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O Xisto Não Pode Parar!

O fato de a Petrobrás ter criado um grupo de estudo para avaliar a viabilidade econômica da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul, causa preocupação na categoria e na sociedade local. Isso porque, diante do cenário de crise na Petrobrás e em todo o setor petróleo, pode ser uma sinalização de encerramento das atividades da SIX.

Diante disso, uma série de entidades da sociedade civil organizada e representantes políticos se engajaram na luta em defesa da SIX e lançaram a campanha “O Xisto Não Pode Parar”. O movimento, no entanto, vai além da manutenção das atividades da SIX. É preciso garantir investimentos na Usina do Xisto para que ela seja de fato viabilizada economicamente. Caso contrário, a cada queda abrupta no preço do barril de petróleo as ameaças de encerramento das atividades voltam à tona.

A Usina produz óleo combustível, nafta, gás combustível, gás liquefeito e enxofre, e ainda produtos que podem ser utilizados nas indústrias de asfalto, cimenteira, agrícola e de cerâmica. Porém, por ser um Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica, desenvolveu fertilizantes para a indústria agropecuária, a partir da água de xisto; e também faz o processamento do lastro, um resíduo de reservatórios de petróleo e derivados que requer destinação ambientalmente correta e que tem alto custo. Ainda no rol de atividades econômicas viáveis, o processamento do xisto permite a reciclagem de pneus em larga escala.

Quinta, 10 Março 2016 20:38

O verde e amarelo presente nas peças publicitárias da campanha “O Xisto Não Pode Parar” estão colorindo São Mateus do Sul, cidade onde está localizada a Usina do Xisto (SIX). Outdoors, faixas e adesivos estão espalhados pelo município. Tudo para mobilizar a população na luta pela continuidade das operações e ampliação do potencial produtivo da SIX.

 

E não poderia ser diferente! Os dados comprovam que a Usina está direta ou indiretamente ligada à vida de cada cidadão são-mateuense. A unidade emprega mil trabalhadores diretos e outros três mil indiretos. Isso em município de 45 mil habitantes. Estima-se que a existência da unidade traga alguma forma de renda para pelo menos um terço da população são-mateuense.

 

Nas contas públicas, os números são ainda mais expressivos. A SIX gerou no ano passado R$ 98 milhões em impostos e royalties. A Prefeitura de São Mateus, que ficou com uma fatia de R$ 20 milhões, tem nos impostos originados pela Usina a metade de sua arrecadação total. Além disso, várias empresas que tem atividades econômicas relacionadas com a Usina do Xisto estão instaladas na cidade e geram emprego e renda para a população.

 

Por isso é tarefa de todos o engajamento na luta em defesa da Usina, patrimônio da Cidade, do Estado e do País. Apenas a ação organizada pode garantir a continuidade das atividades e os investimentos necessários para aumentar o potencial produtivo da Unidade frente à política de desinvestimentos adotada pela Petrobrás, empresa proprietária da SIX.

 

O desafio agora é ampliar cada vez mais a campanha em São Mateus do Sul e no Paraná. Por isso, a Frente em Defesa da Usina do Xisto estuda novas ações para conquistar novas adesões. Todos podem ajudar nesta campanha, conversando sobre a importância da SIX com seus amigos, familiares e vizinhos, além de colocar os materiais em sua residência e veículo, bem como divulgar no bairro. Faixas e adesivos estão disponíveis no Comitê, que fica junto à Sede Regional do Sindipetro Paraná e Santa Catarina.

 

:: Serviço
Comitê da Frente em Defesa da Usina do Xisto
Endereço: R. Paulino Vaz da Silva, nº 535, próximo à Igreja
Tel: (42) 3532-1442
Materiais disponíveis: faixas e adesivos

Quarta, 09 Março 2016 20:15

A campanha “O Xisto Não Pode Parar” segue com agenda intensa. Na semana passada, representantes dos trabalhadores da Usina do Xisto estiveram em Brasília para dialogar com personalidades políticas sobre a importância não apenas de manter as operações da unidade industrial, mas também de estimular sua capacidade produtiva para impulsionar a viabilidade econômica.

 

O foco da viagem à capital federal foram as reuniões no Ministério de Minas e Energia. Os trabalhadores dialogaram com o secretário da pasta de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis, Marco Antônio Martins Almeida, e o secretário-adjunto, João José de Nora Souto. O rol de potenciais atividades econômicas da Usina chamou a atenção dos membros do Ministério. Além de produzir óleo combustível, nafta, gás combustível, gás liquefeito e enxofre, e ainda produtos que podem ser utilizados nas indústrias de asfalto, cimenteira, agrícola e de cerâmica, a SIX desenvolveu fertilizantes para a indústria agropecuária, derivados para indústria petroquímica e também faz o processamento do lastro, um resíduo de reservatórios de petróleo e derivados que requer destinação ambientalmente correta e que tem alto custo.

 

Em Brasília, os trabalhadores da SIX também tiveram reuniões no Ministério do Desenvolvimento Agrário. A comercialização dos sub-produtos do processo, como a água de xisto, que gera fertilizantes para a agricultura, despertou o interesse das autoridades do Ministério. 

 

Ainda durante a viagem, os trabalhadores participaram de audiência no Congresso Nacional sobre a defesa da Petrobrás como empresa pública e indutora do desenvolvimento econômico e social do país.

Quinta, 18 Fevereiro 2016 19:38

O fato de a Petrobrás ter criado um grupo de estudo para avaliar a viabilidade econômica da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul, causa preocupação na categoria e na sociedade local. Isso porque, diante do cenário de crise na Petrobrás e em todo o setor petróleo, pode ser uma sinalização de encerramento das atividades da SIX.

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina agiu rápido e fez reuniões com o diretor do setor de Abastecimento da Petrobrás, que confirmou a existência do grupo, mas garantiu que o resultado será debatido com a FUP e o Sindicato antes de ser enviado à direção da empresa e ao Conselho Deliberativo da estatal. Também alertou as frentes parlamentares em defesa da Petrobrás na Câmara de São Mateus do Sul e na Assembleia Legislativa do Paraná para buscar apoio político, entre outras ações.
Além disso, organizou a campanha “O Xisto Não Pode Parar”, que foi lançada nesta quinta-feira (18), durante Bate-Papos Sindicais na Usina do Xisto. As atividades de lançamento continuam na troca de turno das 23h30 e prosseguem amanhã (19), conforme agenda abaixo.

Para o presidente do Sindipetro, Mário Alberto Dal Zot, a campanha vai além da manutenção das atividades da SIX. “Queremos ir além de apenas manter a Usina operando. Temos que garantir investimentos na SIX para que ela seja de fato viabilizada economicamente. Caso contrário, a cada queda abrupta no preço do barril de petróleo as ameaças de encerramento das atividades voltam à tona”, afirmou.

A Usina produz óleo combustível, nafta, gás combustível, gás liquefeito e enxofre, e ainda produtos que podem ser utilizados nas indústrias de asfalto, cimenteira, agrícola e de cerâmica. Porém, também desenvolveu fertilizantes para a indústria agropecuária, a partir da água de xisto, e também faz o processamento do lastro, um resíduo de reservatórios de petróleo e derivados que requer destinação ambientalmente correta e que tem alto custo. Ainda no rol de atividades econômicas viáveis, o processamento do xisto permite a reciclagem de pneus em larga escala.


Bate-Papo Sindical – Lançamento da Campanha “O Xisto Não Pode Parar!”

Quinta-feira (18/02)
15h30 – Grupo IV – Em frente à SIX
17h30 – Grupo III e aposentados – Na Sede Regional do Sindipetro
23h30 – Grupo II – Em frente à SIX.

Sexta-feira (19/02)
07h30 – Grupo I e Administrativo – Em rente à SIX
15h30 – Grupo V – Em frente à SIX

Quinta, 10 Março 2016 20:38

O verde e amarelo presente nas peças publicitárias da campanha “O Xisto Não Pode Parar” estão colorindo São Mateus do Sul, cidade onde está localizada a Usina do Xisto (SIX). Outdoors, faixas e adesivos estão espalhados pelo município. Tudo para mobilizar a população na luta pela continuidade das operações e ampliação do potencial produtivo da SIX.

 

E não poderia ser diferente! Os dados comprovam que a Usina está direta ou indiretamente ligada à vida de cada cidadão são-mateuense. A unidade emprega mil trabalhadores diretos e outros três mil indiretos. Isso em município de 45 mil habitantes. Estima-se que a existência da unidade traga alguma forma de renda para pelo menos um terço da população são-mateuense.

 

Nas contas públicas, os números são ainda mais expressivos. A SIX gerou no ano passado R$ 98 milhões em impostos e royalties. A Prefeitura de São Mateus, que ficou com uma fatia de R$ 20 milhões, tem nos impostos originados pela Usina a metade de sua arrecadação total. Além disso, várias empresas que tem atividades econômicas relacionadas com a Usina do Xisto estão instaladas na cidade e geram emprego e renda para a população.

 

Por isso é tarefa de todos o engajamento na luta em defesa da Usina, patrimônio da Cidade, do Estado e do País. Apenas a ação organizada pode garantir a continuidade das atividades e os investimentos necessários para aumentar o potencial produtivo da Unidade frente à política de desinvestimentos adotada pela Petrobrás, empresa proprietária da SIX.

 

O desafio agora é ampliar cada vez mais a campanha em São Mateus do Sul e no Paraná. Por isso, a Frente em Defesa da Usina do Xisto estuda novas ações para conquistar novas adesões. Todos podem ajudar nesta campanha, conversando sobre a importância da SIX com seus amigos, familiares e vizinhos, além de colocar os materiais em sua residência e veículo, bem como divulgar no bairro. Faixas e adesivos estão disponíveis no Comitê, que fica junto à Sede Regional do Sindipetro Paraná e Santa Catarina.

 

:: Serviço
Comitê da Frente em Defesa da Usina do Xisto
Endereço: R. Paulino Vaz da Silva, nº 535, próximo à Igreja
Tel: (42) 3532-1442
Materiais disponíveis: faixas e adesivos

Quarta, 09 Março 2016 20:15

A campanha “O Xisto Não Pode Parar” segue com agenda intensa. Na semana passada, representantes dos trabalhadores da Usina do Xisto estiveram em Brasília para dialogar com personalidades políticas sobre a importância não apenas de manter as operações da unidade industrial, mas também de estimular sua capacidade produtiva para impulsionar a viabilidade econômica.

 

O foco da viagem à capital federal foram as reuniões no Ministério de Minas e Energia. Os trabalhadores dialogaram com o secretário da pasta de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis, Marco Antônio Martins Almeida, e o secretário-adjunto, João José de Nora Souto. O rol de potenciais atividades econômicas da Usina chamou a atenção dos membros do Ministério. Além de produzir óleo combustível, nafta, gás combustível, gás liquefeito e enxofre, e ainda produtos que podem ser utilizados nas indústrias de asfalto, cimenteira, agrícola e de cerâmica, a SIX desenvolveu fertilizantes para a indústria agropecuária, derivados para indústria petroquímica e também faz o processamento do lastro, um resíduo de reservatórios de petróleo e derivados que requer destinação ambientalmente correta e que tem alto custo.

 

Em Brasília, os trabalhadores da SIX também tiveram reuniões no Ministério do Desenvolvimento Agrário. A comercialização dos sub-produtos do processo, como a água de xisto, que gera fertilizantes para a agricultura, despertou o interesse das autoridades do Ministério. 

 

Ainda durante a viagem, os trabalhadores participaram de audiência no Congresso Nacional sobre a defesa da Petrobrás como empresa pública e indutora do desenvolvimento econômico e social do país.

Quinta, 18 Fevereiro 2016 19:38

O fato de a Petrobrás ter criado um grupo de estudo para avaliar a viabilidade econômica da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul, causa preocupação na categoria e na sociedade local. Isso porque, diante do cenário de crise na Petrobrás e em todo o setor petróleo, pode ser uma sinalização de encerramento das atividades da SIX.

O Sindipetro Paraná e Santa Catarina agiu rápido e fez reuniões com o diretor do setor de Abastecimento da Petrobrás, que confirmou a existência do grupo, mas garantiu que o resultado será debatido com a FUP e o Sindicato antes de ser enviado à direção da empresa e ao Conselho Deliberativo da estatal. Também alertou as frentes parlamentares em defesa da Petrobrás na Câmara de São Mateus do Sul e na Assembleia Legislativa do Paraná para buscar apoio político, entre outras ações.
Além disso, organizou a campanha “O Xisto Não Pode Parar”, que foi lançada nesta quinta-feira (18), durante Bate-Papos Sindicais na Usina do Xisto. As atividades de lançamento continuam na troca de turno das 23h30 e prosseguem amanhã (19), conforme agenda abaixo.

Para o presidente do Sindipetro, Mário Alberto Dal Zot, a campanha vai além da manutenção das atividades da SIX. “Queremos ir além de apenas manter a Usina operando. Temos que garantir investimentos na SIX para que ela seja de fato viabilizada economicamente. Caso contrário, a cada queda abrupta no preço do barril de petróleo as ameaças de encerramento das atividades voltam à tona”, afirmou.

A Usina produz óleo combustível, nafta, gás combustível, gás liquefeito e enxofre, e ainda produtos que podem ser utilizados nas indústrias de asfalto, cimenteira, agrícola e de cerâmica. Porém, também desenvolveu fertilizantes para a indústria agropecuária, a partir da água de xisto, e também faz o processamento do lastro, um resíduo de reservatórios de petróleo e derivados que requer destinação ambientalmente correta e que tem alto custo. Ainda no rol de atividades econômicas viáveis, o processamento do xisto permite a reciclagem de pneus em larga escala.


Bate-Papo Sindical – Lançamento da Campanha “O Xisto Não Pode Parar!”

Quinta-feira (18/02)
15h30 – Grupo IV – Em frente à SIX
17h30 – Grupo III e aposentados – Na Sede Regional do Sindipetro
23h30 – Grupo II – Em frente à SIX.

Sexta-feira (19/02)
07h30 – Grupo I e Administrativo – Em rente à SIX
15h30 – Grupo V – Em frente à SIX

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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