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Sexta, 08 Fevereiro 2019 13:54

Setorizadas no Tepar vão organizar a resistência contra a redução do efetivo

 Estará em discussão o impasse nas negociações sobre a pauta de reivindicações.

 

 

A gestão local da Terminal Transpetro de Paranaguá (Tepar) informou que vai terceirizar um posto de trabalho próprio na operação de descarregamento de caminhões. A notícia causou indignação dos trabalhadores e o Sindicato realizou reuniões na segunda quinzena de janeiro para construir uma pauta de reivindicações junto à base (confira no final desta matéria).

 

A pauta foi entregue à gerência do Tepar no último dia 01, mas as negociações não avançaram. Diante do impasse, o Sindipetro Paraná e Santa Catarina convoca os trabalhadores para uma nova rodada de reuniões setorizadas na próxima semana, em frente ao Terminal, com o objetivo de organizar a resistência contra a redução do efetivo próprio na operação em turno.

 

:: Confira o calendário

Dia 12/02 (terça-feira) | 00h00 | Grupo 4

Dia 12/02 (terça-feira) | 08h00 | Grupo 2

Dia 12/02 (terça-feira) | 16h00 | Grupo 1

Dia 15/02 (sexta-feira) | 08h00 | Grupo 3

Dia 15/02 (sexta-feira) | 16h00 | Grupo 5

 

Pauta dos trabalhadores da operação no Tepar

Tendo em vista a informação de terceirização do posto de trabalho próprio na operação de descarregamento de caminhões no Terminal de Paranaguá - TEPAR, os trabalhadores de turno deste terminal rejeitam a redução do número mínimo de efetivo da operação imposta pela atual gestão. Apesar desse posto de trabalho realizar as atividades mais insalubres da operação e das atuais condições de mercado afetarem a produtividade do TEPAR, há uma grande preocupação com o risco de aumento de acidentes de trabalho e/ou ambientais em consequência a essa diminuição no efetivo próprio de operação.

 

Portanto, o Sindipetro PR e SC, como representante legalmente reconhecido, realizou setorizadas com todos os grupos de turno do terminal, entre os dias 17 e 25 de janeiro de 2019, para colher informações e preocupações dos trabalhadores impactados com essa mudança. Desta forma, foi construída a seguinte lista de demandas abaixo, a qual solicitamos o atendimento por parte da empresa:

 

1) Manter o atual número mínimo de 5 técnicos de operação por turno com uma sobrelotação de 20% para suprir ausências e treinamentos.

 

2) Investir na capacitação dos técnicos de operação para atuação e combate às emergências no terminal.

 

3) Melhorar as condições operacionais dos equipamentos de combate às emergências.

 

4) Apresentação das evidências dos treinamentos com a equipe própria de operação para combates às emergências ocorridos nos últimos 3 anos.

 

5) Apresentação dos principais cenários de emergências mapeados para o terminal e os controles/ações necessários para combate.

 

6) Fortalecer a equipe própria do setor de SMS, admitindo um técnico de administração na equipe para suporte organizacional.

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Edição Nº 1415

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