroleiros das unidades da Transpetro a votarem em Cardoso, cujo número é 3030.

Eleger Deyvid e Cardoso é levar para a gestão do Sistema Petrobrás a pauta de quem constrói a companhia. Nestes tempos turbulentos de ameaça à soberania nacional e aos direitos dos trabalhadores, a eleição desses dois companheiros mais do que necessária, é fundamental na disputa dos rumos da empresa.

 

Reeleger Deyvid é estratégico na luta contra a privatização da Petrobrás

O Conselho de Administração é o principal fórum de decisão do Sistema Petrobrás. O mandato do atual conselheiro Deyvid Bacelar ilustramuito bem a importância de termos representantes no CA que de fato sejam comprometidos com os interesses dos trabalhadores e com a soberania nacional. Ele tem sido decisivo nas lutas da categoria e foi estratégico na construção da Pauta pelo Brasil, cujas propostas vêm defendendo de forma impecável, dando visibilidade nacional e internacional às reivindicações dos trabalhadores. 

Além disso, Deyvid deu transparência aos debates do Conselho e conquistou avanços importantes, como a garantia de um suplente na vaga dos trabalhadores e a coordenação do Comitê de SMS, onde vem buscando mudanças na política de segurança da Petrobrás. Sua reeleição, portanto, é estratégica, não só para a categoria, como para todos que lutam para que a empresa volte a ser a locomotiva do país. Conheça suas propostas acessando www.deyvidbacelar.com.br e seguindo sua página no facebook: deyvidbacelaroficial.

 

Cardoso é referência na defesa da Transpetro 

Paulo Cardoso entrou na Transpetro em 2008, e está lotado na Malha do Gás do TECAM, em Duque de Caxias, onde liderou a greve de novembro e vem travando uma grande resistência à privatização da subsidiária. Cardoso também sido voz ativa na luta pela reincorporação da Transpetro e de unificação e organização dos trabalhadores da empresa. Sua eleição para o CA será um passo fundamental para impedir o desmonte do Sistema Petrobrás. Vote 3030. Conheça suas propostas acessando a página da FUP ou seguindo o seu perfil no facebook: cardosonoca.

Fonte: FUP

Quarta, 20 Janeiro 2016 18:53

As possibilidades de intensificação da venda de mais ativos são cada vez mais notórias. Além da notícia que reporta o interesse da Petrobrás em vender sua parcela na Braskem, agora o jornal Folha de S. Paulo, de 15/01/2016, traz afirmação do diretor financeiro da estatal, Ivan Monteiro, que a companhia está analisando a venda da Transpetro, cujo orçamento para este ano já foi reduzido em mais de R$ 1 bilhão. Ademais, Monteiro nega, ainda, a necessidade da Petrobrás receber aportes do governo, dado o maciço programa de desinvestimentos programado no Plano de Negócio e Gestão (2015-2019).

A posição do Diretor da Petrobrás, além de resgatar uma política duramente criticada pelos movimentos sociais durante o governo FHC, mostra-se indevida, uma vez que antecipa uma discussão não realizada nem definida, seja no Conselho de Administração (CA), seja nos comitês da empresa que tratam do tema. A publicização desses fatos apenas gera especulações, afeta o ambiente de mercado, bem como o clima da companhia, comprovando uma clara insubordinação da Diretoria em relação às instâncias decisórias da companhia. Obviamente, as vendas de quaisquer ativos da Petrobrás são discutidas internamente, contudo, necessariamente, essas decisões passam pelo Comitê Estratégico (COEST) e, depois, pelo CA. Afinal, os conselheiros podem apresentar ressalvas e pontos críticos quanto às medidas escolhidas internamente, como ocorreu na discussão na venda da BR, por exemplo.

O mais grave é que, embora seja uma Sociedade Anônima (SA), o acionista majoritário da Petrobrás é o governo federal. Desse modo, a Petrobrás responde às diretrizes do seu acionista majoritário, que são determinadas pelo poder executivo – a Presidência da República e seus Ministérios. Segundo informações do jornal O Globo, de 16 de janeiro de 2016, “a presidente Dilma Rousseff afirmou (…) que não descarta uma capitalização da Petrobras, se os preços do petróleo no exterior continuarem a cair”. Ao expor uma estratégia contrária aquela explicitada pela Presidência, o Diretor indica que não cumpre o seu papel de articular as ações da companhia às estratégias do acionista majoritário, algo que obviamente deveria ocorrer. A sua afirmação de que “a capitalização seria a última alternativa a ser perseguida e não está no nosso radar nesse momento” permite a interpretação que a atuação da atual Diretoria favorece outros segmentos econômicos e sociais, que não o governo federal. As pressões contínuas de uma vasta gama de atores sociais, que desejam a privatização da Petrobrás e, dessa forma, fazem uso da instabilidade política atual da empresa para tentar desmontá-la, não justificam a divulgação de novas medidas.

Deve-se ressaltar que a pressa em divulgar medidas ainda não discutidas dentro do CA mostra a inabilidade e a incompreensão da atual Diretoria na análise da atual conjuntura política e econômica do país. Além da instabilidade política e da forte tensão existente entre o Poder Executivo e o Legislativo, a conjuntura internacional apresenta uma característica bastante volátil, tendo em vista as recentes variações da taxa de câmbio e a queda abrupta nos preços do petróleo. Somado a isso, os impactos sociais relacionados a essas medidas – como desemprego e redução da renda dos trabalhadores – são motivos mais que suficientes para demonstrar que não há um cenário favorável a fim de realizar qualquer nova venda de ativos estratégicos para a Empresa e País. Ao contrário disso, o momento atual necessita que a Petrobrás encontre alternativas para realizar os investimentos da sua cadeia produtiva, inclusive os aportes do governo. Isso fortaleceria a integração das atividades da Petrobrás e minimizaria o impacto da crise em várias regiões do país.

Por fim, a decisão de vender mais ativos despreza a atuação do Grupo de Trabalho da Pauta pelo Brasil, montado em dezembro de 2015, que se propõe a discutir esse e outros temas com os gestores da Petrobrás, buscando reverberar as demandas da sociedade por uma Petrobras 100% pública.

Deyvid Bacelar
Representante dos Trabalhadores no CA da Petrobrás

Terça, 03 Novembro 2015 13:21

Foram presos também um diretor da CUT e um fotógrafo

Terça, 25 Agosto 2015 20:21

Na manhã desta terça-feira, 25, a direção da FUP e seus sindicatos filiados realizaram um ato em frente ao edifício sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, contra o plano de gestão e negócios da empresa, pela garantia de empregos e, em apoio ao representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás, Deyvid Bacelar, que tem sofrido assédio e cerceamento em sua atuação na maior instância de decisão da estatal.

A Federação repudia todas as investidas contrárias às atividades e publicações do conselheiro em qualquer tipo comunicação com os trabalhadores que o elegeram.

 

"Infelizmente há um processo de desgate da representação dos trabalhadores e trabalhadoras no Conselho de Administração da Petrobrás, devido à transparência que demos às atividades e decisões do conselho, desde que ocupamos esta vaga. Transparência através das publicações do nosso blog, site e nossos informativos eletrônicos, que cada traabalhador e trabalhadora vem recebendo nos últimos meses. Isso tem causado uma certa indignação dos gestores dessa grande companhia, porque os mesmos, infelizmente, ainda querem tratar algumas questões como sigilosas, que devem constar apenas dentro de uma  caixa preta, sem ser revelada aos trabalhadores e à sociedade brasileira. É claro que tomamos o cuidado antes de divulgar qualquer fato, episódio ou deliberação tomada no C.A, respeitando a legislação brasileira e as normas internas da companhia, Por isso, aguardamos a divulgação dos fatos relevantes que a empresa comunica ao mercado. Mas mesmo assim, alguns gestores estão muito revoltados pelo fato de fazermos uma melhor comunicação com a categoria petroleira. E isso, de forma alguma, nós deixaremos de fazer, pois o compromisso assumido pela Federação Única dos Petroleiros e, por mim, trabalhador eleito por vocês, companheiros, além de levar as nossas demandas para a maior instância de decisão da empresa,  é o de fazer uma comunicação mais transparente e eficaz com vocês", afirmou o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás, Deyvid Bacelar, antes de iniciar sua participação na reunião do C.A, que acontece durante todo o dia de hoje.

 

Clique aqui para assistir ao vídeo publicado na página da FUP no Facebook, durante o ato realizado nesta manhã no Edise.

Fotos [Tezeu Freitas]

Fonte: FUP

Quarta, 29 Julho 2015 13:16

Os temas tratados na última reunião do Conselho de Administração da Petrobrás, realizada dia 24 de julho de 2015, apontam para o prosseguimento da agenda de forte descontinuidade de várias atividades da empresa. Ou seja, a alta gestão da estatal continua com a estratégia de abrir mão de vários negócios da companhia, fato já evidenciado no Plano de Negócios e Gestão de 2015.



Um primeiro empreendimento discutido na reunião foi a BR Distribuidora, que conforme mencionado pela empresa no seu blog Fatos e Dados, a organização já está estudando a possibilidade de um sócio estratégico e a abertura de capital. Embora a sinalização atual seja que, caso esse processo ocorra, envolva um percentual minoritário das ações, fica evidente a estratégia da Petrobrás reduzir seu poder de atuação no segmento de distribuição de combustíveis. Mais do que a redução dos investimentos no setor, esse processo significa a transferência de um ativo da empresa para o mercado, ou seja, nada mais do que uma privatização!

Como se isso não bastasse, a tendência é que esse movimento ocorra no curto prazo, ou seja, sem que haja uma discussão com a sociedade e com a força de trabalho.
 Além da redução, a Petrobrás mais uma vez pode abrir mão de fomentar um projeto de desenvolvimento da indústria nacional para adquirir sondas do mercado internacional.
A alta oferta de sondas no mercado pode atrapalhar a manutenção de sondas próprias atuando, bem como a encomenda da mesma quantidade de sondas que deveriam ser fabricadas aqui no Brasil.


Esses pontos mostram que já está em curso a estratégia da empresa de reduzir sua participação direta na cadeia produtiva de energia, bem como na sua atuação como fomentadora da indústria nacional. Seja por meio de venda de ativos e/ou redução de investimentos, o fato é que a estatal deve deixar de atuar no desenvolvimento dos segmentos de gás, distribuição de combustíveis e da produção de navios diminuindo empregos e renda de centenas de trabalhadores.

Importantes Conquistas

Apesar do futuro incerto da Petrobrás e da equivocada estratégia adotada pela nova gestão da companhia, algumas deliberações da última reunião do Conselho de Administração (CA) significaram importantes avanços para ampliar a atuação da categoria petroleira. Além disso, algumas alternativas apresentadas pela empresa confirmaram como o envolvimento dos petroleiros tem sido fundamental para as decisões estratégicas da organização no longo prazo.

Em primeiro lugar, a Petrobrás tem considerado a possibilidade de buscar financiamentos estrangeiros para concluir parte das obras do Comperj. Essa alternativa, embora não fosse a ideal, já foi colocada como uma alternativa pela FUP – Federação Única dos Petroleiros, para garantir a realização dos investimentos da estatal no curto e médio prazo, a fim de evitar o processo de retração e descontinuidade de várias atividades da companhia. Como demandado pela FUP em um DNE encaminhado a Petrobrás, uma alternativa para manter os investimentos da empresa seria “continuar com acordos de fornecimento de petróleo em troca de financiamentos com outros países”. Ao que parece, esse instrumento poderia ser utilizado pela estatal para a conclusão das obras da refinaria.

Em segundo lugar, o Conselho de Administração aprovou a participação permanente do Representante dos Trabalhadores no Comitê Estratégico do CA, o que garantiu a atuação da força de trabalho em discussões de cunho estratégico da Petrobrás no longo prazo, além de possibilitar ter acesso a informações importantes para entender as alternativas e opções existentes para a companhia no futuro. Por fim, a proposta para a ampliação do mandato dos conselheiros de um para dois anos foi aceita pelo CA. O próximo passo é encaminhá-la para AGE a fim de aprovar a alteração no Estatuto.

Essas conquistas foram importantes para aumentar os espaços de atuação dos trabalhadores dentro do Conselho de Administração e buscar alternativas ao atual processo de retração da Petrobrás está para nova gestão da companhia.

Quarta, 27 Maio 2015 19:11

Entrevista: Deyvid Bacelar, conselheiro de administração da Petrobrás eleito pelos trabalhadores, fala sobre PLR, gestão Bendine e correlação de forças no CA. Confira!

Quinta, 12 Fevereiro 2015 12:36

Nº 1343

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Edição Nº 1418

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